Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 8 de junho de 2015

Colheita de milho de Mato Grosso começa com melhora na produtividade

A colheita de milho em Mato Grosso, principal produtor do cereal no país, chegou esta semana a 1,4 por cento da área plantada, no mesmo ritmo registrado um ano atrás, mas com ganhos significativos em produtividades, informou nesta sexta-feira o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Ante a semana passada, houve um pequeno avanço de 0,8 ponto percentual na área colhida.
“A colheita está iniciando timidamente. Tem havido muita chuva, e alguma coisa de grãos ardidos (danificados pela umidade), mas pouco”, disse o diretor técnico da Aprosoja, associação que reúne produtores de grãos do Estado, Nery Ribas.
Apesar de atrapalhar um pouco os trabalhos de colheita, o que ainda não preocupa os produtores, as chuvas acima da média nos últimos meses no Centro-Oeste brasileiro têm favorecido o desenvolvimento das lavouras.
A produtividade deste início de safra está 14,5 por cento superior à registrada no começo da temporada passada, segundo dados do Imea.
As primeiras lavouras desta temporada têm rendido 110,51 sacas por hectare, contra 96,5 sacas um ano atrás, no início da colheita 2013/14.
O Imea, órgão ligado à federação dos produtores, não disponibiliza dados de rendimento do início da temporada 2012/13, mas os índices atuais também estão acima do fechamento daquela safra, que atingiu 102 sacas por hectare, em média.
Fonte: Reuters

Dólar segue exterior e cai ante real no começo desta semana

O dólar opera em baixa ante o real nesta segunda-feira (8), acompanhando a queda da moeda norte-americana nos principais mercados externos após a pressão da sessão passada.
Às 10h, o dólar caía 1,1%, a R$ 3,1157 na venda, após subir 0,51% na sexta-feira, e também se desvalorizava contra o euro.

Em Chicago, soja inicia a semana em busca de direção e à espera de números do USDA

O mercado internacional da soja, nesta segunda-feira (8), iniciava mais uma semana buscando seu direcionamento. Com o foco principal ainda voltado para o desenvolvimento da nova safra dos EUA, os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago trabalhavam de lado, com pequenas altas e baixas de, no máximo, 2,50 pontos. O principal contrato do momento - novembro/15 - era cotado a US$ 9,14 por bushel.
Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras e, pela primeira vez na safra 2015/16, vai trazer as condições das lavouras de soja. Assim, os traders buscam se posicionar antes da chegada desses números. Além disso, o departamento traz ainda seus dados sobre os embarques semanais de grãos do país. 
Os negócios vêm de uma semana agitada no mercado internacional e de um resultado, no final dela, positivo, que levaram as cotações a recuperarem algumas posições importantes. Além dos fundamentos - principalmente as condições climáticas no Meio-Oeste americano, o mercado deverá estar atento ainda ao andamento do dólar no cenário internacional, uma vez que esse também tem sido fator de importante influência para a formação dos preços em Chicago. 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

cotação

FECHAMENTO EM 05/06 /2015

Dólar R$ 3,1499(0,5070)

Máxima R$ 3,1836
Minima R$ 3,1099
Dólar 05/10/15: R$ 3,30

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
Jul15       (-9,0)       9,37
AGO        (-9,6)       9,25
Set             (-8,4)       9,17
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
JUL15   (-1,6)      3,61
Set15     
(-1,6)      3,68
DeZ       (-1,6)     3,79

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 57,00
Alto Garça: R$ 56,50                                                       
Sorriso: R$ 50,00
Itiquira: R$ 57,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2015/2016:
L. do Rio Verde: R$53,00
Rondonópolis: R$ 58,50
Alto Garça: R$ 56,00                                                      
Sorriso: R$ 53,00
Itiquira: R$60,20

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,30
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$ 17,50

MÉDIA PRODUÇÃO,ÁREA PLANTADA MT/EUA

MÉDIA PRODUÇÃO MATO GROSSO

MILHO:14/14
ITIQUIRA: 105 S/C
ALTO GARÇAS: 105 S/C
SORRISO: 105 S/C
JACIARA 120 S/C
CAMP VERDE 100 S/C

SOJA: 14/15
ITIQUIRA:55,0 
ALTO GARÇAS:51,7    
SORRISO: 51,7               
L. RIO VERDE: 52,7
PVA DO LESTE: 52,7

 AREA PLANTADA / HA EUA 2015:
MILHO 
Texas 83%
Nebraska 94%
Kentucky 94 %
Iowa 97%
Missouri 87% 
Ohio 93%
Indiana  95%
Michigan 96%
Minnesota 99 % 
Kansas 86%
Tennessee 98%
Colorado 79%
North carolina 97%
North Dakota 90%
South Dakota 96%
Wisconsin 96%
Illinois 100%
Pennsylvania 9%
 
