Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Depois do USDA, grãos explodem em Chicago. Soja sobe mais de 60 pts

Depois dos números divulgados pelo USDA nesta quarta-feira, os preços dos grãos explodíram na abertura da sessão diurna na Bolsa de Chicago.

Os números para produção, produtividade e estoques vieram abaixo das projeções esperadas e o mercado já pode ver a soja próxima do limite de alta. A oleaginosa sobe quase 70 pontos - com o vencimento janeiro valendo US$ 14,34 por bushel - e o milho registra alta de quase 30 pontos.

A produção estimada para a soja veio em 90,6 milhões de toneladas enquanto o mercado apostava em 91,881 milheões de toneladas. A produtividade também veio abaixo do esperado e ficou em 48,76 sacas por hectare ante o previsto de 49,32 scs/ha.

Para o milho, a produção estimada é de 316,154 milhões de toneladas ante as 317,284 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. O rendimento veio anunciado em 161,72 sacas por hectare, número maior do que o estimado pelo mercado - 160,98 sacas por hectare.

Estoques finais - Os estoques finais de soja nos EUA ficaram em 3,810 milhões de toneladas, expressivamente menor do que a aposta do mercado de 4,3 milhões de toneladas. As reservas de milho também vieram aquém do esperado, somando 18,92 milhões de toneladas, enquanto o mercado falava em algo entre 19,762 milhões de toneladas.

Mundo - O USDA reduziu a safra argentina de soja de 52 para 50,5 milhões de toneladas, e a de milho de 25 para 23,5 milhões de toneladas. Já a safra brasileira de soja foi mantida em 67,5 milhões de toneladas.

As importações da oleaginosa da China para a safra 2010/11 mantiveram-se em 57 milhões de toneladas.

Para o analista de mercado Ricardo Lorenzet, da XP Investimentos, os números são altistas para o mercado. O relatório confirma o quadro de estoques ajustados nos EUA tanto para a soja quanto para o milho.

"Isto tende a manter o mercado sustentado na análise macro, mesmo que em algum momento os fundos possam realizar", explica o analista.

O analista diz ainda que os estoques norte-americanos de soja são de 15,2 dias, o menor patamar em 40 anos.

No entanto, mesmo com dados positivos, Lorenzet afirma que o mais importante em dia de relatório não é a abertura do mercado, e sim como fecha o dia. E a atenção e a cautela devem ser mantidas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Mesmo com volatilidade, soja deve bater recorde este ano

Apesar da volatilidade esperada nos preços da soja este ano, a tendência é que os valores sigam mais elevados, podendo inclusive ultrapassar a casa dos R$ 55 por saca de 60 quilos e estabelecer novo recorde. O setor atribui esse movimento à expectativa de quebra de produção na Argentina e à baixa oferta tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Já o Mato Grosso, maior produtor nacional, deve colher 20 milhões de toneladas mesmo sem ter como expandir sua área de cultivo de soja, segundo a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).

A previsão de quebra de safra na Argentina por causa de problemas climáticos e a forte demanda internacional está criando grande volatilidade nos preços da soja no mercado mundial. Segundo Rafael Ribeiro, analista da Scot Consultoria, a previsão é que a safra argentina caia de 55 milhões de toneladas para menos de 50 milhões. "Toda essa volatilidade dos preços da soja giram em torno do clima e da possibilidade de quebra de safra. Estamos vendo essa quebra na Argentina e em algumas cidades do Rio Grande do Sul também", contou.

Ribeiro disse que aliado a essa quebra está a firme demanda pela soja no mundo, alterando os preços do grão. "Claro que em função da firme demanda por soja este ano, o mercado tem reagido positivamente em relação aos preços, que tem subido por conta das baixas ofertas do produto no mundo", frisou.

Para o analista da Scot, o Brasil manterá os preços elevados do produto, podendo atingir um recorde histórico nos preços. Em janeiro de 2010 o preço da saca de soja estava em média R$ 39 e ao final de dezembro vimos esse valor saltar para R$ 50. "No ano passado o preço da soja praticamente subiu o ano inteiro: saiu de um valor de R$ 39 por saca de 60 quilos e fechou o ano com cotações próximas a R$ 50 por saca. A saca valorizou mais de R$ 10 e retomou os patamares auferidos antes da crise. Agora, acredito que podemos atingir patamares recordes de preços para 2011", disse.

Com base nessa volatilidade, Ribeiro prevê que a saca de soja possa alcançar patamares de R$ 55, superando a marca histórica vista em junho de 2009, quando a saca chegou a R$ 53. "Já vemos patamares bem próximos ao recorde este ano. Temos a saca cotada a R$ 51 hoje e, com certeza, podemos chegar próximos a R$ 55 e até ultrapassar". E ainda emendou: "Podemos até sofrer uma pressão de baixa durante essa colheita, mas não acredito que voltaremos a patamares de R$ 39 por saca", comentou Ribeiro.

Apesar de o clima afetar um pouco algumas regiões brasileiras, o Mato Grosso - que plantou praticamente a mesma área do ano anterior - deve colher mais de 20 milhões de toneladas este ano, contra os 18,8 milhões de 2010. Segundo Glauber Silveira da Silva, presidente da Aprosoja, o clima tem contribuído no começo da colheita este ano e deve seguir até o final em março. "O clima está muito bom no Mato Grosso e algumas colheitas já começaram. No entanto, somente no final deste mês, o movimento será intensificado dado ao atraso no plantio", garantiu ele. Silva contou que os produtores estão otimistas em relação aos preços obtidos com o grão e isso é comprovado no volume de mais de 70% da safra que já foi comercializado. "O estado já comercializou mais de 70% da sua safra, sendo a China uma das principais compradoras. Se o preço continuar aquecido o restante será vendido logo", diz.

Mesmo com todo esse otimismo, Silva afirmou que o estado não tem como ampliar a área de plantio, dado a concorrência implacável do algodão. "Não temos como ampliar mais a área de plantio de soja em Mato Grosso. Se tivesse para onde crescer teríamos aumentado na última safra. Se analisarmos, a nossa área tem ficado muito parecida com os anos anteriores", destacou.

O presidente contou que diversos produtores ficaram animados com a rentabilidade do algodão e deixaram de investir em soja. "Conheço produtores de algodão que compraram áreas já plantadas com soja e derrubaram tudo para plantar algodão. Então, a menos que o preço do algodão recue bastante ou o produtor invada as pastagens de gado, não temos como ampliar nossa área".




Fonte: DCI

Expectativas são boas para o agronegócio neste ano.

As expectativas são boas para o agronegócio em 2011. Segundo os especialistas, a economia do Brasil deve continuar crescendo, os preços das commodities seguem em alta e, apesar da atuação do fenômeno La Niña, o país pode colher uma excelente safra de grãos. Porém, a crise mundial ainda exige atenção em muitos países, e o dólar baixo prejudica exportadores. Afinal, quem deve ganhar e quem pode perder com essa situação no ano que começa?

A partir de respostas obtidas em pesquisa em todas as regiões do Brasil, os consultores calculam o Índice de Confiança do Produtor Rural.

– O índice foi construído em função da participação das culturas na produção brasileira e o número de produtores que a gente acessa de cada cultura realmente faz com que fique um índice fidedigno ao que está acontecendo no campo e realmente às expectativas do produtor – diz a consultora Camila Dias de Sá.

Com esta espécie de termômetro da agricultura brasileira, foi possível concluir que o homem do campo começa 2011 otimista.

– O produtor rural está confiante em uma rentabilidade positiva para 2011. A avaliação que ele faz de condições gerais do seu negócio, de câmbio, de valores de aquisição de fertilizantes e defensivos, máquinas e implementos, colocando tudo numa cesta, ele confia que vai ter um retorno positivo para sua atividade no ano de 2011 – diz Matheus Kfouri.

