Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM05/12/2013
Dólar R$2,3588(-1,2390) 
Mínima R$2,3562
Máxima R$ 2,3867
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JAN14(-2,4)13,27
MAR14 (-1,6) 13,10
MAI14(-0,6) 12,95
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (-2,0) 4,23
MAR 14 (-2,2) 4,34
mAI 14 (-2,0) 4,42

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 66,00
Rondonópolis: R$ 68,50
Alto Garça: R$ 67,00                                                         
Sorriso: R$ 66,50
Itiquira: R$ 67,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Março U$ 22,60
Itiquira
 Março  U$ 22,50 /
Fevereiro U$ 23,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 16,00

Alto Garças: R$ 13,50
Sorriso: R$ 10,00

Itiquira: R$ 16,00

Dólar oscila com realização de lucro e ata do Copom


O dólar abriu esta quinta-feira, 05, em alta no mercado à vista, cotado a R$ 2,3920 (+0,13%) no balcão. Em seguida, a moeda caiu até uma mínima de R$ 2,3830 (-0,25%), puxada pelo mercado futuro. Além de uma leve realização de lucro dos ganhos recentes, o ajuste de baixa reflete um movimento técnico, visto que o preço da divisa está próximo do nível de 22 de agosto, quando o Banco Central (BC) anunciou o programa de intervenções diárias via swap e leilões de linha.

Além disso, a ata do Copom, divulgada mais cedo, passou a considerar que há focos de tensão e de volatilidade na taxa de câmbio. Isso poderia indicar que o BC está mais preocupado com o impacto do câmbio sobre a inflação.

Os investidores, portanto, estão atentos a possíveis reações do BC, o que explica o recuo da taxa pela manhã. Por volta das 10 horas, o dólar à vista no balcão estava cotado a R$ 2,3830 (-0,25%), na mínima até então.

No exterior, há certa cautela antes da divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos (payroll) programados para sexta-feira.

Tags: dólar

Ata do Copom: Câmbio passa de R$ 2,20 para R$ 2,30

 O Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a projeção com a qual trabalha para o câmbio em seu cenário de referência, aquele que considera variáveis como Selic e dólar estável por um período de tempo específico ou "todo horizonte relevante". De acordo com a ata da reunião do Copom que decidiu elevar a taxa básica de juros de 9,50% para 10,00% ao ano, a projeção considerada para o dólar passou de R$ 2,20 para R$ 2,30. O documento do encontro, que ocorreu na quarta-feira da semana passada, foi divulgado nesta quinta-feira, 05, pelo Banco Central.
Naquele dia da decisão do BC, o dólar à vista fechou cotado a R$ 2,3180. No encontro do Copom de julho, o colegiado trabalhava com uma taxa de câmbio de R$ 2,25 e, no de agosto, subiu a cotação de referência para R$ 2,40. No documento de outubro, o comitê usou uma cotação menor, de R$ 2,20.
Segundo o último relatório de mercado Focus, o dólar deve encerrar 2013 cotado a R$ 2,30. Conforme o documento divulgado nesta quinta o BC passou a adotar como referência uma taxa básica de juros de 9,50% ao ano. Na ata anterior, a Selic levada em consideração era de 9,00% ao ano.

Soja tem mais uma sessão de volatilidade; milho e trigo recuam

Os futuros da soja operam com pouca movimentação na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira (5). 
Os analistas de mercado afirmam que os movimentos pouco expressivos são reflexo da falta de novidades tanto do lado da oferta quanto da demanda. Além disso, os fundos de investimentos se mantêm na defensiva com a proximidade do final do ano e com a necessidade da realização de lucros. 
Entretanto, no caso do da soja, o mercado se mantém firme e sustentando nos números da demanda e também na situação dos Estados Unidos, onde as exportações seguem em um ritmo recorde e os estoques da oleaginosa são cada vez menores. 
Soja -7,0
Milho -3,0

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM04/12/2013
Dólar R$2,3875 (0,4160) 
Mínima R$2,3661
Máxima R$ 2,3887
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JAN14(+8,4)13,28
MAR14 (+6,2) 13,10
MAI14(+7,2) 12,94
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (+3,4) 4,25
MAR 14 (+5,4) 4,36
mAI 14 (+5,4) 4,45

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 66,00
Rondonópolis: R$ 68,50
Alto Garça: R$ 67,00                                                         
Sorriso: R$ 66,50
Itiquira: R$ 67,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 23,00 / Março
Itiquira: U$ 22,50/ Março  U$ 23,00 /Fevereiro

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 16,00

Alto Garças: R$ 13,50
Sorriso: R$ 10,00

Itiquira: R$ 16,00

Nikkei cai mais de 2% antes de dados nos EUA

A Bolsa de Tóquio fechou em forte queda guiada por grandes vendas no mercado futuro antes de dados no mercado de trabalho dos EUA. Um dólar mais fraco também pressionou as ações de algumas empresas exportadoras. O índice Nikkei encerrou o dia em queda de 2,2%, aos 15.407,94 pontos.
Enquanto a maior parte dos investidores espera que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) comece a reduzir o programa de estímulos em algum momento no próximo ano, fortes números no mercado de trabalho de novembro aumentariam a especulação de um início antecipado nas reduções, afirmaram estrategistas.
Hoje os EUA publicarão o relatório sobre criação de empregos no setor privado, produzido pela ADP. Na sexta-feira virá a público o relatório de emprego de novembro.
"Investidores agora estão preocupados que dados mais fortes que o esperado podem levar ao início da redução dos estímulos do Fed em dezembro", afirmou Kenichi Hirano, da Tachibana Securities.
Estrategistas também notaram que o mercado está cauteloso sobre uma potencial queda no mercado acionário antes do vencimento de contratos futuros e de opções, em 13 de dezembro.
Ações com muita participação no índice registraram fortes perdas. As da KDDI registraram perdas de 3,3% e as da Fast Reatiling perderam 1,9%. Entre as exportadoras, as ações da Kyocera marcaram queda de 3,8% e as da Honda Motor caíram 1,6%.
No mesmo momento do fechamento da Bolsa de Tóquio, o dólar era negociado a 102,52 ienes, contra 103,21 ienes no fim do pregão de ontem. Fonte: Dow Jones Newswires. 

Soja: Mercado foca escassez nos EUA e tem dia positivo nesta 4ª

Com foco na demanda, o mercado internacional volta a subir, após ter operado de lado e com volatilidade na sessão desta terça (3). 
Os investidores observam a situação nos Estados Unidos, onde as exportações acontecem em um ritmo recorde - dos 39,5 milhões de toneladas, 37 milhões já estão comprometidos - e estoques locais cada vez menores. Assim, o mercado observa a necessidade de racionamento do produto que ainda há disponível até o final do ano comercial, em agosto de 2014, ou até mesmo até a chegada da safra sulamericana entre fevereiro e março. 
Soja +2,6
Milho -2,0

Oil World confirma: Demanda chinesa por soja é maior que o esperado

Importações de soja estão mais fortes que o normal neste período, graças às compras da China, que está recompondo seus estoques da oleaginosa. Segundo a consultoria alemã Oil World, as exportações globais de setembro a novembro são as maiores já registradas para o período. 
As exportações mundiais de soja para os três meses estão estimadas em 28,4 milhões de toneladas. No mesmo período do ano anterior, foram 23,9 milhões de toneladas. 
As compras da China devem representar 64% das importações mundiais de soja em 2013-2014. No ano anterior, o gigante asiático participou com 61% das compras.
O país recorreu ao produto norte-americano depois que as exportações do Brasil atrasaram no ano passado, devido a um congestionamento nos portos.     
“A China está se esforçando para recompor seus estoques para níveis mais confortáveis e já tem compras suficientes para entrega no início de 2014, para garantir alguma flexibilidade, caso haja a repetição dos atrasos nas exportações brasileiras”, informou a consultoria alemã.    
As importações chinesas poderão alcançar 69,7 milhões de toneladas em 2013 - 2014. As últimas estimativas da Oil World apontavam para 69 milhões de toneladas. 
As exportações norte-americanas entre setembro e novembro devem fechar com 18,3 milhões de toneladas, sendo que 13,2 milhões são para a China.  
 
As exportações globais de soja devem aumentar em 11 milhões de toneladas, para 108,6 m.t. em 2013-14. 

Compras chinesas 
As exportações de soja dos Estados Unidos na primeira metade do ano comercial que se iniciou em maio alcançaram 33,8 milhões de toneladas – ou seja, 85% de todas as vendas esperadas para o ano todo.   

Os estoques de soja norte-americana no início de março devem ser de 31,7 milhões de toneladas, saindo de 28,8 m.t. no ano anterior. 
“A magnitude das compras chinesas para entregas no início do ano são vistas como o principal destaque no campo da demanda”, segundo o relatório da Oil World. “As expectativas iniciais de recuperação dos níveis de estoque em 2013-2014 estão sendo ameaçadas pela demanda de exportação”.      
O Brasil novamente será o maior exportador de soja, com quase 45 milhões de toneladas, à frente dos Estados Unidos, com 40 milhões e da Argentina, com 9,3 milhões, segundo o relatório. 
Os produtores brasileiros enfrentam uma grande “incerteza” em relação às infestações das lavouras com a helicoverpa, que foi registrada na Bahia no ano passado e agora se espalha em ritmo alarmante pelo Mato Grosso e outros estados produtores. Segundo a Oil World, a peste pode causar danos consideráveis à soja, algodão e milho. 

Informações: Bloomberg

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM03/12/2013
Dólar R$2,3785 (1,0230) 
Mínima R$2,3515
Máxima R$ 2,3785
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JAN14(-1,2)13,19
MAR14 (-1,2) 13,04
MAI14(-0,4) 12,87
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (+6,0) 4,22
MAR 14 (+6,6) 4,31
mAI 14 (+6,6) 4,39

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 66,00
Rondonópolis: R$ 68,50
Alto Garça: R$ 67,00                                                         
Sorriso: R$ 66,50
Itiquira: R$ 67,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 23,00 / Março
Itiquira: U$ 22,50/ Março  U$ 23,00 /Fevereiro

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 16,00

Alto Garças: R$ 13,50
Sorriso: R$ 10,00

Itiquira: R$ 16,00

O dólar abriu em leve baixa ante o real nesta terça-feira 3

 O dólar abriu em leve baixa ante o real nesta terça-feira, 3, mas logo nos primeiros momentos da sessão virou e passou a subir. A divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do terceiro trimestre, que veio abaixo do esperado, e a possibilidade de novas remessas de lucros e dividendos corporativos ao exterior pode dar combustível para uma nova desvalorização do real, de acordo com operadores do mercado.
A variação do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre foi de -0,5% ante o período imediatamente anterior, no piso das estimativas dos analistas. Mais uma vez, o consumo das famílias e os gastos do governo evitaram uma queda maior, com o investimento ainda patinando, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda de 2,2% na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) foi a maior registrada desde o 1º trimestre de 2012.
Com esse cenário, cresce o receio em relação a um rebaixamento da classificação de risco do País por agências de rating no começo de 2014, o que estimula ainda mais a demanda por dólar. Por volta das 9h45 o dólar à vista no balcão subia 0,13%, a R$ 2,3610, enquanto no mercado futuro o dólar para janeiro avançava 0,25%, a R$ 2,3760.
As remessas de lucros e dividendos esperadas até pelo menos o dia 15 deste mês também devem movimentar a sessão, sustentando ainda os volumes financeiros. O economista Sidnei Nehme, sócio-diretor da NGO Corretora de Câmbio, afirma que a perspectiva para janeiro, fevereiro e março é de um dólar mais alto ante o real, devido à política monetária norte-americana e porque estamos enfrentando no País um fim de ano com fluxo negativo, sobretudo o financeiro.
Para o economista da NGO, o fator câmbio está sendo subestimado pelo mercado. "Os analistas de uma forma geral não estão considerando o fator câmbio nas perspectivas de inflação. Estão menosprezando o câmbio, que é um fator em aberto para 2014. Principalmente no primeiro trimestre, a taxa de câmbio poderá ser pressionada para cima e deve puxar os juros futuros, prevê. "O viés é de alta e deve se acentuar na medida em que Fed anuncie o início da redução de estímulos nos EUA", afirmou.

Diante dessa possibilidade, o mercado já especula se o Banco Central dará ou não continuidade em 2014 ao seu programa de oferta diária de dólares. A intenção da autoridade monetária quando anunciou esse programa em 22 de agosto último era a de injetar até este fim de ano um valor total aproximado de US$ 100 bilhões no mercado de câmbio, a fim de compensar a falta de fluxo cambial.