Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 24 de março de 2015

Dólar opera em queda nesta 3ª feira após atingir patamar de R$ 3,14 na véspera

O dólar opera em queda nesta terça-feira (24), após ter recuado fortemente na véspera, a R$ 3,14 para venda. Foi a segunda sessão consecutiva no patamar de R$ 3,14, diante da tranquilidade nos mercados internacionais, com investidores deixando de lado, por ora, as turbulências políticas locais e se concentrando na expectativa de liquidez abundante nos mercados financeiros globais.
Às 9h19, a moeda norte-americana recuava 1,06%, a R$ 3,1117 para venda.

O mercado internacional da soja opera em campo negativo na bolsa de Chicago na manhã desta terça-feira.

O mercado internacional da soja, nesta terça-feira (24), opera em campo negativo, em um movimento de realização de lucros na Bolsa de Chicago. Os principais vencimentos trabalham entre 2,75 e 4 pontos de baixa.
Os investidores ainda observam os fundamentos já conhecidos - a conclusão da safra na América do Sul, principalmente - e também seguem aguardando os números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trazem no final deste mês, sendo um boletim de estoques trimestrais e o outro com as intenções de plantio da safra 2015/16 nos EUA. 

No MT 88,3% da produção de soja foi colhida e 24,8 milhões de toneladas já comercializadas

A colheita da soja em Mato Grosso avançou 7,8 p.p. na última semana, atingindo 88,3%,
ou 7,9 milhões de hectares da área colhida. Apesar de esta safra apresentar neste momento atraso percentual
em relação aos 92,5% registrados no ano passado, em extensão de área colhida a safra 14/15 apresenta-se
mais avançada. Mesmo com o recuo da produtividade ponderada pela área colhida aos menores níveis desde
janeiro deste ano, de 52,32 sc/ha, a produção da oleaginosa já no mercado é maior que a do ano passado, de
24,8 milhões de toneladas contra 24,4 milhões de toneladas em 2014. Apesar da grande oferta disponível, as
altas nas cotações internas não estão sendo inibidas. A média da última semana, de R$ 55,70/sc é a maior
desta safra, superando as médias do ano passado. Desta forma, o momento atual pode ser oportuno para o
produtor, na tentativa de melhorar sua margem de lucro, que vinha sendo magra nos últimos meses.

Fonte: Imea

segunda-feira, 23 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 23/03 /2015

Dólar R$ 3,1423 (-2,6280)

Mínima R$ 3,1423
Máxima R$ 3,2295
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15     (+9,2)         9,83
MAI 15      (+8,6)         9,86
Jul15       (+8,4)         9,85

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (+4,6)          3,89
Mai15       (+4,2)          3,97
JUL15   (+3,4)          4,04

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 61,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                       
Sorriso: R$ 56,50
Itiquira: R$ 59,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

Dólar e juros recuam à espera de novidades nos EUA


O dólar e os juros futuros recuam no começo da sessão desta segunda-feira, dando sequência ao movimento do último pregão, diante do alívio desses ativos no exterior. Seguem as dúvidas quanto à intensidade do aperto monetário nos Estados Unidos, após o Federal Reserve (Fed) na semana passada sugerir que a alta de juros ocorrerá de forma ainda mais gradual que a antecipada.

Por volta das 10h, o dólar comercial caía 0,82%, para R$ 3,2030. O dólar para abril cedia 0,76%, a R$ 3,2195. No exterior, o Dollar Index perdia 0,36%.

Entre os juros futuros, o DI janeiro/2016 recuava a 13,610% ao ano, contra 13,689% no ajuste anterior. Já o DI janeiro/2017 cedia a 13,460%, ante 13,550% no último ajuste. Enquanto isso, o contrato com vencimento em janeiro/2021 tinha baixa a 13,000%, frente a 13,099% no ajuste anterior. O "yield" do Treasury de dez anos recuava a 1,922%, ante 1,9303% do fechamento anterior.

Nesta segunda-feira, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, disse que o Fed está monitorando o dólar, entre outros fatores, ao avaliar quando subir os juros, movimento que, de acordo com ela, é viável que ocorra em junho, segundo a 'Bloomberg".

Nesta segunda, as atenções estarão voltadas para discurso do vice-presidente do Fed, Stanley Fischer, em evento em Nova York. À noite, com os mercados domésticos fechados, o foco se volta para declarações do presidente do Fed de Chicago, John Williams, na Austrália. Ainda nesta sessão, indicadores econômicos também serão monitorados, entre eles o índice de atividade nacional do Fed de Chicago e vendas de casas nos EUA.

Ainda no plano externo, a Grécia ocupa os holofotes nesta segunda, em meio às dúvidas sobre a capacidade do país de honrar compromissos com credores. O primeiro ministro do país, Alex Tsipras, reúne-se nesta segunda-feira com a chanceler alemã, Angela Merkel. Declarações do presidente do Banco Central Europeu, Mario Dragui, também estão no radar.

No Brasil, o noticiário em torno do ajuste fiscal segue concentrando as atenções. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, encontra-se nesta segunda-feira com o presidente da GE, Jeffrey Immelt.

As dúvidas sobre a renovação do programa de swaps cambiais também devem influenciar os negócios. O presidente do BC, Alexandre Tombini, tem amanhã audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, e há expectativa de que dê alguma sinalização sobre o futuro da "ração" diária, que acaba no próximo dia 31.

Soja inicia semana dando continuidade às últimas altas e opera em campo positivo nesta 2ª

Neste início de semana, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo positivo, subindo pouco mais de 6 pontos e tenta se manter próximos do patamar dos US$ 9,80 por bushel. 
O mercado continua o movimento positivo registrado na última sexta-feira (20), quando as cotações foram motivadas, entre outros fatores, pela despencada do dólar, e fechou a última sessão com mais de 10 pontos de alta entre as posições mais negociadas. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 20/03 /2015

Dólar R$ 3,2313 (-1,9020)

Mínima R$ 3,2073
Máxima R$ 3,3062
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15     (+10,6)         9,72
MAI 15      (+10,4)          9,77
Jul15       (+10,2)          9,76

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (+11,6)          3,85
Mai15       (+11,4)          3,92
JUL15   (+11,0)          4,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 61,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                       
Sorriso: R$ 56,50
Itiquira: R$ 59,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

Informa reduz previsões de plantio de soja e milho dos EUA na safra 2015/16

SÃO PAULO (Reuters) - A Informa Economics reduziu sua previsão de plantio de milho dos Estados Unidos em 2015 para 88,537 milhões de acres e baixou sua estimativa para a semeadura da soja a 87,485 milhões de acres, informou a empresa de consultoria em nota a clientes nesta sexta-feira.
Em janeiro, a Informa, com sede em Memphis, Tennessee, havia projetado a semeadura de milho em 88,612 milhões de acres e a de soja em 88,032 milhões de acres.
A consultoria projetou o plantio de trigo dos EUA em 55,953 milhões de acres, incluindo 40,872 milhões de acres do cereal de inverno e 13,116 milhões de primavera que não seja durum.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos deverá lançar seu relatório anual de intenções de plantio em 31 de março.
O USDA afirmou em fevereiro que o plantio de milho deverá somar 89 milhões de acres, e o de soja, 83,5 milhões de acres.
A Informa afirmou que suas previsões indicam uma safra de milho dos EUA de 13,483 bilhões de bushels, com base em uma produtividade de 166,1 bushels por acre, e uma produção de soja de 3,902 bilhões de bushels, com base em um rendimento de 45 bushels por acre.
A Informa projeta a produção de trigo em 2,166 bilhões de bushels, com base em um rendimento de 45,9 bushels por acre.
(Reportagem de Julie Ingwersen em Chicago)
Fonte: Reuters

Dólar opera em alta nesta sexta, após subir perto de 2,5% na véspera

O dólar opera em alta ante o real no início dos negócios desta sexta-feira (20), após subir cerca de 2,5% na véspera em meio a persistentes preocupações com os atritos entre o governo e sua base aliada no Congresso, que podem dificultar ainda mais o ajuste fiscal.
Às 9h40, a moeda norte-americana subia 0,32%, a R$ 3,3071 na venda, depois de avançar 2,56% na sessão passada e bater R$ 3,30 no intradia pela primeira vez em quase doze anos.
O BC dará continuidade às intervenções diárias nesta manhã, ofertando até 2 mil swaps cambiais, que equivalem à venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de março de 2016.
O BC fará ainda mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de abril, que equivalem a US$ 9,964 bilhões, com oferta de até 7,4 mil contratos. Até agora, a autoridade monetária rolou cerca de metade do lote total.

Soja tem estabilidade na CBOT na manhã desta 6ª, no Brasil, preços esperam dólar

O mercado internacional da soja opera com ligeira alta na manhã desta sexta-feira (20) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, porém, ainda se mantinham próximos da estabilidade, com pequenos ganhos de 1 ponto entre os principais vencimentos. 
Em Chicago, as cotações esperam novas informações que serão divulgadas no final do mês e ainda  segundo analistas são pressionadas pela alta do dólar. No Brasil, os preços vêm registrando altas em função da moeda norte-americana forte e que disparou nesta quinta-feira (19), batendo em R$ 3,30 pela primeira vez em 12 anos.