Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Grãos dos EUA atingem baixas de vários meses devido à ampla reserva


Investing– Os futuros norte-americanos de grãos foram negociados perto de seus níveis mais baixos em quase três meses hoje, uma vez que as indicações de que as reservas globais são mais do que suficiente para atender à demanda resultaram na queda dos preços. 

Na Bolsa Mercantil de Chicago, o milho norte-americano com vencimento em janeiro atingiu uma baixa diária de US$ 3,7038 por bushel, um nível não visto desde 20 de novembro, antes de ser negociado a US$ 3,7063 durante as negociações norte-americanas da manhã, uma queda de 2,58 centavos, ou 0,69%. 

Um dia antes, o milho norte-americano com vencimento em março caiu 8,0 centavos, ou 2,1%, para US$ 3,7320. 

Os preços do milho perderam aproximadamente 5% até agora em janeiro, uma vez que a redução da demanda por etanol à base de milho e amplas reservas nos EUA pesaram. 

Enquanto isso, o trigo norte-americano com vencimento em março foi negociado a US$ 5,0238 por bushel, caindo 2,83 centavos, ou 0,56%. No início do dia, os preços atingiram US$ 5.0100, o nível mais baixo desde 14 de outubro. 

Na quarta-feira, o trigo norte-americano com vencimento em março perdeu 13,6 centavos, ou 2,65%, para US$ 5,0520 por bushel. 

O trigo apresentou uma queda de aproximadamente 12,5% até agora em 2015, em meio a amplas reservas globais e indicações de redução da demanda por trigo dos EUA. 

Os preços apresentaram uma queda de quase 24% em comparação à recente alta de US$ 6,7687 atingida em 18 de dezembro, indo ao encontro da definição de um mercado pessimista. 

Na Bolsa Mercantil de Chicago, a soja norte-americana com vencimento em março caiu 0,07 centavos, ou 0,01%, para US$ 9,7013 por bushel. 

Na quarta-feira, o contrato de soja de março atingiu US$ 9,6620 por bushel, o nível mais fraco desde 23 de outubro, antes de ser negociado a US$ 9,7020, caindo 3,4 centavos, ou 0,36%. 

Os preços da soja estão sob pressão de venda nas últimas semanas, em meio a preocupações com o enfraquecimento da demanda da China e uma vez que o otimismo com as perspectivas de safra no Brasil e na Argentina evidenciaram as preocupações com amplos suprimentos globais. 

Soja iniciam a semana operando próximos da estabilidade na Bolsa de Chicago.

Com um mercado ainda sem muitas novidades, os futuros da soja iniciam uma semana operando próximos da estabilidade na Bolsa de Chicago, com os principais vencimentos perdendo pouco mais de 0,50 ponto, por volta das 8h (horário de Brasília).
Os negócios com a soja no cenário internacional dão continuidade à movimentos pontuais e de oscilações pouco expressivas diante de fundamentos já conhecidos e à espera de mais informações, entre elas a consolidação da safra da América do Sul e do planejamento da temporada 2015/16 nos Estados Unidos. Nesse mês de fevereiro, começam a sair as primeiras estimativas para a área de plantio norte-americana e o mercado, aos poucos, devem se voltar para essas informações. 
Nesta segunda-feira, como acontece toda semana, o USDA reporta seu novo boletim de embarques semanais e os números devem exercer um impacto sobre o andamento dos preços, porém, de forma pontual e momentânea. 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 30/01/2014

Dólar R$2,6885(2,9590) 

Mínima R$2,6397
Máxima R$ 2,6895
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15    (-11,2)          9,57
MAI 15     (-10,4)         9,54
Jul15       (10,2)          9,69
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15     (-2,2)        3,69
Mai15     (-2,2)        3,77
JUL15  (-2,4)       3,85

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 17,20
Rondonópolis: U$ 18,20
Alto Garça: U$ 18,00                                                        
Sorriso: U$ 16,50
Itiquira: U$ 17,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$14,00
Rondonópolis: R$ 17,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 15,00
Itiquira: R$ 17,00

Soja volta a perder força em Chicago e preços operam no vermelho na tarde desta 6ª

