Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 8 de julho de 2014

Soja recua pela sétima sessão em Chicago nesta terça-feira

O mercado reflete os números trazidos no fim da tarde desta segunda-feira (7) pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu boletim de acompanhamento de safras. A instituição manteve o índice de 72% das lavouras de soja em boas ou excelentes condições, em linha com o que foi divulgado há uma semana. 
De acordo com informações da agência internacional Bloomberg, essa é a melhor classificação dos campos norte-americanos destinados ao cultivo da oleaginosa nesse período desde 1994. Assim, os preços tanto da soja quanto do milho têm recuado nas últimas semanas frente a esses dados e às boas condições de clima nas regiões produtoras. 
O Meio-Oeste americano tem recebidos boas e volumosas chuvas nos últimos dias e, apesar de criar alguns problemas de inundação em regiões localizadas, as precipitações têm favorecido de forma bastante significativa o desenvolvimento das lavouras da temporada 2014/15. 
Além disso, o mercado sente ainda o impacto de outro dado do USDA divulgado na última semana: o de estoques trimestrais norte-americanos em 1º de junho. O número, que foi de mais de 11 milhões de toneladas, ficou bem acima das expectativas do mercado e pegou o mercado e os traders de surpresa. 
"Previsões climáticas favoráveis continuam a aumentar as projeções de produtividade das lavouras dos EUA pelo mercado", informou um relatório do banco Morgan Stanley nesta terça. 
Nesta sexta-feira (11), o USDA divulga seu novo relatório de oferta e demanda e algumas expectativas do mercado já indicam que a estimativa para a safra de soja 2014/15 poderia ser elevada a 103,07 milhões de toneladas, contra a projeção anterior de 98,93 milhões de toneladas.  

Soja -1,0
Minho +0,2

Soja recua pela sétima sessão em Chicago nesta terça-feira

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 07/07/2014
Dólar R$2,2235(0,3840%
Mínima R$2,2139
Máxima R$ 2,2244
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-24,6)13,63
AGO14 (-26,4) 12,73
SET14(-14,4)11,52
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-7,2) 4,09
SET14 (-8,4) 4,01
DEZ14(-8,0)4,07
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 56,50
Rondonópolis: R$57,00
Alto Garça: R$ 57,00                                                        
Sorriso: R$ 55,50
Itiquira: R$ 57,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$13,00
Rondonópolis: R$ 15,00
Alto Garça: R$ 14,00                                                        
Sorriso: R$ 10,50
Itiquira: R$ 15,0o

Mercado em Chicago será retomado na sessão regular desta 2ª feira

Em função do feriado da última sexta-feira, 4 de julho, comemorado nos Estados Unidos com o Dia da Independência, os negócios na bolsa de Chicago serão retomados somente no pregão regular, que se inicia por volta das 10h30 (horário de Brasília). 
Nesta semana, o mercado internacional de grãos conta com alguns boletins importantes do USDA  o que poderá manter os investidores um pouco mais na defensiva. 
Hoje, o órgão traz, ainda durante o funcionamento do mercado, os últimos números sobre embarques semanais de grãos do país, já por volta das 17h (horário de Brasília), deverá ser divulgado o novo relatório de acompanhamento de safras, com informações importantes, principalmente, sobre as atuais condições das lavouras da safra 2014/15. 
Já na próxima quinta-feira (10), saem as exportações semanais e o acumulado de grãos já comprometido da safra 2013/14, números que têm mexido expressivamente com o mercado em Chicago. Para a soja, o total já supera largamente a última projeção do USDA - de 43,55 milhões de toneladas para toda a temporada - e passa de 44,5 milhões de toneladas. No milho, farelo e óleo de soja os números também estão apertados. 
Na sexta-feira (11), por volta das 13h, porém, será reportado o mais importante boletim do mês, o mensal de oferta e demanda. Os trader aguardam esses números com ansiedade depois que o departamento informou estoques trimestrais maiores do que o esperado e uma área de plantio de soja de mais de 34 milhões de hectares.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 02/07/2014

Dólar R$2,2234(0,8750%) 
Mínima R$2,2040
Máxima R$ 2,2252
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-7,4)13,93
AGO14 (-13,6) 13,27
SET14(-3,6)11,80
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-3,6) 4,19
SET14 (-3,4) 4,12
DEZ14(-4,2)4,18
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 59,50
Rondonópolis: R$59,00
Alto Garça: R$ 60,00                                                        
Sorriso: R$ 58,50
Itiquira: R$ 60,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$14,00
Rondonópolis: R$ 15,00
Alto Garça: R$ 15,00                                                        
Sorriso: R$ 13,50
Itiquira: R$ 15,5o

Colheita leva segunda safra de milho ao preço mínimo no MT

No mês de julho, a segunda safra de milho atinge o pico da colheita e a expansão da oferta levou os grãos do maior estado produtor, o Mato Grosso, ao preço mínimo em algumas regiões. O presidente da Frente Parlamentar de Agricultura e Pecuária, deputado federal Luis Carlos Heinze (PP/RS) disse ao DCI que "a demanda para intervenção do governo já foi levada ao ministério da Agricultura e as fazendas estão sendo procuradas". Estima-se que nas próximas semanas alguma medida seja tomada.

