Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Mercado tenta recuperação na CBOT nesta manhã de 3ª feira após números do USDA

Depois de perder mais de 40 pontos entre os principais vencimentos na sessão anterior, o mercado internacional da soja tenta uma recuperação na manhã desta terça-feira (13) na Bolsa de Chicago. Por volta das 7h20 (horário de Brasília), as posições mais negociadas subiam entre 5,75 e 6,50 pontos. 
As cotações foram severamente pressionadas pelos últimos números trazidos pelo USDA que apontaram para um aumento da safra norte-americana, brasileira, e uma manutenção dos estoques finais dos EUA quando se esperava uma revisão para baixo. 
Entretanto, para alguns consultores de mercado, como Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, o mercado, aos poucos, se volta para a situação preocupante do clima no Brasil em importantes regiões produtoras e para o quadro de uma demanda bastante forte nessa temporada, confirmado pela chegada dos boletins semanais sobre os embarques nos EUA

MILHO
As principais posições do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) operam em campo positivo na manhã desta terça-feira (13). Por volta das 8h41 (horário de Brasília), os vencimentos da commodity exibiam ligeira alta entre 1,50 a 2,00 pontos. A posição março/15 era cotada a US$ 4,03 por bushel, após ter fechado o dia anterior a US$ 4,02 por bushel.
O mercado ainda reflete os números do relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento Agricultura dos Estados Unidos) reportado nesta segunda-feira. O órgão reduziu a projeção para safra do cereal norte-americano da temporada 2014/15, de 365,97 milhões para 361,11 milhões de toneladas. O rendimento médio da lavouras também caiu de 183,52 sacas  por hectare, para 180,97 sacas por hectare.
Por sua vez, os estoques finais nos EUA foram indicados em 47,68 milhões, contra 50,75 milhões de toneladas no boletim anterior. Apesar das reduções nos números, o departamento reportou o relatório com os estoques trimestrais de milho no país.
Até 1º de dezembro,  os estoques norte-americanos de milho estavam em 284,56 milhões de toneladas. O volume é maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior, de 265,83 milhões de toneladas. O volume também ficou acima das expectativas do mercado, de 283,50 milhões de toneladas do grão. Fator que acabou limitando as altas no final da sessão anterior, segundo informações do noticiário internacional.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

USDA mantém estoques finais de soja dos EUA e reduz os de milho

O USDA reportou, no início da tarde desta segunda-feira (12) seu novo boletim mensal de oferta e demanda de janeiro e surpreendeu o mercado ao trazer inalterado o número dos estoques finais de soja do país em 11,16 milhões de toneladas, quando as expectativas apontavam para uma redução para algo próximo de 10,9 milhões. Além disso, ainda sobre a soja, o USDA aumentou sua estimativa para a safra 2014/15 de 107,73 milhões para 108,02 milhões de toneladas, com uma produtividade que subiu de 53,87 para 54,2 sacas por hectare. 
No caso do milho, a situação foi contrária. Não só o número para a produção norte-americana caiu - de 365,97 milhões para 361,11 milhões de toneladas - como os estoques finais também foram reduzidos de 50,75 milhões para 47,68 milhões de toneladas, o que ficou em linha com o que era esperado pelos traders. 

Soja EUA - O USDA trouxe a safra norte-americana estimada em 108,02 milhões de toneladas, contra 107,73 milhões do boletim de dezembro. A produtividade subiu de 53,87 para 54,2 sacas por hectare. Ambos os dados ficaram acima das expectativas, as quais eram de 107,9 milhões de toneladas e 53,46 sacas por hectare, respectivamente. 
Dessa forma, os estoques finais dos EUA foram mantidos em 11,16 milhões de toneladas, enquanto os traders apostavam em uma redução para 10,9 milhões de toneladas. A projeção para a área colhida de soja para esse boletim era de 33,63 milhões de hectares e esse foi, exatamente, o número divulgado pelo departamento americano. 
Um ligeiro aumento foi registrado nas exportações norte-americanas da oleaginosa que passaram de 47,9 milhões para 48,17 milhões de toneladas. No número do esmagamento, por outro lado, o USDA não mexeu e manteve as 48,44 milhões de toneladas. 
Soja Mundo - A estimativa do USDA para a produção mundial de soja também subiu e passou de 312,81 milhões para 314,4 milhões de toneladas. Os estoques finais globais também foram revisaos para cima e ficaram em 90,78 milhões de toneladas, acima das expectativas de 90,2 milhões. Em dezembro, o número foi de 89,87 milhões de toneladas. 
Ainda no cenário mundial, o destaque foi para a safra brasileira, que teve sua projeção elevada expressivamente de 94 milhões para 95,5 milhões de toneladas. Os estoques finais do Brasil também subiram na projeção do USDA e passaram para 25,83 milhões de toneladas, contra 24,38 milhões do registrado no reporte de dezembro. 

A safra da Argentina foi mantida em 55 milhões de toneladas, bem como seus estoques finais, em 34,85 milhões. As importações chinesas também ficaram inalteradas nos 74 milhões de toneladas. 

