Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 16 de maio de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 16/05/2014

Dólar R$2,2130(0,306o%) 
Mínima R$2,2071
Máxima R$ 2,2157
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-5,0)14,65
AGO14 (-1,2) 14,00
SET14(+1,2)12,75
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-0,2) 4,84
SET14 (+0,4) 4,81
DEZ14(+0,6)4,81
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 59,50
Rondonópolis: R$61,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                        
Sorriso: R$ 59,60
Itiquira: R$ 61,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 17,50

Dólar cai ante moedas principais com rali dos Treasuries


NOVA YORK - O dólar recuou em relação às principais moedas nesta quinta-feira, 15, à medida que houve uma grande procura por títulos do Tesouro dos Estados Unidos, que mantiveram os investidores longe da divisa norte-americana, apesar de dados de emprego nos EUA melhores do que o esperado.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego da semana encerrada em 10 de maio caíram 24 mil para o ajuste sazonal de 297 mil, o nível mais baixo desde mais de 2007, antes do início da crise econômica global. Os dados surpreenderam o mercado, que esperava que os pedidos subiriam para 320 mil.
O dólar subiu ante às principais moedas após os dados, empurrando o euro para o menor nível em 11 semanas. No entanto, a moeda norte-americana encerrou os ganhos quando os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA caíram para o nível mais baixo em seis meses. Quando os juros caem, os preços sobem, o que sinaliza uma procura pelo papel.
"Enquanto os rendimentos de títulos continuam a mover-se mais para baixo, o dólar vai continuar a lutar", disse Omer Esiner, estrategista-chefe de mercado da Commonwealth.
O rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA nas últimas sessões tem sido pressionado pelo temor de que a economia norte-americana e da Europa não estão se recuperando rápido o suficiente. Dados dos Estados Unidos nas últimas semanas indicaram uma recuperação desigual, enquanto os números dos países da União Europeia desapontaram os investidores.
No início do dia, os dados da Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia, mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) da UE cresceu 0,2% no primeiro trimestre deste ano ante o trimestre imediatamente anterior. Analistas consultados pela Dow Jones Newswires previam alta maior do resultado trimestral, de 0,4%.
A leitura fraca aumenta as chances de o Banco Central Europeu afrouxar ainda mais a sua política monetária, conforme sinalizado nos últimos dias, o que torna o euro menos atraente para os investidores.
No final da tarde em Nova York, o dólar caía para 101,56 ienes, de 101,92 ienes na véspera; e subia para 0,8906 francos suíços, de 0,8900 francos suíços. Na mesma comparação, a libra subia para US$ 1,6792, de US$ 1,6769. O euro recuava levemente para US$ 1,3712, de US$ 1,3718 ontem; caía para 139,22 ienes, de 139,77 ienes; e subia para 1,2210 francos suíços, de 1,2205 francos suíços. Fonte: Dow Jones Newswires

quinta-feira, 15 de maio de 2014

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 15/05/2014

Dólar R$2,2198(0,0125%) 
Mínima R$2,2087
Máxima R$ 2,2257
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-16,2)14,68
AGO14 (-16,2) 13,99
SET14(-5,0)12,72
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-13,0) 4,82
SET14 (-11,2) 4,79
DEZ14(10,2)4,78
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 59,50
Rondonópolis: R$62,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                        
Sorriso: R$ 59,60
Itiquira: R$ 61,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 17,50

