Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 25 de março de 2015

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 25/03 /2015

Dólar R$ 3,1995 (2,3820)

Mínima R$ 3,1224
Máxima R$ 3,1995
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
MAI 15      (-3,2)         9,78
Jul15       (-4,6)         9,81
AGO        (-4,4)        9,81

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (+1,0)          3,94
Mai15       (+0,6)          4,02
JUL15    (+0,4)         4,09

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 57,00
Rondonópolis: R$ 60,00
Alto Garça: R$ 60,00                                                       
Sorriso: R$ 55,50
Itiquira: R$ 59,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

Dólar permanece fraco, com os investidores procurando pistas frescas para uma direção



O dólar derivou em relação ao euro e ao iene na Ásia nesta quarta-feira, com os investidores relutantes em tomar posições fortes em meio à falta de notícias frescas de movimentação de mercado. A analista de mercado do IG Securities, Junichi Ishikawa, diz que os dados alemães podem fornecer a deixa para o dia.
Ishikawa diz que gráficos técnicos indicam alguma hesitação entre os participantes do mercado a avançar com a venda do dólar.
Mas dados econômicos decepcionantes dos EUA pode dar a direção esperada ao dólar em relação às moedas mais amplas, "pode mudar o humor instável, proporcionando mais convicção", para vender a moeda norte-americana.

BC anuncia que não renovará programa de oferta diária de swaps cambiais que vence dia 31

O Banco Central anunciou na noite desta terça-feira que não renovará o programa de oferta diária de swaps cambiais, que vence no dia 31 de março, mas se comprometeu a renovar integralmente os contratos que vencem a partir de 1º de maio.
"Os swaps cambiais vincendos a partir de 1º de maio de 2015 serão renovados integralmente, levando em consideração a demanda pelo instrumento e as condições de mercado", disse a autoridade monetária em comunicado.
Os leilões de venda de dólares com compromisso de recompra, segundo o BC, continuarão a ser realizados em função das condições de liquidez do mercado de câmbio.
O programa de leilões de swap cambial, que equivale à venda futuro de dólares, e de vende de dólares com compromisso de recompra foi lançado em agosto de 2013, com o objetivo de fornecer "hedge" ao mercado e evitar maiores pressões sobre o câmbio.
No início, a oferta diária era de 10 mil contratos de swaps cambiais e leilões semanais de venda de dólares com compromisso de recompra, os chamados leilões de linha.
No ano passado, contudo, o BC reduziu a oferta diária para 4 mil contratos de swaps, ou o equivalente a 200 milhões de dólares, e acabou com os leilões de linha regulares.
No fim de dezembro, o BC anunciou que o programa seria estendido até pelo menos 31 de março deste ano, mas reduziu as ofertas diárias para até 2 mil contratos, equivalentes a 100 milhões de dólares.

Fonte: Reuters

terça-feira, 24 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 23/03 /2015

Dólar R$ 3,1423 (-2,6280)

Mínima R$ 3,1423
Máxima R$ 3,2295
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
MAI 15      (-1,2)         9,82
Jul15       (-1,0)         9,87
AGO        (-0,4)        9,86

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (+3,2)          3,93
Mai15       (+3,0)          4,01
JUL15    (+3,6)         4,09

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 57,00
Rondonópolis: R$ 60,00
Alto Garça: R$ 60,00                                                       
Sorriso: R$ 55,50
Itiquira: R$ 59,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

Soja: Preços no Brasil já sentem pressão da desvalorização do dólar.

A formação dos preços da soja no Brasil já começa a sentir os impactos da desvalorização do dólar. Nesta terça-feira (24), a moeda norte-americana registra mais uma sessão marcada por volatilidade e, pouco antes de meio-dia (horário de Brasília), era cotada a R$ 3,1290, caindo 0,3%. No entanto, já por volta das 13h, a divisa voltava a subir lentamente, com alta de 0,29%, cotada a R$ 3,16.  
Paralelamente, as cotações da oleaginosa passavam por um dia de realização de lucros na Bolsa de Chicago e também trabalhavam em campo negativo, com baixas de pouco mais de 3 pontos entre os principais vencimentos. O mercado vem devolvendo parte dos ganhos dos últimos dias, quando os fundos vieram ao mercado recomprando posições, principalmente com a baixa do dólar. 