NÚMEROS DA SOJA
Soja USDA - Janeiro
NÚMEROS DO MILHO
Milho USDA - Janeiro

USDA: Embarques de soja dos EUA avançam na semana e ficam acima das expectativas

Nesta segunda-feira (12), o USDA divulgou seu novo boletim de inspeções de grãos para exportações com os números dos embarques na semana que terminou em 8 de janeiro. 
Os embarques semanais de soja somaram 1.839,042 milhão de toneladas, contra 1.406,496 milhão da semana anterior. O total ficou acima das expectativas do mercado, que variavam de 1,2 a 1,36 milhão de toneladas. O acumulado no ano comercial subiu para 32.641,647 milhões de toneladas, enquanto na temporada 2013/14, nesse mesmo período, o volume embarcado era de 26.789,465 milhões. 
Os EUA embarcaram ainda 500,353 mil toneladas de milho, número que ficou ligeiramente aquém do registrado na semana anterior, de 538,945 mil toneladas. As expectativas do mercado para o cereal variavam entre 460 mil e 640 mil toneladas. O USDA informou ainda que, no acumulado da safra 2014/15, já foram embarcadas 12.647,409 milhões de toneladas, contra 12.554,349 milhões do mesmo período do ano comercial anterior. 
Sobre o trigo, o USDA mostrou que os embarques semanais totalizaram 238,153 milhões de toneladas, abaixo do registrado na semana anterior, de 355,388 mil toneladas. O número veio dentro das expectativas, que variavam de 220 mil a 350 mil toneladas. No acumulado do ano, os EUA já embarcaram 14.132,987 milhões de toneladas do grão, contra 20.925,521 milhões da temporada anterior nesse mesmo intervalo. 

Falta de chuva

Os efeitos de um novo bloqueio atmosférico começaram a ser observados sobre o Brasil, em particular sobre os Estados do Sudeste. A semana que começou com a nebulosidade e a chuva de uma frente fria termina com o sol forte, níveis de umidade do ar muito abaixo do normal e um calor excessivo para janeiro.

A população do Espírito Santo, de grande parte de Minas Gerais e do Rio Janeiro arde em calor. AtéSão Paulo termina a semana com pouca chuva, depois dos temporais dos últimos dias.

Este bloqueio é caracterizado pela forte atuação do sistema de alta pressão subtropical do AtlânticoSul (ASAS) que reduz a umidade do ar e consequentemente a nebulosidade e as condições para chuva.

A sigla ASAS ficou conhecida e foi sendo incorporada nas conversas do dia a dia da população brasileira no ano passado, pois este poderoso sistema de alta pressão atmosférica foi um dos culpados por deixar o Brasil sem chuva no verão 2013/2014. As consequências da falta de chuva do verão passado foram sentidas durante todo o ano de 2014 em todos os setores da economia, continuam em 2015 e ainda serão vividas em 2016.

O verão é a estação mais chuvosa em praticamente todo o Brasil. Um verão com pouca chuva coloca em risco o abastecimento de água e de energia no país.

Quando os meteorologistas começaram a falar que a ASAS ia ficar forte de novo sobre o Brasil, que um novo bloqueio de frentes frias estava para acontecer, a comparação com o que ocorreu no ano passado foi inevitável. Mas a atmosfera está longe de ser uma máquina, que faz tudo igual de um ano para outro. Ela tem ciclos e só alguns já estão compreendidos pelos cientistas.

O bloqueio deste janeiro de 2015 é igual ao de 2014? Quanto tempo vai durar? Quais as consequências deste bloqueio na chuva do verão de 2015? Teremos ainda alguma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) para trazer chuva volumosa?

A meteorologista da Climatempo Patrícia Madeira, analista de tempo e clima, explica o que está acontecendo. Que bloqueio é esse?

Soja tem pouca movimentação nesta manhã de 2ª à espera dos novos números do USDA.

Nesta segunda-feira (12), o mercado internacional da soja segue operando de lado às espera dos novos números do USDA que serão divulgados hoje. Além dos dados sobre oferta e demanda que chegam nesta segunda, o departamento traz ainda seu novo relatório semanal de embarques de grãos e os números podem mexer com o direcionamento dos preços antes do boletim mais importante do dia.   
Expectativas para o USDA
Os números dos estoques finais a serem reportados pelo USDA refletem a condição dos mesmos nos Estados Unidos em 31 de agosto e, tanto para a soja quanto para o milho, poderiam ser revisados para baixo de acordo com as expectativas médias dos traders. 
Para a soja, os estoques estão sendo esperados na casa das 10,9 milhões de toneladas. No boletim de dezembro, esse número veio em 11,16 milhões. Sobre os estoques finais mundiais, as expectativas apontam para mudanças mais amenas para a soja e para o milho. No caso da oleaginosa, os números devem passar, de acordo com as projeções dos traders, de 89,87 para 90,2 milhões de toneladas. Os traders apostam ainda que a safra norte-americana de soja na temporada 2014/15 seja estimada em 107,9 milhões de toneladas, contra as 107,73 milhões reportadas no boletim anterior. 
Para os estoques trimestrais de soja dos EUA em 1º de dezembro, número que também será divulgado na próxima segunda, a expectativa é de 70,9 milhões. No último relatório desse tipo de 2014, divulgado em 30 de setembro e que reportou a situação em 1º de setembro, os volumes vieram em 2,5 milhões. 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 09/01/2014

