Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Relatorio do USDA vieram abaixo das expectativas do mercado.

O USDA informou seu novo boletim de oferta e demanda de outubro. Os números, tanto para a soja quanto para o milho, apresentaram poucas mudanças e vieram abaixo das expectativas do mercado. 

Soja EUA 
A nova safra de soja dos EUA foi estimada em 106,88 milhões de tons, contra as 106,41 milhões reportadas no boletim de setembro. O mercado apostava, no entanto, em algo entre  108,20 milhões de toneladas. Sobre a produtividade, houve uma pequena mudança  de 52,85 para 53,35 sacas por hectare  e o índice ficou em linha com o que os traders esperavam. 

Segundo analistas o USDA se manteve mais conservador sobre os números da nova safra por conta do baixo ritmo da colheita no Meio-Oeste norte-americano. A região vem registrando chuvas excessivas e os trabalhos de campo acontecem de forma bem mais lenta nesse momento. 

Os números de esmagamento de soja e exportações foram mantidos em 48,17 milhões e 46,27 milhões de toneladas, respectivamente. As importações e o residual também não foram alterados e permaneceram em 410 mil e 600 mil toneladas. 

Houve um pequeno reajuste nos números de área, onde a estimativa para a área plantada caiu de 34,32 milhões para 34,08 milhões de hectares, e a plantada foi reduzida de 34,03 para 33,75 milhões de hectares. 

O USDA informou ainda algumas mudanças nos números da safra 2013/14. A produção passou de 89,51 milhões para 91,39 milhões de toneladas e as áreas plantadas e colhidas também foram revisadas para cima, ficando em, respectivamente, 31,02 milhões e 30,88 milhões de hectares. 

As importações caíram de 2,18 milhões para 2 milhões de toneladas, o residual saiu das negativas 2,56 milhões de toneladas para zero e os estoques finais foram reduzidos de 3,54 para 2,5 milhões de toneladas. 

Soja Mundo
Os números para o cenário mundial também apresentaram poucas alterações. A estimativa para a safra 2014/15 subiu de 311,13 milhões para 311,2 milhões de toneladas. Os estoques finais registraram um ligeiro crescimento de 90,1 milhões para 90,67 milhões de toneladas. 
Sobre a safra velha mundial, o número passou de 283,13 milhões para 285,01 milhões de toneladas e os estoques finais de 66,91 milhões para 66,49 milhões de toneladas. 

Brasil - Sobre o Brasil, o USDA manteve sua estimativa para a safra nova em 94 milhões de toneladas, mas reduziu os estoques de 24 milhões para 23,95 milhões de toneladas. A projeção da safra velha, por outro lado, passou de 86,17 milhões para 86,7 milhões de toneladas e os estoques de 17,23 milhões para 16,8 milhões de toneladas.  

Argentina - Para a Argentina, os números também foram mantidos, praticamente, em sua totalidade. A safra 2013/14 foi mantida em 54 milhões e a 2014/15 em 55 milhões de toneladas, com estoques finais de, respectivamente, 29,68 milhões e 34,98 milhões de toneladas. 

Milho EUA
A safra 2014/15 dos EUA foi revisada para cima, passando de 365,65 milhões para 367,69 milhões de toneladas, número que ficou aquém das expectativas do mercado de 368,95 milhões de toneladas. A produtividade também foi ligeiramente elevada e passou de 181,72 para 184,37 sacas por hectare. O mercado apostava em algo próximo de 182,75 sacas por hectare. 
O USDA reduziu sua estimativa para a área plantada com o cereal de 37,07 milhões para 36,79 milhões de hectares, enquanto a colhida passou de 33,91 para 33,63 milhões de toneladas. 
Os números de exportações e uso do milho para a produção de etanol permaneceram em 44,45 milhões e 130,18 milhões de toneladas, respectivamente. As importações, por outro lado, passaram de 760 mil para 640 mil toneladas. 

Milho Mundo
A produção mundial do ciclo 2014/15 passou de 987,52 milhões para 990,69 milhões de toneladas e os estoques finais subiram de 189,91 milhões para 190,58 milhões de toneladas. No caso da safra 2013/14, os números são, respectivamente, de 988,57 milhões e 173 milhões de toneladas. 

