Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 11/06 /2015

Dólar R$ 3,1053(0,2790)

Máxima R$ 3,1686
Minima R$ 3,1038
Dólar 05/10/15: R$ 3,20

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
Jul15       (-9,0)       9,40
AGO        (-9,2)       9,28
Set             (-10,2)     9,13
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
JUL15   (-1,2)        3,56
Set15     
(-1,2)        3,63
DeZ       (-1,0)       3,74

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 54,00
Rondonópolis: R$ 58,00
Alto Garça: R$ 56,00                                                       
Sorriso: R$ 40,00
Itiquira: R$ 57,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2015/2016:
L. do Rio Verde: R$54,00
Rondonópolis: R$ 58,00
Alto Garça: R$ 58,00                                                      
Sorriso: R$ 53,50
Itiquira: R$59,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,30
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$ 17,50

Dólar sobe após BC sinalizar menor intervenção no câmbio

O dólar opera em alta acentuada nesta quinta-feira (11), depois que o Banco Central reduziu a oferta de swaps cambiais para rolagem dos contratos que vencem em julho, sinalizando uma redução no ritmo de intervenção no mercado de câmbio.
Por volta das 9h20, a moeda norte-americana era vendida a R$ 3,1591, em alta de 1,42%.
O BC oferta nesta quinta até 6,3 mil swaps cambiais para rolagem dos contratos que vencem em 1º de julho. Até a véspera, a autoridade monetária vinha ofertando até 7 mil swaps por dia.
Swaps
Desde agosto de 2013, o órgão trabalha com o compromisso de recompra da moeda, para conter o avanço do dólar frente ao real. Os leilões diários de "swaps cambiais" funcionam como venda de divisas no mercado futuro, além de venda de dólares com compromisso de recompra.

O objetivo é fornecer "hedge" (proteção contra a flutuação cambial) ao mercado e evitar maiores pressões sobre o câmbio.
Fonte: G1

Soja busca direção e caminha de lado nesta manhã de 5ª feira em Chicago

O mercado internacional da soja opera com estabilidade na manhã desta quinta-feira (11) na Bolsa de Chicago. Por volta das 8h30 (horário de Brasília), as posições mais negociadas subiam entre 0,25 e 1 ponto, com o novembro valendo US$ 9,22 por bushel. 
Com as poucas mudanças trazidas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu último boletim mensal de oferta e demanda e o cenário climático incerto e trazendo preocupações no Meio-Oeste americano, o mercado busca uma direção. 
As chuvas continuam comprometendo os trabalhos de campo no Corn Belt dá suporte às cotações em Chicago, porém, o impacto ainda é limitado. Paralelamente, segue também a significativa participação dos fundos de investimento em um 'briga' entre os que possuem suas posições compradas ou vendidas. 

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 10/06 /2015

Dólar R$ 3,1140(0,4420)

Máxima R$ 3,1158
Minima R$ 3,0665
Dólar 05/10/15: R$ 3,15

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
Jul15       (-2,6)       9,48
AGO        (-2,4)      9,34
Set             (-2,6)        9,23
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
JUL15   (-8,0)        3,57
Set15     
(-8,2)        3,64
DeZ       (-8,0)       3,75

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 54,00
Rondonópolis: R$ 58,00
Alto Garça: R$ 56,00                                                       
Sorriso: R$ 40,00
Itiquira: R$ 57,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2015/2016:
L. do Rio Verde: R$54,00
Rondonópolis: R$ 59,00
Alto Garça: R$ 57,00                                                      
Sorriso: R$ 53,00
Itiquira: R$58,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,30
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$ 17,50

USDA: Estoques caem para a soja e sobem para o milho nos EUA nas safras nova e velha