Dólar R$2,6375 (-1,2500%) 

Mínima R$2,6320
Máxima R$ 2,6716
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Jan15      (+3,2)          10,47
Mar15     (+2,2)          10,52
MAI 15       (+2,0)          10,57

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15     (+5,0)       3,99
Mai15     (+4,4)        4,07
JUL15  (+4,0)      4,13

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 18,50
Rondonópolis: U$ 19,50
Alto Garça: U$ 19,00                                                        
Sorriso: U$ 18,00
Itiquira: U$ 19,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 15,00
Itiquira: R$ 19,00

Começo de colheita no MT e PR‏.

As primeiras lavouras de soja da safra 2014/15 estão sendo colhidas em Mato Grosso e no Paraná com produtividades bastante irregulares. No Mato grosso a soja super precoce está sendo colhida, para plantar algodão, as produtividades nas primeiras lavouras colhidas, que não ultrapassam 3 por cento da área plantada, estão variando entre 35 e 64 sacas por hectare.
As boas produtividades estão ocorrendo em áreas que receberam chuvas isoladas, apenas áreas irrigadas conseguiram garantir boas produtividades no geral para as primeiras lavouras plantas.

No Paraná, também houve atraso de plantio por falta de chuvas, nas primeiras colheitas temos produtividades entre 33 e 66 sacas por hectare. Até o final de janeiro deve-se alcançar 3% de colheita no estado, 2% menos comparado com a média de anos anteriores.

Dólar opera estável à espera de dados de emprego nos EUA


O dólar tem oscilações moderadas passada a primeira meia hora de negócios desta sexta-feira, com investidores evitando alterações significativas em seus posicionamentos à espera da divulgação do "payroll" de dezembro nos EUA, às 11h30 (horário de Brasília). Às 9h44, o dólar comercial caía 0,07%, a R$ 2,6696. O dólar para fevereiro avançava 0,17%, cotado em R$ 2,6860.

A estimativa de analistas consultados pela Dow Jones Newswires é de abertura líquida de 240 mil postos de trabalho (321 mil em novembro) e de queda na taxa de desocupação para 5,7% (5,8% no mês anterior).

O relatório de emprego é bastante monitorado pelo fato de o mercado de trabalho ser um segmento crucial para o Federal Reserve ao avaliar suas decisões de política monetária.

No Brasil, o IPCA não trouxe surpresas, com a inflação em dezembro ficando em 0,78%, ante taxa de 0,79% esperada. O índice fechou 2014 em alta de 6,41%, contra 6,42% da estimativa de analistas consultados pelo Valor Data.

O mercado deve monitorar ainda eventuais comentários do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que conversa a partir das 10h30 com internautas via Facebook, pelo Portal Brasil, no Ministério da Fazenda. O debate em torno de nov o socorro às distribuidoras de energia por bancos públicos também segue no radar. Na quinta-feira, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou que a presidente Dilma Rousseff havia dado "sinal verde" para a negociação sobre o empréstimo.

Mercado caminha de lado em Chicago nesta 6ª feira às vésperas do novo boletim do USDA

Às vésperas do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA, o mercado ainda caminha de lado na última sessão da semana. Os principais vencimentos operavam testando os dois lados da tabela, sem apresentar uma direção comum. 
Os novos números do departamento agrícola norte-americano saem na próxima segunda-feira, dia 12 de janeiro e, até lá, o mercado não conta com muitas novidades expressivas que possam motivar oscilações mais expressivas. Além disso, há uma espera também pela definição da safra na América do Sul e um acompanhamento do comportamento climático nos próximos dias, já que as lavouras, principalmente no Brasil, entram em sua fase determinante para a consolidação da produtividade.

MILHO
Os futuros do milho operam em campo misto na manhã desta nesta 6ª feira próximos da estabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT). Os participantes do mercado buscam um melhor posicionamento frente ao relatório de oferta e demanda do USDA. A expectativa é que a safra do grão norte-americano possa ficar acima da última projeção do órgão, de 365,97 milhões de toneladas, conforme estimativas de consultorias privadas.
Paralelamente, o fraco desempenho das vendas para exportação ainda influenciam as cotações. Até a semana encerrada no dia 1º de janeiro, as vendas ficaram em 387.600 mil toneladas, uma queda de 57% em relação à semana anterior. 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

COTAÇAO

FECHAMENTO EM 08/01/2014

Dólar R$2,6724 (-1,1500%) 

Mínima R$2,6753
Máxima R$ 2,76635

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Jan15      (-5,4)       10,47
Mar15     (-4,0)         10,52
MAI 15      (-3,6)         10,57

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15     (-1,4)       3,97
Mai15     (-1,4)          4,05
JUL15  (-1,6)      4,12

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 18,50
Rondonópolis: U$ 19,50
Alto Garça: U$ 19,00                                                        
Sorriso: U$ 18,00
Itiquira: U$ 19,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 15,00
Itiquira: R$ 19,00