Brasil - A safra 2013/14 do Brasil foi mantida pelo USDA em 79,3 milhões de toneladas e os estoques finais em 17,75 milhões de toneladas. Para a temporada 2014/15, a produção está projetada em 75 milhões de toneladas e os estoques em 17,05 milhões de toneladas. 

Argentina - Para os números da Argentina, o USDA reduziu a nova safra do cereal e as estimativas passaram de 26 milhões para 23 milhões de toneladas. Os estoques, no entanto, foram mantidos em 2,64 milhões de toneladas. 


Soja: Volume de vendas para exportação dos EUA atinge 66%

Nesta quinta-feira (9), o USDA trouxe um novo reporte semanal de vendas para exportações, com números referentes à semana que terminou em 2 de outubro. Os números de soja e milho cresceram expressivamente e ficaram acima do esperado.
As vendas semanais de soja somaram 923,5 mil toneladas, contra 869,1 mil toneladas da semana anterior. As projeções apontavam para algo próximo das 720 mil toneladas. 
No acumulado do ano comercial, as vendas já totalizam 29.747,1 milhões de toneladas e a expectativa do USDA é de que sejam exportadas, até 31 de agosto de 2015, 46,270 milhões de toneladas. Dessa forma, 66% das exportações de soja já estão comprometidas. Do total acumulado, aguardam embarque 27,477,8 milhões de toneladas. 
No caso do milho, as vendas semanais também aumentaram e ficaram em 784,8 mil toneladas frente às expectativas de 650 mil projetadas pelo mercado. Na semana anterior, esse número foi de 638,1 mil toneladas. 
O USDA informou ainda que, no acumulado do ano, as vendas do cereal totalizam 15,298,4 milhões de toneladas, contra a estimativa do departamento de que sejam exportadas 44,450 milhões de toneladas em toda a temporada 2014/15, ou seja, 34% das exportações já estão comprometidas. 
Derivados de Soja
As vendas semanais de farelo de soja também registraram um aumento expressivo passando de 259,3 mil para 707,6 mil toneladas. No acumulado do ano, as vendas já totalizam 6.026,5 milhões de toneladas, contra 10,520 milhões estimadas pelo USDA para este ciclo. 
Para o óleo de soja, foram vendidas, na semana que terminou em 2 de outubro, em 69,8 mil toneladas, contra 27,3 mil da semana anterior. Assim, o volume acumulado no ano chega a 165,2 mil toneladas frente a estimativa do USDA para o ano comercial 2014/15 de 860 mil toneladas. 

Governo alemão cortará as próprias projeções de crescimento do país, dizem fontes

BERLIM (Reuters) - O governo alemão vai cortar suas projeções de crescimento para 2014 e 2015 na semana que vem, segundo duas fontes na coalizão que governa o país, sendo que uma afirmou que as perspectivas de crescimento para ambos os anos serão reduzidas para cerca de 1,25 por cento.
"Esse é o número aproximado", disse uma das fontes. A segunda fonte disse que haverá um "corte acentuado" na projeção oficial divulgada duas vezes ao ano e publicada pela última vez em abril, quando projetava crescimento de 1,8 por cento para este ano e 2,0 por cento para o próximo.
A Alemanha teve um forte início de ano, mas uma revisão para baixo parece inevitável após uma contração de 0,2 por cento no segundo trimestre e uma série de dados fracos, incluindo uma queda nas exportações, indicando estagnação no terceiro trimestre.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou nesta semana as projeções de crescimento para a Alemanha para 1,4 por cento em 2014 e 1,5 por cento em 2015, enquanto grandes institutos de pesquisa reduziram suas previsões para 1,3 por cento e 1,2 por cento, respectivamente.
Autoridades do governo vão se reunir na segunda-feira para refinar as previsões que serão anunciadas pelo ministro da Economia, Sigmar Gabriel, na terça-feira, que servirão como base para novas estimativas tributárias.

