Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Mercado reduz projeção de aumento do PIB; previsão para 2015 se mantém


Depois de ter subido levemente na semana anterior, a estimativa dos analistas de mercado para a expansão da economia neste ano voltou a ter ligeiro ajuste para baixo. De acordo com o boletim Focus, do Banco Central, a mediana das projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) do país caiu de aumento de 0,21% para alta de 0,20%. Há um mês, a estimativa era de crescimento de 0,27%. Para 2015, a aposta seguiu inalterada em 0,80%.

Na semana passada, o Banco Central informou que seu indicador de atividade, o IBC-Br, subiu 0,59% no terceiro trimestre sobre o segundo, feitos os ajustes sazonais, um resultado acima do esperado. O indicador sinaliza que, após dois trimestres de retração, o PIB se recuperou no período entre julho e setembro. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o dado na próxima sexta-feira.

A despeito do resultado provavelmente positivo no terceiro trimestre, analistas consideram que os bons números ainda têm que se repetir para sinalizar uma tendência mais animadora na economia. Indicador antecedente apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pela The Conference Board, divulgado na semana passada, sinalizou que a economia brasileira interrompeu sua trajetória de deterioração, mas ainda não dá sinais de expansão mais significativa.

Da mesma forma, os indicadores da indústria dão sinais contraditórios. A confiança caiu em novembro ao menor nível em 15 anos, pela medição da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu pelo segundo mês consecutivo no período. No Focus, a estimativa para a produção industrial deste ano, de queda de 2,30%, não foi alterada. Para 2015, a estimativa de aumento de 1,31% foi levemente reduzida a 1,30%

O mercado da soja inicia a semana com preços recuando na Bolsa de Chicago

Essa deve ser uma semana importante para o mercado internacional de soja já que, na próxima quinta-feira (27) comemora-se o feriado do Dia de Ação de Graças nos EUA, dia que, sazonalmente, é importante para os preços e marca o andamento dos negócios, segundo analistas, já que representa a finalização da colheita da safra norte-americana e também o avanço do plantio na América do Sul. 
Nesta segunda-feira, os investidores recebem ainda duas informações importantes do USDA sendo uma delas o boletim semanal de embarques do país e a outra, depois do fechamento do mercado, é o novo relatório de acompanhamento de safras do departamento, com os números da evolução da colheita até o último domingo (23). 
Ainda de acordo com analistas, o mercado deverá estar atento ainda ao comportamento do clima na América do Sul e às chuvas que estão previstas para essa semana, principalmente para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, pondendo trazer algum alívio à áreas produtoras importantes.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

cotação

FECHAMENTO EM 21/11/2014

Dólar R$2,5196 (-2,0470%) 

Mínima R$2,5132
Máxima R$ 2,5531

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Jan15      (+12,2)      10,32
Mar15     (+11,6)       10,39
MAI 15       (+11,2)      10,45

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14     (+2,2)              3,75
Mar15   (+2,2)         3,88
Mai15   (+2,2)           3,97


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 16,00
Rondonópolis: U$ 19,00
Alto Garça: U$ 18,50                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 20,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 19,00
Alto Garça: R$ 19,00                                                        
Sorriso: R$ 15,00
Itiquira: R$21,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$14,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$18,00

Dólar cai ante real, em meio a expectativas sobre equipe econômica

dólar recuava ante o real no início dos negócios desta sexta-feira (21), voltando ao patamar de R$ 2,55, em meio ao forte clima de expectativas sobre o anúncio da próxima equipe econômica no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.
A mídia em geral tem indicado, como possíveis nomes que estão sendo considerados pela presidente para o rearranjo da equipe, o ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda Nelson Barbosa, o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy e o atual presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
Às 9h14, a moeda norte-americana recuava 0,59%, a R$ 2,5591 na venda, após terminar praticamente estável na sessão passada devido ao feriado que fechou os negócios em importantes mercados no Brasil. 
Nesta manhã, o Banco Central dá continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio, ofertando até quatro mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de junho e 1º de setembro de 2015. 
O BC também fará nesta sessão mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de dezembro, que equivalem a US$ 9,831 bilhões, com oferta de até 14 mil contratos. 
Por volta de 9h50, o Banco Central havia vendido 2.200 contratos de swap cambial tradicional, com vencimento e 1º de junho de 2015 e 1.800 contratos de swap cambial tradicional, com vencimento em 1º de setembro de 2015, ambos da oferta de até 4.000. 
(Com Reuters)

Na manhã desta sexta-feira milho tem ligeiras perdas 1,00 e 1,50 pontos.

