Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 18 de agosto de 2015

Soja: Mercado cai forte em Chicago; no Brasil, preços entre R$ 76 e R$ 77 nos portos

O mercado internacional da soja, na sessão desta terça-feira (18), trabalha com baixas significativas na Bolsa de Chicago e, segundo analistas, um dos principais motivos de pressão é o desenvolvimento da nova safra dos Estados Unidos. Paralelamente, preocupações com a economia da China também pesam sobre o mercado. 
Assim, por volta de meio-dia (horário de Brasília), as posições mais negociadas da oleaginosa na CBOT perdiam mais de 10 pontos e o contrato novembro/15, referência para a safra dos EUA, já era cotado a US$ 9,05 por bushel. O contrato março/16, por sua vez, valia US$ 9,16/bu. 
No Brasil, a terça-feira também traz alguma desvalorização para os preços, uma vez que o dólar voltou a cair na sessão de hoje, perdendo os R$ 3,50 novamente. Perto de 12h15, a moeda norte-americana caía 0,34% a R$ 3,471. Assim, em Paranaguá, a soja disponível valia R$ 77,00 - contra os R$ 78,50 desta segunda-feira (17), enquanto a futura era negociada a R$ 76,00 por saca. Já em Rio Grande, estabilidade nos R$ 77,50 por saca tanto para o produto da safra velha, quanto da nova. 
Como explicou Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, os negócios estão praticamente parados nos país. "Novos contratos não são firmados, mas há muita soja de contratos antigos sendo embarcada, uma vez que a demanda ainda é forte. Apesar da falta de notícias recentes, o mercado ainda é muito comprador", diz. 
O consultor acredita ainda que essa forte queda registrada hoje também é reflexo de um movimento de liquidação técnica, com o mercado ainda se ajustando a um novo ambiente, o qual começou a se formar na última quarta-feira (12), com a chegada do último boletim mensal de oferta e demanda do USDA. E apesar da falta de uma tendência positiva nesse momento - com o inevitável impacto da nova safra norte-americana - Brandalizze afirma que o espaço para baixas ainda mais intensas é limitado.
"O contrato novembro, que é referência para a safra americana tem um suporte forte nos US$ 9,02 em Chicago e, quando ele testa esse patamar para baixo, há fortes movimentos de compra, principalmente por parte dos fundos de investimento", explica.  
Nova safra dos EUA
Ontem, o USDA  trouxe seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras mantendo o índice das lavouras de soja do país inalterado em 63%. Os problemas estão mais concentrados no estado do Missouri, onde apenas 38% das plantações se apresentam na fase de formação de vagens, contra 61% da média da média dos últimos cinco anos. No restante do país, os índices estão se ajustando às médias. 
E as últimas previsões do NOAA, departamento oficial de clima do governo norte-americano, indicam tempestades se movimentando por quase todo o Corn Belt nesta manhã de terça-feira e as mais alongadas - para os próximos sete dias - indicam um novo sistema chegando no final da semana trazendo chuvas para todas as regiões, à exceção do oeste do Meio-Oeste. 
Economia da China
Nesta terça, os dois principais índices acionários da China caíram mais de 6% e, segundo informou a agência de notícias Reuters, refletindo as "especulações de que o banco central pode não ter pressa para afrouxar novamente a política monetária e temores de que um enfraquecimento ainda maior no iuan prejudique importadores".
E esse cenário mantém a confiança dos investidores ainda fragilizada. Como explica Bryce Knorr, analista de mercado e editor do portal internacional Farm Futures, esses investidores acreditam que o governo possa estar recuando das intervenções e deixando o mercado fazer seu papel. "Isso seria uma boa notícia no longo prazo, porém, poderia causar muitos efeitos no curto prazo, especialmente nos mercados emergentes", diz.
Prêmios no Brasil
A formação dos preços no Brasil, além de um dólar ainda em patamares elevados, conta também com os prêmios nos portos, que voltaram a subir. Nesta terça, as posições agosto e setembro/15 tinham US$ 1,00 acima dos preços praticados em Chicago e o março/16 de 30 cents de dólar.
Os valores positivos, ainda como explica Vlamir Brandalizze, refletem não só a retração dos vendedores, como as baixas em Chicago e as compras que seguem aquecidas não só no Brasil, mas na América do Sul de uma forma geral. Na Argentina, as exportações também passam por um bom momento. 
"Já há cerca de 30 a 35% da nova safra brasileira vendida. Então, o produtor já vendeu bem e não vai participar do mercado agora se os preços não são atrativos para ele", diz. 
Nos primeiros dez dia úteis de agosto, o Brasil exportou 2.571,3 milhões de toneladas de soja em grão, com uma média diária 31% maior do que o registrado no mesmo mês de 2014. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgados nesta segunda-feira (17). 
Segundo dados da agência marítima Williams analisados pela Agência de Notícias Reuters, nas próximas semanas está previsto 80 navios para carregar soja nos portos brasileiros, totalizando 4,78 milhões de toneladas. Nesta mesma época no ano passado, a escala para embarques de soja somava 3,2 milhões de toneladas em 57 navios.