A manhã de sexta-feira é de baixa no mercado internacional da soja a espera do relatórios do USDA

 As cotações na bolsa de Chicago  devolvem parte dos ganhos registrados no fechamento da sessão anterior .
O mercado deve se manter na defensiva no pregão de hoje à espera dos números do USDA que serão divulgados às 13h desta sexta-feira. As expectativas do mercado são de um aumento expressivo nos números de produção, produtividade e estoques da soja e, se confirmados, as cotações poderiam ser ainda mais pressionadas, segundo analistas. 
O foco se divide com as condições de clima no Brasil e nos Estados Unidos. A colheita está atrasada no Meio-Oeste americano por conta do excesso de precipitações, situação que se repete com o plantio brasileiro que sofre com, além as chuvas excessivas no Sul, com a estiagem no Centro-Oeste. 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 09/10/2014

Dólar R$2,3967(04990%) 

Mínima R$2,3645
Máxima R$ 2,4015
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês            Pontos        Bushel
Nov14     (+6,6)        9,34
Jan15       (+5,4)        9,42
Mar15      (+6,0)        9,51

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14          (+1,0)            3,44
MAR15  (+0,6)        3,57
Mai15     (+1,0)        3,66

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 52,00
Rondonópolis: R$55,00
Alto Garça: R$ 54,50                                                        
Sorriso: R$ 52,00
Itiquira: R$ 54,50    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$13,00
Rondonópolis: R$ 15,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 11,00
Itiquira: R$ 16,00

Temores sobre recessão na Alemanha crescem com queda expressiva nas exportações

 As exportações alemãs tiveram a maior queda em agosto desde o pico da crise financeira e importantes institutos reduziram as estimativas de crescimento, alimentando o debate sobre se a Alemanha está fazendo o suficiente para impulsionar as economias domésticas e europeia.
As exportações recuaram 5,8 por cento em agosto, informou nesta quinta-feira a Agência Federal de Estatísticas, o mais recente sinal de que a maior economia da Europa está vacilando em meio à fraqueza na zona do euro e crises no exterior que afetaram a confiança e adiaram os planos de investimentos das empresas alemãs.
"A economia parece precisar de um pequeno milagre em setembro para evitar recessão no terceiro trimestre", disse o economista do ING Carsten Brzeski.
A agência de estatísticas informou que as férias de verão em alguns Estados alemães contribuiu para a queda tanto das exportações quanto das importações, mas os números ainda indicam cenário obscuro para a Alemanha após fortes quedas nas encomendas industriais e dados de produção divulgadas nesta semana.
Horas após a divulgação dos dados de comércio, um grupo de importantes institutos econômicos juntou-se ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e reduziu as projeções para o crescimento alemão. Eles agora preveem expansão de 1,3 por cento neste ano e de 1,2 por cento no próximo, contra 1,9 e 2,0 por cento anteriormente.
Os dados sobre a balança comercial alemã mostraram ainda que as importações ajustadas sazonalmente caíram 1,3 por cento no mês, contra expectativa em pesquisa da Reuters de aumento de 1,0 por cento. O superávit comercial da Alemanha atingiu 17,5 bilhões de euros, contra 22,2 bilhões de euros em julho.

O mercado internacional da soja registra mais uma sessão de pouca movimentação na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira.

Às vésperas do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA, o mercado internacional da soja registra mais uma sessão de pouca movimentação na Bolsa de Chicago.
A busca por estabilidade deverá se manter entre os negócios até que os novos números sobre a safra norte-americana sejam divulgados e as expectativas apontam para um aumento nas estimativas do departamento para produção, produtividade e estoques finais de soja nos EUA e estoques globais também maiores do que os reportados no boletim de setembro. 
O mercado observa ainda o desenvolvimento do cenário climático tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos. No Meio-Oeste americano, o excesso de chuvas compromete o desenvolvimento da colheita, que está abaixo da média. Já o plantio da nova safra brasileira não evolui da forma esperada por conta da estiagem no Centro-Oeste e das precipitações excessivas no sul do país. 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 08/10/2014

Dólar R$2,3835(0,6790%) 