Quem confirma essa expectativa é o agricultor José Carlos Dolphine, de Campo Verde, em Mato Grosso. Os preços estimularam o produtor a plantar 1,7 mil hectares de soja nesta safra. A área aumentou em 60%. A previsão é de conseguir produzir pelo menos 50 sacas por hectare. Quase metade já foi vendida. Isso protege o produtor de uma eventual queda de preços na época da colheita, pois outros agricultores também plantaram mais.

– A gente ainda não sabe dizer o que vamos lucrar, por se tratar de uma cultura que você não tem 100% dos custos e nem 100% do valor que você vai obter comercializando. Então é um valor ainda que a gente não sabe dizer quanto vai ser. Mas a gente acredita que vai gerar um certo lucro pra estar atendendo às necessidades dos anos anteriores em que a gente teve bastante problema na agricultura. Eu posso dizer que sou animado sempre. Eu acho que o agricultor que não é animado não pode nem entrar na atividade, porque a agricultura, por se tratar de uma cultura de risco, um negócio em que você depende de clima, depende de mercado, depende de vários fatores, então você tem que estar animado – declara Dolphine.

Proteção nunca é demais. Afinal, uma virada de preços pode acabar com todo esse otimismo. Na condição de exportador de alimentos, o Brasil está vulnerável a mudanças bruscas - principalmente no cenário externo. A crise internacional ainda não terminou.

A saúde financeira dos países mais ricos, que importam alimentos do Brasil, continua fragilizada. Isso pode impedir que os preços agrícolas continuem em alta em 2011.

– Você tem alguns mercados emergentes, crescendo, mas você tem por outro lado grandes mercados, as maiores economias do mundo, vivendo de maneira bastante frugal. Quer dizer, desemprego elevado, isso evidentemente limita a expansão de mercado de soja, derivados, etc – avalia o consultor Fábio Silveira.

No mercado interno, o setor agrícola também enfrenta problemas. E são os mesmos de anos anteriores. Com a falta de infraestrutura e logística para a comercialização da safra, a formação de preços depende da oferta de produto. Na maioria das vezes, um ganha porque o outro perdeu. E em 2011 não deve ser diferente.

– É muito triste você imaginar que nós temos um cenário positivo para 2011 porque tem produtores que vão ir mal. Isso não é uma coisa para se comemorar. Nós temos que pensar que temos um cenário positivo porque temos a China aumentando e porque o Brasil fez investimento em infraestrutura, aprovou código ambiental. Enfim, que o Brasil melhorou seus portos – diz o presidente da Aprosoja-MT, Glauber Silveira.

– Nós temos um custo muito elevado por conta da logística de transporte e tudo mais, porto que também precisa melhorar muito, e isso é uma coisa que não vai se resolver a curto prazo, é algo que precisa ser resolvido a longo prazo, mas que impacta diretamente na nossa produção no nosso custo de produção. Então a logística realmente é um calo nos pés do agricultor –conclui Dolphine.



Fonte: Canal Rural

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

China importará produtos agrícolas para recompor estoques

O Ministério do Comércio da China informou que o país vai aumentar em 2011 as importações de importantes commodities agrícolas em função da apertada oferta. O objetivo é reconstruir as reservas estatais.

O ministro Chen Deming disse durante uma reunião com outros ministros que o governo chinês vai aumentar as reservas de açúcar e carne, informou um comunicado publicado na página do ministério na Internet.

A China enfrenta um aperto da oferta dos principais produtos agrícolas, incluindo milho, algodão e açúcar, uma vez que amplos volumes dessas commodities foram liberados este ano e reduziram as reservas estatais do país.

"Dado o aumento da pressão por parte dos preços aliado à contração da oferta de alguns produtos agrícolas, garantir a oferta terá um papel importante em acalmar as expectativas de inflação e conter atividades especulativas", acrescentou o ministério no comunicado.

Os futuros do milho, açúcar e do algodão negociados no mercado chinês operaram em níveis recordes nos últimos meses, com investidores especulando sobre escassez de oferta.