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo boletim mensal de oferta e demanda e, confirmando as expectativas do mercado, reduziu os estoques finais de soja dos EUA das safras 2014/15 e 2015/16. 
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo boletim mensal de oferta e demanda e, confirmando as expectativas do mercado, reduziu os estoques finais de soja dos EUA das safras 2014/15 e 2015/16. Já os estoques de milho tiveram suas estimativas revisadas para cima. 
Soja - Safra 2014/15
Os estoques finais de soja da safra velha dos EUA passaram de 9,53 milhões a 8,98 milhões de toneladas, volume que ficou abaixo das expectativas do mercado, que apostava em 9,3 milhões de toneladas. 
O USDA trouxe ainda um ligeiro aumento no esmagamento norte-americano, o qual passou de 49,12 milhões para 49,4 milhões de toneladas. Já as exportações também tiveram um pequeno reajuste, subindo de 48,99 milhões para 49,26 milhões de toneladas. 
Para o quadro mundial, o departamentou apontou um aumento de 317,25 milhões para 318,25 milhões de toneladas de produção e, por outro lado, estimou uma redução nos estoques de 85,54 milhões para 83,7 milhões de toneladas. 
O USDA apontou ainda um aumento de 1 milhão de toneladas na safra de soja da Argentina, para 59,5 milhões de toneladas e estoques finais também maiores, estimados em 32,95 milhões de toneladas. Os estoques finais do Brasil, por outro lado, foram revisados para baixo e passaram de 24,93 para 22,75 milhões de toneladas. 
Safra 2015/16
A estimativa dos estoques finais da safra 2015/16 dos Estados Unidos passou de 13,61 milhões para 12,93 milhões de toneladas. A produção e a produtividade foram mantidas em, respectivamente, 104,78 milhões de toneladas e 52,17 sacas por hectare. 
O esmagamento da safra nova passou de 49,67 milhões para 49,8 milhões de toneladas, enquanto as exportações foram mantidas em 48,31 milhões. 
A produção mundial ficou estimada em 317,58 milhões de toneladas, ligeiramente acima do boletim anterior, e os estoques mundiais da nova safra passaram de 96,22 para 93,22 milhões de toneladas. 
As safras do Brasil e da Argentina foram mantidas em 97 e 57 milhões de toneladas, respectivamente, enquanto as importações de soja da China também sem trazer modificações e ainda estimadas em 77,5 milhões de toneladas. 
Milho
No caso do milho, a situação foi a inversa e os números de ambas as safras foram elevados. A estimativa do USDA para a temporada 2014/15 passou de 47,02 milhões para 47,65 milhões de toneladas, enquanto da 2015/16 passou por um incremento de 44,35 para 44,99 milhões de toneladas. 

Outro destaque entre os dados do milho foi o aumento na produção mundial da safra 2014/15, com sua estimativa sendo elevada de 996,12 milhões para 999,45 milhões de toneladas. Assim, os estoques finais globais passaram a 197,01 milhões de toneladas, contra as 192,5 milhões de toneladas do boletim de maio. 

NÚMEROS DA SOJA
USDA Junho - Soja
NÚMEROS DO MILHO
USDA Junho - Milho

Soja: À espera do USDA e com foco no clima chuvoso dos EUA, mercado opera sem direção na CBOT

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operavam com estabilidade mais cedo na manhã desta quarta-feira (10), porém, por volta das 10h (horário de Brasília), vinham ampliando ligeiramente suas altas. E assim, o contrato novembro/15, referência para a safra americana, batia em US$ 9,30 por bushel, com 5 pontos de alta. O julho/15, o primeiro vencimento, era negociado a US$ 9,56. Entretanto, com a volatilidade típica de dias de boletim do USDA, o mercado voltou a operar em campo misto, por volta das 11h. 
Apesar de contar com alguns fundamentos climáticos positivos, o dia é de novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e à espera desses novos números o mercado demonstra uma movimentação mais limitada. As expectativas são de uma redução nos estoques finais das safras 2014/15 e 2015/16 de soja dos Estados Unidos, segundo explicam analistas, e as informações são aguardas com ansiedades.
Paralelamente, segue o foco no clima norte-americano e no desenvolvimento da nova temporada que ainda sofre com um excesso de chuvas em importantes regiões produtoras do Corn Belt. De acordo com os novos mapas meteorológicos divulgados nesta quarta, as tempestades que se deslocam para o oeste do cinturão produtor hoje são um indicativo de duas frentes que podem trazer fortes chuvas para a maior parte da região produtora do Meio-Oeste. As previsões oficiais para os períodos de 6 a 10 dias e 8 a 14 dias ainda sinalizam um tempo bastante úmido, e com temperaturas um pouco mais frias em no noroeste. 
Complementando o quadro, o USDA divulgou ainda uma nova venda de soja dos Estados Unidos. No total foram 128,5 mil toneladas, sendo 8,5 mil da safra 2014/15 e mais 120 mil da safra 2015/16, ambos os volumes são para destinos não revelados.
Expectativas USDA
As projeções indicam uma redução nos estoques finais de soja da safra 2014/15 dos Estados Unidos e a média das expectativas - que variam de 9,8 a 8,22 milhões de toneladas - é de 9,3 milhões. Em maio, esse número veio em 9,53 milhões de toneladas. 
Para os números dos estoques finais mundiais de soja também se projeta um número menor. A média das expectativas é de 86 milhões de toneladas, contra 85,5 milhões do boletim de maio do USDA. Os números variam entre 84,2 e 87,5 milhões de toneladas. 
Os traders apostam ainda em uma redução dos estoques finais da nova safra de soja dos EUA. A média esperada é de 13,2 milhões de toneladas, contra as 13,6 milhões reportas em maio, e com as expectativas variando entre 11,78 milhões e 13,88 milhões de toneladas. 
No quadro mundial dos estoques finais poucas mudanças são aguardadas. Para a soja, a média esperada é de 96,3 milhões de toneladas, com números variando de 90,3 a 98 milhões de toneladas. Em maio, a estimativa foi de 96,2 milhões de toneladas. 

terça-feira, 9 de junho de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 09/06 /2015

Dólar R$ 3,0998(-0,2860)

Máxima R$ 3,1120
Minima R$ 3,0913
Dólar 05/10/15: R$ 3,15

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
Jul15       (+8,2)       9,52
AGO        (+9,0)      9,38
Set             (+7,6)        9,28
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
JUL15   (+1,6)        3,67
Set15     
(+1,2)        3,74
DeZ       (+1,2)       3,84

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 54,00
Rondonópolis: R$ 58,00
Alto Garça: R$ 56,00                                                       
Sorriso: R$ 51,50
Itiquira: R$ 57,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2015/2016:
L. do Rio Verde: R$54,00
Rondonópolis: R$ 59,00
Alto Garça: R$ 57,00                                                      
Sorriso: R$ 53,00
Itiquira: R$58,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,30
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$ 17,50

Dólar opera em queda pelo segundo dia seguido com expectativa de entrada de novos recursos

O dólar opera em queda frente ao real nesta terça-feira (9), refletindo as expectativas de entradas de recursos diante das recentes captações corporativas no Brasil e a desvalorização da divisa norte-americana em relação a importantes moedas emergentes.
Por volta das 12h30, a moeda norte-americana tinha queda de 0,23%, aos R$ 3,1029. 
"Há uma expectativa relevante de entradas que faz com que, na ausência de grandes notícias, o dólar tenha algum alívio aqui", disse o operador da corretora Correparti Ricardo Gomes da Silva Filho, ressaltando que a previsão do anúncio do programa de infraestrutura pelo governo federal nesta manhã também contribuía para o bom humor.
A Petrobras emitiu no início do mês US$ 2,5 bilhões em um raro título de 100 anos, na primeira investida da companhia no mercado internacional de capitais desde o estouro da Operação Lava-Jato. Na véspera, a Embraer emitiu US$ 1 bilhão em papéis com vencimento em 2025.
A expectativa de ingresso de recursos no país tem sido corroborada também pelo ciclo de aperto monetário conduzido pelo Banco Central, que aumenta a atratividade de títulos brasileiros. Na quinta-feira (11), será divulgada a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve trazer mais pistas sobre possíveis novas altas na Selic.

Soja avança na CBOT com chuvas nos EUA e dólar em baixa; mas câmbio limita ganhos no Brasil