Dólar abre em alta e renova máximas após dados internos


SÃO PAULO - No mercado de câmbio, os indicadores fracos da economia aqui e na Europa pesaram na abertura e já davam força ao dólar. Internamente, além da queda de 0,5% no varejo em março ante fevereiro e de 1,1% em relação a março de 2013, pesou a desaceleração do IGP-10. A inflação de maio subiu 0,13% após alta de 1,19% em abril, segundo informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado anunciado nesta quinta-feira, 15, ficou dentro das projeções dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam uma taxa de 0,01% a 0,38%, com mediana de 0,29%.
A fraqueza da economia doméstica reforça a perspectiva de interrupção na alta da Selic e isso enfraquece expectativas de entradas de recursos. Mais cedo, o dólar à vista bateu máxima de R$ 2,215 e, há pouco, era cotado a R$ 2,213, com valorização de 0,27%.
No exterior, os destaques anteriores aos dados dos EUA foram os resultados frágeis da produção industrial e da inflação ao consumidor na zona do euro, que aumentam as possibilidades de o Banco Central Europeu adotar medidas de estímulo à economia no seu encontro de junho, como sinalizou o presidente da instituição, Mário Draghi. Isso tira força do euro e das principais divisas de emergentes e ligadas a commodities em relação ao dólar norte-americana nesta manhã.
Nos EUA, a inflação do consumidor de abril ficou em 0,3%, em linha com o esperado. A taxa anual é de 2%, que é a meta de inflação de longo prazo do Federal Reserve. Já o indicador de atividade Empire State explodiu, atingindo 19,01 em maio, comparado a expectativa de 5,0. Esses indicadores reforçaram imediatamente a expectativa de que o Fed poderia ser obrigado a subir juro antes do previsto e mexeram com todos os mercados. As taxas de juros dos Treasuries, que ontem bateram mínimas em seis meses, subiram e bateram máximas, apesar de terem voltado a cair pouco depois. O dólar ganhou força ante todas as moedas.
A Bolsa deve abrir realizando ganhos de ontem, mas a tendência de alta pode ser retomada a qualquer instante, à medida em que houver entrada de dinheiro estrangeiro, como tem ocorrido nos últimos pregões. 
Cristina Canas, da Agência Estado

Soja sem novidades, as cotações oscilaram durante a madrugada entre o positivo e o negativo

Soja sem novidades, as cotações oscilaram  durante a madrugada entre o positivo e o negativo, mas sem se distanciar dos números finais de ontem. Nos últimos pregões o  mercado da oleaginosa tem buscado um direcionamento, conforme afirma o economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter. De um lado, os fundamentos permanecem sólidos em curto prazo, com estoques apertados nos EUA, cerca de 3,54 milhões de toneladas, e a demanda segue forte, sem sinais de enfraquecimento. 
"Temos uma recomposição da demanda, depois de rumores de cancelamento de compras por parte da China. Os números da nação asiática mostram a demanda firme, com importações de 6,5 milhões de toneladas em abril", explica o economista. 
E as projeções apontam para um volume recorde de importações pelos chineses, que podem alcançar o nível de 7,4 milhões de toneladas em maio, conforme dados da Oil World. Até o final da safra 2013/14, a estimativa de compras é de 70,7 milhões de toneladas, crescimento de 18% em comparação com o mesmo período do ano passado.
Além disso, nesta última quarta-feira, informações divulgadas por agências internacionais relatam que, a maior empresa compradora de soja da China, Shandong Sunrise Group, não irá desfazer seus contratos de comprar, apesar de estar enfrentando grandes prejuízos. A Sunrise responde por 12% das importações da nação asiática, que por sua vez, responde por 60% do comércio global da oleaginosa. 
Entretanto, a expectativa de uma grande safra norte-americano, 98,93 milhões de toneladas, conforme projeção do usda/">USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e o avanço no plantio, de 5% para 20% até o dia 11 de maio, são fatores negativos aos preços futuros. "E a boa implantação da lavoura é o primeiro passado para se ter uma boa produção", completa Motter. 
Ainda na visão do economista, a promessa de maior oferta no futuro acaba tirando o direcionamento do mercado, apesar da situação apertada entre estoques e demanda nos EUA. A tendência é que o mercado permaneça se comportando dessa forma nos próximos meses e a cada pregão um desses segmentos poderá ser decisivo na formação nos preços no dia, de acordo com Motter. 
Ainda assim, é preciso observar as condições climáticas nos EUA, que podem influenciar no tamanho da safra. Nos últimos três anos, todos os países produtores no mundo registraram problemas em relação ao clima. 
Paralelo a esse cenário, o Goldman Sachs divulgou projeção e manteve uma visão pessimista sobre as perspectivas para os preços das commodities agrícolas. No caso da soja, a previsão é que os preços baixem para US$ 10,50 por bushel, no prazo de seis meses. Já para o milho, a projeção indica cotações de US$ 4,00 por bushel, no mesmo período.
Mercado interno
No mercado interno brasileiro, o volume de negócios ainda é baixo. Apesar do bom ritmo dos embarques do produto em torno de 23 milhões de toneladas esse ano, devido ao bom tempo no litoral do país, os produtores esperam uma melhora nos preços, uma vez que a combinação de preços de Chicago mais o câmbio ainda não é a desejada pelo agricultor, conforme diz o economista.
No Porto de Paranaguá, a saca da oleaginosa é negociada entre R$ 70,00 e R$ 70,50. Já no Oeste do Paraná, o valor do mercado de lote gira em torno de R$ 66,00 até R$ 66,50 pela saca. "Porém, as projeções climáticas para os EUA, embora não se confirmem irão trazer uma ração no mercado e pode gerar oportunidades aos produtores brasileiros, poderemos ter sobressaltos nos preços", acredita Motter.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 12/05/2014

