Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Nesta quinta, o USDA atualiza seu boletim semanal de vendas para exportação.

Nesta quinta, o USDA  atualiza seu boletim semanal de vendas para exportação e são esses números que têm mostrado que o potencial de crescimento da demanda. Até a última semana apresentado pelo departamento, mais de 70% do volume projetado para ser exportado de soja dos EUA já estava comprometido. 
Paralelamente, há ainda projeções de que as importações de soja da China disparem 38% em novemvbro e diretores de multinacionais do comércio internacional de grãos apostando nessa força da demanda e, principalmente, em um suporte para as cotações dos grãos. Outro fator que tem ajudado os preços da soja é o momento favorável do farelo de soja e, consequentemente, dos setores de ração e carnes. 
De outro lado, pressionam as cotações o bom andamento da colheita noa Estados Unidos, que já se encaminha para a fase final, e as condições climática favoráveis para os trabalhos de campo agora e para as próximas semanas. Além disso, na próxima segunda-feira (10), o USDA traz seu novo relatório mensal de oferta e demanda e as expectativas são de aumento da safra norte-americana para algo próximo de 108 milhões de toneladas. 

BC vê 'persistência' da inflação, com pressões da gasolina e conta de luz

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central avaliou nesta quinta-feira (6), por meio da ata de sua última reunião, quando a taxa de juros foi elevada de 11% para 11,25% ao ano, o que surpreendeu o mercado financeiro, que o "realinhamento" (alta) de preços domésticos frente ao internacionais e, também, dos preços administrados (como energia elétrica e gasolina) foram intensificados, o que tornou o "balanço de riscos para a inflação menos favorável".
"Parte de seus membros argumentou que incertezas ainda cercam a magnitude e a persistência desses ajustes [preços domésticos e administrados] e, por isso, posicionou-se a favor de que, neste momento, as condições monetárias permanecessem inalteradas [juros estáveis]. No entanto, a maioria dos membros do Copom considerou oportuno ajustar, de imediato, as condições monetárias [subir juros], de modo a garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016", diz o BC no documento.
Embora o baixo nível de atividade e a queda dos preços das "commodities" (produtos básicos com cotação internacional) atuem para conter a inflação neste momento, analistas observam que a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros), continuam pressionando os preços. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.
Fonte: G1

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 05/11/2014

Dólar R$2,5134 (0,3790%) 

Mínima R$2,5069
Máxima R$ 2,5239

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Nov14     (-3,4)       10,06
Jan15      (-4,2)       10,05
Mar15     (-4,0)        10,10

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14      (-4,4)             3,60
Mar15    (-4,4)         3,72
Mai15    (-4,4)          3,81

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 59,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                        
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 59,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,60
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV):
L. do Rio Verde: U$ 17,00
Rondonópolis: U$ 20,00
Alto Garça: U$ 19,o0                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 19,00

Importação de soja pela China deve disparar em novembro.

As importações de soja da China deverão saltar 38% em novembro, com compradores, estimulados por melhoria das margens de esmagamento, correndo para assegurar carregamentos baratos nos Estados Unidos, onde está em andamento uma colheita recorde, disseram analistas da indústria nesta quarta-feira.
As maiores compras do país que mais importa soja no mundo devem dar sustentação aos preços de referência da oleaginosa, que no mês passado caíram ao menor patamar desde o início de 2010, pressionados pela safra norte-americana. Os preços acumulam perdas de 23% este ano.
As importações de soja da China deverão subir para 5,81 milhões de toneladas em novembro e para 6,8 milhões em dezembro, acima das 4,2 milhões de toneladas de outubro, disse o Centro Nacional de Informações de Grãos e Óleos da China (Cngoic, na sigla em inglês).
As menores importações em outubro, abaixo do volume de 5,03 milhões de toneladas em setembro, provocaram aperto na oferta em partes do país e elevaram o preço do farelo de soja, usado na ração animal e principal produto do esmagamento da soja.
"As margens de esmagamento melhoraram muito desde outubro. Os preços da soja dos EUA estão baixos e uma recuperação nos preços do farelo e do óleo deve dar às indústrias melhores margens, disse Li Lifeng, analista de um website do setor. (www.cofeed.com)
Compradores chineses encomendaram 30 carregamentos, ou cerca de 1,8 milhão de toneladas, de soja dos Estados Unidos na semana passada com embarque no primeiro trimestre do próximo ano, disse um analista do Cngoic.
A compra está acima da média de 1,25 milhão de toneladas de importações por semana registrada em setembro.
As margens permanecem em cerca de 200 iuanes (32,7 dólares) por tonelada de soja processada em farelo e óleo, ante perdas de cerca de 500 iuanes por tonelada no primeiro semestre deste ano, disseram os analistas.
No início deste ano, importadores chineses deram calote em pelo menos 500 mil toneladas de soja dos Estados Unidos e do Brasil, equivalentes a 300 milhões de dólares, maior volume em uma década, com a fraca demanda por ração animal, depois que surtos de gripe aviária somaram-se a grandes importações que afetaram as margens de lucro das indústrias naquela época.
(Por Niu Shuping e Fayen Wong)
LOGO REUTERS (16408)

