Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Cotação


FECHAMENTO EM 07/11/2014

Dólar R$2,5628 (0,1050%) 

Mínima R$2,5510
Máxima R$ 2,5827

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Nov14     (+11,0)       10,42
Jan15      (+10,6)      10,38
Mar15     (+9,4)        10,41

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14      (-4,0)             3,67
Mar15    (-4,0)          3,80
Mai15    (-3,4)           3,89

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 51,00
Rondonópolis: R$ 57,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                        
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 58,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 19,50
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 15,00
Itiquira: R$ 18,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV):
L. do Rio Verde: U$ 17,00
Rondonópolis: U$ 20,00
Alto Garça: U$ 19,o0                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 19,00

Dólar opera em alta e se aproxima de R$ 2,60.

O dólar opera em alta pelo sexto dia consecutivo nesta sexta-feira (7), levando a cotação para perto da barreira dos R$ 2,60. Por volta das 9h20, a moeda norte-americana era vendida a R$ 2,5814, em alta de 0,8%.
O mercado aguarda o relatório de emprego dos Estados Unidos, que pode trazer mais pistas sobre quando a taxa de juros começará a subir na maior economia do mundo. A alta na taxa lá fora em tese contribui para a saída de dólares do Brasil e para a alta na cotação da moeda aqui dentro.
Na quinta-feira, o dólar renovou a cotação máxima desde 2005, acima de R$ 2,55. A moeda terminou o dia a R$ 2,5607, com ganho de 1,82% sobre o fechamento da véspera.
Nesta sexta, o Banco Central dá continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio, com oferta de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de junho e 1º de setembro de 2015.
Fonte: G1

Soja segue em alta na manha desta sexta-feira

Nesta sexta-feira (7), os preços da soja registram mais um dia positivo na Bolsa de Chicago e. Segundo analistas, os bons números e expectativas sobre a demanda têm sido um importante fator de suporte para as cotações em Chicago, ou têm, ao menos, limitado os movimentos de baixa no mercado futuro americano. 
No relatório semanal de vendas para exportação divulgado ontem pelo USDA as vendas de soja vieram em mais de 1,6 milhão de toneladas e, no acumulado do ano, o total já comprometido das 46,27 milhões de toneladas a serem exportadas na temporada 2014/15 foi elevado a 80%. 
Acompanhando as altas do grão, o farelo de soja também tem um dia de ligeiros ganhos na CBOT, e o mercado busca manter sua estabilidade, o mesmo que acontece no caso da matéria-prima, depois da semana agitada e com os investidores buscando um bom posicionamento nessa última sessão.
Na próxima semana, na segunda-feira (10), o USDA traz um novo boletim mensal de oferta e demanda - com a safra de soja do país chegando a mais de 108 milhões de toneladas, segundo expectativas do mercado -, a atualização de seu boletim de acompanhamento de safras com a evolução da colheita e também o número dos embarques semanais do país. E à espera de todas essas informações, o mercado procura trabalhar na defensiva, acomodando os preços e se posicionando. 

Meteorologia dos EUA prevê 58% de chance de El Niño nos próximos meses

O Centro de Previsão de Clima, uma agência do governo dos Estados Unidos, projetou nesta quinta-feira uma chance de 58 por cento para o desenvolvimento de El Niño durante o inverno do Hemisfério Norte, reduzindo ligeiramente a probabilidade de ocorrência do fenômeno climático.

O serviço meteorológico dos EUA disse que o El Niño, se ocorrer, poderá perdurar até a primavera do Hemisfério Norte, segundo um relatório mensal com previsões.


Fonte: Reuters

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 06/11/2014

Dólar R$2,5592(1,8210%) 

Mínima R$2,5040
Máxima R$ 2,5592

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Nov14     (+9,2)       10,26
Jan15      (+9,6)       10,28
Mar15     (+8,0)        10,32

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14      (+0,2)             3,70
Mar15    (+0,2)         3,83
Mai15    (+0,2)          3,92

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 59,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                        
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 59,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 19,50
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 15,00
Itiquira: R$ 18,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV):
L. do Rio Verde: U$ 17,00
Rondonópolis: U$ 20,00
Alto Garça: U$ 19,o0                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 19,00

Nesta quinta, o USDA atualiza seu boletim semanal de vendas para exportação.

Nesta quinta, o USDA  atualiza seu boletim semanal de vendas para exportação e são esses números que têm mostrado que o potencial de crescimento da demanda. Até a última semana apresentado pelo departamento, mais de 70% do volume projetado para ser exportado de soja dos EUA já estava comprometido. 
Paralelamente, há ainda projeções de que as importações de soja da China disparem 38% em novemvbro e diretores de multinacionais do comércio internacional de grãos apostando nessa força da demanda e, principalmente, em um suporte para as cotações dos grãos. Outro fator que tem ajudado os preços da soja é o momento favorável do farelo de soja e, consequentemente, dos setores de ração e carnes. 
De outro lado, pressionam as cotações o bom andamento da colheita noa Estados Unidos, que já se encaminha para a fase final, e as condições climática favoráveis para os trabalhos de campo agora e para as próximas semanas. Além disso, na próxima segunda-feira (10), o USDA traz seu novo relatório mensal de oferta e demanda e as expectativas são de aumento da safra norte-americana para algo próximo de 108 milhões de toneladas. 