AREA PLANTADA / HA EUA 2015:
SOJA
Nebraska 74%
Minnesota 94%
Ohio 85%
Michegan 86% Mississippi 84% Tennessee 49% Louisiana 85% Missouri 23% Illinois 82%  Wisconsin 85%                                                                                                               
Kansas 21%
South Dakota 76¨% North Dakota 75% North carolina 55%
Arkansas 2759% Indiana 80% 
Iowa 11%

Dólar opera em queda em dia de poucos negócios

O dólar opera em queda frente ao real nesta sexta-feira (5), um dia que deve ter poucos negócios porque muitos operadores estão afastados das mesas entre o feriado de Corpus Christi e o fim de semana.
Por volta das 9h20, a moeda norte-americana era vendida a R$ 3,1288, em baixa e 0,18%.

Soja caminha de lado na manhã desta 6ª em Chicago após forte avanço na sessão anterior

A volatilidade continua acentuada no mercado internacional da soja. Depois de fechar a sessão anterior com altas de dois dígitos, os principais vencimentos, nesta manhã de sexta-feira (5), trabalhavam próximos da estabilidade, com oscilações menos intensas. 
Assim, por volta das 7h30 (horário de Brasília), as posições mais negociadas perdiam entre 0,50 e 1 ponto, com o vencimento novembro/15, referência para a safra do Brasil, valendo US$ 9,23 por bushel. O mercado caminha de lado na manhã de hoje, em busca de estabilidade após o expressivo avanço registrado na sessão anterior. 

O foco dos negócios está direcionado às previsões de mais chuvas para regiões importantes do Corn Belt, onde as precipitações poderiam, de acordo com às ultimas indicações, se intensificar e continuar no período dos próximos 6 a 10 dias. E, caso esse quadro se confirme, o plantio da soja nos EUA poderia se atrasar e a perspectiva, segundo analistas, oferece algum suporte às cotações. 
Paralelamente, os traders estão atentos ainda ao comportamento do dólar - que mais baixo favorece o avanço das cotações - e às informações da demanda ainda da safra 2014/15. 

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Soja tem sessão de volatilidade nesta 4ª feira e fecha em campo negativo na Bolsa de Chicago

Depois de uma sessão de volatilidade e, ao mesmo tempo, oscilações tímidas, o mercado internacional da soja, nesta quarta-feira (3), fechou em campo negativo na Bolsa de Chicago. Os negócios chegaram a testar o lado positvio da tabela ao longo da sessão, porém, voltaram a recuar e as baixas entre as posições mais negociadas ficaram entre 2 e 5 pontos. Assim, o contrato novembrio/15, referência para a safra dos Estados Unidos, fechou o dia acima dos US$ 9,10 por bushel. 
O mercado segue observando, segundo analistas, dois fatores com mais atenção nesse momento: o andamento do dólar no quadro internacional e o impacto do comportamento climático na nova safra dos Estados Unidos. Com isso, apesar de variações não tão expressivas, os negócios apresentam considerável volatilidade nesta sessão. 
Para o Meio-Oeste americano, as previsões seguem indicando chuvas pesadas em regiões importantes de produção de grãos e os traders as observam com atenção e cautela. Os últimos mapas apontam para tempestades se direcionando do Nebraska e Dakota do Sul para o estado de Iowa, um dos mais importantes e maiores produtores de soja. Segundo o noticiário internacional, há até mesmo o risco de inundações em partes de Iowa. 
Já nas regiões mais ao norte do Meio-Oeste, o tempo deverá ficar mais seco novamente, segundo as previsões para os intervalos dos próximos 6 a 10 e 8 a 14 dias. Nas demais regiões, grande probabilidade de chuvas dentro ou acima da média. 
E são condições como estas que poderiam, caso continuem, reduzir o ritmo dos trabalhos de campo no Corn Belt nos próximos dias, resultando em um avanço menor do que o esperado a ser reportado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na próxima segunda-feira (8), quando também serão divulgados os primeiros índices de condições das lavouras de soja norte-americanas. Assim, ainda segundo explicam analistas, é em tempos de mercado climático que o mercado deve ser observado com ainda mais cautela e atenção. 
Dólar e Mercado Brasileiro - Após bater em R$ 3,18 no início da semana, a moeda americana perdeu força nos últimos dias e, nesta quarta, chegou a operar em terreno negativo por boa parte da sessão. Porém, por volta das 15h20, subia 0,06% era cotada a R$ 3,136. 
Com a semana mais curta no Brasil e às vésperas do feriado desta quinta-feira, 2 de junho, o mercado de câmbio se apresenta mais morno esperando, principalmente, os indicadores que saem hoje sobre a economia dos EUA e a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) sobre o futuro da taxa básica de juros do Brasil. A perspectiva é de uma alta de 0,5 ponto percentual para 13,75% ao ano. Além disso, o mercado digere a decisão de Banco Central Europeu de manter os juros na Europa em 0,05%. 
Com o dólar mais fraco, os negócios esfriaram no Brasil também e alguma reação das cotações em Chicago são, novamente, neutralizadas, pelo recuo do câmbio. Assim, nesta quarta-feira, os preços da soja disponível nos portos de Paranaguá e Rio Grande variavam entre R$ 68,00 e R$ 68,10, respectivamente. Para o produto da safra nova, valores de R$ 70,00 e R$ 73,00 por saca. 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 01/06 /2015

Dólar R$ 3,1723(0,4080)

Máxima R$ 3,2085
Minima R$ 3,1658
Dólar 05/10/15: R$ 3,30

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
Jul15       (-7,4)       9,26
AGO        (-6,0)       9,13
Set             (-6,4)       9,01
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
JUL15   (+1,2)      3,52
Set15     
(+1,6)      3,59
DeZ       (+1,0)     3,69

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 57,00
Alto Garça: R$ 56,50                                                       
Sorriso: R$ 50,00
Itiquira: R$ 57,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2015/2016:
L. do Rio Verde: R$53,00
Rondonópolis: R$ 58,50
Alto Garça: R$ 56,00                                                      
Sorriso: R$ 53,00
Itiquira: R$60,20

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$15,30
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$ 17,50

Em Chicago, soja ainda opera em campo negativo à espera de informações da safra dos EUA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (1) seguem operando em campo negativo. Apesar de ter apresentado alguma tentativa de voltar à estabilidade no meio da manhã, as cotações voltaram a recuar e, por volta das 13h (horário de Brasília), os principais vencimentos perdiam entre 3 e 5,50 pontos, com o novembro/15 valendo US$ 9,02 por bushel. 
Na primeira sessão da semana, os negócios voltaram-se à espera pelas novas informações sobre a safra dos Estados Unidos que serão reportadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu novo boletim de acompanhamento de safras a ser reportado hoje após o fechamento do pregão. E a expectativas dos analistas é de que o plantio da soja venha concluído em algo entre 75 e 80% da área. 
E, por enquanto, as condições climáticas nas principais regiões produtoras do país se mostra, favoráveis para os trabalhos de campo. "A não ser que haja uma mudança substancial nas próximas semanas (no clima dos EUA), a tendência é de baixa no mercado americano, até porque já percebemos que possa haver um deslocamento dos compradores para a América do Sul, tanto para o Brasil quanto para a Argentina, e isso também deve fazer com que os preços permaneçam em queda nos EUA", acredita o analista de mercado da Cerrado Corretora, Mársio Ribeiro.
Paralelamente, ainda nesta segunda, os traders trabalham também com os números trazidos pelo USDA sobre os embarques semanais dos Estados Unidos, os quais ficaram abaixo das expectativas do mercado. O volume, na semana que terminou em 28 de maio, ficou em 73,19 mil toneladas, enquanto as projeções variavam de 140 mil a 270 mil toneladas. E, na semana anterior, o total foi de 302,193 mil. 
No entanto, o departamento americano mostrou ainda que, no acumulado do ano comercial, os embarques norte-americanos já chegam a 46.955,179 milhões de toneladas, contra 42.120,158 milhões do mesmo período da temporada anterior. E a projeção do USDA para as exportações totais da safra é de 48,99 milhões de toneladas. Apesar disso, as vendas já passam de 50 milhões e o ano comercial só se encerra em 31 de agosto.