Dessa forma, nos portos brasileiros, os preços da soja futura, com entregas em abril e maio, já apresentavam patamares mais baixos do que os registrados há alguns dias. Em Rio Grande, por exemplo, o produto para entrega futura valia R$ 71,50 por saca, contra R$ 74,30 no melhor momento da última semana. Já em Paranaguá, o preço trabalhava na casa de R$ 70,00, contra picos de R$ 73,50 na semana passada. O produto disponível no terminal gaúcho já valia, nesta terça, perto de R$ 69,70. 
O mercado brasileiro veio perdendo força com a desvalorização da taxa cambial, iniciada na última sexta-feira (20) depois de o dólar ter registrado seu maior valor em 12 anos - R$ 3,30 - na última quinta-feira (19), motivado, principalmente, pelas tensões políticas e econômicas no Brasil. 
Para o analista de mercado Mário Mariano, da Novo Rumo Corretora, uma elevação dos preços da soja na Bolsa de Chicago poderia criar melhores OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS do um dólar fortemente valorizado frente ao real, dadas as condições mais favoráveis para o saldo de dívidas que estejam lastreadas em dólar, além de um aumento previsto para os custos de produção. "A lavoura está na fase final de colheita e o produtor hoje teme fazer vendas em reais, pois se for pagar sua dívida dolarizada ele usará muito mais soja do que há 30 dias", explica. 
No entanto, bons negócios foram concretizados no Brasil quando o dólar ainda operava acima dos R$ 3,20, haja vistas os últimos números das exportações do país no últimos 15 dias úteis, segundo números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Nas três primeiras semanas de março, foram exportadas 3,374 milhões de toneladas de soja em grão - 366,2% a mais do que o registrado em fevereiro, com uma receita gerada de US$ 1.340,80 milhões, maior em 364,8% se comparada ao valor adquirido no mês anterior. O preço médio da tonelada, no período, foi de US$ 397,30.
Além disso, há de se obeservar ainda o andamento dos prêmios nos portos brasileiros, que seguem positivos. Em Paranaguá, por exemplo, os valores para os principais vencimentos de entrega variam de 44 a 60 centavos de dólar sobre os preços praticados em Chicago. O cenário vem sinalizando, portanto, que as vendas no Brasil seguem acontecendo em um ritmo considerável, porém, têm sido insuficientes para atender os compradores

Dólar opera em queda nesta 3ª feira após atingir patamar de R$ 3,14 na véspera

O dólar opera em queda nesta terça-feira (24), após ter recuado fortemente na véspera, a R$ 3,14 para venda. Foi a segunda sessão consecutiva no patamar de R$ 3,14, diante da tranquilidade nos mercados internacionais, com investidores deixando de lado, por ora, as turbulências políticas locais e se concentrando na expectativa de liquidez abundante nos mercados financeiros globais.
Às 9h19, a moeda norte-americana recuava 1,06%, a R$ 3,1117 para venda.

O mercado internacional da soja opera em campo negativo na bolsa de Chicago na manhã desta terça-feira.

O mercado internacional da soja, nesta terça-feira (24), opera em campo negativo, em um movimento de realização de lucros na Bolsa de Chicago. Os principais vencimentos trabalham entre 2,75 e 4 pontos de baixa.
Os investidores ainda observam os fundamentos já conhecidos - a conclusão da safra na América do Sul, principalmente - e também seguem aguardando os números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trazem no final deste mês, sendo um boletim de estoques trimestrais e o outro com as intenções de plantio da safra 2015/16 nos EUA. 