Mínima R$2,3765
Máxima R$ 2,4287
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês            Pontos        Bushel
Nov14     (-6,2)        9,34
Jan15       (-6,4)        9,42
Mar15      (-6,4)        9,51

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14          (+3,0)            3,43
MAR15  (+2,6)        3,56
Mai15     (+3,0)        3,65

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 52,00
Rondonópolis: R$55,00
Alto Garça: R$ 54,50                                                        
Sorriso: R$ 52,00
Itiquira: R$ 54,50    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$13,00
Rondonópolis: R$ 15,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 11,00
Itiquira: R$ 16,00

Milho recua frente às especulações do novo relatório de oferta e demanda do USDA, na próxima sexta-feira (10).

O mercado recua frente às especulações do novo relatório de oferta e demanda do USDA, na próxima sexta-feira (10). A expectativa dos participantes do mercado é que o órgão revise para cima a projeção para a safra de milho norte-americana. 

Conforme pesquisa realizada pela agência, os produtores norte-americanos poderão colher em torno de 369,34 milhões de toneladas do cereal nesta temporada. O número está acima do anunciado pelo departamento no último boletim, de 365,65 milhões de toneladas. Entretanto, as expectativas é que esse volume fique acima do esperado, inclusive, podendo superar as 370 milhões de toneladas. 

"Todos os olhos estarão sobre o relatório do USDA", disse o economista de agronegócio no National Australia Bank Ltd., Phin Ziebell, em entrevista à Bloomberg. "As indicações mais recentes mostram que as colheitas continuam a registrar bons resultados", completa.

Paralelo a esse cenário, a previsão ainda é de chuvas para os EUA no decorrer dessa semana. Diante desse cenário, a colheita caminha mais lentamente e até o último domingo, cerca de 17% da área cultivada já havia sido colhida, conforme dados do USDA. 

Plantio da soja chega a 20% e de milho a 63% da área destinada ao cultivo no Paraná

O Deral (Departamento de Economia Rural) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná informou, nesta terça-feira (7),  que 20% da área da safra 2014/15 de soja já foi plantada no estado. A área prevista para ser destinada ao cultivo da oleaginosa é de 5,049 milhões de hectares e, se confirmada, deverá apresentar um aumento de 3% em relação ao número da temporada 2013/14.
O levantamento mostrou ainda que, até o momento, 100% das lavouras apresentam boas condições de desenvolvimento e 65% delas estão em fase de germinação e 35% no estágio de crescimento vegetativo. Sobre a comercialização, o Deral acredita que apneas 6% da nova safra já esteja vendida.
A expectativa do Deral é de que sejam produzidas 17,16 milhões de toneladas de soja nesta nova safra, um volume que seria 18% maior do que a colheita anterior, que somou 14,591 milhões. O departamento projeta ainda um expressivo aumento da produtividade, passando de 2,977 mil para 3,399 mil quilos por hectare.
Sobre o milho, o Deral informou que o plantio já chegou a 63% da área estimada em 562,5 mil hectares. Em relação à safra 2013/14, a área paranaense destinada ao cereal deverá apresentar uma baixa de 15%. No ano passado, foram cultivados 665,145 mil hectares.
O relatório do departamento mostrou que 97% das lavouras se apresentam em boas condições de desenvolvimento e 3% em condições médias. 21% das plantações se encontram em fase de germinação e 79% no estágio de crescimento vegetativo.
O Deral projeta a nova safra de milho verão em 4,828 milhões de toneladas, sendo 11% menor do que a primeira safra deste ano, que somou 5,428 milhões de toneladas. Sobre a produtividade, a expectativa do departamento é de que o número cresça 5%, passando de 8,162 mil para 8,585 mil quilos por hectare.
O estado paranaense vem sofrendo com chuvas severas nas últimas semanas e esse excesso de precipitações tem atrasado o bom desenvolvimento do plantio dessa nova safra. Um relatório semanal divulgado nesta segunda-feira (6) pela AgRural mostrou que “Paraná, onde até a semana passada o plantio estava adiantado em relação a 2013, os grandes volumes de chuva registrados nesta semana impediram a entrada das máquinas em praticamente todo o Estado”.