Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Media de produção

MÉDIA PRODUÇÃO MATO GROSSO
MILHO:14/14
ITIQUIRA: 105 S/C
ALTO GARÇAS: 105 S/C
SORRISO: 105 S/C
JACIARA 120 S/C
CAMP VERDE 100 S/C

SOJA: 14/15
ITIQUIRA: 
ALTO GARÇAS:51,7 (17%Colhido)
SORRISO: 53,7(22% Colhido)
L. RIO VERDE: 53(21%Colhido)
PVA DO LESTE: 51,7(19%Colhido)

PARANATINGA: 

MÉDIA DE PRODUÇÃO / HA EUA 2014:
MILHO
 
Alabama 79 sc
Nebraska 94 SC

Kentucky 108 sc
Iowa 75 SC
Missouri 74 SC 
Ohio 80 SC

Indiana 79 SC 

Michigan 76 SC 
Minnesota 62 SC 
Kansas 82 SC
Tennessee 72 SC
Maryland 105 SC
North carolina 71 SC
South carolina 91 SC
South Dakota76 SC
Mississippi 89 SC
Illinois 94 SC
Pennysylvania 68 sc
Connecticut 76 sc
Louisiana 89 sc
SOJA
Nebraska 25 SC
Alabama 31 sc
Pennsylvania 27 SC
Minnesota 19 SC
Maryland 24SC
New Jersy 23SC
Kentucky 41SC
Michegan 22SC Mississippi 34SC Tennessee 25 SC Louisiana 27 SC Missouri 26 SC Illinois 27SC  Wisconsin 22 SC                                                                                                                                    Kansas 21 sc
South Dakota 20 SC
North Dakota 21SC Iowa 26 SCOhio 11 SC North carolina 21 SC
Arkansas 25 SC Indiana 25SC GUIRATINGA : 102 S/C

Na CBOT, mercado opera próximo da estabilidade antes do relatório do USDA

Os futuros da soja, nesta manhã de terça-feira (10), operam próximos da estabilidade na Bolsa de Chicago e atuando em campo misto. Os investidores seguem na defensiva à espera dos novos números do USDA que serão divulgados hoje em seu novo boletim mensal de oferta e demanda. 
Entre as expectativas do mercado para o reporte estão a possibilidade de um corte nos estoques finais de soja dos EUA bem como na safra brasileira 2014/15 na casa de 1 milhão de toneladas. 
MILHO
As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago  operam com ligeiras perdas, próximas da estabilidade  entre 1,25 e 1,75 pontos. 
O mercado trabalha em compasso de espera, já que os participantes aguardam o novo boletim de oferta e demanda do USDA. Inclusive, na sessão anterior, os preços subiram entre 5,25 e 5,75 pontos, frente aos últimos ajustes dos traders antes do boletim do órgão.
A produção brasileira poderá ser revisada e ficar entre 77 milhões a 73,7 milhões de toneladas de milho, contra 75 milhões de toneladas indicadas no último boletim. Paralelamente, a forte valorização dos petróleo também contribuíram para dar suporte às cotações do cereal, assim como, os embarques semanais norte-americanos, que ficaram em 700,900 mil toneladas, conforme dados do USDA. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 09/02/2014

Dólar R$2,7767(0,0290) 

Mínima R$2,7753
Máxima R$ 2,7917
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15    (+5,6)        9,79
MAI 15      (+5,4)        9,85
Jul15        (+5,2)        9,90
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15    (+5,6)       3,91
Mai15     (+5,6)      3,90
JUL15  (+5,6)     4,07

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 18,00
Rondonópolis: U$ 18,50
Alto Garça: U$ 18,50                                                        
Sorriso: U$ 17,50
Itiquira: U$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,50
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 15,50
Itiquira: R$ 18,50

Focus: Mercado prevê crescimento zero do PIB e inflação de 7,15% em 2015

As estimativas do mercado financeiro para este ano continuam piorando. Segundo pesquisa conduzida pelo Banco Central na semana passada com mais de 100 economistas de instituições financeiras, o crescimento da economia deve ser zero em 2015; e a inflação deve atingir a marca de 7,15% – a maior em 11 anos.
A expectativa do mercado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, que estava em 7,01% na semana retrasada, subiu para 7,15% na última semana. Foi a sexta alta seguida na estimativa para a inflação de 2015. Se confirmada, a taxa de 7,15% será a maior desde 2004, quando ficou em 7,6%. Para 2016, a previsão do mercado ficou estável em 5,60%.
Com isso, a estimativa do mercado para o IPCA de 2015 segue acima do teto do sistema de metas. A meta central de inflação para este ano e para 2016 é de 4,5%, com tolerância de dois pontos para mais ou para menos. O teto do sistema de metas, portanto, é de 6,5%. Em 2014, a inflação somou 6,41%, o maior valor desde 2011.