O milhocultor do município de Sorriso, no Mato Grosso, Laércio Lenz, conta que os produtores da região pararam de comercializar o grão até que os valores se recuperem. "O produto chegou a ser vendido a R$ 11 por saca de 60 quilos, não é viável. Nossa área plantada foi menor que o ano passado e ainda faltam mais de 50% para colher. Vamos depender do governo de novo", diz.

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que o preço mínimo para o milho do Mato Grosso está em R$ 13,56 por saca de 60 quilos.

Na propriedade de Lenz foram plantados 650 hectares nesta segunda safra, contra os 750 hectares destinados ao plantio no mesmo período do ano passado. Para o produtor, houve um recuo em torno de 20% na média de área plantada na região.

Nesta safra, o milhocultor está colhendo 90 sacas por hectare, visto que já chegou a uma produtividade de 117 sacas por hectare no comparativo anual. "A safrinha 2012/2013 foi excelente. No período de 2013/2014 os produtores resistiram e ainda houve problema climático", afirma.

Na avaliação do pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), Mauro Osaki, os produtores da região de Sorriso, no Mato Grosso, e do Paraná - segundo maior estado produtor - estão pagando apenas os custos operacionais com a venda dos grãos.

"O uso de fertilizantes e tecnologias para o controle de pragas encareceu as despesas do milhocultor. Só o preço das sementes corresponde entre 25% e 30% dos custos de produção", diz Osaki.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Alisson Paolinelli, acrescenta a infraestrutura logística como mais um entrave.

Mercado

A analista de mercado da consultoria FCStone, Ana Luiza Lodi, explica que, por mais que a segunda safra de 2014 seja menor que a 2012/2013, a produção deste ano ainda é muito significativa.

"Agora temos que olhar para a demanda e ver se haverá uma reação capaz de contrabalançar. A exportação do milho não tem um grande importador, como a China é para a soja. Nos Estados Unidos, o último relatório do USDA [Departamento de Agricultura dos Estados Unidos] mostrou que 75% da safra de milho estão boa ou excelente, assim como os estoques norte-americanos que vieram próximos do teto, em 3,8 bilhões de bushels, trazendo perspectivas baixistas para o mercado externo", avalia Lodi.

Atualmente, milho brasileiro tem demanda de exportação para cerca de 20 milhões de toneladas, porém, de acordo com o pesquisador do Cepea, Lucílio Alves, será necessário exportar pelo menos 23 milhões de toneladas para movimentar os preços nacionais.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados ontem (01) mostram que as exportações de milho em junho atingiram o menor volume dos últimos três anos, 87,6 mil toneladas, ante 126,5 mil em maio. No acumulado do ano, o país embarcou 5,3 milhões de toneladas, abaixo dos 8,5 milhões do mesmo período em 2013. "Junho é sempre fraco. A partir de agora os embarques começam a acelerar novamente, mas não nos níveis do ano passado", disse o analista de milho da consultoria Safras & Mercado, Paulo Molinari.

Em contrapartida, Alves enfatiza que problemas políticos em países como Rússia, Ucrânia e Argentina favorecem as relações comerciais do Brasil.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 01/07/2014

Dólar R$2,2030(0,2260%) 
Mínima R$2,1998
Máxima R$ 2,2180
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-0,4)14,00
AGO14 (-2,2) 13,27
SET14(-10,0)11,83
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-1,2) 4,23
SET14 (-2,2) 4,16
DEZ14(-12,2)4,23
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 59,50
Rondonópolis: R$59,00
Alto Garça: R$ 60,00                                                        
Sorriso: R$ 58,50
Itiquira: R$ 60,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$14,00
Rondonópolis: R$ 15,00
Alto Garça: R$ 15,00                                                        
Sorriso: R$ 13,50
Itiquira: R$ 15,5o

Chicago: soja amplia perdas para contratos da safra nova dos EUA

Os novos números trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ontem ainda são refletidos pelo mercado internacional da soja nesta terça-feira (1), principalmente nos vencimentos mais distantes, referentes à nova safra norte-americana. Depois de operar com ligeira queda na manhã de hoje, as posições mais distantes vêm ampliando suas perdas e, por volta das 10h (horário de Brasília), as perdas eram superiores a 13 pontos. O contrato setembro era negociado a US$ 11,80 por bushel, e o novembro, referência para a safra dos EUA, a US$ 11,43. O número de contratos negociados neste último contrato, no mesmo horário, era de pouco mais de 28 mil, enquanto na manhã de ontem, antes da divulgação dos novos dados do USDA passava de 300 mil. 
O órgão norte-americano apontou estoques trimestrais em 1º de junho nos EUA em mais de 11 milhões de toneladas, ficando bem acima das expectativas do mercado que variavam entre 10,4 e 10,6 milhões de toneladas. Paralelamente, estimou para a safra 2014/15 uma área superior a 34 milhões de hectares, o que poderia resultar em uma safra de mais de 100 milhões de toneladas, caso as condições climáticas se mantenham bastante favoráveis. 
Ainda ontem, depois do fechamento do mercado, o USDA reportou em seu novo boletim de acompanhamento de safras que 72% das lavouras de soja estão em boas ou excelentes condições, 90% já emergiram e 10% já floresceram. Os números vieram em linha ou ligeiramente acima da média registrada nos últimos cinco anos. 
"O mercado está olhando agora para as condições da safra dos Estados Unidos, que são muito boas nesse momento, e começou a construir grandes expectativas para a nova temporada", disse o analista internacional Paul Deane à agência de notícias Bloomberg. 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 30/06/2014

