Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Estiagem na Argentina continua e preços sobem em Chicago

Os contratos futuros da soja com vencimento em março encerraram o pregão de sexta-feira, na bolsa de Chicago, a US$ 13,1050 por bushel, com alta de 10 centavos de dólar. De acordo com analistas ouvidos pela Dow Jones, o mercado ainda está um pouco preocupado com o clima na Argentina, já que as previsões meteorológicas apontam mais dias secos e quentes. "Isso deve levar ao prêmio por riscos", disse Jack Scoville, vice-presidente da Price Futures Group, à Bloomberg.

As lavouras do país ainda têm chances de melhora, mas no momento elas não precisavam de mais calor e estresse [hídrico], acrescentou. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos ficou em R$ 48,49, com alta de 0,37%. No mês, a soja acumula queda de 0,41%.

Fonte:  Valor Econômico

Chuva segue predominando no Centro-Oeste

Terça com chuva em Santa Catarina e Paraná devido à presença de uma frente fria. Chove forte entre o norte catarinense e o leste do Paraná, onde os acumulados passam dos 60mm. Devido à nebulosidade, o calor diminui nos dois Estados. O sol volta a predominar em grande parte do Rio Grande do Sul que terá uma madrugada com temperaturas mais amenas. Por outro lado, com o tempo aberto, volta a fazer muito calor durante a tarde.



Sudeste

Predomínio de sol e calor em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. São Paulo também terá sol desde cedo e temperatura alta, mas a aproximação de uma frente fria volta a provocar temperaturas no decorrer da tarde. O maior volume de chuva concentra-se no sul do Estado, na região do Vale do Ribeira.



Centro-Oeste

A chuva continua sobre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com acumulados acima dos 60mm no noroeste matogrossense. Em Goiás, as chuvas são isoladas e o calor aumenta no Estado.



Nordeste

Na terça, as pancadas de chuva atingem grande parte da região Nordeste e as chuvas mais fortes concentram-se sobre o litoral, entre o Ceará e o Rio Grande do Norte. Uma massa de ar seco deixa o tempo firme na região central da Bahia.



Norte

As pancadas de chuva atingem toda a região, com acumulados de mais de 60mm entre o oeste e noroeste do Amazonas.





Confira a previsão para os próximos dias



Sul

Até a quarta, pelo menos, a frente fria provoca temporais no Paraná. As chuvas ficam escassas novamente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina até o fim do ano e, como consequência do tempo seco e do predomínio de sol, uma onda de calor toma conta dos dois Estados na última semana de dezembro.



Sudeste

Na quarta, a frente fria atua sobre São Paulo, onde as chuvas serão intercaladas com períodos de melhoria. Volta a chover também em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Até o Natal, essa frente fria permanece sobre a região Sudeste, provocando chuvas intensas e acumulados altos em Minas Gerais, Espírito Santo e interior de São Paulo.



Centro-Oeste

Devido à presença de uma frente fria sobre a região Sudeste, o tempo fica chuvoso novamente no Centro-Oeste até o fim da semana. Em função da nebulosidade, o calor diminui na região.



Nordeste

A partir do dia 23, uma frente fria avança em direção ao Nordeste e as chuvas ganham força sobre o oeste da Bahia, sul do Piauí e sul do Maranhão. Na metade norte da região, a chuva diminui.



Norte

A segunda metade da semana será de tempo chuvoso na região Norte, com acumulados que superam 100mm entre o Amazonas, Pará e Rondônia.



Fonte: Somar Meteorologia

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Soja dá renda, mas venda foi com preço menor

Os preços da soja estão bons em Mato Grosso, mas a maior parte do produto a ser colhido já está negociada, o que deverá reduzir o valor médio recebido nesta safra. Mesmo assim, a safra será boa em termos de renda.

Na avaliação do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), 63% da soja já foi negociada com as tradings. Esse percentual, no entanto, pode ser ainda maior, segundo Glauber Silveira da Silva, presidente da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso).

Ele estima que, computadas as sacas a serem destinadas ao pagamento de arrendamento e das prestações de serviços, como colheita, o percentual fique entre 72% e 75%.

Silveira diz que o cenário para os produtores em julho não era bom e, quando a soja atingiu US$ 15 por saca, os produtores começaram a fazer negócios. Atualmente os preços estão em US$ 22 por saca, mas a média obtida pelos produtores fica entre US$ 17,50 e US$ 18 por saca.

"Falta muito ainda para a conclusão da safra, mas pode-se dizer que a margem [de lucro] será positiva." É o melhor saldo das últimas sete safras, segundo ele. Nesse período, no entanto, o produtor teve quatro safras com prejuízo e três com lucro.

O desenvolvimento da safra mato-grossense vai bem. O clima está seco e o atraso de 20 dias no plantio fez com que a ferrugem, uma das doenças que exigem pesados gastos dos produtores para seu controle, ainda não tenha chegado às lavouras.

Os produtores de Mato Grosso semearam 6,2 milhões de hectares e deverão produzir 18,7 milhões de toneladas de soja, conforme estimativas do Imea.

Fonte: Folha de S.Paulo

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Expectativa do mercado é de redução nos estoques de grãos

Nesta sexta-feira, 10, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seu relatório mensal de oferta e demanda de dezembro. Segundo uma pesquisa da agência Bloomberg, os estoques norte-americanos bem como os mundiais de soja, milho e trigo depois da colheita do ano, provavelmente, serão menores do que o previsto pelo departamento em novembro em razão da forte demanda pelos produtos.

A expectativa do mercado para as reservas dos EUA de milho é de 20,48 milhões de toneladas, em novembro, o USDA estimou estoques em 21,01 milhões de toneladas. Já para a soja, espera-se 4,48 milhões de toneladas, enquanto no mês passado foram 5,03 milhões de toneladas. Para o trigo, a estimativa é de 22,9 milhões de toneladas, em novembro, eram 23,08 milhões de toneladas.

Ainda segundo a pesquisa, os estoques mundiais das três commodities também serão menores do que o previsto pelo USDA em novembro. De acordo com alguns analistas, as reservas estarão reduzidas também em comparação com o estocado há um ano.

As expectativas do mercado para os estoques globais de milho são de de 128,71 milhões de toneladas, as de soja de 60,59 milhões de toneladas e as de trigo de 171,30 milhões de toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Exportações semanais de soja nos EUA ficam acima das expectativas

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou que as exportações semanais de soja do país somaram 1,401.6 milhão de toneladas na semana que se encerrou dia 25 de novembro. Os números são do relatório de registro de exportações do departamento reportado nesta quinta-feira.

O volume ficou acima das expectativas do mercado, que variavam entre 1 e 1,3 milhão de toneladas.

Abaixo do esperado ficaram as exportações semanais de farelo de soja, que somaram, na mesma semana, 133,8 mil toneladas. O esperado ia de 150 a 225 mil toneladas.

As vendas semanais de milho foram registradas em 758,1 mil toneladas. A expectativa era de um volume entre 500 e 900 mil toneladas.

Já para o trigo, exportações acima das expectativas - de 500 mil a 700 mil toneladas - totalizaram 704,2 mil toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Desvalorização do dólar acarreta quase meio bilhão a menos a MT

A desvalorização do dólar frente ao real está consumindo parte da receita originada nas exportações que o Estado acumula ao longo do ano. Considerando a taxa média de R$ 1,68 para moeda norte-americana em outubro deste ano, Mato Grosso deixou de faturar cerca de meio bilhão, já que as perdas cambiais abocanharam cerca de R$ 434 milhões nos dez primeiros meses de 2010. No mesmo período do ano passado, a taxa média em vigor em igual mês de comparação foi de R$ 1,74.

Para se chegar às cifras é preciso converter à taxa atual a receita gerada com os embarques no acumulado de 2010. De janeiro a outubro deste ano os embarques originaram receita de US$ 7,24 bilhões. As cifras, quando convertidas à taxa média de outubro deste ano (R$ 1,68), se transformam em R$ 12,16 bilhões.

Já o mesmo faturamento em dólar, sob a taxa média de outubro do ano passado (R$ 1,74), renderia R$ 12,59 milhões, uma diferença de R$ 434,49 milhões. Em dólar, as vendas externas mato-grossenses somaram de janeiro a outubro deste ano US$ 7,24 bilhões, contra US$ 7,46 bilhões no acumulado do mesmo período do ano passado, redução de 2,94%.

Comparando o desempenho dos meses de outubro as perdas cambiais somam R$ 32,75 milhões, ou, -3,45%, na análise anual. As vendas efetuadas no mês passado somaram US$ 545,78 milhões.

Em outubro do ano passado foram US$ 595,42 milhões. A receita do mês passado sob uma taxa de R$ 1,74 geraria R$ 949,66 milhões. Já sob taxa de R$ 1,68, o faturamento vai a R$ 916,91 milhões. Em reais, uma receita menos a outra gera a diferença de R$ 32,75 milhões.

