Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 19 de março de 2014

Frente a oferta e demanda muito apertada nos EUA mercado segue em alta.

Nesta quarta-feira, a soja registra mais uma sessão de forte alta no mercado internacional. Segundo analistas, as cotações alcançaram os melhores preços em uma semana frente ao quadro de oferta e demanda muito apertada nos Estados Unidos. 
Os ganhos seguem refletindo a realidade norte-americana, onde os estoques se encontram em níveis preocupantes e a demanda pelo produto dos EUA se mantém bastante firme e não dá sinais de desaquecimento. 

Soja+15,6
Milho -1,2

terça-feira, 18 de março de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 18/3/2014

Dólar R$2,3400(0,3360) 
Mínima R$2,3354
Máxima R$ 2,3571
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR14 (+25,0) 14,16
MAI14(+19,0) 13,94
JUL14 (+9,6)13,45
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR 14(+2.4) 4,81
mAI 14  (+2.2) 4,86
Jul 14  (+2.2) 4,84
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 60,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                         
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 60,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Abril R$ 59,50
Itiquira
Abril R$59,60
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$18,00
Rondonópolis: R$ 17,50
Alto Garça: R$ 18,00                                                         
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00  

Dólar abre em baixa após perda da moeda no exterior

 As Bolsas de Nova York no mercado futuro e as europeias operavam nesta terça-feira, 18, no azul, abandonando o viés negativo visto mais cedo, enquanto o dólar oscilava mais perto da estabilidade ante o euro e moedas emergentes, inclusive o real. Os mercados melhoraram o humor com o discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, que disse que o país está "propondo cooperação com a Ucrânia" e que o Kremlin "respeita a integridade territorial da Ucrânia". "Não queremos dividir a Ucrânia, mas a Crimeia pertence à Rússia", afirmou. Ele pediu ainda apoio do Parlamento à anexação da Crimeia, aprovada no fim de semana em referendo nesta região.
Apesar de se mostrar mais tranquilo em relação às tensões envolvendo países ocidentais e a Rússia por causa da Crimeia, o investidor deve manter a cautela nesta terça-feira. Até porque há a expectativa com a reunião de política monetária do Federal Reserve, a primeira com Janet Yellen à frente da instituição.
O dólar abriu em baixa ante o real, influenciado pela perda de força da moeda norte-americana em relação às principais divisas ligadas a commodities no exterior após o pronunciamento do presidente da Rússia. Ao mesmo tempo, o dólar reduziu perdas frente ao iene e ao euro e se fortaleceu ante o franco suíço, movimento que também determinou a virada há pouco do dólar à vista para o lado positivo. O dólar à vista abriu a R$ 2,3470 (-0,09%), mas às 9h25 já tinha virado e subia 0,04%, a R$ 2,350, na máxima. O dólar para abril de 2014 começou a sessão a R$ 2,3570 (-0,08%) e já oscilou de R$ 2,3530 (-0,25%) a R$ 2,3595 (+0,02%).
Às 9h18, euro subia a US$ 1,3924, de US$ 1,3922, após atingir um pouco antes a máxima de US$ 1,3944. O dólar perdia 0,14% ante o dólar canadense; -0,10% em relação ao dólar australiano; +0,05% ante o rublo russo. Ante a lira turca, a alta era de 0,09%. O Banco Central turco decidiu hoje manter as taxas de juros inalteradas. 

Processamento de soja nos EUA segue aquecido

Dados divulgados nesta semana revelam que o processamento de soja nos Estados Unidos segue em ritmo aquecido. Foram esmagadas 141,6 milhões de bushels em fevereiro, segundo a Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa, na sigla em inglês).

O resultado ficou abaixo do registrado em janeiro (156,9 milhões de bushels). Apesar disso, o número foi considerado de viés altista pelo mercado, que esperava ainda menos – algo em torno de 141 milhões de bushels.

segunda-feira, 17 de março de 2014

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 17/3/2014

Dólar R$2,3499(0,o720) 
Mínima R$2,3450
Máxima R$ 2,34550
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR14 (+3,0) 13,91
MAI14(+3,0) 13,74
JUL14 (+2,6)13,36
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR 14(-7,6) 4,78
mAI 14  (-6,6) 4,83
Jul 14  (-7,0) 4,81
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 58,50
Alto Garça: R$ 59,00                                                         
Sorriso: R$ 56,00
Itiquira: R$ 59.00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Abril R$ 59,00
Itiquira
Abril R$59,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$18,00
Rondonópolis: R$ 17,50
Alto Garça: R$ 18,00                                                         
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00  

Soja inicia a semana operando com ligeira queda em Chicago

O mercado dá continuidade ao movimento de realização de lucros iniciado na semana passada e, segundo analistas, esperam novas informações para voltarem a subir, apesar dos fundamentos ainda positivos. A situação de oferta muito apertada nos Estados Unidos, combinada com uma demanda ainda muito forte pelo produto norte-americano segue como principal fator de suporte para as cotações.
USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga hoje seu novo número de embarques semanais e os dados poderiam incentivar novos ganhos para as cotações. 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Chuvas afetam qualidade da soja e causam prejuízos em Mato Grosso

Fortes chuvas que assolaram as lavouras de soja de Mato Grosso provocaram não apenas algumas reduções nas projeções do volume a ser colhido, mas principalmente problemas na qualidade dos grãos, o que reduz os valores recebidos pelos produtores.