BC vê 'persistência' da inflação, com pressões da gasolina e conta de luz

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central avaliou nesta quinta-feira (6), por meio da ata de sua última reunião, quando a taxa de juros foi elevada de 11% para 11,25% ao ano, o que surpreendeu o mercado financeiro, que o "realinhamento" (alta) de preços domésticos frente ao internacionais e, também, dos preços administrados (como energia elétrica e gasolina) foram intensificados, o que tornou o "balanço de riscos para a inflação menos favorável".
"Parte de seus membros argumentou que incertezas ainda cercam a magnitude e a persistência desses ajustes [preços domésticos e administrados] e, por isso, posicionou-se a favor de que, neste momento, as condições monetárias permanecessem inalteradas [juros estáveis]. No entanto, a maioria dos membros do Copom considerou oportuno ajustar, de imediato, as condições monetárias [subir juros], de modo a garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016", diz o BC no documento.
Embora o baixo nível de atividade e a queda dos preços das "commodities" (produtos básicos com cotação internacional) atuem para conter a inflação neste momento, analistas observam que a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros), continuam pressionando os preços. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.
Fonte: G1

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 05/11/2014

Dólar R$2,5134 (0,3790%) 

Mínima R$2,5069
Máxima R$ 2,5239

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Nov14     (-3,4)       10,06
Jan15      (-4,2)       10,05
Mar15     (-4,0)        10,10

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14      (-4,4)             3,60
Mar15    (-4,4)         3,72
Mai15    (-4,4)          3,81

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 59,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                        
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 59,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,60
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV):
L. do Rio Verde: U$ 17,00
Rondonópolis: U$ 20,00
Alto Garça: U$ 19,o0                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 19,00

Importação de soja pela China deve disparar em novembro.

As importações de soja da China deverão saltar 38% em novembro, com compradores, estimulados por melhoria das margens de esmagamento, correndo para assegurar carregamentos baratos nos Estados Unidos, onde está em andamento uma colheita recorde, disseram analistas da indústria nesta quarta-feira.
As maiores compras do país que mais importa soja no mundo devem dar sustentação aos preços de referência da oleaginosa, que no mês passado caíram ao menor patamar desde o início de 2010, pressionados pela safra norte-americana. Os preços acumulam perdas de 23% este ano.
As importações de soja da China deverão subir para 5,81 milhões de toneladas em novembro e para 6,8 milhões em dezembro, acima das 4,2 milhões de toneladas de outubro, disse o Centro Nacional de Informações de Grãos e Óleos da China (Cngoic, na sigla em inglês).
As menores importações em outubro, abaixo do volume de 5,03 milhões de toneladas em setembro, provocaram aperto na oferta em partes do país e elevaram o preço do farelo de soja, usado na ração animal e principal produto do esmagamento da soja.
"As margens de esmagamento melhoraram muito desde outubro. Os preços da soja dos EUA estão baixos e uma recuperação nos preços do farelo e do óleo deve dar às indústrias melhores margens, disse Li Lifeng, analista de um website do setor. (www.cofeed.com)
Compradores chineses encomendaram 30 carregamentos, ou cerca de 1,8 milhão de toneladas, de soja dos Estados Unidos na semana passada com embarque no primeiro trimestre do próximo ano, disse um analista do Cngoic.
A compra está acima da média de 1,25 milhão de toneladas de importações por semana registrada em setembro.
As margens permanecem em cerca de 200 iuanes (32,7 dólares) por tonelada de soja processada em farelo e óleo, ante perdas de cerca de 500 iuanes por tonelada no primeiro semestre deste ano, disseram os analistas.
No início deste ano, importadores chineses deram calote em pelo menos 500 mil toneladas de soja dos Estados Unidos e do Brasil, equivalentes a 300 milhões de dólares, maior volume em uma década, com a fraca demanda por ração animal, depois que surtos de gripe aviária somaram-se a grandes importações que afetaram as margens de lucro das indústrias naquela época.
(Por Niu Shuping e Fayen Wong)
LOGO REUTERS (16408)

O mercado de milho recua pelo terceiro dia consecutivo na Bolsa de Chicago.

No início da sessão desta quarta-feira (5), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago operam em queda. De acordo com informações reportadas pela agência internacional de notícias Bloomberg, o mercado estende as baixas frente à especulação de que com o clima seco, previsto para os EUA, os agricultores norte-americanos conseguirão avançar com a colheita.
 Para essa safra, a perspectiva é que sejam colhidas 367,69 milhões de toneladas, conforme dados do USDA .
Em uma semana, os produtores conseguiram evoluir em 19% na área colhida, chegando a 65%, segundo o boletim de acompanhamento de safras, divulgado pelo USDA na última segunda-feira. 
"As previsões meteorológicas continuam a sugerir condições largamente favoráveis para a colheita", disse a consultoria Commonwealth Bank, em entrevista à Bloomberg.
E, por enquanto, os modelos não indicam outro importante evento de precipitação no Meio-Oeste dos EUA até meados de novembro, ainda conforme dados da agência. Somente esse ano, os preços da commodity recuaram 14% sobre as perspectivas para uma colheita recorde.