Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Mercado aguarda dados do USDA e opera em baixa na manha desta segunda-feira

Nesta segunda-feira o USDA  atualiza seu boletim de acompanhamento de safras com números, principalmente, sobre o avanço da colheita no país. Depois que as chuvas deram uma trégua nos últimos dias, os produtores puderam voltar aos campos e retomar seus trabalhos, o que deve ser refletido nos dados de hoje. As informações, no entanto, só serão reportadas depois do fechamento do pregão. 
Além disso, o departamento traz ainda seu novo boletim de embarques semanais e esses números também devem mexer com os ânimos do mercado. Paralelamente, os investidores aguardam ainda pelo reflexo das novas informações sobre o clima no Brasil no mercado internacional. 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

FECHAMENTO EM 17/10/2014

Dólar R$2,4318 (-0,0320%) 

Mínima R$2,4294
Máxima R$ 2,4614

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
Nov14     (-15,2       9,51
Jan15      (-15,2)         9,59
Mar15     (-14,2        9,67

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14         (-4,6         3,47
Mar15      (-4,6       3,60
Mai15      (-4,6        3,69

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 54,00
Rondonópolis: R$58,00
Alto Garça: R$ 57,50                                                        
Sorriso: R$ 53,50
Itiquira: R$ 57,50    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 17,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 12,00
Itiquira: R$ 16,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV):
L. do Rio Verde: U$ 16,00
Rondonópolis: U$ 18,40
Alto Garça: U$ 18,o0                                                        
Sorriso: U$ 15,50
Itiquira: U$ 17,50 
Boa tarde!

O calor continua aqui no Mato Grosso, por momento não temos nem previsão de chuvas para plantar soja, por falta de chuvas, o plantio da 2º safra (safrinha de milho) vai sendo prejudicada e com isso acreditamos que vamos ter um ano ainda mais complicado se os preços não ajudarem!

Deus abençoe e nos mande chuvas!

O banco central da China injeta recursos para recuperar crescimento.

PEQUIM - O banco central da China planeja injetar até 200 bilhões de yuans (32,8 bilhões dólares americanos) em cerca de 20 grandes bancos nacionais e regionais, de acordo com executivos do setor bancário informadas sobre o assunto, em mais um passo que visa promover a segunda maior economia do mundo.
O movimento - que deverá canalizar dinheiro para áreas que o governo considera importantes, como habitação pública e empresa de pequeno porte - marca a mais recente de uma série de medidas de flexibilização direcionadas a prender uma desaceleração do crescimento econômico da China. No mês passado, o Banco do Povo da China colocou 500 bilhões de yuans em cinco grandes bancos estatais do país.
As etapas ocorrem em meio a preocupações crescentes de que o governo chinês pode perder sua meta de crescimento - fixada em 7,5% este ano - pela primeira vez desde a crise financeira asiática em 1998.
Até agora, o banco central não conseguiu tirar a economia da paralisia, dificuldade que muitos economistas e analistas dizem que deriva da tradicional relutância dos bancos chineses a emprestar para pequenas empresas - uma hesitação que está aumentando com uma desaceleração econômica e a perspectiva de aumento "azedou" empréstimos. Mas eles também afirmam que a falta de uma verdadeira procura de empréstimos, em vez de uma escassez de crédito, está segurando a economia.
Muitas empresas chinesas parecem menos disposto a gastar. Por exemplo o braço da China National Petroleum Corp, a PetroChina Co., a US- e Hong Kong-listado, os investimentos caíram 15,8% durante o primeiro semestre do ano, em comparação com um ano antes. Na maior refinaria da China, a China Petroleum & Chemical Corp, conhecida como Sinopec, as despesas de capital também cairam, lideradas por lentidão em seus segmentos de exploração, produção, comercialização e distribuição.
Em termos de injetar dinheiro no sistema financeiro, a última ação fica aquém de um esforço mais abrangente, como um corte da taxa de juro que alguns economistas dizem que é necessário para levantar a economia. No passado, o Banco Central tem usado essas reduções para estimular o crescimento em toda a economia.
Agora, porém, o banco central chinês - conhecido localmente como "ma yang", ou "Big Mama" - tem como objetivo estímulos mais restritos - uma estratégia destinada a evitar uma onda maciça de empréstimos como o que sustentou o crescimento após a crise financeira global de 2008, mas também selou a economia com a dívida. Outras iniciativas incluíram um de três anos, 1 trilhão de yuans de empréstimo à China Development Bank, o chamado credor política que apoia a habitação e outros projetos do governo, além de medidas para incentivar mais os empréstimos para as empresas privadas e as áreas rurais.
No último movimento, o PBOC informou bancos de ações conjuntas, tais como Banco Industrial Co. e Guangfa Banco a apresentar candidaturas para os fundos sob a forma de empréstimos de três meses a partir do banco central, disseram os executivos do setor bancário. As taxas de juros sobre os empréstimos deverão ser semelhantes as baixas taxas sobre os 500 bilhões de yuans de fundos atribuídos aos cinco bancos estatais.
O crescimento econômico da China já desacelerou para 7,5% no segundo trimestre em comparação com um ano atrás, e 7,4% no primeiro trimestre, uma baixa de 18 meses. Espera-se a liberação dos dados do produto interno bruto do terceiro trimestre, terça-feira.
Não há uma "necessidade" para a China lançar medidas de estímulo de base ampla, PBOC economista-chefe Ma Jun, disse no início deste mês.
Graça Zhu contribuiu para este artigo.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