No MT 88,3% da produção de soja foi colhida e 24,8 milhões de toneladas já comercializadas

A colheita da soja em Mato Grosso avançou 7,8 p.p. na última semana, atingindo 88,3%,
ou 7,9 milhões de hectares da área colhida. Apesar de esta safra apresentar neste momento atraso percentual
em relação aos 92,5% registrados no ano passado, em extensão de área colhida a safra 14/15 apresenta-se
mais avançada. Mesmo com o recuo da produtividade ponderada pela área colhida aos menores níveis desde
janeiro deste ano, de 52,32 sc/ha, a produção da oleaginosa já no mercado é maior que a do ano passado, de
24,8 milhões de toneladas contra 24,4 milhões de toneladas em 2014. Apesar da grande oferta disponível, as
altas nas cotações internas não estão sendo inibidas. A média da última semana, de R$ 55,70/sc é a maior
desta safra, superando as médias do ano passado. Desta forma, o momento atual pode ser oportuno para o
produtor, na tentativa de melhorar sua margem de lucro, que vinha sendo magra nos últimos meses.

Fonte: Imea

segunda-feira, 23 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 23/03 /2015

Dólar R$ 3,1423 (-2,6280)

Mínima R$ 3,1423
Máxima R$ 3,2295
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15     (+9,2)         9,83
MAI 15      (+8,6)         9,86
Jul15       (+8,4)         9,85

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (+4,6)          3,89
Mai15       (+4,2)          3,97
JUL15   (+3,4)          4,04

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 61,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                       
Sorriso: R$ 56,50
Itiquira: R$ 59,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

Dólar e juros recuam à espera de novidades nos EUA


O dólar e os juros futuros recuam no começo da sessão desta segunda-feira, dando sequência ao movimento do último pregão, diante do alívio desses ativos no exterior. Seguem as dúvidas quanto à intensidade do aperto monetário nos Estados Unidos, após o Federal Reserve (Fed) na semana passada sugerir que a alta de juros ocorrerá de forma ainda mais gradual que a antecipada.

Por volta das 10h, o dólar comercial caía 0,82%, para R$ 3,2030. O dólar para abril cedia 0,76%, a R$ 3,2195. No exterior, o Dollar Index perdia 0,36%.

Entre os juros futuros, o DI janeiro/2016 recuava a 13,610% ao ano, contra 13,689% no ajuste anterior. Já o DI janeiro/2017 cedia a 13,460%, ante 13,550% no último ajuste. Enquanto isso, o contrato com vencimento em janeiro/2021 tinha baixa a 13,000%, frente a 13,099% no ajuste anterior. O "yield" do Treasury de dez anos recuava a 1,922%, ante 1,9303% do fechamento anterior.

Nesta segunda-feira, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, disse que o Fed está monitorando o dólar, entre outros fatores, ao avaliar quando subir os juros, movimento que, de acordo com ela, é viável que ocorra em junho, segundo a 'Bloomberg".

Nesta segunda, as atenções estarão voltadas para discurso do vice-presidente do Fed, Stanley Fischer, em evento em Nova York. À noite, com os mercados domésticos fechados, o foco se volta para declarações do presidente do Fed de Chicago, John Williams, na Austrália. Ainda nesta sessão, indicadores econômicos também serão monitorados, entre eles o índice de atividade nacional do Fed de Chicago e vendas de casas nos EUA.

Ainda no plano externo, a Grécia ocupa os holofotes nesta segunda, em meio às dúvidas sobre a capacidade do país de honrar compromissos com credores. O primeiro ministro do país, Alex Tsipras, reúne-se nesta segunda-feira com a chanceler alemã, Angela Merkel. Declarações do presidente do Banco Central Europeu, Mario Dragui, também estão no radar.

No Brasil, o noticiário em torno do ajuste fiscal segue concentrando as atenções. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, encontra-se nesta segunda-feira com o presidente da GE, Jeffrey Immelt.

As dúvidas sobre a renovação do programa de swaps cambiais também devem influenciar os negócios. O presidente do BC, Alexandre Tombini, tem amanhã audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, e há expectativa de que dê alguma sinalização sobre o futuro da "ração" diária, que acaba no próximo dia 31.