Fonte: Notícias Agrícolas

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

cotação

FECHAMENTO EM 17/08 /2015

Dólar  R$ 3,4813 (-0,0230)

Máxima R$ 3,5027

Minima R$ 3,4637

Dólar em 05/10/15R$ 3,60


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos       Bushel
AGO       (-0,4)     9,24
Set           (-2,2)      9,14
Nov15    (-2,2)      9,19
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Set15   (-0,4)         3,63
DeZ     (-0,4)           3,74
Mar16    (-0,4)                  3,86

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 63,00
Alto Garça: R$ 61,50                                                       
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 62,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2016:
L. do Rio Verde: R$58,00
Rondonópolis: R$ 62,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                      
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$62,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,50
Rondonópolis: R$ 17,70
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 16,00
Itiquira: R$ 17,00

Soja: Com dia morno para o dólar e em Chicago, preços nos portos na casa dos R$ 77

O mercado internacional da soja caminha de lado na sessão desta segunda-feira (17). As cotações da oleaginosa, por volta de 12h50 (horário de Brasília), subiam pouco mais de 2 pontos nas posições mais negociadas na Bolsa de Chicago, e apenas o contrato setembro/15 - o primeiro vencimento nesse momento - subia pouco mais de 4 pontos, valendo US$ 9,29 por bushel. 
O mercado recebeu algumas informações importantes do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), porém, os traders parecem não ter dado muito peso à elas e seguem buscando manter alguma estabilidade, depois da última semana turbulenta. 
Aqui no Brasil, com um dia morno também para o dólar, os preços da soja nos portos não apresentam muitas modificações em relação ao fechamento da última sexta-feira (14). Por volta das 13h, a moeda norte-americana caía 0,37%, valendo R$ 3,474. 
O destaque fica por conta da soja disponível em Paranaguá, sendo negociada hoje na casa de R$ 78,50 por saca, contra R$ 76,00 da sexta. Já o produto da safra nova passou de R$ 77,00 para R$ 77,50. Em Rio Grande, oscilações mais tímidas, com o produto disponível em R$ 77,70 e o futuro ainda em R$ 77,50. 
Mercado Internacional
Hoje, a Farm Service Agency (FSA) um órgão do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para os dados sobre área no país - trouxe novos números da safra 2015/16 mostrando que o pedido de indenização do seguro aumentou para áreas que não puderam ser cultivadas com a soja em função das adversidades climáticas. O total foi reportado em 880 mil hectares (2,17 milhões de acres), contra 340,39 mil (842,36 mil acres) do ano passado. 
No entanto, o impacto dessas informações na sessão desta segunda-feira, especificamente, poderia ser limitado, uma vez que o "os traders ainda tentam entender o quão grande serão as safras dos Estados Unidos em 2015", disse Bryce Knorr, do portal internacional Farm Futures. 
O USDA trouxe ainda os números dos embarques semanais dos EUA e o total para a soja, na semana que terminou em 13 de agosto, ficou acima das expectativas do mercado. Foram embarcadas 375,763 mil toneladas de soja em grão, contra as projeçções de 75 mil a 200 mil toneladas, e também maior do que o volume registrado na semana anterior, de 164,766 mil toneladas. No acumulado da temporada, os EUA já embarcou 49.396,733 milhões de toneladas da oleaginosa, contra 43.206,572 milhões do mesmo período do ano comercial 2013/14. 
Agora, o USDA espera ainda os novos números do boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA traz no final do dia, às 17h, somente após o fechamento do pregão da CBOT. No último boletim,  o departamento mostrou que 63% das lavouras de soja estavam em boas ou excelentes condições. 
Ao mesmo tempo, os traders seguem observando o comportamento do clima no Meio-Oeste americano, o que deve ser um dos principais focos do mercado nesse mês, já que agosto é determinante para a definição da produtividade da cultura no país. 

