Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 19 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 19/03/2015

Dólar R$ 3,2935 (-2,5640)

Mínima R$ 3,2210
Máxima R$ 3,3055
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15     (-6,6)         9,58
MAI 15      (-6,2)          9,63
Jul15       (-6,2)          9,63

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (-3,4)          3,71
Mai15       (-3,4)          3,79
JUL15   (-3,4)         3,87

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 60,50
Alto Garça: R$ 61,00                                                       
Sorriso: R$ 56,50
Itiquira: R$ 59,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

Após bater R$ 3,30, dólar sobe com força de olho em noticiário político

O dólar opera em forte alta nesta quinta-feira (19), após ter batido a barreira de R$ 3,30 mais cedo. A cotação anulou a queda dos últimos três dias, acompanhando a recuperação no exterior e refletindo as renovadas preocupações com a crise local na base governista, com o novo ingrediente da saída de Cid Gomes do Ministério da Educação.

Por volta das 15h30, a moeda norte-americana avançava 2,67%, a R$ 3,30 na venda, renovando as máximas em quase 12 anos, após a presidente Dilma Rousseff negar que fará uma reforma ministerial. O mercado reage ao tom de cautela adotado pelo Federal Reserve em seu comunicado de política monetária.

Dólar segue exterior e opera em alta, de olho em noticiário político, nesta 5ª feira

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar avançava mais de 1 por cento ante o real e anulava a queda dos últimos três dias, acompanhando a recuperação da moeda norte-americana no exterior após o recuo da sessão passada e refletindo as renovadas preocupações com a crise local na base governista, com o novo ingrediente da saída de Cid Gomes do Ministério da Educação.
Às 10h23, a moeda norte-americana avançava 1,07 por cento, a 3,2484 reais na venda, depois de recuar pelo terceiro dia seguido na véspera reagindo ao tom de cautela adotado pelo Federal Reserve em seu comunicado de política monetária.
"O rali de moedas emergentes após a conclusão da reunião do Fed de ontem se provou pouco duradouro", escreveram analistas da Capital Economics em nota a clientes.
O euro caía quase 2 por cento contra o dólar nesta sessão, após mostrar na véspera o maior avanço desde março de 2009. O movimento da sessão passada aconteceu após o Fed reduzir suas projeções de crescimento, inflação e juros, alimentando apostas de que os juros norte-americanos continuarão quase zerados até o segundo semestre.
No quadro interno, os atritos entre o governo e seus aliados no Congresso continuavam deixando investidores apreensivos, uma vez que podem dificultar ainda mais o ajuste fiscal. Na véspera, Cid Gomes pediu demissão do cargo de ministro da Educação depois de uma sessão tumultuada na Câmara dos Deputados, para evitar que a já complicada relação do governo com a base aliada se tornasse ainda pior.
"O custo político de fazer o ajuste está cada vez mais alto e o mercado não gosta disso", disse o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.
Nesta manhã, a autoridade monetária deu continuidade às rações diárias vendendo a oferta total de até 2 mil swaps cambiais, que equivalem a 97,4 milhões de dólares. Foram vendidos 250 contratos para 1º de dezembro de 2015 e 1.750 para 1º de março de 2016.
O BC fará ainda mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de abril, que equivalem a 9,964 bilhões de dólares, com oferta de até 7,4 mil contratos. Até agora, a autoridade monetária rolou cerca de 46 por cento do lote total.
(Por Bruno Federowski)

Soja dá continuidade às altas e sobe nesta manhã de 5ª feira na Bolsa de Chicago

O mercado internacional da soja segue operando em alta nesta quinta-feira (18). Os negócios seguem dando continuidade à uma tentativa de recuperação das cotações depois das baixas registradas nos últimos dias. Entretanto, as vendas aceleradas acontecendo no Brasil, principalmente em função de um dólar ainda forte frente ao real, tem sido um fator limitador para o avanço do mercado. 
Hoje, os investidores aguardam ainda pelos números que o USDA divulga sobre as vendas semanais para exportação. 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 18/03/2015

Dólar R$ 3,2228 (-0,5230)

Mínima R$ 3,2747
Máxima R$ 3,2747
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15     (+5,6)         9,60
MAI 15      (+5,6)          9,65
Jul15       (+5,6)          9,64

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (-0,4)          3,70
Mai15       (-0,4)          3,78
JUL15   (-0,4)         3,86

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 17,50
Rondonópolis: U$ 19,00
Alto Garça: U$ 17,30                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 18,30

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

BC não tem condições de manter programa de SWAP

BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central não tem como continuar o programa de swap por muito tempo, disse à Reuters uma fonte sênior do governo, avaliando que a munição para usar esse instrumento está chegando ao fim.
"O Banco Central não tem mais munição. São 115 bilhões de dólares em swap e tem 370 bilhões de dólares em reservas e (o programa) está indo para 40 por cento do uso da capacidade. Então, já começa a perder credibilidade", disse a fonte em condição de anonimato.
De acordo com ele, o mercado já começa a questionar a capacidade da autoridade monetária em levar o programa adiante.
O programa de swap e venda de dólares com compromisso de recompra --adotado em agosto de 2013-- foi estendido no início de janeiro até 31 de março e o BC tem até lá para indicar o que fará com esse instrumento de intervenção cambial.
O prazo se aproxima do fim num momento de forte alta do dólar no Brasil. Nesta quarta-feira, a moeda subia cerca de 1 por cento à espera da divulgação do comunicado do banco central norte-americano sobre os juros, sendo negociada a 3,2655 reais perto das 14h.
Sobre o comentário da perda de fôlego do programa de swap cambial a assessoria de imprensa do BC disse que a instituição não comenta declarações de fontes não identificadas.
FORTE CORTE NOS GASTOS PÚBLICOS
No âmbito das contas públicas, a fonte informou que o corte de gastos será de cerca de 60 bilhões de reais neste ano.
"Vai ser um ajuste muito forte. Haverá um aperto forte", disse, indicando preocupação com o efeito do contingenciamento sobre a máquina pública.
"Temos que ver o impacto em cada órgão, senão provocamos um colapso no governo."
O Orçamento federal deste ano foi aprovado na noite de terça-feira pelo Congresso Nacional e o governo tem 30 dias, a contar da sanção da lei orçamentária, para apresentar a programação de gastos para o ano.
O corte de gasto público faz parte do ajuste fiscal posto em prática pela equipe econômica para reorganizar as contas públicas e fazer com que o setor público consolidado volte a registrar superávit primário, uma condição para o país não perder sua nota grau de investimento pelas agências de classificação de risco.
A previsão, segundo informou a fonte, é que o setor público volte a registrar superávit primário no resultado de fevereiro. Em janeiro, as contas públicas apresentaram resultado positivo de 21 bilhões de reais, em desempenho influenciado pela economia de Estados e municípios.
Para este ano, a meta de superávit primário de 2015 é de 66,3 bilhões de reais (já descontados 28,7 bilhões de reais de gastos com o PAC), equivalente a 1,2% do PIB.
Por Luciana Otoni e Alonso Soto
BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central não tem como continuar o programa de swap por muito tempo, disse à Reuters uma fonte sênior do governo, avaliando que a munição para usar esse instrumento está chegando ao fim.
"O Banco Central não tem mais munição. São 115 bilhões de dólares em swap e tem 370 bilhões de dólares em reservas e (o programa) está indo para 40 por cento do uso da capacidade. Então, já começa a perder credibilidade", disse a fonte em condição de anonimato.
De acordo com ele, o mercado já começa a questionar a capacidade da autoridade monetária em levar o programa adiante.
O programa de swap e venda de dólares com compromisso de recompra --adotado em agosto de 2013-- foi estendido no início de janeiro até 31 de março e o BC tem até lá para indicar o que fará com esse instrumento de intervenção cambial.
O prazo se aproxima do fim num momento de forte alta do dólar no Brasil. Nesta quarta-feira, a moeda subia cerca de 1 por cento à espera da divulgação do comunicado do banco central norte-americano sobre os juros, sendo negociada a 3,2655 reais perto das 14h.
Sobre o comentário da perda de fôlego do programa de swap cambial a assessoria de imprensa do BC disse que a instituição não comenta declarações de fontes não identificadas.
FORTE CORTE NOS GASTOS PÚBLICOS
No âmbito das contas públicas, a fonte informou que o corte de gastos será de cerca de 60 bilhões de reais neste ano.
"Vai ser um ajuste muito forte. Haverá um aperto forte", disse, indicando preocupação com o efeito do contingenciamento sobre a máquina pública.
"Temos que ver o impacto em cada órgão, senão provocamos um colapso no governo."
O Orçamento federal deste ano foi aprovado na noite de terça-feira pelo Congresso Nacional e o governo tem 30 dias, a contar da sanção da lei orçamentária, para apresentar a programação de gastos para o ano.
O corte de gasto público faz parte do ajuste fiscal posto em prática pela equipe econômica para reorganizar as contas públicas e fazer com que o setor público consolidado volte a registrar superávit primário, uma condição para o país não perder sua nota grau de investimento pelas agências de classificação de risco.
A previsão, segundo informou a fonte, é que o setor público volte a registrar superávit primário no resultado de fevereiro. Em janeiro, as contas públicas apresentaram resultado positivo de 21 bilhões de reais, em desempenho influenciado pela economia de Estados e municípios.
Para este ano, a meta de superávit primário de 2015 é de 66,3 bilhões de reais (já descontados 28,7 bilhões de reais de gastos com o PAC), equivalente a 1,2% do PIB.
CRESCIMENTO
A equipe econômica trabalha para reorganizar as contas públicas de forma a assegurar bases mais sólidas para o crescimento, mas o governo não descarta a possibilidade de um PIB negativo este ano, indicou a fonte.
De acordo com ele, a saída para o crescimento ocorrerá pela desvalorização cambial, que deverá ajudar o Brasil a ganhar mercado externo com a exportação de produtos manufaturados, ao mesmo tempo em que melhora a competitividades de produtos nacionais no mercado interno.
"O que vai puxar a economia para a frente será o câmbio (...) porque também em 2015 o investimento irá encolher", comentou.
A avaliação é que esse efeito comece marginalmente no último trimestre de 2015 e seja sentido de forma mais plena no início de 2016.
Na visão da fonte, o lado ruim é que o câmbio desvalorizado provocará mais inflação. Devido a esse efeito, ele considerou que a inflação de 2015 atingirá o teto da meta, mas não irá estourar a banda máxima por um efeito do PIB fraco sobre os preços.
A meta de inflação do governo é de 4,5 por cento com 2 pontos percentuais de intervalo de tolerância para cima e para baixo.
Pesquisa Focus do BC com economistas de instituições financeiras aponta uma alta de 7,93 por cento do IPCA neste ano, segundo a mediana das estimativas.
A equipe econômica trabalha para reorganizar as contas públicas de forma a assegurar bases mais sólidas para o crescimento, mas o governo não descarta a possibilidade de um PIB negativo este ano, indicou a fonte.
De acordo com ele, a saída para o crescimento ocorrerá pela desvalorização cambial, que deverá ajudar o Brasil a ganhar mercado externo com a exportação de produtos manufaturados, ao mesmo tempo em que melhora a competitividades de produtos nacionais no mercado interno.
"O que vai puxar a economia para a frente será o câmbio (...) porque também em 2015 o investimento irá encolher", comentou.
A avaliação é que esse efeito comece marginalmente no último trimestre de 2015 e seja sentido de forma mais plena no início de 2016.
Na visão da fonte, o lado ruim é que o câmbio desvalorizado provocará mais inflação. Devido a esse efeito, ele considerou que a inflação de 2015 atingirá o teto da meta, mas não irá estourar a banda máxima por um efeito do PIB fraco sobre os preços.
A meta de inflação do governo é de 4,5 por cento com 2 pontos percentuais de intervalo de tolerância para cima e para baixo.
Pesquisa Focus do BC com economistas de instituições financeiras aponta uma alta de 7,93 por cento do IPCA neste ano, segundo a mediana das estimativas.

Aumenta estimativa da área de milho em Mato Grosso.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) aumentou em  136 mil hectares a área prevista para o planto do milho, ciclo 2014/2015, ante a área de 2,82 milhões de hectares levantada em novembro. No último boletim, destacou que com isso, a nova estimativa  ficou em torno de 2,96 milhões de hectares.
 
Já em relação à produtividade, foi "considerado o mesmo número da projeção passada, que se encontra em 86 sacas por hectare. Assim, a produção do cereal é projetada em 15,29 milhões de toneladas. Apesar de o novo levantamento trazer números maiores, a expectativa para a próxima temporada continua sendo baixista em comparação com a temporada atual", consta.

Soja opera com leve alta nesta 4ª feira em Chicago se recuperando das últimas baixas

Os futuros da soja parecem se recuperar das baixas registradas no início da semana e operam em campo positivo nesta quarta-feira (18) na Bolsa de Chicago. Apesar disso, as movimentações entre os principais vencimentos ainda eram limitadas. As cotações das posições mais negociadas subiam pouco mais de 4 pontos, com o contrato maio/15 cotado a US$ 9,64 por bushel, enquanto o setembro/15 valia US$ 9,50 por bushel. 

terça-feira, 17 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 17/03/2015

Dólar R$ 3,2299 (-0,4160)

Mínima R$ 3,2290
Máxima R$ 3,2812
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15     (-11,2)         9,68
MAI 15      (-10,6)         9,74
Jul15       (-10,6)         9,72

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (-1,4)          3,79
Mai15       (-1,0)          3,87
JUL15   (-0,4)         3,85

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 17,50
Rondonópolis: U$ 19,00
Alto Garça: U$ 17,30                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 18,30

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

Dólar opera em alta, após abrir os negócios no patamar de R$ 3,25

O dólar opera em alta em relação ao real nesta terça-feira (17), em meio a persistentes preocupações com a situação econômica e política brasileira, as intervenções do Banco Central no câmbio e na véspera da decisão de política monetária do banco central norte-americano. O dólar abriu os negócios do dia cotado a R$ 3,25.
Por volta das 10h30, a moeda norte-americana avançava 1,15%, a R$ 3,2819 para venda.
O BC dará continuidade às intervenções diárias nesta manhã, ofertando até 2 mil swaps cambiais, que equivalem à venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de março de 2016.
O BC fará ainda mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de abril, que equivalem a 9,964 bilhões de dólares, com oferta de até 7,4 mil contratos. Até agora, a autoridade monetária rolou cerca de 39% do lote total.

Na segunda-feira (16), o dólar fechou a R$ 3,2445, em baixa de 0,14%. No mês, há valorização acumulada de 13,6% e no ano, de 22,03%.