Os futuros da soja voltaram a intensificar suas altas nesta terça-feira (9) na Bolsa de Chicago. O mercado iniciou o dia trabalhando com estabilidade, em campo positivo e passou a ganhar um pouco mais de fôlego, subindo, por volta das 13h20 (horário de Brasília), entre 4,50 e 8 pontos entre os principais vencimentos. Assim, o contrato novembro/15 era cotado a US$ 9,24 por bushel. 
Depois das altas de ontem e dos números trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o desenvolvimento da nova safra americana, o mercado parece ainda buscar uma direção. No entanto, como explicou o consultor Ênio Fernandes, o tempo excessivamente chuvoso e ainda boas informações sobre a demanda - como os números dos embarques semanais divulgados ontem acima das expectativas - que ainda dão suporte às cotações. Entretanto, a volatilidade continua, como é típica de um período de mercado climático. 
O USDA mostrou que o plantio da soja chegou a 79% da área até o último domingo (7) e o número ficou abaixo da média dos últimos cinco anos e também do registrado no mesmo período anterior. Assim, como já sinalizam analistas nacionais e internacionais, o excesso de chuvas no Meio-Oeste preocupa e já dá sinais de atraso nos trabalhos de campo. Além disso, o departamento informou ainda que 69% das lavouras estão em boas ou excelentes condições, índice que ficou abaixo das expectativas dos traders e se apresentou menor do que o registrado no mesmo período da safra 2014/15. 
Segundo explica o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, o mercado é climático nesta terça-feira, principalmente diante da necessidade até mesmo do replantio da soja em algumas áreas do Meio-Oeste dos EUA em função do excesso de precipitações. Ainda segundo ele, o potencial produtivo dessas lavouras já começa a ser afetado, uma vez que a janela para a semeadura da oleaginosa vai se estreitando e, em algumas áreas específicas, até se inviabilizando. 
A concentração dessas precipitações mais fortes está nas regiões mais ao norte do Corn Belt, onde as geadas são mais frequentes a partir de setembro, o que poderia comprometer esses trabalhos de replantio. Estados como o Kansas e o Missouri estão com o plantio significativamente atrasado. 
Ao mesmo tempo, o mercado encontrava suporte ainda em mais um dia de baixas do dólar. No Brasil, por volta das 11h, a moeda norte-americana perdia 0,55% e era cotado a R$ 3,09. No cenário doméstico, as atenções do mercado financeiro, segundo explicam analistas, estão voltadas às informações que estão sendo anunciadas na manhã de hoje sobre os investimentos do governo federal na infraestrutura do Brasil. 
Complementando o quadro, o mercado recebe ainda a notícia de que foi iniciada na Argentina, nesta terça, uma paralisação do setor de transportes - a quinta do governo de Cristina Kirchner - e o porto de Rosário, onde está um polo agroexportador, pode ficar totalmente paralisado, segundo informações do site G1.
Preços no Brasil - Novamente, as altas registradas em Chicago perdem força no momento de formação dos preços no Brasil por conta de uma nova sessão de recuo do dólar frente ao real. Por volta de meio dia, os valores para a soja disponível estavam em R$ 68,00 no porto de Paranaguá e R$ 68,70 em Rio Grande. 
E "com esse patamar de dólar, os vendedores somem, o que também acaba sendo bom para o mercado de Chicago", explica Brandalizze. Assim, os negócios seguem pontuais, acontecendo de forma mais expressiva em dias de picos da moeda norte-americana, ainda de acordo com o consultor, principalmente porque o produtor já comercializou um bom volume da safra 2014/15 e agora tem condições mais favoráveis para acompanhar o desenvolvimento dos principais fatores de formação dos preços. 
Já os negócios da safra 2015/16 estão um pouco mais aquecidos diante de melhores indicadores de valores nos terminais de exportação. Os valores, nos melhores momentos até agora, chegaram a algo entre R$ 74,50 e R$ 75,00 por saca e estimularam as vendas futuras nos últimos dias, ainda como explica Vlamir Brandalizze. 

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 08/06 /2015

Dólar R$ 3,1119(-1,1650)

Máxima R$ 3,1394
Minima R$ 3,1110
Dólar 05/10/15: R$ 3,30

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
Jul15       (+7,2)       9,45
AGO        (+5,2)         9,29
Set             (+5,5)         9,21
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
JUL15   (+5,0)        3,65
Set15     
(+5,2)        3,72
DeZ       (+5,2)       3,83

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 54,00
Rondonópolis: R$ 58,00
Alto Garça: R$ 56,00                                                       
Sorriso: R$ 51,00
Itiquira: R$ 57,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2015/2016:
L. do Rio Verde: R$54,00
Rondonópolis: R$ 5900
Alto Garça: R$ 57,00                                                      
Sorriso: R$ 53,00
Itiquira: R$58,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,30
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$ 17,50