Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 22 de março de 2011

Mercado realiza lucros e soja tem baixa de dois dígitos

Os futuros da soja negociados em Chicago encerraram o pregão noturno com significativa queda.

Nesta segunda-feira, as baixas - que somaram quase 17 pontos - são consequência de um movimento de realização de lucros depois das altas dos últimos dias. Essa consolidação foi iniciada na sessão diurna de ontem. No entanto, a oleaginosa encontrou fôlego para reverter o cenário e encerrar com leves altas.

O mercado apresentou forte queda durante esta madrugada, acompanhandoa fraqueza das demais commodities agrícolas e um tom mais cauteloso dos participantes do mercado.

As vendas técnicas contribuem para a queda e o mercado corrige spreads da sessão anterior com vencimentos longos, liderando as perdas.

Fonte: Notícias Agrícolas

Safrinha da soja é arriscada

O preço estimulante da soja está levando agricultores de vários estados brasileiros a uma prática considerada arriscada. Eles estão abrindo mão da rotação de culturas, técnica, recomendada para reduzir a proliferação de doenças e melhorar o solo, e voltam a semear o grão logo após a colheita da própria soja.

A prática da segunda safra, ou safrinha com soja, já foi adotada com mais intensidade por produtores de Mato Grosso, mas também ocorre nos estados de São Paulo e Paraná. São utilizadas no cultivo variedades precoces para que a colheita seja feita antes de começar o vazio sanitário anual, período em que o grão não pode
ser cultivado para facilitar o controle da ferrugem asiática.

No Estado de Mato Grosso, o vazio sanitário de 90 dias começa em 15 de junho. Até lá, a soja da segunda safra plantada pelo produtor Leandro Gazola, na Fazenda Realeza, município de Sorriso, no médio-norte, já terá sido colhida. Ele fez a semeadura de 500 hectares no dia 14 de fevereiro, no mesmo local em que colheu a soja deverão. “Foi máquina atrás de máquina”.

PLANTIO DIRETO

No sistema de plantio direto, a plantadeira segue o rastro da colhedora para deixar no solo
a semente da segunda lavoura. Normalmente, o grão plantado na safrinha é o milho, uma gramínea que tem papel importante para quebrar o ciclo de pragas e doenças de planta e de solo da lavoura anterior, no caso, a soja, da família das leguminosas.

Nos dois anos anteriores, Gazola já testou o plantio da safrinha de soja, mas em área menor. Desta vez, plantou uma variedade superprecoce e espera colher até o dia 15 de maio. “Já recebemos críticas por plantar fora de época, mas a verdade é que tem dado bom resultado”, diz o produtor.

Ele sabe que terá de fazer mais pulverizações na lavoura para controlar lagartas e a ferrugem,
mas ainda assim espera ter um bom ganho. “No ano passado,fizemos quatro aplicações na safrinha, quando na safra normal são duas ou três. Se o preço continuar bom, esse custo adicional é absorvido.”

Opção pelo preço – Gazola não esconde que optou pela soja, em vez do milho, por causa do preço. No ano passado vendeu o milho, que tem custo de produção mais alto que o da soja, por R$ 7 a saca. Este ano, com o milho a R$ 13, ele ainda considera a oleaginosa uma cultura mais vantajosa.

Em 2010, colheu 33 sacas por hectare na safrinha e vendeu por R$ 35/saca. Este ano, na região, o preço está em R$ 37.“Somado o ganho da safra de verão com o da safrinha, o resultado é excelente.” Na região de Rondonópolis, no sul do Estado, alguns produtores também plantaram soja sobre soja.

A Sementes Santa Carolina fez um plantio experimental numa área de apenas 20 hectares. “Nesta região, quando acaba a chuva, passam-se meses sem cair uma gota. Estamos experimentando para ver até onde a lavoura vai quando a chuva parar”, diz o diretor comercial
Luiz Sérgio Oliveira. Ele conta que foi usada uma variedade própria para o verão, com recomendação de plantio até 30 de outubro. “Plantamos no fim de janeiro para ver no que dá. Se vingar, passará a ser uma opção.” No Paraná, houve plantios no sudoeste.



Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 21 de março de 2011

Soja: Se consolidando, mercado opera com leve queda

A volatilidade registrada pelo mercado da soja durante a madrugada desta segunda-feira em Chicago parece ter se estendido para a sessão diurna. Depois de encerrar no azul, os preços abriram a sessão perdendo quase 10 pontos e por volta das 14h, o mercado operava com leve recuo.