Soja: Quebras de até 50% ameaçam médias de Mato Grosso do Sul.

As primeiras semanas de colheita em Mato Grosso do Sul mostram variação além da prevista na produtividade de áreas vizinhas ou pertencentes a um mesmo produtor de soja. A Expedição Safra confere as previsões dos produtores e registra que as estimativas para médias regionais estão sendo reduzidas em até 17%, na comparação com o potencial previsto no plantio, ou 4%, ante a temporada 2013/14.
Em São Gabriel do Oeste (Centro-Norte), o agricultor Ari Silveira — que colheu 46 de um total de 800 hectares — estima perdas de 50% (de 60 para 30 sacas por hectare) em 38% das lavouras. Em Naviraí (Sul), Alexandre Pallharini conta que áreas de 20 sacas por hectare vão derrubar sua produtividade média do potencial de 60 para 54 sacas por hectare.

Em Chicago, mercado opera próximo da estabilidade na manhã desta 2ª feira

As cotações do milho negociadas na Bolsa de Chicago  operam com ligeiros ganhos, próximo da estabilidade, na manhã desta segunda-feira (9) entre 0,25 e 1,00 pontos.
O mercado tenta dar continuidade ao movimento positivo iniciado na sessão da última sexta-feira (6). Os preços voltaram a subir, após as perdas recentes, além disso, a valorização do dólar frente às outras moedas deram suporte às cotações. Ainda hoje, o USDA divulga novo boletim de embarques semanais, importante indicador da demanda.
Na semana anterior, o número ficou em 661,67 mil toneladas, número abaixo do registrado anteriormente, de 886,82 mil toneladas. Paralelamente, os participantes do mercado já começam a se preparar para o novo relatório de OFERTA e demanda.

Soja MT: Produtividade aumenta com avanço da colheita, diz Imea

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) voltou a elevar a produtividade média da soja já colhida no estado. A marca foi igualada à previsão que vale para a colheita integral mato-grossense: 52,4 sacas por hectare.
Nas últimas semanas, a marca foi reduzida de 53,5 para 52 e 51,7 sacas por hectare. Nesta semana, as colheitadeiras registraram marcas superiores, ao avançarem sobre 17% da área plantada, chegando a lavouras que foram semeadas depois da seca registrada entre setembro e outubro.
Ainda há risco de a produtividade cair novamente e se conformar abaixo das 52 sacas por hectare, conforme o Imea. Isso porque uma parcela significativa das plantações enfrentou estiagem em janeiro quando estava na fase de enchimento de grãos.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 06/02/2014

Dólar R$2,7767(1,2290) 

Mínima R$2,7497
Máxima R$ 2,7802
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15    (-8,0)        9,73
MAI 15      (-9,0)        9,80
Jul15        (-7,2)        9,85
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15     (-2,4)         3,83
Mai15     (-2,2)         3,91
JUL15  (-2,0)         3,99

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 18,00
Rondonópolis: U$ 18,50
Alto Garça: U$ 18,50                                                        
Sorriso: U$ 17,50
Itiquira: U$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,50
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 15,50
Itiquira: R$ 18,50

Chuvas regulares até março ajudam agricultura do país, mas não aliviam reservatórios

O bloqueio atmosférico que impedia a formação de chuvas mais frequentes e prolongadas durante o verão no Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil já não existe mais, e essas regiões com lavouras e reservatórios assolados pela seca ao longo de 2014 e em janeiro deverão ser beneficiadas por precipitações normais em fevereiro e março.
Na avaliação do meteorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar, essas chuvas vão beneficiar a agricultura, estancando, mas não revertendo, perdas nas safras atingidas pelas altas temperaturas e baixa umidade.
No entanto, no caso dos reservatórios, as precipitações apenas serão suficientes para elevar um pouco o nível, sem afastar riscos de racionamento, de água ou energia hidrelétrica.
“Daqui por diante (sem os bloqueios de massas de ar quente), as frentes frias vão conseguir avançar com mais facilidade provocando chuvas mais regulares”, afirmou Santos, nesta quinta-feira.
Segundo ele, as áreas de café, cana-de-açúcar e grãos, importantes culturas de um dos maiores produtores globais de alimentos, serão beneficiadas por chuvas “bem regulares” no mês de fevereiro.
“E assim vai, e provavelmente o mês de março também será assim, com chuvas dentro da média… No mínimo, chuvas dentro da média, algumas localidades podem ter mais.”
Para o agrometeorologista, o céu somente está aberto atualmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e extremo sul de Mato Grosso do Sul, que em geral receberam mais chuvas no período seco das regiões Sudeste, central e Nordeste do país.
“Essas regiões ao sul podem ter um período um pouquinho mais seco agora, mas não teremos ausência de chuvas…”, disse ele, explicando que antes toda umidade da Amazônia estava direcionada para o Sul, e, agora, com o fim do bloqueio atmosférico, essa umidade passou para a região central, como normalmente acontece no verão.
Produtores de soja, milho, cana e café já relataram perdas nas áreas mais afetadas pelo tempo seco do final do ano passado e início de janeiro. E as chuvas agora poderão recuperar somente algumas poucas lavouras.
“As perdas contabilizadas até agora já não voltam mais, se teve perda na soja, no milho, na cana, elas não se recuperam mais… Tivemos quase 2014 inteiro e agora janeiro com chuvas abaixo da média”, observou Santos.
RESERVATÓRIOS
Com o retorno da regularidade de chuvas típicas de verão, a tendência é que o nível dos reservatórios de água tenha somente uma ligeira recuperação ou que não caia mais.
Segundo ele, os volumes previstos não serão suficientes para elevar os mananciais ao ponto de o país chegar no período de tempo mais seco, a partir de abril, com alguma folga.
“Para melhorar o sistema, precisaria chover pelo menos 20 dias direto, uma chuva como a que temos visto hoje, precisaria ocorrer direto”, disse ele.
Como isso não deve ocorrer, “o máximo que pode acontecer são pequenas elevações do nível (dos reservatórios). O sistema Cantareira (que abastece a região metropolitana de São Paulo e outras cidades do interior) pode sair do seus 5 por cento, e ir para… vamos supor 10. Ainda é uma situação extremamente de risco.”
A mesma lógica vale para os reservatórios de hidrelétricas do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.
Fonte: Reuters

Mercado segue em alta na manhã desta sexta-feira na bolsa de Chicago.

Soja
Na manhã desta sexta-feira (6), as cotações futuras da soja negociadas na Bolsa de Chicago exibiam ligeiras altas entre 2,00 e 3,75 pontos. 
O mercado dá continuidade ao movimento positivo iniciado no dia anterior. Nesta quinta-feira, os futuros da commodity subiram mais de 9 pontos, em decorrência de um movimento técnico, mas também pelo enfraquecimento do dólar frente à outras moedas e a recuperação na cotação do petróleo. Em alguns momentos do dia, o barril do petróleo chegou a subir mais de 5% no mercado internacional.
Em contrapartida, as exportações semanais recuaram 35% e totalizaram 489,700 mil toneladas até a semana encerrada no dia 29 de janeiro. As informações foram reportadas pelo boletim de vendas de exportação do USDA.
MILHO
Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago trabalham em campo positivo na manhã desta sexta-feira, exibiam altas entre 2,50 e 3,00 pontos. 
Assim como na soja, a forte valorização do petróleo nesta quinta-feira também refletiu no mercado, que terminou o pregão anterior com leves ganhos. Ainda assim, os números mais fracos das exportações semanais limitaram o movimento positivo, conforme dados reportados pelas agências internacionais. 
Até a semana encerrada no dia 29 de janeiro, os números ficaram em 844,900 mil toneladas no mesmo período. O volume representa queda de 12% frente à semana anterior, quando foram vendidas, cerca de 1.068,2 milhão de toneladas. O México foi o principal destino do produto norte-americano, com 297 mil toneladas, seguido da Colômbia, com 158.400 mil toneladas. Os dados foram divulgados pelo USDA.