Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

USDA surpreende e reduz estimativa para safra de soja nos EUA

No milho, órgão deixou estimativa de estoques finais para 2010/11 bem abaixo da expectativa média do mercado.

No relatório de oferta e demanda mundial de outubro, divulgado hoje o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) reduziu a safra de soja norte-americana 2010/11 de 94,793 milhões de toneladas para 92,752 milhões de toneladas. O volume ficou bem abaixo da expectativa média do mercado, que esperava aumento para 95,011 milhões de toneladas. A produtividade veio em 49,77 sacas por hectare, abaixo das apostas dos traders, que falavam em 50,44 sacas por hectare.

A produção de milho foi calculada em 321,678 milhões de toneladas. O mercado esperava um volume de 328,943 milhões de toneladas. O rendimento médio calculado pelo USDA para as lavouras do cereal ficou em 162,97 sacas por hectare, abaixo da expectativa média dos traders (167,26 sacas por hectare).

Os estoques finais da soja em 2010/11 vieram em 7,212 milhões de toneladas, número que ficou bem abaixo da expectativa média do mercado, que esperava redução para 9,09 milhões de toneladas. Já os estoques do milho foram reduzidos para 22,912 milhões de toneladas, abaixo da aposta média dos traders (29,160 milhões de toneladas).

No quadro mundial, o USDA manteve a safra de soja da Argentina em 50 milhões de toneladas. A produção brasileira da oleaginosa foi elevada de 65 milhões para 67 milhões de toneladas. Já as importações de soja da China cresceram de 50 milhões para 50,500 milhões de toneladas na safra 2009/10. Para a temporada 2010/11, as compras chinesas permaneceram em 55 milhões de toneladas.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Colheita nos EUA.

Segundo informações a colheita ainda não atinge os 5%, tanto para milho quanto para soja.
CÂMBIO

O dólar comercial iniciou o mês de setembro rompendo o piso informal de R$ 1,75 ao fechar cotado a R$ 1,747 com queda de 0,51% no mercado interbancário de câmbio. No mês, a divisa acumula queda de 0,51% e no ano, sobe 0,23%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista caiu 0,51% e fechou o pregão desta quarta-feira a R$ 1,7468. O euro comercial subiu 0,40% para R$ 2,235.

Especialistas do mercado doméstico de câmbio consideram, no entanto, que ainda é cedo para decretar o fim do piso informal de R$ 1,75, porque o recuo apoiou-se no bom humor do mercado no exterior e não há garantias de que tal ânimo vai persistir. Outra razão é que os resultados da balança comercial e fluxo cambial divulgados hoje mostraram o enfraquecimento do comércio exterior e apontaram para a necessidade de eventuais medidas para evitar piora ainda maior no setor.

Além disso, o dólar também foi debilitado pela previsão de aumento de fluxo com a realização da capitalização da Petrobras ainda este mês. O mercado operou na expectativa da divulgação no fim da tarde do preço do barril de petróleo que será utilizado na cessão onerosa, após reuniões previstas do CNPE e do Conselho de Administração da estatal. O preço vai definir o valor da capitalização e permitir projeções sobre o volume de recursos estrangeiros na oferta.

No leilão realizado por volta das 12h15, o Banco Central comprou dólares no mercado à vista com taxa de corte das propostas de R$ 1,7407.

Em meio ao otimismo das bolsas de valores deflagrado pelo bom resultado de índices de atividade industrial na China e nos EUA, o dólar também recuou ante as principais moedas.

No exterior, a moeda americana caiu ante o euro e subiu na comparação com o iene. Às 16h40 (de Brasília), no mercado de Nova York, o dólar era cotado por 84,44 ienes, ante 83,83 ienes ontem, no fim da tarde. No mesmo horário, o euro valia US$ 1,2803, ante US$ 1,2673 ontem.


Câmbio turismo

Nas operações de câmbio turismo, o dólar fechou em queda de 0,54% e foi negociado em média à R$ 1,85 na ponta de venda e a R$ 1,713 na compra. O euro turismo registrou ganho de 0,13% a R$ 2,36 (venda) e R$ 2,18 (compra).

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

MILHO E TRIGO CBOT

Milho CBOT: O milho na Bolsa trabalhou nos dois lados antes de fechar com ligeira queda de ½ ponto. Recebeu pressão do trigo e pressão e do início da colheita dos EUA. No entanto, a cada tentativa de queda maior, o mercado acabou provocando renovado interesse de compra dos altistas, que apostam em uma produtividade americana abaixo do esperado e uma retomada da demanda internacional. O contrato de set/10 conseguiu se manter acima da marca psicológica de Us$ 4,00/bu.

Trigo CBOT: Queda de até 27 ¼ pontos ou desvalorização de quase 4% na Bolsa de Chicago. Alem do contrato de set/10, agora dez/10 também passou a operar abaixo da marca psicológica de Us$ 7,00/bu, reflexo de mais uma onda de tomada de lucros pelos especuladores e fundos de investimento, que no rali do início de agosto, provocada pela seca na Rússia, tinham alongado posições. Pressão da decisão do Egito (maior comprador do mundo) de comprar 240.000t de trigo da França e Canadá e nada dos EUA.