No início do pregão desta sexta-feira (21), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) trabalham com ligeiras perdas 1,00 e 1,50 pontos. 
O mercado exibe um movimento de realização de lucros, após as altas expressivas registradas na sessão anterior. Nesta quinta-feira, as cotações futuras da commodity subiram mais de 9 pontos no mercado internacional, impulsionadas pelas informações da demanda. O USDA reportou um aumento de 80% nas vendas para exportação, que ficaram em 910 mil toneladas.
Além disso, o anúncio da venda de 101.600 mil toneladas para destinos não revelados. Cenário que também contribuiu para dar sustentação aos preços do cereal no dia anterior

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 19/11/2014

Dólar R$2,5747 (-5640%) 

Mínima R$2,5744
Máxima R$ 2,969

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Jan15      (-17,6)      10,05
Mar15     (-18,2)       10,12
MAI 15       (-18,0)       10,19

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14     (-8,6)              3,63
Mar15   (-9,0)         3,76
Mai15   (-8,6)          3,85


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 16,00
Rondonópolis: U$ 20,00
Alto Garça: U$ 19,o0                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 20,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 19,50                                                        
Sorriso: R$ 16,00
Itiquira: R$20,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$14,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$18,00

Mercado segue com movimento negativo na bolsa de Chicago.

Os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago, mais uma vez, operam em campo negativo na manhã desta quarta-feira (19), dando continuidade ao movimento negativo registrado no fechamento de ontem. 
Como explicam os analistas e já vinha sendo esperado, o mercado continua observando a conclusão da nova safra norte-americana e a colheita já concluída em 94% da área dos EUA até o último domingo (16), segundo números do USDA, o que acaba por ser um fator de pressão para as cotações.
Além disso, os produtores norte-americanos aproveitaram os últimos rallies de preços e participaram um pouco mais da comercialização, realizando novas vendas. "Com a colheita se finalizando, os produtores estão vendendo um pouco mais. A armazenagem está ficando cada vez mais comprometida e isso também está trazendo mais alguns bushels para o mercado", diz o vice-presidente da consultoria Price Futures, de Chicago, Jack Scoville. 
Paralelamente, apesar de muitas áreas na América do Sul ainda sofrerem severamente com as condições de clima adversas e a falta de chuvas, as previsões de institutos internacionais de meteorologia, como o MDA Weather, indicando que as precipitações nos próximos 10 dias poderão contribuir para a umidade no solo e ajudar na evolução do plantio também pesa sobre os negócios. 
Apesar disso, as análises técnicas ainda mostram o mercado com um importante suporte dos US$ 10,00 por bushel, segundo explica o gestor de investimentos da SmartQuant Fundos de Investimentos, Antônio Domiciano. "O movimento de alta tem se mostrado consistente e sinaliza que uma alta mais robusta pode acontecer em meados do ano que vem (...) O produtor tem que estar atento à possibilidade da soja perder os US$ 10,00 - que é o suporte - e isso poderia motivar um novo movimento de baixa. Assim, a tendência é de alta até que o suporte dos US$ 10 seja mantido", diz o gestor", completa.  
Para Domiciano, porém, entre os meses de março e julho de 2015, os preços da soja poderiam registrar uma alta de cerca de 10%, com as cotações da soja podendo alcançar os US$ 11,80 por bushel caso o mercado tenha força para romper os US$ 10,80.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 18/11/2014

Dólar R$2,5891 (-4030%) 

Mínima R$2,5875
Máxima R$ 2,6025

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Jan15      (-12,2)      10,24
Mar15     (-12,2)       10,31
MAI 15       (-12,4)       10,37

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14     (-5,4)              3,72
Mar15   (-5,4)         3,85
Mai15   (-5,2)          4,93

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 51,00
Rondonópolis: R$ 60,00
Alto Garça: R$ 60,00                                                        
Sorriso: R$ 57,0
Itiquira: R$ 60,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: U$ 17,00
Rondonópolis: U$ 20,00
Alto Garça: U$ 20,o0                                                        
Sorriso: U$ 18,00
Itiquira: U$ 21,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO:
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 19,50                                                        
Sorriso: R$ 16,00
Itiquira: R$21,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO 2015 (AGOSTO)
L. do Rio Verde: R$14,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 18,00                                                        
Sorriso: R$ 13,00
Itiquira: R$18,00

Soja volta a recuar em Chicago e já trabalha com baixas de dois dígitos.

Em mais uma sessão de volatilidade, os preços da soja voltaram a cair na Bolsa de Chicago e, por volta das 15h20 (horário de Brasília). O mercado continua operando de forma bastante técnica - apesar dos fundamentos -, motivando uma movimentação mais acentuada dos fundos de investimentos e estimulando os movimentos de realização de lucros. 
Soja -13,2
milho -5,0

O mercado internacional da soja opera com estabilidade nesta terça-feira (18).

O mercado internacional da soja opera com estabilidade nesta terça-feira (18), Apesar de bons fundamentos de demanda que ainda oferecem uma sustentação aos preços, o mercado conta também com dados fortes de oferta, os quais exercem uma pressão, principalmente neste período de finalização da colheita nos Estados Unidos, sazonal sobre as cotações. 
O último boletim de acompanhamento de safras divulgado pelo USDA  mostrou que a colheita da soja avançou 4 pontos percentuais em uma semana, passando de 90 para 94% até o último domingo (16). O número ficou acima das expectativas, de 92%, porém, ligeiramente atrás da média dos últimos anos para esse período, que é de 96%.
Além disso, segundo explicam os analistas, o mercado tem se comportado ainda de forma bastante técnica ainda, principalmente por conta da presença acentuada dos fundos de investimento no mercado e, com isso, continuam testando e respeitando os patamares de suporte e resistência do mercado.