Os preços da soja ampliaram suas baixas na Bolsa de Chicago na sessão desta sexta-feira (30), a última de janeiro, e, por volta das 15h20 (horário de Brasília), os principais vencimentos recuavam entre pouco mais de 8 pontos. Durante a manhã, as posições mais negociadas ensairam algumas ligeiras altas, porém, o mercado não conseguiu sustentá-las. 
Segundo explicam analistas, o mercado intensifica seu movimento de liquidação de posições frente ao final de semana, com os investidores buscando se manter bem posicionados diante das informações que já são conhecidas. Ademais, seguem trabalhando com dados como as incertezas sobre a safra sulamericana, principalmente a brasileira que sofre com severos problemas climáticos. 
Entretanto, o mercado vem recebendo informações de chuvas que poderiam chegar ao Brasil nos próximos dias, previsões essas que não têm se confirmado e as perdas continuam a ser reportadas pelos proodutores. 
O mercado ainda exibe uma clara falta de direção à espera de novas informações que possam trazer força aos movimentos diários na CBOT, sejam positivos ou negativos. Entre essas notícias, poderiam vir mais informações sobre as perdas na safra brasileira - já estimadas em algo entre 3 e 5 milhões de toneladas - e também sobre o que é esperado para a safra 2015/16 dos EUA. "Os negócios estão, em Chicago e aqui no Brasil, em compasso de espera", afirma Camilo Motter, economista e analista de mercado da Granoeste Corretora de Cereais. 
Segundo explica o analista, janeiro é tradicionalmente um mês de preços mais pressionados - partes em função da entrada de alguns primeiros volumes da nova oferta brasileira - e assim, todo o mês se configurou em momentos de perdas para as cotações em Chicago. 
Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe um novo boletim semanal de vendas para exportação e os números para a soja vieram acima das expectativas do mercado, dando algum fôlego às operações. No entanto, o efeito positivo dessa informação, embora as vendas americanas já tenham totalizado 94% do total estimado para ser exportado em todo o ano comercial 2014/15 - o qual só se encerra em 31 de agosto - foi passageiro e limitado. 

Soja: Safra 2014/15 deve registrar quebra de até 5 milhões de t com clima seco

O número de 95 milhões de toneladas para a safra de soja 2014/15 de soja do Brasil não irá se confirmar. Para o consultor de mercado Fernando Muraro, da AgRural, as perdas já estão entre 4 e 5 milhões de toneladas, perdidas para as elevadas temperaturas e ausência de chuvas em importantes regiões produtoras do país. O resultado dessa temporada? Esse é, agora, o número mais difícil a ser conseguido já que a marca dessa safra é a irregularidade. 
"Em Mato Grosso, encontramos lavouras precoces com produtividade de 20 sacas por hectare e de 70 sacas por hectare, em talhões com menos de 100 km um do outro, no Mato Grosso do Sul, a mesma coisa. Talvez Goiás e Bahia sejam o epicentro dessa estiagem maior que atingiu o Brasil. Então, a tentativa de estimar a safra brasileira ficou complicada", diz Muraro. 
E essa projeção vem de encontro com produtores rurais preocupados em todo o Brasil. 
Mato Grosso do Sul
No MS, por exemplo, as perdas com a soja podem chegar a 25%, de acordo com estimtivas da Famasul e a região mais afetada toma uma faixa que vai de Dourados a Naviraí. A produtividade, principalmente em lavouras mais precoces, devem ter sua produtividade caindo de 55 para algo entre 38 e 45 sacas por hectare. 

Dólar opera estável à espera de PIB dos EUA.


O dólar opera perto da estabilidade nesta sexa-feira (30), à espera do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos do quarto trimestre de 2014, que será divulgado nesta manhã.

Às 9h06, a moeda norte-americana avançava 0,09%, a R$ 2,6145 na venda. Na véspera, o dólar avançou 1,37%, a R$ 2,6121 na venda. A última vez que a divisa fechou acima de R$ 2,60 foi no dia 21, cotado a R$ 2,6066 na venda.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 29/01/2014

Dólar R$2,6113(1,3660%) 

Mínima R$2,5899
Máxima R$ 2,6140
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Mar15    (-2,0)          9,68
MAI 15     (-2,4)          9,74
Jul15       (-3,4)         9,79
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15     (-0,2)        3,73
Mai15     (-0,2)        3,81
JUL15  (-0,2)       3,89

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 17,20
Rondonópolis: U$ 18,20
Alto Garça: U$ 18,00                                                        
Sorriso: U$ 16,50
Itiquira: U$ 17,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$14,00
Rondonópolis: R$ 17,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 15,00
Itiquira: R$ 17,00