Alta na Soja em Chicago

Soja na Bolsa de Chicago abriu em alta, mas não sustentou por muito tempo, logo cedeu e passou a operar no negativo. Houve pressão do início da colheita de uma safra recorde e disponibilidade maior nas próximas semanas nos EUA. Sem novidades, mercado financeiro fraco e nenhuma demanda nova impressionante para a semana, houve ainda vendas técnicas. A queda se acelerou uma vez que o contrato de nov/10 recuou abaixo da marca psicológica de Us$ 10,00/bu. No entanto, nos minutos finais o mercado ensaiou reação e acabou fechando com ligeira alta. O óleo de soja foi o mais fraco do complexo, onde chegou a receber pressão da queda inicial do petróleo, que se segurou acima da marca psicológica de Us$ 70,00/barril, e também só conseguiu reagir no final.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

MILHO E TRIGO CBOT

Milho CBOT: ligeira alta média de 3 pontos no pregão de milho na Bolsa de Chicago. Chegou a operar sob pressão da queda no soja e petróleo, mas reagiu com expectativa de forte demanda nova. O USDA anunciou hoje uma venda nova de 240.0000t de milho americano para o Egito, entrega no ano
comercial 2010/11. A Coréia do Sul comprou 55.000t de milho origem opcional, provavelmente do Brasil ou Argentina, entrega até 25/12/10. Na China, os preços de milho no mercado interno voltaram a subir com rumores sobre a queda nos estoques estratégicos do país. Como forma de tentar controlar a escalada dos preços internos, o governo da China negociou 15,68 mi.t. dos estoques nos leiloes oficiais em 2009, e este ano o volume já está em 18,88 mi.t. Em uma das principais praças do leilão, o governo
decidiu esta semana que deve ofertar apenas 400.000t do produto contra 1 mi.t. nas semanas anteriores.

Trigo CBOT: leve alta média de até 5 pontos no pregão de trigo na Bolsa de Chicago. Suporte da notícia que a Ucrânia deve limitar as exportações de trigo durante os meses de setembro e outubro. O Japão procurava comprar 40.000t de trigo mas hoje só adquiriu 18.580t do produto, entrega até
outubro 2010.

Soja em Baixa na Bolsa de Chicago

O pregão de soja na Bolsa de Chicago abriu devolvendo os ganhos do dia anterior, considerados exagerados por muitos, em função da especulação em torno da incidência da “morte súbita“ em metade das lavouras de soja de Iowa (EUA). Clima considerado favorável no centro-oeste americano também contribuiu para manter compradores afastados. Uma tentativa de reação técnica no final acabou frustrada e o pregão fechou com queda de até 11 pontos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

MILHO E TRIGO

Milho CBOT: alta média de 13 ¼ pontos ou valorização de pouco mais de 3% no pregão de milho na Bolsa de Chicago e todos os meses de contratos de 2011 estão se consolidando acima da marca psicológica de Us$ 4,00/bu. Um forte rali no trigo ofereceu suporte psicológico ao milho, mas também há preocupações fundamentais. Apesar de clima considerado excelente para o desenvolvimento das lavouras do cinturão de milho dos EUA, o mercado está preocupado com a safra na Europa. Com estoques de trigo para ração considerados baixos e algumas perdas sendo registradas na safra de milho de alguns países europeus, cresce a expectativa de uma maior demanda nova para milho americano.

Trigo CBOT: alta de até 20 ½ pontos ou valorização também de pouco mais de 3% no pregão de trigo na Bolsa de Chicago e alguns meses de contratos de 2011 já estão se aproximando perigosamente a marca psicológica de Us$ 7,00/bu. Comentários sobre a seca na Europa e principalmente na Rússia (onde as temperaturas essa semana chegaram a um recorde de 37º C), levaram as cotações na Europa ao melhor nível em 2 anos e ao pregão em Chicago ao melhor nível em 13 meses. A expectativa é que as exportações de trigo pela Rússia devem continuar caindo e pode haver até limites impostos para embarques ao exterior, e assim abrindo espaço para maior volume de exportações de trigo americano.

Rali na Soja em Chicago

Apesar das poucas notícias ligadas diretamente ao mercado de soja, o complexo conseguiu bom rali. O farelo recebeu suporte da forte alta no trigo e milho, que competem diretamente no mercado de ração e o resto foi atrás. A possível quebra de safra na Europa pode criar uma demanda extra em um momento de entressafra nos EUA. Compras agressivas pela China e outro fator de suporte. No final a alta foi limitada pelo clima predominantemente favorável ao desenvolvimento das lavouras no cinturão de soja dos EUA.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Clima nas lavouras dos EUA e

USDA confirma condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de soja nos Estados Unidos. No início da semana passada, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou o seu relatório semanal de evolução da safra de soja, com informações positivas quanto à qualidade das lavouras nos Estados Unidos. Em valores percentuais, o USDA estimou que 67,0% dos campos cultivados com soja para a safra 2010/11 ficaram dentro da classificação boas + excelentes, ante 65,0% da semana precedente.
No mesmo período do ano passado, o percentual para a mesma classificação também era de 67,0%, o que resultou em aumento das expectativas do mercado para uma nova safra cheia no país, como observado em 2009/10. Pelo mapa de monitoramento da seca nos


EUA, notou-se que até a última terça-feira (20/07) apenas uma pequena porção, no Sul do Corn Belt, apresentou algum grau de estresse hídrico. Dentro da mesma região, os destaques ficaram para Illinois e Missouri, com ganho nas lavouras classificadas entre boas e excelentes, de dois pontos percentuais.
Tal contexto climático contrariou as expectativas dos investidores que compraram contratos futuros de soja, embasados na idéia de que as altas temperaturas e o baixo índice pluviométrico poderiam aumentar os prêmios de risco climático sobre as cotações da oleaginosa.