Fonte: Notícias Agrícolas

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

cotação

FECHAMENTO EM 13/08 /2015

Dólar  R$ 3,5130 (1,1310)

Máxima R$ 3,5235

Minima R$ 3,4855

Dólar em 05/10/15R$ 3,60


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos       Bushel
AGO       (+44,0)     9,95
Set           (+18,4)      9,37
Nov15    (+18,2)      9,28
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Set15   (+5,4)         3,62
DeZ     (+5,6)          3,73
Mar16    (+6,0)                 3,85

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 63,00
Alto Garça: R$ 61,50                                                       
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 62,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2016:
L. do Rio Verde: R$58,00
Rondonópolis: R$ 62,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                      
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$62,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,50
Rondonópolis: R$ 17,70
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 16,00
Itiquira: R$ 17,00

No G1: Dólar segue exterior e sobe ante real, de olho em China

O dólar opera em alta ante o real nesta quinta-feira (13), acompanhando o avanço da moeda norte-americana nos mercados externos, após a China tentar tranquilizar os mercados financeiros sobre a depreciação do iuan.
Às 9h20, a moeda norte-americana subia 0,52%, a R$ 3,4927.  Na véspera, a moeda norte-americana caiu 0,67%, a R$ 3,4744.
Na semana, o dólar acumula queda de 0,96%. Em agosto, há alta acumulada de 1,45%. No ano, a moeda já subiu 30,68%.

Mercado tenta uma recuperação na sessão desta 5ª em Chicago após pressão do USDA

Na sessão desta quinta-feira (13), os preços da soja parecem testar uma recuperação após a despencada de ontem.
Ontem, os preços recuaram mais de 60 pontos depois da chegada dos novos números do USDA  em seu tradicional relatório mensal de oferta e demanda. Porém, alguns analistas - nacionais e internacionais - já sinalizavam essa tentativa de recuperação e retomada de alguns patamares importantes para as cotações. 
Passada a divulgação do reporte, os traders devem agora terminar de digerir e entender os números que os surpreenderam e voltar-se aos fundamentos do mercado, principalmente o clima no Meio-Oeste americano. Além disso, têm de trabalhar ainda com as informações do financeiro e, nesta quarta, com uma nova desvalorização da moeda chinesa. 
SOJA + 9,4
MILHO +3,2

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

cotação

FECHAMENTO EM 12/08 /2015

Dólar  R$ 3,4739 (-0,6690)

Máxima R$ 3,5031

Minima R$ 3,4544

Dólar em 05/10/15R$ 3,60


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos       Bushel
AGO       (-59,4)     9,54
Set           (-59,2)      9,21
Nov15    (-58,2)      9,13
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Set15   (-20,6)       3,55
DeZ     (-21,2)        3,88
Mar16    (-20,6)            3,99

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 57,00
Rondonópolis: R$ 67,00
Alto Garça: R$ 65,50                                                       
Sorriso: R$ 61,00
Itiquira: R$ 66,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2016:
L. do Rio Verde: R$61,00
Rondonópolis: R$ 65,00
Alto Garça: R$ 65,00                                                      
Sorriso: R$ 60,00
Itiquira: R$65,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,50
Rondonópolis: R$ 17,70
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 16,00
Itiquira: R$ 17,00

USDA contraria expectativas e eleva produção e estoques de soja e milho nos EUA

O USDA divulgou há pouco seu novo boletim mensal de oferta e demanda e, contrariando todas as expectativas do mercado, aumentou sua estimativa para a safra 2015/16 de soja e milho dos EUA, bem como o rendimento de ambas as culturas. Nos últimos dias, as consultorias privadas trouxeram números menores tanto para a oleaginosa quanto para o cereal. 
Soja EUA 
A produção de soja dos EUA foi estimada em 106,58 milhões de toneladas, contra 105,73 milhões estimadas em julho e de expectativas dos traders que variavam, em média, de 100 milhões a 103 milhões de toneladas. a produtividade norte-americana foi revisada para cima e passou de 52,17 para 53,17 sacas por hectare. Ao mesmo tempo, o USDA reduziu sua perspectiva para a área plantada - de 34,44 milhões para 34,12 milhões de hectares - e de área colhida - de 34,16 milhões para 33,79 milhões de hectares. 
O departamento reportou ainda um aumento também nos estoques finais da safra nova para 12,78 milhões de toneladas, contra o volume de 11,57 milhões trazido no reporte anterior. Além disso, reduziu ainda as exportações dos EUA de 48,31 milhões para 46,95 milhões de toneladas. Já para o esmagamento americano, uma pequena elevação de 50,1 milhões para 50,62 milhões de toneladas. 
Soja Mundo
O USDA aumentou também sua estimativa para a safra mundial 2015/16 de soja de 318,92 milhões para 320,05 milhões de toneladas. Os estoques finais globais, por outro lado, foram revisados para baixo, passando de 91,8 milhões para 86,88 milhões de toneladas. 
As safras do Brasil e da Argentina foram mantidas em, respectivamente, 97 milhões e 57 milhões de toneladas, com estoques finais estimados em 18,3 milhões e 18,3 milhões de toneladas, ambos sendo reduzidos. E as exportações de soja dos dois países também apresentaram um incremento, ficando em 54,5 milhões e 9,75 milhões de toneladas. Em julho, os volumes reportados foram de 50,75 milhões e 8,7 milhões de toneladas.
NÚMEROS COMPLETOS DA SOJA - SAFRA 2015/16
USDA Soja Agosto
Milho EUA
A produção de milho dos EUA estimada pelo USDA subiu e passou de 343,7 milhões para 347,64 milhões de toneladas, com um produtividade de 178,65 sacas por hectare - contra 174,5 sacas reportadas no boletim de julho. O departamento, por outro lado, mexeu pouco em suas projeções para as áreas plantada e colhida para o cereal, que ficaram em 35,98 milhões e 32,82 milhões de hectares. 
O USDA trouxe ainda números menores para a exportação de milho, que passaram de 47,6 milhões para 46,99 milhões de toneladas. Os estoques finais, por outro lado, foram revisados para cima e ficaram em 43,53 milhões de toneladas, contra as 40,6 milhões estimadas em julho. Já no uso do grão para a produção de etanol, o volume passou de 132,7 milhões para 136,36 milhões de toneladas. 
Milho Mundo
No cenário mundial, a safra de milho teve sua estimativa reduzida pelo USDA, passando de 987,11 milhões para 985,61 milhões de toneladas. Os estoques finais, nesse caso, subiram de 189,95 milhões para 195,06 milhões de toneladas. 
O departamento trouxe ainda uma alta expressiva na safra brasileira do cereal de 77 milhões para 79 milhões de toneladas na temporada 2015/16, enquanto manteve a argentina em 25 milhões de toneladas. As exportações do Brasil também aumentaram - de 23 milhões para 24 milhões de toneladas - e as da Argentina ficaram estáveis em 15,5 milhões de toneladas e os estoques foram projetados, respectivamente, em 16,57 milhões e 1,02 milhão de toneladas. 
No boletim, a instituição trouxe ainda uma revisão para a safra de milho da União Europeia mostrando um recuo de 65,77 milhões a 62,25 milhões de toneladas e um aumento nos estoques finais da região, que passaram de 6,12 milhões para 6,40 milhões de toneladas. As exportações também caíram e passaram de 2,5 milhões para 2 milhões de toneladas. Assim, as importações subiram de 14 milhões para 15 milhões de toneladas. 
Sobre a Ucrânia, o USDA trouxe um aumento na safra de milho de 26 milhões para 27 milhões de toneladas. As exportações também subiram - de 16 milhões para 17,5 milhões de toneladas -, enquanto os estoques subiram de 2 milhões para 2,3 milhões de toneladas. As exportações também foram elevadas, passando de 16 milhões para 17,5 milhões de toneladas. 
NÚMEROS COMPLETOS DO MILHO - SAFRA 2015/16
USDA Milho Agosto
 
Fonte: Notícias Agrícolas

Soja: Mercado, à espera do USDA, trabalha em Chicago buscando manter a estabilidade

Em dia de relatório do USDA e amanhecendo com a notícia de que a China desvalorizou o iuan pela segunda vez em dois dias, o mercado da soja na Bolsa de Chicago tem novo dia de baixa nesta quarta-feira (12). Os principais vencimentos, por volta das 7h30 (horário de Brasília), perdiam pouco mais de 4 ponto. E apesar de operar do lado negativo da tabela, a oleaginosa registrava perdas bem menos intensas do que as registradas na sessão anterior. 
Se de um lado as expectativas para o boletim do USDA são suporte para as cotações por trazerem a possibilidade de um corte na nova safra dos Estados Unidos, a aversão ao risco e o nervosismo do mercado pesam sobre os preços, uma vez que promovem, entre outras consequências, a alta do dólar. Frente à moeda norte-americana, o novo corte da chinesa foi de 1,62%. 
Fonte: Noticias Agricolas