Os principais fornecedores de milho e algodão da China são os Estados Unidos, enquanto o Brasil é o maior exportador de açúcar para o país asiático até este ano. Os chineses também aumentaram as importações da Índia.

Fonte:  Reuters

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Soja vale US$ 14 por bushel para março em Paranaguá

Os futuros da soja continuam em alta na Bolsa de Chicago, encontrando sustentação no clima seco na Argentina. Às 11h05, o vencimento março era cotado a US$ 13,44 e adicionado o valor do prêmio no Porto de Paranaguá (US$ 0,57/bushel) o valor já batia os US$ 14,00 por bushel para o brasileiro que colocar a soja disponível no porto.

Apesar das chuvas registradas e também previstas para a Argentina, as condições das lavouras ainda preocupam. O fator acaba agindo como um catalisador para o avanço dos preços.

Fonte:  Notícias Agrícolas

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Estiagem na Argentina continua e preços sobem em Chicago

Os contratos futuros da soja com vencimento em março encerraram o pregão de sexta-feira, na bolsa de Chicago, a US$ 13,1050 por bushel, com alta de 10 centavos de dólar. De acordo com analistas ouvidos pela Dow Jones, o mercado ainda está um pouco preocupado com o clima na Argentina, já que as previsões meteorológicas apontam mais dias secos e quentes. "Isso deve levar ao prêmio por riscos", disse Jack Scoville, vice-presidente da Price Futures Group, à Bloomberg.

As lavouras do país ainda têm chances de melhora, mas no momento elas não precisavam de mais calor e estresse [hídrico], acrescentou. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos ficou em R$ 48,49, com alta de 0,37%. No mês, a soja acumula queda de 0,41%.

Fonte:  Valor Econômico

Chuva segue predominando no Centro-Oeste

Terça com chuva em Santa Catarina e Paraná devido à presença de uma frente fria. Chove forte entre o norte catarinense e o leste do Paraná, onde os acumulados passam dos 60mm. Devido à nebulosidade, o calor diminui nos dois Estados. O sol volta a predominar em grande parte do Rio Grande do Sul que terá uma madrugada com temperaturas mais amenas. Por outro lado, com o tempo aberto, volta a fazer muito calor durante a tarde.



Sudeste

Predomínio de sol e calor em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. São Paulo também terá sol desde cedo e temperatura alta, mas a aproximação de uma frente fria volta a provocar temperaturas no decorrer da tarde. O maior volume de chuva concentra-se no sul do Estado, na região do Vale do Ribeira.



Centro-Oeste

A chuva continua sobre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com acumulados acima dos 60mm no noroeste matogrossense. Em Goiás, as chuvas são isoladas e o calor aumenta no Estado.



Nordeste

Na terça, as pancadas de chuva atingem grande parte da região Nordeste e as chuvas mais fortes concentram-se sobre o litoral, entre o Ceará e o Rio Grande do Norte. Uma massa de ar seco deixa o tempo firme na região central da Bahia.



Norte

As pancadas de chuva atingem toda a região, com acumulados de mais de 60mm entre o oeste e noroeste do Amazonas.





Confira a previsão para os próximos dias



Sul

Até a quarta, pelo menos, a frente fria provoca temporais no Paraná. As chuvas ficam escassas novamente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina até o fim do ano e, como consequência do tempo seco e do predomínio de sol, uma onda de calor toma conta dos dois Estados na última semana de dezembro.



Sudeste

Na quarta, a frente fria atua sobre São Paulo, onde as chuvas serão intercaladas com períodos de melhoria. Volta a chover também em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Até o Natal, essa frente fria permanece sobre a região Sudeste, provocando chuvas intensas e acumulados altos em Minas Gerais, Espírito Santo e interior de São Paulo.



Centro-Oeste

Devido à presença de uma frente fria sobre a região Sudeste, o tempo fica chuvoso novamente no Centro-Oeste até o fim da semana. Em função da nebulosidade, o calor diminui na região.



Nordeste

A partir do dia 23, uma frente fria avança em direção ao Nordeste e as chuvas ganham força sobre o oeste da Bahia, sul do Piauí e sul do Maranhão. Na metade norte da região, a chuva diminui.