Dólar R$2,2090(0,6650%) 
Mínima R$2,1955
Máxima R$ 2,2130
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-32,0)14,00
AGO14 (-50,6) 13,27
SET14(-76,0)11,90
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-10,4) 4,32
SET14 (-13,6) 4,28
DEZ14(-13,4)4,33
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 60,00
Rondonópolis: R$61,00
Alto Garça: R$ 60,00                                                        
Sorriso: R$ 58,50
Itiquira: R$ 61,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 16,00
Alto Garça: R$ 15,50                                                        
Sorriso: R$ 13,50
Itiquira: R$ 16,0o

Chuvas atrasam colheita de 2ª safra de milho no Paraná

 Chuvas no Paraná, segundo principal Estado produtor de milho do país, têm atrasado a colheita da segunda safra do cereal, disseram especialistas nesta segunda-feira. 
Os trabalhos já começaram, mas avançaram pouco na última semana, segundo dados da consultoria Clarivi. 
A colheita no Paraná ficou estagnada em 3 por cento da área plantada na comparação com a semana anterior. 
"Com excesso de chuvas no Paraná, a colheita do milho no Estado foi prejudicada, já que as máquinas não conseguem entrar nas áreas", disse a Clarivi, em relatório semanal. 
Apesar de muito semelhante ao índice de colheita registrado um ano atrás, o Paraná teria potencial de estar com os trabalhos bem mais avançados, já que 35 por cento das lavouras já estão na fase de maturação, contra 24 por cento registrados há um ano. 
"Choveu bastante nas principais áreas produtoras, mas não tem trazido problemas com qualidade", disse o gerente técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Flávio Turra. 
A preocupação agora é com o frio, que pode desacelerar o desenvolvimento das plantações de milho e alongar a safra em, talvez, uma semana, disse Turra. A safra mais longa aumenta a exposição das plantas a possíveis geadas e à umidade, que pode ocasionar doenças fúngicas. 
O Paraná, segundo estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deverá colher 9,96 milhões de toneladas de milho na chamada "safrinha" de 2014, atrás apenas de Mato Grosso, que colherá 16,42 milhões de toneladas. 
A Clarivi disse que a colheita desta segunda safra de milho no país avançou para 1,9 por cento da área plantada, ante 1,4 por cento registrados uma semana antes. O índice foi puxado por Mato Grosso, onde os trabalhos já foram realizados em 2,8 por cento da área, avanço de 1,3 ponto percentual em uma semana. 

Por: (Reuters)

USDA: Estoques de soja e milho dos EUA ficam acima do esperado

O mercado  opera com forte recuo na Bolsa de Chicago. 
Os estoques de soja em 1º de junho nos Estados Unidos foram estimados em 11,02 milhões de toneladas. No entanto, o esperado pelos traders era algo entre 10,61 milhões e 10,34 milhões de toneladas, dado ao aperto do quadro atual de oferta e demanda extremamente apertado no país. 
Em março, os estoques trimestrais foram reportados pelo USDA em 27 milhões de toneladas e em junho do ano passado o número foi de 11,84 milhões de toneladas. 
Para o milho, o USDA estimou os estoques em 97,8 milhões de toneladas, contra as expectativas do mercado de 94,5 milhões de toneladas. Em março, o número para o cereal era de 117,96 milhões e, em junho de 2013, 70,21 milhões de toneladas. 
Safra 2014/15 - projeções para a área de plantio
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou ainda  sua projeção para a área de plantio de soja com 34,2 milhões de hectares. O número ficou bem acima das expectativas do mercado, que eram de 33,5 milhões de hectares e das estimativas reportadas em março, de 32,98 milhões. Além disso, o número ficou bem acima do registrado na safra 2013/14, de 30,96 milhões de hectares cultivados com soja. 
A área de milho, por sua vez, foi estimada pelo USDA em 37,01 milhões de hectares, contra as expectativas do mercado de 37,11 milhões. As projeções reportadas em março também indicavam 37,11 milhões de hectares, e os últimos números confirmam, portanto, a redução de área que vinha sendo esperada pelos traders em relação aos 38,6 milhões de hectares cultivados com o cereal na temporada 2013/14.