"Está havendo muita perda na qualidade. É umidade, que tem desconto, e grãos ardidos, avariados, fermentados, e todos os 'ados' possíveis", disse o diretor técnico da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja), Nery Ribas.

Tecnicamente, a soja que está pronta para a colheita, mas fica no campo devido à impossibilidade da entrada das máquinas por conta das chuvas, é prejudicada com o aumento da umidade e pode apresentar "grãos ardidos" (escurecidos e fermentados) sem valor comercial.

Após um início de temporada com clima ideal, Mato Grosso --que responde por cerca de 30 por cento da produção brasileira de soja-- registrou chuvas excessivas nas últimas semanas.

No mês passado, por exemplo, a importante região agrícola do Médio-norte de Mato Grosso teve precipitações 30 por cento acima da média histórica, com grande concentração na segunda quinzena. E nos dez primeiros dias de março já choveu 60 por cento da média para o mês inteiro, segundo dados da Somar Meteorologia.

Os problemas com soja muito úmida são dispersos e variam dependendo da região e do estágio de cada lavoura, dizem especialistas.

Na avaliação do gerente de silo de uma grande empresa compradora de grãos em Nova Mutum (MT), que pediu para não ser identificado, 20 por cento da soja da região sofreu algum tipo de descontos. "Tivemos problemas", disse.

Segundo ele, houve casos de produtores entregando soja com 20 por cento de grãos ardidos, enquanto o nível máximo tolerado, sem descontos, é de 8 por cento.

No exemplo deste produtor, portanto, ele não recebeu nenhum real por 12 por cento da soja que colheu, já que as indústrias brasileiras não pagam por grãos avariados acima do limite regulamentar.

Outro problema comum da colheita em períodos chuvosos é a chegada de grãos com umidade acima do permitido, o que faz com que o peso extra (da água) seja descontado, sem falar nos custos operacionais de secagem.

O Sindicato Rural de Sorriso, um dos maiores municípios produtores de grãos do país, começou esta semana um levantamento para saber das perdas nas lavouras da região, onde as lavouras estão 95 por cento colhidas.

"Devemos ter perda de 10 a 12 por cento com grão ardido, na média do município. Mas tem propriedades onde houve maiores perdas", disse à Reuters o presidente do sindicato, Laércio Lenz.

ESTIMATIVAS DE SAFRA

Na avaliação dos produtores, muitas vezes órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Ministério da Agricultura, e algumas consultorias não captam a diferença entre o volume total de soja colhido e o volume que tem real valor comercial, com projeções de safra que não descontam problemas como grãos ardidos ou avariados.

"A quebra estimada pela Conab vai ser menor que a que o produtor está sentindo", disse Lenz.

A Conab divulgará novas projeções para a safra brasileira de grãos na manhã da quarta-feira, já computando os problemas climáticos recentes no país.

No relatório mais recente, do início de fevereiro, a Conab projetou a safra nacional ainda acima de 90 milhões de toneladas, com Mato Grosso sustentando um recorde de 26 milhões de toneladas.

Neste meio tempo, diversas consultorias brasileiras revisaram para baixo suas projeções para a colheita no Brasil nas últimas semanas, agora na casa de 85-88 milhões de toneladas, citando a seca que atingiu o Sul e o Sudeste do país e também as perdas com a chuva em Mato Grosso.

As reduções de produção para Mato Grosso, no entanto, não tem sido drástica. A consultoria Safras & Mercado, por exemplo, reduziu a projeção para o Estado em 3 por cento de janeiro para fevereiro, a 26,72 milhões de toneladas.

Os problemas devem se manter em Mato Grosso, neste final de colheita, pelo menos até o final da semana.

"Essa semana ainda é de mais chuvas", disse o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar.

terça-feira, 11 de março de 2014

Safra de soja do Brasil tem nova onda de revisões por clima desfavorável

Três consultorias especializadas em agronegócio reduziram suas estimativas para a atual safra brasileira de soja, consolidando os indicativos de prejuízos causados pelo clima desfavorável às lavouras desde o início do ano.

A redução mais forte foi feita pela Céleres, que derrubou sua projeção para 84,9 milhões de toneladas, um corte de 4,3 milhões de toneladas, ou quase 5 por cento, ante a projeção de fevereiro, que já havia sido menor que a de janeiro.

"Os prejuízos com o clima no Brasil, intensificados na segunda quinzena de fevereiro, levaram a uma redução das estimativas de produtividade de soja", disse a Céleres, em relatório.

Os Estados do Sul apresentaram, em média, queda de 9 por cento frente à estimativa de janeiro, disse a consultoria, destacando reduções importantes no Paraná e também em Goiás, no Centro-Oeste.

Nestas regiões, houve chuvas abaixo da média e altas temperaturas.

A consultoria AgRural reduziu sua estimativa para cerca de 86 milhões de toneladas, ante 87 milhões em fevereiro.

"Essa perda foi puxada por reduções no Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Rondônia", disse a AgRural, que em janeiro chegou a estimar a colheita da oleaginosa em 89,4 milhões de toneladas no país.

Em Mato Grosso, a AgRural manteve a estimativa de produtividade em 52,6 sacas por hectare, apesar problemas com a chuva em fevereiro, que resultou em diversos casos de alagamentos, grãos brotando nas vagens e perda de qualidade.

Já a consultoria Clarivi reduziu sua projeção em 1,6 por cento, para 88,1 milhões de toneladas, ante 89,53 milhões vistos no início de fevereiro.

Também nesta segunda-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos reduziu sua projeção para a safra do Brasil para 88,5 milhões de toneladas, ante 90 milhões do relatório de fevereiro.

Mesmo com todas as reduções previstas, a atual safra nacional de soja deverá superar amplamente o recorde da temporada passada (2012/13) de 81,5 milhões de toneladas, segundo dados oficiais do governo brasileiro.

A colheita, por sua vez, chegou a 49 por cento da área plantada no Brasil, com avanço de 10 pontos percentuais em uma semana, segundo a AgRural. O índice supera os 46 por cento de um ano atrás e os 41 por cento da média de cinco anos.

segunda-feira, 10 de março de 2014

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 10/2/2014

Dólar R$2,3435(0,8820) 
Mínima R$2,3157
Máxima R$ 2,3444
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR14 (-38,2) 14,19
MAI14(-39,0) 14,18
JUL14 (-31,0)13,93
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR 14(-8,6) 4,72
mAI 14  (-12,0) 4,77
Jul 14  (-12,0) 4,81
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 59,50
Rondonópolis: R$ 60,00
Alto Garça: R$ 60,00                                                         
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 60,80    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Março R$ 60,50
Abril R$ 59,00
Itiquira
Março R$ 60,50
Abril R$59,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 15,50
Alto Garça: R$ 16,00                                                         
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$ 16,50  

USDA reduz estoques de soja dos EUA e safra do Brasil

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu relatório mensal de oferta e demanda nesta segunda-feira (10) e trouxe poucas novidades tanto para a soja quanto para o milho. Houve uma pequena redução nos estoques finais de soja dos Estados Unidos, enquanto foi reportado um aumento para o milho. 
Soja EUA - O departamento reportou uma ligeira redução dos estoques finais de soja dos Estados Unidos de 4,08 milhões de toneladas, reportadas em fevereiro, para 3,95 milhões de toneladas. As exportações norte-americanas, por sua vez, foram revisadas para cima, passando de 41,1 milhões para 41,64 milhões de toneladas. Os números de produção, produtividade e áreas plantada e colhida foram mantidos. 
O esmagamento de soja dos EUA foi reduzido, passando de 46,27 milhões para 45,99 milhões de toneladas do boletim de fevereiro para o atual. O volume chamado de residual foi mantido em 330 mil toneladas. As importações da oleaginosa do país, no entanto, aumentaram de 820 mil para 950 mil toneladas. 
Soja Mundo - O boletim trouxe ainda um número menor para a safra de soja do Brasil. A colheita foi estimada em 88,5 milhões de toneladas, contra as 90 milhões de toneladas projetadas no mês passado. A da Argentina, por sua vez, foi mantida em 54 milhões de toneladas, bem como a da China em 12,2 milhões de toneladas.
Milho EUA - Os estoques finais de milho foram reduzidos pelo USDA para 36,98 milhões de toneladas, contra 37,62 milhões estimados no relatório anterior, em fevereiro. As exportações norte-americanas também apresentaram um pequeno aumento e passaram de 40,64 milhões para 41,96 milhões de toneladas. 
Sobre produção, produtividade e números de área plantada e colhida não houve qualquer alteração. 
Milho Mundo - A produção mundial passou por uma correção positiva e subiu, de fevereiro para março, de 966,63 milhões para 967,52 milhões de toneladas. Os estoques também aumentaram ligeiramente, subindo de 157,30 milhões para 158,47 milhões de toneladas. 
A produção do Brasil e da Argentina foram mantidas em, respectivamente, 70 milhões e 24 milhões de toneladas. A safra da China também foi mantida e ficou em 217 milhões de toneladas.