Dólar R$2,2078(0,3020%) 
Mínima R$2,2060
Máxima R$ 2,2183
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAI14(-4,6) 14,97
JUL14 (+2,0)14,85
AGO14 (-0,2) 14,15
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
mAI 14  (-3,6) 4,99
Jul 14  (-7,2) 4,95
SET14 (-5,6) 4,90
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 59,00
Rondonópolis: R$61,00
Alto Garça: R$ 60,50                                                        
Sorriso: R$ 58,60
Itiquira: R$ 61,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 17,50

soja opera com leve baixa em Chicago na manhã desta 4ª feira

O mercado da soja opera com leve baixa na manha desta quarta-feira(14).

No pregão passado a demanda firme pelo produto norte-americano deu suporte aos preços em Chicago já que os estoques dos EUA estão  apertados, em torno de 3,54 milhões de toneladas segundo estimativas do usda/">USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
O analista de mercado Steve Cachia, da Cerealpar, explicou que a entrada dos fundos no mercado,  faz com que os preços subam, depois garantem lucros e o mercado recua e assusta um pouco. Mas ele lembra que a demanda deve prevalecer e a cada queda na cotação, o mercado tem novo suporte para voltar a subir.
Na última terça-feira (13), o USDA reportou a venda de 116 mil toneladas de farelo de soja à Tailândia. E os embarques de soja dos EUA também seguem firmes, o departamento norte-americano informou que até o dia 8 de maio, os embarques totalizar 239,95 mil toneladas, contra 99,50 mil toneladas reportadas anteriormente.
Paralelo a esse cenário, a Oil World estimou que a demanda mundial por soja importada poderá ser maior do projetado inicialmente. A expectativa é que a China importe até o final da safra 2013/14, 70,7 milhões de toneladas, frente as 70,5 milhões de toneladas estimadas em abril. Em relação ao mesmo período do ano passado, o número representa um crescimento de 18%.
Em abril, os chineses compraram 6,5 milhões de toneladas de soja, porém, no mês de maio esse percentual pode aumentar para 7,4 milhões de toneladas, conforme as informações divulgadas pela agência internacional Bloomberg. Desde o início do ano, os futuros da commodity já registraram uma valorização de 14% devido aos estoques dos EUA apertados e a crescente demanda da nação asiática.
“Estamos em um momento de mercado de demanda, onde o fator demanda tem maior influência sobre os fatores de oferta. A situação de estoques apertados dos EUA irá continuar até a entrada da safra 2014/15 em setembro e até lá ninguém tem garantias que a produção será grande”, afirma o analista.
Por enquanto, a área cultivada com a soja nos EUA alcança 20% até o dia 11 de maio, na última semana o número reportado foi de 5%. Já a média dos últimos cinco anos é de 21%. O estado de Louisiana é o mais adiantado na semeadura do grão, com 78% da área, seguido de Mississipi, com 55% da área plantada. 
Entretanto, apesar do avanço expressivo do plantio da safra 2014/15 e da estimativa de uma produção cheia nos EUA, de 98,93 milhões de toneladas e estoques de 8,98 milhões de toneladas, conforme projeções do USDA, analistas dizem que a safra ainda está começando e é preciso observar o clima durante o desenvolvimento da produção.  “Se a safra vier cheia nos EUA e no resto do mundo, temos uma mudança no cenário, mas apesar da recomposição dos estoques, que não ficarão em números tão amplos, os preços podem ceder. Mas a demanda deve continuar firme e poderá ficar até mais forte”, acredita o analista.
Frente a esse quadro, Cachia ressalta que o mercado tem potencial para novas altas até meados de julho. “Então, o produtor deveria pensar em alongar as vendas e travar alguma coisa para 2015, caso haja novos picos de preços nas próximas semanas”, finaliza.

Soja -0,2
Milho+1,4

CÂMBIO: Sem indicadores, dólar abre em alta

O dólar comercial iniciou as negociações
de hoje com valorização ante o real. Às 9h05 (Brasília), a moeda 
norte-americana subia 0,18%, cotada a R$ 2,2170 na compra e R$ 2,2180 na venda. 
No mercado futuro, o contrato do dólar com vencimento em junho subia 0,11%, a 
R$ 2.228,500. 
 
   Para Newton Rosa, economista-chefe da SulAmérica, a ausência de 
indicadores macroeconômicos deverá colaborar para que o dólar comercial e a 
taxa dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) não registrem oscilações
 relevantes nas negociações desta quarta-feira.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 12/05/2014

Dólar R$2,2143(0,0006%) 
Mínima R$2,2060
Máxima R$ 2,2183
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAI14(+15,2) 15,01
JUL14 (+15,6)14,81
AGO14 (+8,0) 14,12
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
mAI 14  (+5,2) 5,02
Jul 14  (+2,4) 5,02
SET14 (+1,6) 4,95
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 59,00
Rondonópolis: R$61,00
Alto Garça: R$ 60,50                                                        
Sorriso: R$ 58,60
Itiquira: R$ 61,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 17,50

EUA plantam 16 milhões de hectares em uma semana

A semana encerrada no último domingo (11) foi extremamente favorável ao plantio de grãos nos Estados Unidos. Nos últimos sete dias, os produtores do país cultivaram nada mais nada menos que 16,1 milhões de hectares – 11,13 milhões de hectares foram destinados ao milho e 4,95 milhões à soja. Os números consideram a estimativa de área dos Estados Unidos na temporada 2014/15, divulgada na última sexta (9), e o ritmo dos trabalhos de campo apresentado em relatório de plantio nesta segunda-feira (12) pelo Departamento norte-americano de Agricultura, o Usda.

De acordo com o órgão, 59% do terreno a ser cultivado com o cereal no país estão plantados – 20 pontos porcentuais mais alto que o índice apontado na semana passada. Com isso, o número atual ultrapassa a média histórica dos últimos cinco anos, que é de 58%. Já a semeadura da oleaginosa alcança 20% da área total, contra 5% indicados anteriormente e 21% na média histórica.

O salto nos indicadores de plantio ocorre na mesma época em que os produtores do país plantaram área recorde de grãos no ano passado. Na vigésima semana de trabalhos (entre 13 e 19 de maio) jogaram as sementes do ciclo 2012/13 em 17 milhões de hectares.