Segundo analistas, depois de três dias consecutivos de altas, o mercado inicia um movimento de consolidação, fazendo essa pausa nos ganhos. Além disso, não há novidades entre os fundamentos que podem promover uma nova e forte altas das cotações.

Além disso, os traders já adotam um tom mais cauteloso à espera do relatório de de área plantada e estoques físicos que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na próxima quinta-feira, dia 31.

No cenário, paralelamente, as tensões em nações do Oriente Médio e Norte da África ainda causam preocupação e também pesam sobre os preços.

Por volta das 14h25, o vencimento maio era cotado a US$ 13,59 por bushel, perdendo 3,50 pontos, e o julho a US$ 13,68, com queda de 3,25 pontos.

Fonte: Notícias Agrícolas

sexta-feira, 18 de março de 2011

Informa reduz estimativa para área de milho e soja nos EUA; preços avançam

A consultoria Informa Economics divulgou nesta sexta-feira suas projeções para o plantio da próxima safra nos Estados Unidos estimado 37,13 milhões de hectares para o milho (91,758 acres) e 30,46 milhões de hectares para a soja (75,269 milhões de acres).

Em fevereiro, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estimou em seu fórum anual, o plantio do milho em 37,23 milhões de hectares (92 milhões de acres) e o da soja em 31,57 milhões de hectares (78 milhões de acres)

Esse corte feito pela Informa contribui para a alta dos preços dos grãos nesta sexta-feira em Chicago. A soja tem significativa alta e se aproxima das máximas em duas semanas.

"O número da Informa foi um grande impulso para os futuros da soja, transformando-a em líder do complexo de grãos, e não mais no elo mais fraco", declarou Mike Zuzolo, analista da Global Commodity Analytics.

Algodão e trigo - Para o algodão, a consultoria projetou 5,31 milhões de hectares (13,13 milhões de acres) e para o trigo,, 23,33 milhões de hectares (57,651 milhões de acres).

 

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 16 de março de 2011

Otimismo para soja

Mesmo com a queda de 70 pontos no valor do bushel da soja, ontem (15) na Bolsa de Chicago, a tendência é que o preço do grão no mercado internacional siga o movimento de ascensão registrado nos últimos meses. Apesar do reflexo da catástrofe no Japão nas cotações dessa terça-feira, a entrada da safra brasileira não deverá abalar o mercado. A expectativa otimista foi manifestada pelo diretor executivo da Agroconsult, André Pessôa, que palestrou ontem no 22 Fórum da Soja, na Expodireto Cotrijal. Segundo ele, a escalada de preços não deverá constranger o crescimento do consumo mundial de grãos. No caso da soja, Pessôa projeta um valor mínimo em torno de 13 dólares o bushel, enquanto o do milho gravitará em 6 dólares o bushel. Já sobre o teto máximo, não arrisca palpite. "A oferta atual não é suficiente para fazer frente ao choque de demanda. Os preços tiveram alta em 2008. Agora, sobem e deverão ser crescentes nos próximos anos", opinou. A tendência é reforçada pelo mercado norte-americano, que chega às vésperas de um plantio com os estoques de passagem em nível crítico.

O otimismo contagiou o agricultor de Espumoso, Antônio Turatti, que ontem visitou os espaços dedicados à tecnologia no campo na Expodireto. Anotou as novas variedades apresentadas pelas empresas e fará testes em sua propriedade. "Vou para casa cheio de ideias e com a expectativa de plantar mais e melhor."

A qualificação da atividade é um dos caminhos para o crescimento, de forma moderada e planejada, que viabilizarão ao país assumir a dianteira na produção mundial de alimentos. "Os anos seguintes a 2005 permitiram postergar os problemas gerados pela crise. Mas, daqui para frente, é hora de resolver o que ficou pendente e criar possibilidades de investimentos", constata o diretor da Agroconsult. O único risco, segundo Pessôa, é o desequilíbrio nas relações de troca. "A questão é quanto ao custo de produção que pode subir, prejudicando os ganhos."


Fonte: Avicultura Industrial

sexta-feira, 11 de março de 2011

Soja realiza lucros com terremoto no Japão e possível ajuste na China

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em forte baixa nesta sexta-feira. A oleaginosa estende suas perdas do pregão noturno - onde o recuo chegou a superar os 50 pontos - e operam com uma expressiva queda na sessão diurna.

O mercado sente a pressão de uma intensa realização de lucros. O movimento ganha ainda um impulso do aumento da aversão ao risco, que se eleva frente aos dados sobre a inflação chinesa e ao terremoto que atingiu o norte do Japão.