“O drama da valorização do real é que Mato Grosso vende (exporta) commodities agrícolas, o preço de uma tonelada destes produtos é cotado em dólar e na hora de converter, a defasagem cambial abocanha mais reais, quando o dólar enfraquece”, explica o assessor econômico da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Carlos Vitor Timo Ribeiro.

Em um exemplo do peso da defasagem, Timo considera a tonelada da soja. Se a tonelada custar US$ 500 FOB (no porto) e a taxa (o dólar) estiver em R$ 2,39 (como esteve em dezembro de 2008), quem vendeu recebeu R$ 1.195, ao converter as moedas. A mesma tonelada sob um dólar de R$ 1,68 vai para R$ 840, perdas de 29,7% sobre o valor, ou de R$ 355 reais a menos no bolso do exportador por uma tonelada. “Imagine essa diferença em milhões de toneladas?”, indaga.

As perdas geradas pela defasagem cambial somaram em julho deste ano R$ 789 milhões. “Há uma redução em função das diferentes cotações que o dólar recebeu nos períodos de análise”.

2010 - Diante das sinalizações de acomodação da taxa de câmbio, da agregação de valor na pauta mato-grossense e de um mercado interno mais atrativo, Timo acredita que o resultado das exportações em 2010 deverá ficar muito próximo do realizado em 2009, US$ 8,49 bilhões. “Tomara que sejamos surpreendidos”, afinal, no acumulado dos dez primeiros meses deste ano, há uma queda de quase 3% sobre igual período do ano passado.

“Com um dólar menos competitivo às exportações e com um mercado interno mais aquecido, parte da pauta está sendo remanejada”. Em outras palavras, a soja que era embarcada em grandes quantidades em grão fica no país e vira biodiesel. O milho que poderia ser embarcado vira ração, alimenta aves e suínos, e a carne deles é que segue rumo aos principais consumidores internacionais.

Como explica Timo, as exportações do complexo soja – grão, farelo e óleo – acumulam perdas sensíveis neste ano. O grão encolheu 18% e o óleo, 22%. “Esse adensamento da cadeia é positivo e reflete o processo de industrialização do Estado. A queda nos embarques da soja em grão é tendência”.

Tomara que a tendência seja duradoura e que o consumo interno mantenha o apetite. As projeções para o dólar apontam para uma média de R$ 1,75 para dezembro de 2011. Se a taxa se confirmar, haverá um ganho nominal de 2,9% sobre a expectativa de R$ 1,70 para este ano. Porém, se for considerada a inflação do período, a elevação do dólar não será vista na prática.

As projeções para a inflação no Brasil indicam algo na casa dos 5%, para 2010 iria a 5,48% e em 2011 a 5,15%. No entanto, economistas já projetam inflação na casa dos 6% no primeiro ano do governo Dilma Rousseff. “Para se corrigir a paridade é preciso um dólar mais robusto”.

Timo lembra que em julho de 2008 o câmbio teve média de R$ 1,59, passou a R$ 1,80 em setembro – eclosão da crise mundial – e fechou dezembro daquele ano em R$ 2,39, em média. A taxa se manteve na média de R$ 2 de maio a novembro de 2009, caindo a R$ 1,75 em dezembro do ano passado.

Economia na Europa volta a preocupar; soja e milho recuam na CBOT

Depois do feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos na última quinta-feira (25), em que a Bolsa de Chicago não operou, os futuros da soja e do milho operam em expressiva baixa nesta sexta-feira. É a primeira vez em quatro dias que os preços da oleaginosa recuam.

A pressão é resultado das preocupações com os problemas da dívida da Irlanda - que podem afetar também outros países como a Espanha e Portugal. Além disso, a valorização do dólar, consequência do problema na Zona do Euro, também pressiona as commodities uma vez que provoca uma preocupação com a demanda.

"Trata-se de um aumento da aversão ao risco. O que está acontecendo em Portugal pode fortalecer o dólar. Entretanto, qualquer queda dos preços encontrará um certa sustentação, seja para o milho ou para a soja, por conta das preocupações com o clima e com a China voltando a mercado", disse Jonathan Barratt, gerente da Commodity Broking Services PTY.

Segundo o analista de mercdo Ker Chung Yang, da Philip Futures Pte, a queda vista nos mercados do milho e da soja também podem ser realizações de lucros.

Às 10h31 (horário de Brasília), a soja para o vencimento janeiro era cotada a US$ 12,38, caindo 16,25 cents. O maio valia US$ 12,50, recuando 15,75 pontos.

No caso do milho, o vencimento dezembro operava a US$5,33, com baixa de 5 pontos, e o julho a US$5,60, perdendo 4,75 pontos.

Com informações da Bloomberg.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Em Chicago, soja despenca diante de ajuste econômico na China

Depois de encerrar com mais de 30 pontos de alta a sessão de ontem, o mercado da soja volta a cair significativamente nesta sexta-feira. De acordo com alguns analistas, o peso nas cotações ainda vem da China.

Hoje, o governo chinês anunciou mais uma alta no compulsórios dos bancos em 0,5 ponto. Este é o quinto aumento só este ano e a medida já reflete em preocupações no mercado.

Com a desaceleração da economia chinesa, o temor é de que a demanda por itens como a soja e o milho possa ser reduzida, tirando assim a sustentação dos preços.

Entretanto, alguns analistas afirmam que a nação asiática continuará comprando mesmo diante desse ajuste econômico. As importações chinesas de soja, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), deverão totalizar 57 milhões de toneladas neste ano safra.

De acordo com Ricardo Lorenzet, analista de mercado da XP Agro, o dia hoje é marcado por extrema volatilidade e o que está sendo visto é a liquidação de fundos.

Seguindo a mesma tendência da oleaginosa e influenciado basicamente pelos mesmos fundamentos, os futuros do milho também operam com forte queda no pregão de hoje.

Às 16h40, horário de Brasília, o vencimento janeiro para a soja era cotado a US$12,06, com queda de 35,50 pontos. O maio, referência para a safra brasileira, valia US$12,17, perdendo 32,75 pontos.

Fonte:  Notícias Agrícolas

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Exportações de soja nos EUA dentro do esperado

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu relatório de registro de exportações nesta quinta-feira apontando que foram exportadas 1,175.5 milhão de toneladas de soja na semana que se encerrou em 11 de novembro.

O volume ficou dentro das expectativas do mercado, que variavam entre 700 mil e 1,2 milhão de toneladas.

As exportações de milho somaram 533,7 mil toneladas e também ficaram dentro do esperado - 400 a 800 mil toneladas.

Fonte:  Notícias Agrícolas

Grãos: dia de fortes altas para o mercado na Bolsa de Chicago

Depois das significativas quedas registradas nos últimos dias, a quinta-feira parece ser de recuperação para os grãos negociados na Bolsa de Chicago.

A soja é influenciada pelas notícias vindas da Irlanda anunciando que o país aceitará o dinheiro do FMI ou da União Europeia para sanar seus problemas econômicos. Além disso, um movimento de compras técnicas e o recuo do dólar também contribuem.

O milho e o trigo também operam bastante firmes na CBOT depois de uma estimativa das Nações Unidas de que a produções desses grãos não serão capazes de atender a demanda, apertando ainda mais os estoques.

A produção global de cereais, incluindo milho e trigo, cairá para 2,216 bilhões de toneladas na temporada 2010/11. No ciclo anterior foram 2,263 bilhões de tonelads. A produção é menor do que a demanda estimada em 2,254 bilhões de toneladas. Os dados são da FAO, braço da ONU para a agricultura e alimentação.

"Nós acreditamos que a o tamanho da safra no próximo ano será determinante para ditar o tom de estabilidade dos mercados", disse Ker Chung Yan, analista da Phillip Futures Pte.

As quebras de produção, causada por eventos climáticos como a séria estiagem que atingiu a Rússia e a Ucrânia, prejudicou as previsões para as reservas mundiais.

Ainda de acordo com a FAO, os estoques de óleos vegetais são capazes de atender 13,2% da demanda e afirma que "trata-se de um nível crítico".

No entanto, mesmo com esse possível declínio da produção mundial e essa expressiva alta dos preços, ainda é preciso cautela diante do mercado - o qual não esperava por um avanço como este.

Às 10h32 (horário de Brasília), a soja no vencimento maio valia US$12,33, avançando 28,25 cents. Já para o vencimento maio, referência para a safra brasileira, era cotado a US$12,37, com alta de 26,25 cents.

No mercado do milho, o contrato de dezembro trabalhava a US$5,41, subindo 15,75 cents e o maio a US$5,62 com avanço de 16 pontos.

Para o trigo, alta de 24,50 cents no vencimento novembro - US$6,57/bushel - e contrato maio subindo 21,25 cents, valendo US$7,17/bushel.


Fonte: Notícias Agrícolas