O mercado de milho recua pelo terceiro dia consecutivo na Bolsa de Chicago.

No início da sessão desta quarta-feira (5), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago operam em queda. De acordo com informações reportadas pela agência internacional de notícias Bloomberg, o mercado estende as baixas frente à especulação de que com o clima seco, previsto para os EUA, os agricultores norte-americanos conseguirão avançar com a colheita.
 Para essa safra, a perspectiva é que sejam colhidas 367,69 milhões de toneladas, conforme dados do USDA .
Em uma semana, os produtores conseguiram evoluir em 19% na área colhida, chegando a 65%, segundo o boletim de acompanhamento de safras, divulgado pelo USDA na última segunda-feira. 
"As previsões meteorológicas continuam a sugerir condições largamente favoráveis para a colheita", disse a consultoria Commonwealth Bank, em entrevista à Bloomberg.
E, por enquanto, os modelos não indicam outro importante evento de precipitação no Meio-Oeste dos EUA até meados de novembro, ainda conforme dados da agência. Somente esse ano, os preços da commodity recuaram 14% sobre as perspectivas para uma colheita recorde.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 04/11/2014

Dólar R$2,5049 (0,0049%) 

Mínima R$2,4990
Máxima R$ 2,5290

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Nov14     (-16,4)       10,12
Jan15      (-17,6)       10,12
Mar15     (-17,6)        10,16

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14      (-8,0)             3,65
Mar15    (-7,6)         3,78
Mai15    (-8,0)          3,83

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 59,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                        
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 59,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,60
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV):
L. do Rio Verde: U$ 17,00
Rondonópolis: U$ 20,00
Alto Garça: U$ 19,o0                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 19,00

Soja segue em baixa com colheita acima do esperado nos EUA.

Os números sobre o avanço da colheita nos Estados Unidos vieram pressionando o mercado na manhã desta terça-feira, uma vez que, evoluíram bem e ficaram acima das expectativas do mercado. O índice de área colhida passou em uma semana, de 70 para 83%, quando as expectativas variavam entre 79 e 81%, segundo informações do boletim de acompanhamento de safras do USDA
As condições de clima mais favoráveis aos trabalhos de campo, com a redução das chuvas e temperaturas ligeiramente mais elevadas, permitiram que os trabalhos de campo retomassem o bom ritmo e alcançassem, portanto, a média dos últimos cinco anos para esse mesmo período, que também é de 83%. 
Por outro lado, outro número que ficou bem acima das projeções do mercado foi o de embarques semanais de soja pelos EUA. Ainda de acordo com o USDA, foram embarcadas, na semana que terminou em 30 de outubro, 2.770,997 milhões de toneladas. A projeção do mercado variava entre 1,82 milhão e 2,10 milhões de toneladas, no entanto. Assim, o acumulado no ano subiu para 11.009,500 milhões de toneladas. No ano passado, nesse mesmo período, os EUA já haviam embarcado 9.375,728 milhões de toneladas. O USDA estima que, no ano comercial 2014/15, o país exporta 46,270 milhões de toneladas, e desse total já há mais de 70% comprometido.
Sendo assim, o mercado segue observando essas duas forças atuando sobre o preços - além do comportamento do clima na América do Sul e o desenvolvimento do plantio da nova safra. De um lado, a grande oferta dos EUA que começa a chegar efetivamente ao mercado, embora os produtores seguem reticentes em vender, e uma demanda muito aquecida sem dar quaisquer sinais de arrefecimento.

MILHO
Até o último domingo (2), 83% da área de soja já havia sido colhida. Com esse aumento de 13 pontos percentuais em relação à última semana, o número ficou acima das  projeções do mercado, que variavam de 79 a 81%. Assim, os trabalhos de campo se recuperam e ficam em linha com a média dos últimos cinco anos. 
No caso do milho, a colheita ficou bem acima do esperado, subiu 19 pontos percentuais em uma semana e atingiu 65% da área. Assim, o índice fica apenas 8 pontos abaixo da média registrada para esse período, que é de 73%. A expectativa do mercado variava entre 59 e 60%. 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 03/11/2014

Dólar R$2,4987 (+0,8790%) 

Mínima R$2,4604
Máxima R$ 2,5070

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos         Bushel
Nov14     (-16,6)       10,29
Jan15      (-19,0)       10,30
Mar15     (-18,6)        10,34

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14      (-4,2)            3,72
Mar15    (-4,2)         3,85
Mai15    (-4,4)          3,93

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$ 59,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                        
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 59,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,60
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV):
L. do Rio Verde: U$ 17,00
Rondonópolis: U$ 20,00
Alto Garça: U$ 19,o0                                                        
Sorriso: U$ 17,00
Itiquira: U$ 19,00

Mercado vê menos crescimento neste ano e alta maior do juro em 2015.

Após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central surpreender ao elevar a taxa básica de juros da economia brasileira na semana passada de 11% para 11,25% ao ano, os economistas das instituiçõesfinanceiras passaram a prever um crescimento menor do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e, também, uma alta maior da taxa Selic em 2015.
As previsões do mercado foram coletadas pelo próprio BC por meio de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras na última semana. O levantamento dá origem ao relatório de mercado, também conhecido como Focus, que foi divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central.
Produto Interno Bruto
Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas baixaram, na semana passada, a estimativa de uma alta deste ano de 0,27% para 0,24% – a menor desde 2009, se confirmada. Para 2015, a estimativa de expansão da economia permaneceu estável em 1%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.
No fim de agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira teve retração de 0,6% no segundo trimestre deste ano e que estaria em "recessão técnica", que se caracteriza por dois trimestres seguidos de PIB negativo.
Segundo os analistas do mercado financeiro, a taxa básica de juros deve avançar para 11,50% ao ano em janeiro de 2015 e para 12% ao ano em março do ano que vem.Juros e inflação
Para a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, que avançou para 11,25% ao ano na última semana, a expectativa dos analistas dos bancos é de que ela suba mais no ano que vem. A previsão avançou de 11,5% para 12% ao ano para o fechamento de 2015.
O aumento de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2014, 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
Segundo a pesquisa do BC, a expectativa dos economistas para a inflação deste ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, permaneceu em 6,45%. Para 2015, a previsão do mercado subiu de 6,30 para 6,32%.
Em doze meses até setembro, o IPCA, a inflação oficial do país, somou 6,75% – valor acima do teto de 6,5%. A meta, porém, vale somente para anos fechados.
Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 subiu de R$ 2,40 para R$ 2,45 por dólar. Para o término de 2015, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio avançou de R$ 2,50 para R$ 2,55 por dólar.

A projeção para o superávit da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2014 caiu de US$ 2,10 bilhões para R$ 2 bilhões na semana passada. Para 2015, a previsão de superávit comercial subiu de US$ 7,21 bilhões para US$ 7,24 bilhões.
Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte ficou inalterada também em US$ 60 bilhões.

Mercado inicia a semana em baixa na bolsa de Chicago.

Nesta segunda-feira (3), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo negativo após fecharem a última semana com uma alta acumulada de 14% no mês de outubro.
O mercado começa mais uma semana com uma forte presença dos fundos de investimento que, na última sexta-feira (31), recompraram boa parte de suas posições, fazendo com que o pregão terminasse com as posições mais negociadas subindo mais de 14 pontos. Além disso, hoje o USDA divulga um novo boletim semanal de acompanhamento de safras e atualiza seus números sobre a colheita no país. Com boas condições climáticas, se espera um bom avanço até o último domingo (2) em relação aos 70% apresentados na semana passada. 
De acordo com um analista de mercado ouvido pela agência internacional de notícias Bloomberg, as previsões de temperaturas acima do normal e céu aberto continuam e essas são condições que favorecem o andamento dos trabalhos de campo, principalmente na colheita do milho, que está menos avançada do que a da soja.