COTAÇÂO

FECHAMENTO EM 16/10/2014

Dólar R$2,4630(0,0070%) 

Mínima R$2,4575
Máxima R$ 2,4942
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês            Pontos        Bushel
Nov14     (+14,4)        9,59
Jan15      (+13,0)         9,67
Mar15     (+12,6)         9,76

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14         (+5,0)              3,52
MAR15 (+4,4)         3,65
Mai15     (+5,0)         3,74

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 54,00
Rondonópolis: R$58,00
Alto Garça: R$ 57,50                                                        
Sorriso: R$ 53,50
Itiquira: R$ 57,50    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 17,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 12,00
Itiquira: R$ 16,50

Dólar opera em alta de mais de 1% e passa de R$ 2,49.

dólar comercial chegou a subir 2% no início dos negócios desta quinta-feira (16), superando R$ 2,50, após pesquisas mostrarem estabilidade na corrida pela Presidência da República. Divulgadas na véspera, levantamentos Datafolha e Ibope mostram que Aécio Neves (PSDB) e a presidente Dilma Rousseff (PT) continuam tecnicamente empatados na disputa. No exterior, investidores estavam preocupados com a economia global, fazendo com que o dólar se valorizasse em relação a outras moedas de países emergentes. Por volta das 9h30, o dólar subia 1,39%, a R$ 2,492 na venda. Nesta manhã, o Banco Central dá continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio e também realiza mais um leilão para rolar os contratos de dólar que vencem em 3 de novembro

Mercado recua nesta quinta-feira com previsão de melhora no climas dos EUA.

SOJA
Os investidores, segundo consultores e analistas,  mantêm-se mais na defensiva nesse momento, depois de duas fortes altas consecutivas nesta semana, estimuladas pelos problemas de clima e atraso na colheita nos Estados Unidos. Entretanto, as condições já se mostram mais favoráveis no Meio-Oeste e devem melhorar ainda mais nos próximos dias. 
De acordo com informações do Commodity Weather Group, as chuvas deverão ser bastante limitadas nas próximas duas semanas, permitindo que a colheita tanto da soja quanto do milho "volte aos eixos". Até o último domingo (12), 40% da área norte-americana já havia sido colhida, segundo números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). A média para esse período, no entanto, é de 53%. 

MILHO
De acordo com informações da agência internacional de notícias Bloomberg, os preços recuam depois de uma alta de seis semanas refletindo uma melhora nas condições climáticas para o Meio-Oeste do EUA. Após as chuvas excessivas registradas recentemente, que atrasaram a colheita do grão, as previsões climáticas indicam que o tempo deverá ficar mais seco.
As previsões de chuvas para as próximas duas semanas se mantém limitadas, segundo dado do Maryland Commodity Weather Group. Até o último dia 12 de outubro, cerca de 24% da área cultivada havia sido colhida, conforme último boletim de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). "Este rali recente foi provavelmente exagerado e uma oportunidade para os produtores realizarem algumas vendas", disse Brian Hoops, presidente da Midwest Market Solutions, em entrevista à Bloomberg.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 15/10/2014

Dólar R$2,4570(2,3750%) 

Mínima R$2,4118
Máxima R$ 2,4570
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês            Pontos        Bushel
Nov14     (-5,2)        9,59
Jan15      (-5,4)         9,67
Mar15     (-5,4)         9,76

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14          (-7,0)            3,50
MAR15  (-7,0)        3,63
Mai15     (-7,4)        3,71

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 52,00
Rondonópolis: R$56,00
Alto Garça: R$ 56,00                                                        
Sorriso: R$ 52,50
Itiquira: R$ 55,50    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 17,00
Alto Garça: R$ 17,00                                                        
Sorriso: R$ 12,00
Itiquira: R$ 16,50

Inflação na China desacelera para perto da mínima em 5 anos, e mais estímulo é esperado.

A inflação ao consumidor na China desacelerou mais do que o esperado em setembro, para perto da mínima em cinco anos, ampliando as preocupações de que o crescimento global está esfriando mais rápido do que o esperado a menos que governos adotem medidas mais ousadas para sustentar suas economias.
Embora grande parte da desaceleração deva-se à queda dos preços de alimentos, de combustível e de outras commodities, que estão beneficiando consumidores globalmente, os dados também indicam ampla fraqueza na segunda maior economia do mundo.
O índice de preços ao consumidor subiu 1,6 por cento em setembro ante o ano anterior, informou a Agência Nacional de Estatísticas nesta quarta-feira, contra expectativas do mercado de alta de 1,7 por cento e ante 2 por cento em agosto.
A leitura foi a mais baixa desde janeiro de 2010, e deveu-se também em parte à base de comparação mais alta há um ano, disseram as autoridades.
Na comparação com o mês anterior, o índice avançou 0,5 por cento em setembro, contra alta de 0,4 por cento esperada pelos economistas.
Já o índice de preços ao produtor recuou 1,8 por cento sobre o ano anterior, marcando o 31º declínio consecutivo, pressionado pelos preços mais baixos de petróleo e aço. O mercado esperava recuo de 1,6 por cento, após queda de 1,2 por cento em agosto.
Enfrentando crescentes riscos ao crescimento e deflação, a expectativa é de que Pequim continue apresentando medidas de estímulo nos próximos meses, embora a maioria dos economistas acredite que o governo vá evitar ações mais agressivas, como corte da taxa de juros, a menos que as condições piorem muito.
"Autoridades em Pequim deveriam começar a se preocupar que as pressões desinflacionárias globais estejam se espalhando para a China", disse o economista sênior do Crédit Agricole CIB, Dariusz Kowalczyk.
(Reportagem de Judy Hua, Shao Xiaoyi e Kevin Yao)
Fonte: Reuters

Relatório de acompanhamento de safras divulgado nesta terça-feira ficaram acima das expectativas do mercado para a soja e dentro do esperado para o milho.

Apesar das adversas condições de clima para os trabalhos de campo nos EUA, os números de avanço da colheita informada pelo USDA  em seu relatório de acompanhamento de safras divulgado nesta terça-feira (14) ficaram acima das expectativas do mercado para a soja e dentro do esperado para o milho. 

O reporte mostrou que 40% da área de soja já foi colhida, contra 20% da semana anterior. Apesar de ficar acima das projeções do mercado - de 27 a 31% - o número ainda está bem aquém da média dos últimos cinco anos para o período, que é de 53%. 

No caso do milho, a colheita ficou em 24%, enquanto o mercado apostava em algo entre 20 a 24%. Na semana anterior, o número era de 17% e a média dos últimos cinco anos é de 43% para esse período. 

"O reporte veio negativo para o pregão noturno, vamos acompanhar. As chuvas e condições de umidade diminuíram o ritmo da colheita nas regiões leste e centro do Corn Belt, enquanto no oeste do cinturão os trabalhos aconteceram em um ritmo mais acelerado", disse um reporte da consultoria internacional Kluis Commodities.