USDA: Vendas semanais de soja dos EUA ficam acima do esperado e totalizam 94% do estimado para 2014/15

Nesta quinta-feira (29), o USDA  divulgou seu novo boletim semanal de vendas para exportação. Os dados referem-se à semana que terminou em 22 de janeiro, trouxe números acima das expectativas para a soja e dentro do esperado para o milho. 
As vendas semanais norte-americanas de soja somaram 888,2 mil toneladas, registrando um aumento expressivo em relação ao número da última semana, de apenas 115,3 mil toneladas. Assim, o total fica ainda acima das expectativas do mercado, que variavam de 200 mil a 600 mil toneladas. O USDA informou ainda que foram vendidas também 20,8 mil toneladas de soja da safra 2015/16. 
No acumulado do ano comercial 2014/15, os EUA já venderam 45.326,5 milhões de toneladas, de um total esperado para a temporada de 48,17 milhões de toneladas, ou seja, pouco mais de 94% da oleaginosa norte-americana já está comprometida de acordo com as projeções do departamento agrícola norte-americano, e o ano comercial só se encerra em 31 de agosto de 2015. 
Os Estados Unidos venderam ainda 1.068,200 milhão de toneladas de milho da safra atual, enquanto o mercado apostava em algo entre 800 mil e 1,6 milhão de toneladas. Em relação à semana anterior, no entanto, o volume apresentou uma baixa de 51%. O Japão foi o principal destino do grão ao adquirir 440,1 mil toneladas. Foi relatada ainda a venda de 16 mil toneladas da nova safra. 
A expectativa do USDA para todo o ano comercial 2014/15 é de que sejam exportadas 44,45 milhões de toneladas do cereal e, até a última semana, o volume já comprometido chega a 30.346,3 milhões de toneladas. 
As vendas semanais de trigo também ficaram dentro das expectativas - de 250 mil a 650 mil toneladas - e somaram 544,4 mil toneladas, registrando um aumento de 19% em relação à semana anterior. Da safra 2015/16, foram vendidas 21 mil toneladas, ainda segundo o boletim do USDA desta quinta-feira. 
Derivados de Soja - O boletim trouxe ainda mais uma semana de vendas expressivas de farelo de soja da safra 2014/15. O total de 296,5 mil toneladas e é 4% maior do que o registrado na semana anterior. O número ficou dentro das projeções, que variavam de 100 mil a 350 mil toneladas. O Equador foi o principal comprador, respondendo por 99 mil toneladas. 
No caso do óleo de soja, as vendas semanais somaram 10,6 mil toneladas da temporada 2014/15 e recuram 38% em relação ao volume vendido na semana anterior. O mercado apostava em volumes, no entanto, que variavam de 15 mil a 30 mil toneladas.

Dólar opera em alta com otimismo do BC dos EUA

O dólar opera em alta nesta quinta-feira (29), em meio a avaliações de que o comunicado do Federal Reserve, divulgado na véspera, sinalizou que o banco central norte-americano continua em vias de elevar os juros ainda este ano e demonstra otimismo com o rumo da economia do país.
Às 9h20, a moeda norte-americana avançava 0,70%, a R$ 2,5950 na venda. Na véspera, o Fed divulgou, simultaneamente ao fechamento do mercado de câmbio à vista, que continuará "paciente" para elevar os juros e que a economia dos Estados Unidos está nos trilhos, apesar das turbulências em outros mercados ao redor do mundo.

Soja: Mercado só deve mudar direção na CBOT com safra no Brasil abaixo das 90 mi de t, diz consultor.

A movimentação no mercado internacional da soja segue fraca na sessão desta quinta-feira. O que falta aos negócios são novidades - vindas tanto dos fundamentos de demanda quanto do lado da oferta - e nem mesmo as perdas que vêm sendo registradas pelo Brasil a fora têm sido suficientes para alavancar o mercado. 
Para o analista de mercado Fernando Muraro, da AgRural, a marca dessa safra brasileira é a irregularidade e, em função de temperaturas excessivas e da falta de chuvas, ao menos de 3 a 5 milhões de toneladas já foram perdidas nesta temporada. 
No entanto, o analista afirma ainda que para que o mercado internacional mude seu foco e volte a subir os números deveriam vir abaixo das 90 milhões de toneladas, porém, chegar a esse número final tem sido o trabalho mais difícil até o momento, já que as condições das lavouras têm variado muito, inclusive dentro do mesmo estado.