Norte

A segunda metade da semana será de tempo chuvoso na região Norte, com acumulados que superam 100mm entre o Amazonas, Pará e Rondônia.



Fonte: Somar Meteorologia

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Soja dá renda, mas venda foi com preço menor

Os preços da soja estão bons em Mato Grosso, mas a maior parte do produto a ser colhido já está negociada, o que deverá reduzir o valor médio recebido nesta safra. Mesmo assim, a safra será boa em termos de renda.

Na avaliação do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), 63% da soja já foi negociada com as tradings. Esse percentual, no entanto, pode ser ainda maior, segundo Glauber Silveira da Silva, presidente da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso).

Ele estima que, computadas as sacas a serem destinadas ao pagamento de arrendamento e das prestações de serviços, como colheita, o percentual fique entre 72% e 75%.

Silveira diz que o cenário para os produtores em julho não era bom e, quando a soja atingiu US$ 15 por saca, os produtores começaram a fazer negócios. Atualmente os preços estão em US$ 22 por saca, mas a média obtida pelos produtores fica entre US$ 17,50 e US$ 18 por saca.

"Falta muito ainda para a conclusão da safra, mas pode-se dizer que a margem [de lucro] será positiva." É o melhor saldo das últimas sete safras, segundo ele. Nesse período, no entanto, o produtor teve quatro safras com prejuízo e três com lucro.

O desenvolvimento da safra mato-grossense vai bem. O clima está seco e o atraso de 20 dias no plantio fez com que a ferrugem, uma das doenças que exigem pesados gastos dos produtores para seu controle, ainda não tenha chegado às lavouras.

Os produtores de Mato Grosso semearam 6,2 milhões de hectares e deverão produzir 18,7 milhões de toneladas de soja, conforme estimativas do Imea.

Fonte: Folha de S.Paulo

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Expectativa do mercado é de redução nos estoques de grãos

Nesta sexta-feira, 10, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seu relatório mensal de oferta e demanda de dezembro. Segundo uma pesquisa da agência Bloomberg, os estoques norte-americanos bem como os mundiais de soja, milho e trigo depois da colheita do ano, provavelmente, serão menores do que o previsto pelo departamento em novembro em razão da forte demanda pelos produtos.

A expectativa do mercado para as reservas dos EUA de milho é de 20,48 milhões de toneladas, em novembro, o USDA estimou estoques em 21,01 milhões de toneladas. Já para a soja, espera-se 4,48 milhões de toneladas, enquanto no mês passado foram 5,03 milhões de toneladas. Para o trigo, a estimativa é de 22,9 milhões de toneladas, em novembro, eram 23,08 milhões de toneladas.

Ainda segundo a pesquisa, os estoques mundiais das três commodities também serão menores do que o previsto pelo USDA em novembro. De acordo com alguns analistas, as reservas estarão reduzidas também em comparação com o estocado há um ano.

As expectativas do mercado para os estoques globais de milho são de de 128,71 milhões de toneladas, as de soja de 60,59 milhões de toneladas e as de trigo de 171,30 milhões de toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Exportações semanais de soja nos EUA ficam acima das expectativas

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou que as exportações semanais de soja do país somaram 1,401.6 milhão de toneladas na semana que se encerrou dia 25 de novembro. Os números são do relatório de registro de exportações do departamento reportado nesta quinta-feira.

O volume ficou acima das expectativas do mercado, que variavam entre 1 e 1,3 milhão de toneladas.

Abaixo do esperado ficaram as exportações semanais de farelo de soja, que somaram, na mesma semana, 133,8 mil toneladas. O esperado ia de 150 a 225 mil toneladas.

As vendas semanais de milho foram registradas em 758,1 mil toneladas. A expectativa era de um volume entre 500 e 900 mil toneladas.

Já para o trigo, exportações acima das expectativas - de 500 mil a 700 mil toneladas - totalizaram 704,2 mil toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas