Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Em Chicago, soja despenca diante de ajuste econômico na China

Depois de encerrar com mais de 30 pontos de alta a sessão de ontem, o mercado da soja volta a cair significativamente nesta sexta-feira. De acordo com alguns analistas, o peso nas cotações ainda vem da China.

Hoje, o governo chinês anunciou mais uma alta no compulsórios dos bancos em 0,5 ponto. Este é o quinto aumento só este ano e a medida já reflete em preocupações no mercado.

Com a desaceleração da economia chinesa, o temor é de que a demanda por itens como a soja e o milho possa ser reduzida, tirando assim a sustentação dos preços.

Entretanto, alguns analistas afirmam que a nação asiática continuará comprando mesmo diante desse ajuste econômico. As importações chinesas de soja, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), deverão totalizar 57 milhões de toneladas neste ano safra.

De acordo com Ricardo Lorenzet, analista de mercado da XP Agro, o dia hoje é marcado por extrema volatilidade e o que está sendo visto é a liquidação de fundos.

Seguindo a mesma tendência da oleaginosa e influenciado basicamente pelos mesmos fundamentos, os futuros do milho também operam com forte queda no pregão de hoje.

Às 16h40, horário de Brasília, o vencimento janeiro para a soja era cotado a US$12,06, com queda de 35,50 pontos. O maio, referência para a safra brasileira, valia US$12,17, perdendo 32,75 pontos.

Fonte:  Notícias Agrícolas

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Exportações de soja nos EUA dentro do esperado

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu relatório de registro de exportações nesta quinta-feira apontando que foram exportadas 1,175.5 milhão de toneladas de soja na semana que se encerrou em 11 de novembro.

O volume ficou dentro das expectativas do mercado, que variavam entre 700 mil e 1,2 milhão de toneladas.

As exportações de milho somaram 533,7 mil toneladas e também ficaram dentro do esperado - 400 a 800 mil toneladas.

Fonte:  Notícias Agrícolas

Grãos: dia de fortes altas para o mercado na Bolsa de Chicago

Depois das significativas quedas registradas nos últimos dias, a quinta-feira parece ser de recuperação para os grãos negociados na Bolsa de Chicago.

A soja é influenciada pelas notícias vindas da Irlanda anunciando que o país aceitará o dinheiro do FMI ou da União Europeia para sanar seus problemas econômicos. Além disso, um movimento de compras técnicas e o recuo do dólar também contribuem.

O milho e o trigo também operam bastante firmes na CBOT depois de uma estimativa das Nações Unidas de que a produções desses grãos não serão capazes de atender a demanda, apertando ainda mais os estoques.

A produção global de cereais, incluindo milho e trigo, cairá para 2,216 bilhões de toneladas na temporada 2010/11. No ciclo anterior foram 2,263 bilhões de tonelads. A produção é menor do que a demanda estimada em 2,254 bilhões de toneladas. Os dados são da FAO, braço da ONU para a agricultura e alimentação.

"Nós acreditamos que a o tamanho da safra no próximo ano será determinante para ditar o tom de estabilidade dos mercados", disse Ker Chung Yan, analista da Phillip Futures Pte.

As quebras de produção, causada por eventos climáticos como a séria estiagem que atingiu a Rússia e a Ucrânia, prejudicou as previsões para as reservas mundiais.

Ainda de acordo com a FAO, os estoques de óleos vegetais são capazes de atender 13,2% da demanda e afirma que "trata-se de um nível crítico".

No entanto, mesmo com esse possível declínio da produção mundial e essa expressiva alta dos preços, ainda é preciso cautela diante do mercado - o qual não esperava por um avanço como este.

Às 10h32 (horário de Brasília), a soja no vencimento maio valia US$12,33, avançando 28,25 cents. Já para o vencimento maio, referência para a safra brasileira, era cotado a US$12,37, com alta de 26,25 cents.

No mercado do milho, o contrato de dezembro trabalhava a US$5,41, subindo 15,75 cents e o maio a US$5,62 com avanço de 16 pontos.

Para o trigo, alta de 24,50 cents no vencimento novembro - US$6,57/bushel - e contrato maio subindo 21,25 cents, valendo US$7,17/bushel.


Fonte: Notícias Agrícolas

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Soja trabalha com alta volatilidade em Chicago

Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago operam com alta volatilidade na sessão diurna desta quarta-feira.

O mercado da soja está prestes a abandonar sua condição comprada,entretanto, já está precificado diante do temor com o ajuste econômico na China. Sendo assim, com os compradores voltando à ativa, os preços podem novamente encontrar sustentação. Paralelamente, o cenário é de oferta restrita e demanda forte e aquecida. Com isso, as liquidações podem ser tidas como oportunidades de compra.

No caso do milho, o estímulo vem dos consumidores finais que estão comprando grandes volumes do cereal. De acordo com alguns traders, o mercado se recuperou durante o pregão eletrônico e as exportações voltam a acontecer por conta dos preços mais baixos. Porém, um possível recuo da demanda chinesa pode segurar levemente o avanço.

Segundo o analista de mercado Ricardo Lorenzet, da XP Agro, o movimento dos futuros da soja de hoje está atrelado a esta correção de vendas. Além disso, os preços ainda recebem a influência positiva dos mercados vizinhos - o milho e o trigo.

No entanto, diz ainda que o suporte macro vem do cenário fundamental que combina estoques ajustados nos Estados Unidos, a incerteza sobre a oferta sul-americana e mais a demanda aquecida.

Fonte: Centro Grãos

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

CHINA E DÓLAR FRACO ANIMAM CHICAGO - SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago para a soja opera com cotações mais altas no meio-pregão de hoje. O  mercado busca suporte na forte demanda de exportação dos Estados Unidos,  principalmente por parte da China. A fraqueza do dólar, que aumenta a competitividade norte-americana no cenário exportador, também influencia positivamente.
Os exportadores norte-americanos reportaram ao Departamento venda de 232 mil toneladas de soja em grão para a China, a serem entregues na temporada 10/11. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

MILHO: MERCADO APRESENTA POUCA OFERTA E PREÇOS FIRMES

SAFRAS (19) O mercado brasileiro de milho segue com pouca oferta e preços firmes, mesmo com as baixas do dia na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, os preços seguiram firmes.
No Paraná, preços praticados ficaram estáveis, em R$ 22/23,00, no oeste do estado, em Cascavel. No Rio Grande do Sul, mercado igual, a R$ 25/26,00 a saca, em Erechim. Em São Paulo, preços em leve valorização, a R$ 22,50/23,50 contra R$ 22,50/23,00 a saca de ontem, na Mogiana. Em Campinas, preços estáveis, a R$  26/26,50, a saca. Em Minas Gerais, patamares iguais, a R$ 23/24,00, em Uberlândia. Em Mato Grosso, preços em baixa, a R$ 13,50/16,00 contra R$ 14/17,00 de ontem, em Rondonópolis. Em Goiás, patamares com ganhos, a R$ 19,50/21,00 contra R$ 19/21,00 de ontem, em Rio Verde.

CBOT

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou as operações de terça-feira com preços mais baixos. Os investidores repercutiram a decisão do governo da China de elevar as taxas de juros do País pela primeira vez nos últimos três anos. O significativo avanço da colheita nos EUA adicionou pressão
à sessão. A força do dólar frente a outras divisas e as perdas nos mercados dos metais e do petróleo completaram o cenário baixista. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 17 de outubro, a área colhida está apontada em 68%, na semana anterior era de 51%. Em igual período do ano passado a área colhida equivalia a 16% e a média para o período é de 39%.
A posição dezembro de 2010 finalizou cotada a US$ 5,46 por bushel, recuo de 11,25 centavos em relação ao último fechamento. A posição março de 2011 finalizou cotada a US$ 5,58 por bushel, perda de 11,25 centavos em relação ao último fechamento.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou em alta de 1,26%, cotado a R$ 1,6850 para compra e R$ 1,6870 para venda. Na segunda-feira, a moeda fechou estável, cotada a R$ 1,6660. O mercado brasileiro de câmbio refletiu as novas medidas adotadas pelo governo brasileiro para conter a valorização do real. O novo aumento do IOF
parece ter surtido efeito. O cenário mundial de recuperação da divisa também ajudou na valorização das cotações. A China também anunciou a primeira elevação nos juros desde 2007, o que contribuiu para o cenário positivo para a moeda estadunidense.

SOJA: 2011 TERÁ PREÇOS ESTÁVEIS E DEMANDA AQUECIDA,APONTA SEMINÁRIO DA OCB

SAFRAS (19) - Diferente da safra passada, em que as cotações da soja foram  influenciadas por fatores especulativos, em 2011 a formação dos preços para  comercialização da oleaginosa será fundamentada na lógica da oferta e demanda.
"O preço da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) ficou engessado ao longo deste ano, entre US$ 9 o bushel e US$ 10 o bushel. Apenas recentemente subiu para US$ 12 o bushel, quando boa parte da safra brasileira já foi comercializada. A perspectiva é que esse patamar se mantenha na comercialização da safra 2011, mas
com a diferença de que não haverá especulação, o seja, os preços serão mais firmes e consistentes", disse o economista Flávio Roberto de França Júnior, diretor técnico da área de Soja e Oleaginosas e analista sênior do Grupo SAFRAS & Mercado.
Margens apertadas - Ao analisar as tendências para o mercado de soja durante o Seminário Tendência do Agronegócio 2010, na manhã desta terça-feira (19), no auditório do Sistema Ocepar, em Curitiba, França Júnior afirmou que as projeções para a safra 2011 de soja apontam um cenário muito diferente em relação a 2010, em que os produtores terão margens mais apertadas em relação à safra passada, porém, ainda positivas. "Os aspectos favoráveis são os custos menores, tecnologia e possivelmente as cotações mais firmes na CBOT. Outro fator positivo são os prêmios de exportação, os quais devem se manter, em média, no patamar entre US$ 0,40 a 0,50 o bushell para a soja em grão no porto de Paranaguá (PR)", comentou.
Já as preocupações estarão focadas em dois pontos: clima e câmbio instável.
"O clima não apenas preocupa como provoca mudanças no perfil de plantio, tanto que o plantio no Centro Oeste o Brasil já está atrasado", disse. Em relação ao câmbio, França Júnior comentou que o governo brasileiro está tomando medidas internas para conter o ritmo de queda, no entanto, externamente não há o que fazer para evitar a desvalorização do dólar frente ao Real.
Calma - Apesar da tendência de preços melhores em 2011, o analista recomenda que o produtor tenha calma, ou seja, é prudente não ter pressa para comercializar a safra. "Ainda tem muita coisa para acontecer este ano e no próximo, que pode mudar tudo o que está projetado 2011. O meu conselho é vender
a produção, mas sem ser agressivo. Não dá para deixar de aproveitar os bons preços, mas é bom seguir uma linha conservadora, sem falar que 2010 é um ano de margens apertadas, sendo que a expectativa é que os preços melhorem de 10% a 15% na época da colheita", aconselha. As estimativas apontam para uma produção mundial de 255,3 milhões de toneladas de soja na safra 2010/11, volume 2% inferior à safra passada. Os Estados Unidos, maior produtor mundial, deve produzir 92,8 milhões de toneladas,
enquanto os países da América do Sul devem contabilizar 126,7 milhões de toneladas. As informações partem do Sistema Ocepar, apoiador da OCB na realização do Seminário de hoje.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

USDA surpreende e reduz estimativa para safra de soja nos EUA

No milho, órgão deixou estimativa de estoques finais para 2010/11 bem abaixo da expectativa média do mercado.

No relatório de oferta e demanda mundial de outubro, divulgado hoje o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) reduziu a safra de soja norte-americana 2010/11 de 94,793 milhões de toneladas para 92,752 milhões de toneladas. O volume ficou bem abaixo da expectativa média do mercado, que esperava aumento para 95,011 milhões de toneladas. A produtividade veio em 49,77 sacas por hectare, abaixo das apostas dos traders, que falavam em 50,44 sacas por hectare.

A produção de milho foi calculada em 321,678 milhões de toneladas. O mercado esperava um volume de 328,943 milhões de toneladas. O rendimento médio calculado pelo USDA para as lavouras do cereal ficou em 162,97 sacas por hectare, abaixo da expectativa média dos traders (167,26 sacas por hectare).

Os estoques finais da soja em 2010/11 vieram em 7,212 milhões de toneladas, número que ficou bem abaixo da expectativa média do mercado, que esperava redução para 9,09 milhões de toneladas. Já os estoques do milho foram reduzidos para 22,912 milhões de toneladas, abaixo da aposta média dos traders (29,160 milhões de toneladas).

No quadro mundial, o USDA manteve a safra de soja da Argentina em 50 milhões de toneladas. A produção brasileira da oleaginosa foi elevada de 65 milhões para 67 milhões de toneladas. Já as importações de soja da China cresceram de 50 milhões para 50,500 milhões de toneladas na safra 2009/10. Para a temporada 2010/11, as compras chinesas permaneceram em 55 milhões de toneladas.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Colheita nos EUA.

Segundo informações a colheita ainda não atinge os 5%, tanto para milho quanto para soja.
CÂMBIO

O dólar comercial iniciou o mês de setembro rompendo o piso informal de R$ 1,75 ao fechar cotado a R$ 1,747 com queda de 0,51% no mercado interbancário de câmbio. No mês, a divisa acumula queda de 0,51% e no ano, sobe 0,23%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista caiu 0,51% e fechou o pregão desta quarta-feira a R$ 1,7468. O euro comercial subiu 0,40% para R$ 2,235.

Especialistas do mercado doméstico de câmbio consideram, no entanto, que ainda é cedo para decretar o fim do piso informal de R$ 1,75, porque o recuo apoiou-se no bom humor do mercado no exterior e não há garantias de que tal ânimo vai persistir. Outra razão é que os resultados da balança comercial e fluxo cambial divulgados hoje mostraram o enfraquecimento do comércio exterior e apontaram para a necessidade de eventuais medidas para evitar piora ainda maior no setor.

Além disso, o dólar também foi debilitado pela previsão de aumento de fluxo com a realização da capitalização da Petrobras ainda este mês. O mercado operou na expectativa da divulgação no fim da tarde do preço do barril de petróleo que será utilizado na cessão onerosa, após reuniões previstas do CNPE e do Conselho de Administração da estatal. O preço vai definir o valor da capitalização e permitir projeções sobre o volume de recursos estrangeiros na oferta.

No leilão realizado por volta das 12h15, o Banco Central comprou dólares no mercado à vista com taxa de corte das propostas de R$ 1,7407.

Em meio ao otimismo das bolsas de valores deflagrado pelo bom resultado de índices de atividade industrial na China e nos EUA, o dólar também recuou ante as principais moedas.

No exterior, a moeda americana caiu ante o euro e subiu na comparação com o iene. Às 16h40 (de Brasília), no mercado de Nova York, o dólar era cotado por 84,44 ienes, ante 83,83 ienes ontem, no fim da tarde. No mesmo horário, o euro valia US$ 1,2803, ante US$ 1,2673 ontem.


Câmbio turismo

Nas operações de câmbio turismo, o dólar fechou em queda de 0,54% e foi negociado em média à R$ 1,85 na ponta de venda e a R$ 1,713 na compra. O euro turismo registrou ganho de 0,13% a R$ 2,36 (venda) e R$ 2,18 (compra).