A inflação na China superou as expectativas mantendo-se em 4,9%, o que pode sinalizar novos ajustes econômicos no país, podendo resultar em um desaquecimento da demanda.

Além das incertezas que rondam o mercado financeiro, a soja ainda sente a influência negativa dos mercado vizinhos - o milho e o trigo. Ambos continuam sentindo o efeito baixista dos números do USDA e operam com forte recuo desde ontem. O terremoto no Japão também pesa sobre os grãos.

Por volta de 13h32, o vencimento maio da soja era cotado a US$ 13,37 por bushel, recuando 18 pontos. No caso do milho, o mesmo vencimento valia US$ 6,68, caindo 14 pontos.

Principais desdobramentos do terremoto no Japão
Reuters

A seguir, os principais desdobramentos do terremoto de 8,9 graus de magnitude que abalou o nordeste do Japão nesta sexta-feira.

* Pelo menos 22 mortos no terremoto e no tsunami que ele desencadeou, segundo a agência de notícias japonesa Kyodo.

- O terremoto provocou ondas de até 10 metros de altura, que arrasaram terras agrícolas, casas e carros, além de provocar incêndios.

- Pior terremoto no país desde que se iniciaram os registros há 140 anos.

- Fortes abalos secundários atingem o norte do Japão depois do terremoto

- Alertas de tsunamis emitidos para a região do Pacífico, com exceção da parte continental dos Estados Unidos e Canadá.

- Alerta de tsunami para os seguintes países: Rússia, Taiwan, Filipinas, Indonésia, Papua Nova Guiné, Fiji, México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras, Chile, Equador, Colômbia e Peru.

- O Havaí ordenou a remoção da população da área costeira.

- Taiwan começa a retirar alguns moradores de sua costa leste.

- A Indonésia prevê que o tsunami comece a atingir algumas áreas de sua costa leste por volta de 8h30 (horário de Brasília).

- Cerca de quatro milhões de pessoas sem energia elétrica em Tóquio e arredores.

- Vários incêndios em Tóquio.

- Muitos trechos da via expressa de Tohoku, que corta o norte do Japão, estão danificados.

- Um grande incêndio na refinaria de Chiba.

- Interrompida a operação do trem-bala no norte do país.

- O aeroporto de Narita ficou várias horas fechado.

- O metrô e os trens de subúrbio de Tóquio deixaram de funcionar.

- Aeroporto de Sendai, no norte, ficou inundado.

- Todos os portos japoneses foram fechados, segundo companhias de navegação.

- Primeiro-ministro Naoto Kan determina que os militares façam o possível para agir no socorro. o governo alerta para o risco de mais tsunamis.

- As quatro usinas nucleares próximas da área do sismo foram fechadas com segurança.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 10 de março de 2011

Relatório do USDA veio "morno", afirmam analistas americanos

O relatório divulgado há pouco pelo USDA, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, não surpreendeu muito os operadores das Bolsa de Chicago. É o que afirma o jornalista Mike McGinnis, do site Agriculture.Com. Segundo ele o relatório veio um pouco baixista para soja, milho e trigo, mas tudo dentro do esperado pelos participantes do mercado. O milho deve abrir a sessão de hoje com queda de 3 a 5 cents, enquanto que soja e trigo devem abrir com queda de dois dígitos, 10 a 15 cents.

O analista de mercado da XFA, Scott Shellady, afirma que o relatório não apresentou muitas novidades e que os participantes do mercado devem se atentar para o relatório durante cinco minutos e depois já voltam toda a atenção para a disputa por novas áreas para plantio da próxima safra.

Já o analista do site PFGBest.com, Tim Hannagan, ficou surpreso com o relatório porque eles não alteraram as informações sobre estoques finais de soja e milho. Ele afirma que isso é impossível, já que nas últimas semanas o mercado registra um movimento de importação variado. Para o analista, o USDA preferiu não interferir no mercado até a divulgação do relatório que será divulgado no dia 31 de março. Esse relatório é o primeiro documento que traz a estimativa oficial de plantio da próxima safra norte-americana. Tim Hannagan finaliza sua análise dizendo que o relatório foi neutro para soja e milho e baixista parta o trigo.


Fonte: Notícias Agrícolas

quarta-feira, 9 de março de 2011

Realizando lucros, soja opera com queda de dois dígitos na CBOT

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam no vermelho nesta quarta-feira. Depois de encerrar o pregão noturno no campo misto, os preços já exibem um recuo de dois dígitos na sessão diurna de hoje.

Segundo analistas, o mercado realiza lucros frente a ausência de novidades entre os fundamentos. Além disso, os traders já adotam um tom mais cauteloso às vésperas da divulgação do relatório mensal de oferta e demanda de março do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que deve acontecer nesta quinta-feira (10).


As expectativas do mercado para os dados que serão informados amanhã referem-se a um possível aumento nas estimativas da produção brasileira e argentina.

Os analistas apostam ainda em um ligeiro aumento nos estoques finais de soja nos EUA por conta da migração da demanda pela oleaginosa do país para a América do Sul.

Além dos fatores relacionados à relação de oferta e demanda, as cotações também sentem a pressão negativa da instabilidade política no Oriente Médio e também do problema com as dívidas de países como Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda - o que aumente a aversão ao risco por parte dos investidores.

Por volta das 13h30, o vencimento maio - referência para a safra brasileira - já recuava 21,25 pontos, sendo cotado a US$ 13,60 por bushel.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 1 de março de 2011

Chuvas atrasam safra 2011

As chuvas tornaram a atrapalhar a safra 2010/2011 de grãos em Mato Grosso. O milho segunda safra segue como o mais prejudicado e terá seu plantio estendido para após o dia 8 de março. Mesmo estando com 45,8% de sua área semeada (1,81 milhão de hectares), até 24 de fevereiro, o atraso com relação a safra anterior é considerado de 39,3 pontos percentuais (p.p). Segundo levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea-MT), até o dia 25 de fevereiro de 2010 os produtores de milho haviam plantado 85,1% da área. Em comparação a semana do dia 17 de fevereiro a semeadura do milho safrinha avançou 11,2 p.p.

Conforme o Imea, nas regiões norte e oeste o atraso no plantio do milho, devido às chuvas e ao atraso da colheita da soja, é de 55,8 p.p e 54,5 p.p., respectivamente. Até o momento na região norte foram semeados apenas 39,9% dos 13,6 mil hectares, e na região oeste 33,3% dos 288,1 mil hectares. Já a região nordeste é que está mais avançada nesta safra. Dos seus 73 mil hectares, 61% já foram plantados e o atraso com relação a safra passada do milho é de apenas 15 p.p.

No Estado, o município mais prejudicado pelos atrasos de colheita da soja e plantio do milho, de acordo com diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Ricardo Arioli, é Campo Novo do Parecis. “Nos últimos dias choveu muito no município e isso tem prejudicado os produtores na localidade. Deveremos estender o plantio do milho safrinha para após o dia 8 de março em todo o Estado devido a tais atrasos ocasionados pelo clima”. Até o dia 24 de fevereiro, Campo Novo do Parecis havia semeado apenas 33% dos seus 100 mil hectares de milho.

Soja – A colheita da soja até o dia 24 de fevereiro encontrava-se, segundo o Imea, em 25,5%. Ao todo, foram plantados 6,41 milhões de hectares da oleoginosa no Estado. Apesar do avanço de 7,2% em relação a semana do dia 17 de fevereiro, a colheita do soja segue atrasada em 24,4 p.p, em comparação ao período na safra 2009/2010. Levantamento do Imea aponta que a região mais atrasada na colheita é a médio norte com 34,6 p.p em relação ao ciclo passado.

Na região oeste, onde já há relatos de perdas de produtividade devido às chuvas, o atraso é de 21,8 p.p. “Já estamos registrando perdas devido às chuvas, contudo ainda é difícil precisar de quanto é e será esta perda. Apesar disso, a produtividade da soja na safra 2010/2011 será mais que a do ciclo passado”, salienta Arioli. Mesmo com os problemas climáticos os municípios de Lucas do Rio Verde e Sorriso, na região médio-norte, foram os que mais avançaram na colheita, de uma semana para outra.


Fonte: Folha do Estado

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

USDA aumenta projeção para área de soja, milho e trigo na safra 11/12

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta quinta-feira (24), durante o Fórum Agrícola que acontece nos EUA um aumento para as áreas de soja, milho e algodão na safra 2011/12.

Para a oleaginosa, o aumento foi de 0,77% e uma estimativa de 31,57 milhões de hectares (78 milhões de acres). Já para o cereal, alta de 4,3%, e 37,23 milhões de hectares (92 milhões de acres). O acréscimo mais expressivo aconteceu para o algodão - 16,2%. A área prevista é de 5,16 milhões de hectares (12,75 milhões de acres).

O departamento também divulfou estimativas para os estoques finais. Para a soja, os números apontam 4,35 milhões de toneladas para a temporada 11/12, uma das menores estimativas da história do Fórum Agrícola. Para o milho, a expectativa é de 23,54 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes