Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Soja opera em alta na manhã desta 6ª feira e busca recuperar os US$ 10 em Chicago.

Nesta sexta-feira (13), os futuros da soja exibem uma manhã positiva na Bolsa de Chicago. O mercado dá continuidade às altas registradas na sessão anterior, quando o mercado foi fortemente estimulado pela demanda pela soja americana, refletida nos últimos números trazidos pelo USDA  em seus boletins semanais de embarques e vendas para exportação. 
Além disso, segundo explica o analista de mercado Marco Araújo, da Agrinvest, a tendência agora é de que os preços da soja mantenham uma firmeza um pouco mais significativa que deve resultar em algumas altas ou ao menos limitar as baixas e esse é um movimento que mostra as cotações obedecendo um quadro sazonal de um mercado mais positivo. As novas informações a serem observadas são as primeiras estimativas para a safra 2015/16 dos Estados Unidos e a conclusão da safra da América do Sul. 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 12/02/2014

Dólar R$2,8194(1,8540) 

Mínima R$2,194
Máxima R$ 2,8767
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15    (-0,6)           9,77
MAI 15     (-0,4)          9,80
Jul15       (-0,6)           9,85
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15    (-2,6)       3,83
Mai15     (-3,0)      3,90
JUL15  (-1,2)     4,08

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 18,00
Rondonópolis: U$ 18,50
Alto Garça: U$ 18,50                                                        
Sorriso: U$ 17,50
Itiquira: U$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 19,00                                                        
Sorriso: R$ 15,50
Itiquira: R$ 20,00

Dólar vira e cai a R$ 2,827 após cessar-fogo na Ucrânia; Bovespa sobe nesta quinta-feira

O dólar comercial registra desvalorização frente ao real nesta quinta-feira pela primeira vez em sete dias. A moeda americana recua 1,51%, cotada a R$ 2,827 para COMPRA e a R$ 2,826 para venda. O movimento de queda é global, uma vez que o dólar cai frente a oito das 16 principais divisas do mundo. Entre as ações, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registra alta de 2,51% em seu índice de referência Ibovespa, aos 49.431 pontos. A alta é generalizada, com destaque para a Petrobras, acompanhando os mercados globais.
Na quarta-feira, o dólar comercial havia avançado 1,33%, atingindo R$ 2,874. Foi o maior valor de fechamento desde os R$ 2,884 de 25 de outubro de 2004. O dólar turismo, aquele comprado em casas de câmbio, ultrapassou os R$ 3. No ano, a divisa acumulava até ontem uma disparada de 7,96%.
Um dos principais motivos para a queda da moeda americana é o cessar-fogo na Ucrânia, acordado hoje entre líderes ucranianos, de Rússia, Alemanha e França. A trégua está prevista para começar domingo no Leste ucraniano, e deve contemplar a retirada de armas pesadas na linha de frente do conflito. O entendimento veio após uma maratona de 16 horas de conversas em Minsk, na Bielorrúsia.
A notícia vinda da Ucrânia contribui para enfraquecer o dólar porque a moeda americana é considerada um refúgio para investidores avessos ao risco. Como o cessar-fogo atenua o temor sobre os efeitos do conflito na economia da região, a divisa é menos requisitada pelos investidores.

Conab: Safra 2014/2015 de soja do Brasil estimada em 94,58 mi de t

A produção de grãos no Brasil na safra 2014/2015 deverá ser de aproximadamente 200,08 milhões de toneladas. É o que revela o 5º levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (12). Segundo o estudo, o volume é 3,4% superior à safra passada, o que representa 6,53 milhões de toneladas a mais do que o registrado anteriormente.
 A soja continua como destaque entre as culturas, sendo que a colheita já foi iniciada. Apesar de problemas climáticos que reduziram a expectativa de produtividade no Sudeste, parte do Centro-Oeste e no MATOPIBA, a produção ainda deve ser superior à safra passada. Está previsto incremento na ordem de 9,8%, o que equivale a um acréscimo de 8,46 milhões de toneladas, chegando a uma produção de 94,58 milhões de toneladas. 
Área - O total de área destinada ao plantio de grãos também deve apresentar variação positiva, passando de 57,03 milhões na safra passada para 57,39 milhões de hectares. A diferença representa uma alta de 0,6%, o que equivale a um acréscimo de aproximadamente 359,9 mil hectares. Dentre os principais produtos, a soja apresenta destaque, com um crescimento de 4,4%, passando de 30,17 para 31,51 milhões de hectares.    
O algodão deve ter redução de área nesta safra, sendo 11,2% inferior à safra 2013/14, principalmente em razão da redução de consumo, preços praticados e excesso de estoque no mercado interno e externo. A segunda safra está sendo plantada e a expectativa é de que a área total no Brasil seja de 995,8 mil hectares.
Este levantamento também apresenta a primeira estimativa para as culturas de segunda safra plantadas na Região Centro-Sul. A expectativa é uma redução de 2,5% na área de milho, passando de 9,21 para 8,98 milhões de hectares. 
A Conab fez a pesquisa entre os dias 18 e 24 de janeiro. Durante o estudo, foram levantadas informações de área plantada, produção estimada, produtividade média estimada, evolução do desenvolvimento das culturas, pacote tecnológico utilizado pelos produtores, evolução da colheita, entre outras variáveis. O trabalho ocorre em parceria da Conab com agrônomos, técnicos do IBGE, de cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados), agentes financeiros e revendedores de insumos, que subsidiam os técnicos da estatal com informações pertinentes aos levantamentos.

Preço do barril de petróleo se recuperando depois do acordo.‏

LONDRES - Os contratos futuros de petróleo bruto subiram nesta quinta-feira, batendo elevações na sequência de um acordo para travar meses de combates mortais na Ucrânia, mas os ganhos poderiam ser cobertos pelo aumento da oferta dos Estados Unidos.
"A luz", os futuros de petróleo com entrega para março teve elevação de US $ 1,30, ou 2,7%, para 50,18 dólares o barril em Globex pregão eletrônico da New York. Futuros tinham aparecido mais de 3% após os líderes franceses e alemães intermediarem um acordo para acabar com 10 meses de conflito da Ucrânia com a Rússia separatistas.
O presidente Vladimir Putin disse que cada lado vai guardar suas armas, com o cessar-fogo para começar no domingo.
Brent para entrega em março na bolsa ICE Futures, em Londres, também fortaleceu ainda mais, subindo 1,39 dólares, ou 2,5%, para 56,05 dólares por barril. O contrato de Brent de março está definido para expirar hoje.

Ainda não ha acordo sobre negociação da divida da Grécia.‏

O iene subiu ligeiramente em relação a outras moedas importantes na quinta-feira na Ásia devido a ser o "porto-seguro" de compradores depois que os ministros das Finanças da zona do euro não chegaram a um acordo sobre as novas medidas de financiamento para a dívida da Grécia.
Depois de mais de seis horas de negociações, os ministros juntamente com os chefes do Fundo Monetário Internacional e do Banco Central Europeu comprometeram-se a continuar a conversa nos próximos dias com a esperança de chegar com um plano em sua próxima reunião.
"Enquanto alguns no mercado estão dizendo que a Grécia vai ficar bem, os outros estão dizendo desta vez vai ser muito difícil. Incerteza continua ", disse Kosuke Hanao, chefe de FX no HSBC.

Soja tem mais uma sessão de estabilidade em Chicago na manhã desta 5ª feira.

O mercado internacional da soja opera próximo da estabilidade em mais uma sessão, mas registra ligeiras altas na Bolsa de Chicago nesta manhã de quinta-feira.
Segundo analistas, o mercado segue aguardando informações novas que possam alavancar os negócios, com novidades, principalmente, sobre os reais números da safra brasileira, e da América do Sul como um todo, e também o que esperar para a temporada 2015/16 nos EUA. 
Nesta quinta, serão divulgados os novos dados da Conab e atualização dos dados das vendas semanais dos EUA pelo USDA.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 11/02/2014

Dólar R$2,8720(1,3080) 

Mínima R$2,8491
Máxima R$ 2,8780
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15    (+7,6)          9,77
MAI 15     (+5,6)          9,80
Jul15       (+5,2)          9,85
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15    (-0,6)       3,87
Mai15     (-1,2)      3,95
JUL15  (-1,2)     4,02

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 18,00
Rondonópolis: U$ 18,50
Alto Garça: U$ 18,50                                                        
Sorriso: U$ 17,50
Itiquira: U$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 19,00                                                        
Sorriso: R$ 15,50
Itiquira: R$ 20,00

Dólar repete forte alta da véspera e chega a R$ 2,87

O dólar opera em alta nesta quarta-feira (11), após a forte alta de véspera que levou a moeda ao maior patamar desde 2004.
As compras dominam o mercado conforme investidores veem cada vez mais obstáculos aos ajustes da nova equipe econômica, em meio à leitura de que a presidente Dilma Rousseff tem ficado cada vez mais isolada e com menos apoio da base aliada.
Às 10h, a moeda norte-americana subia 1,19% frente ao real, cotada a R$ 2,8701. Veja cotação.
De acordo com a Reuters, as questões de governabilidade ganham corpo em meio à deterioração das expectativas econômicas, riscos de racionamento de água e energia, comunicação errática do Banco Central e chances de mudança no programa de oferta diária de 'hedge' cambial.
Na véspera, a moeda norte-americana subiu para R$ 2,8364, em alta de 2,12%. Este é o maior valor de fechamento desde 2004, quando, no dia 1º de novembro, a moeda fechou cotada a R$ 2,8590, segundo dados do Banco Central. Na máxima da sessão, a divisa alcançou R$ 2,8398, segundo a Reuters.
O dólar sobe 6,53% neste mês e avança 7,70% no ano. O real é a moeda de pior desempenho frente ao dólar em fevereiro, considerando as 34 divisas mais negociadas ante a americana. No mercado futuro, o dólar para março avançava 1,16%, a R$ 2,8790, após máxima de R$ 2,8800.
Programa cambial
O BC dá continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio nesta manhã, ofertando até 2 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de fevereiro de 2016.

O BC fará ainda mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 2 de março, que equivalem a US$ 10,438 bilhões, com oferta de até 13 mil contratos. Até agora, a autoridade monetária já rolou cerca de 42% do lote total.

Mercado inicia a 4ª feira operando com estabilidade na Bolsa de Chicago

Em Chicago, os futuros da soja têm  oscilações  poucas expressivas na manhã desta quarta-feira (11). As posições mais negociadas sobem pouco mais de 1 ponto, tentando iniciar uma recuperação depois das baixas de dois dígitos registradas na sessão anterior. 
O mercado não se surpreendeu muito com os números do USDA divulgados ontem, já que o reporte trouxe pouquíssimas mudanças, e segue operando de forma técnica, sem se ater muito a seus já conhecidos fundamentos, de acordo com o que explicam analistas. 
Em contrapartida, no Brasil as cotações seguem sendo favorecidas pela escalada do dólar frente ao real, que fechou, nesta terça-feira (10), com alta de 2% e a R$ 2,83, maior nível em 10 anos. Com isso, os preços da oleaginosa fecharam entre R$ 64,50 e R$ 65,20 nos portos brasileiros. 

MILHO

O mercado ainda reflete os números do boletim de oferta e demanda do USDA e dá continuidade ao movimento negativo. Nesta terça-feira, o órgão aumentou a projeção para os estoques globais de milho da safra 2014/15, para 189,64 milhões de toneladas e da produção mundial, para 991,29 milhões de toneladas de milho.  
O departamento também indicou uma ligeira redução nos estoques norte-americanos, de 47,68 milhões para 46,42 milhões de toneladas do grão. O número ficou abaixo da estimativa do mercado que, apostava em número ao redor de 47,53 milhões de toneladas. Em relação ao milho destinado à produção de etanol, o número ficou em 133,36 milhões de toneladas, contra 131,45 milhões de toneladas, projetadas no boletim de janeiro.
A produção brasileira de milho foi mantida em 75 milhões de toneladas. Já a produção da Argentina ficou dentro das perspectivas do mercado, em 23 milhões de toneladas do grão.