Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Plantio da soja alcança 4,5% da área destinada no MT para safra 2014/15

O plantio da safra 2014/15 de soja chegou a 4,5% da área destinada à cultura em Mato Grosso, indicou nesta sexta-feira (03) o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
De acordo com a publicação, das sete regiões monitoradas apenas a Nordeste não deu início à semeadura. Enquanto isso, no Médio-Norte foram 6,27% dos 3 milhões de hectares já alcançados. No Oeste mato-grossense, onde está o segundo maior percentual de cultivo, são 6,07%.
A medida que as chuvas vão permitindo a melhora na umidade do solo os produtores têm iniciado o cultivo da nova safra estadual. Se as projeções do Imea forem atingidas, a produção deve crescer 5,3%, passando de 27 milhões de toneladas.
A sexta-feira em Mato Grosso amanheceu com chuvas em várias localidades da faixa norte do estado, como na região mais ao norte do Parecis e do Vale. De acordo com o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar Meteorologia, tais ocorrências têm garantido melhores condições ao desenvolvimento das lavouras de soja que já foram plantadas.
“O grande problema é que uma massa de ar fria que sopra do Sul impede e impedirá a formação de nuvens de chuvas e, com isso, não há mais previsão de chuvas generalizadas para nenhuma localidade das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) já a partir de amanhã”, disse.
Conforme Marco Antônio, entre esta sexta-feira e o sábado poderão ocorrer apenas novas pancadas de chuvas sobre a faixa norte de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.
“Como também não há mais previsão de chuvas para os próximos 15 dias sobre o Sudeste e Centro-oeste, o plantio da soja e de demais culturas de verão deverá ser paralisada, uma vez que os níveis de umidade do solo estão e se manterão baixos durante esse período”, pontua o meteorologista.

Focus: Pela 19ª semana seguida, mercado baixa previsão de alta do PIB de 2014 para 0,24%

mercado financeiro reduziu de novosua previsão de crescimento da economia brasileira para este ano - que recuou pela décima nona semana consecutiva - e também baixou sua estimativa de alta para 2015, informou nesta segunda-feira (6) o Banco Central.
As previsões foram coletadas pela autoridade monetária na semana passada com mais de 100 instituições financeiras, em levantamento deu origem ao relatório de mercado, também conhecido comoFocus.
A previsão dos analistas para o crescimento da economia brasileira neste ano, de acordo com o BC, recuou de 0,29% para 0,24%. Se confirmado, será o pior resultado desde 2009 - quando a economia encolheu 0,33%. Para 2015, a previsão do mercado para a expansão do PIB caiu de 1,01% para 1%.

Nesta 2ª feira, mercado opera em alta com foco no clima nos EUA.

MILHO
O mercado  dá continuidade ao movimento de recuperação iniciado no último pregão. Nesse momento, apesar dos fundamentos negativos, os investidores observam as notícias em relação ao clima para os Estados Unidos. Por enquanto, as previsões indicam chuvas fortes para o Meio-Oeste e Centro-Sul do país nos próximos dias. 
Consequentemente, a perspectiva é que haja um atraso significativo na colheita do cereal norte-americano. Na última semana, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), reportou a colheita em 12% da área cultivada. O departamento irá atualizar os números em novo boletim de acompanhamento de safras nesta segunda-feira. Outra informação importante, que será reportada hoje, são os números dos embarques semanais de milho.

SOJA
Os mercados mostram alguma força nesse início de semana, com suporte também na cobertura de posições de curto prazo por parte dos fundos de investimentos. As atuais condições climáticas vêm causando algum atraso aos trabalhos de colheita nas principais regiões produtoras e isso deverá ser refletido no próximo boletim de acompanhamento de safras a ser divulgado hoje, às 17h, depois do fechamento do pregão. 


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 03/10/2014

Dólar R$2,4613(1,2040%) 

Mínima R$2,4613
Máxima R$ 2,5038
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês            Pontos        Bushel
Nov14     (-12,6)        9,11
Jan15      (-13,0)        9,20
Mar15     (-13,6)         9,27

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14          (+0,6)             3,23
MAR15  (+0,4)        3,36
Mai15     (+1,0)         3,45

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$56,50
Alto Garça: R$ 55,50                                                        
Sorriso: R$ 52,50
Itiquira: R$ 56,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$13,00
Rondonópolis: R$ 15,00
Alto Garça: R$ 16,50                                                        
Sorriso: R$ 11,00
Itiquira: R$ 16,00

O mercado da soja opera com estabilidade na Bolsa de Chicago e sem uma direção bem definida

O mercado observa, de um lado, ainda as boas perspectivas para a grande safra dos Estados Unidos, estimadas por algumas consultorias em 110 milhões de toneladas. 

Ao mesmo tempo, as novas previsões climáticas indicam a chegada de uma intensa frente fria com queda de temperaturas e chuvas acima da média para as próximas semanas. Para algumas regiões, a ameaça de geadas aumentou e há também a expectativa da chegada dos primeiros flocos de neve no Meio-Oeste americano. 

Essas condições de clima mais frio e úmido poderia trazer um atraso mais expressivo à colheita norte-americana, que até o último domingo (28), estava concluída em 10% da área, e reduzir a produtividade em alguns locais, principalmente nas lavouras mais tardias. 

Paralelamente, o mercado observa também o desenvolvimento do clima no Brasil nesse período de início do plantio e, segundo o consultor de mercado Ênio Fernandes, esse poderia ser o fator a chamar mais atenção dos investidores nos próximos dias e impactar de forma mais significativa sobre os preços. 

De acordo com o consultor, o mercado deverá observar a falta de chuvas no Centro-Oeste que está atrasando o plantio da temporada 2014/15 e esse pode ser o centro das atenções do mercado futuro norte-americano mais adiante. 

Dólar - Ainda nesta sexta-feira, o mercado vê mais uma dia de altas para o dólar frente ao real. Na abertura dos negócios e na última sessão antes do 1º turno das eleições 2014, a moeda norte-americana já trabalhava na casa dos R$ 2,50 e registrando alta de 0,52%. 

Apesar de encarecer os custos de produção em muitos casos, uma taxa de câmbio mais elevada tem ajudado a amenizar as perdas observadas em Chicago. Ainda assim, é preciso cautela na comercialização, uma vez que a alta da moeda ainda não superou o recuo dos futuros da oleaginosa. 

Ainda assim, ontem, o mercado da soja nos portos fechou com boa alta no terminal de Rio Grande, onde os preços superaram os R$ 58,00 para o produto com entrega maio/15. 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 02/10/2014

Dólar R$2,4908(0,2820%) 

Mínima R$2,4693
Máxima R$ 2,4940
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês            Pontos        Bushel
Nov14     (+3,6)        9,20
Jan15      (+4,2)        9,29
Mar15     (+3,6)         9,37

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14          (+1,4)             3,22
MAR15  (+1,6)        3,35
Mai15    (+1,6)         3,44

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$56,50
Alto Garça: R$ 55,50                                                        
Sorriso: R$ 52,50
Itiquira: R$ 56,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$11,00
Rondonópolis: R$ 14,50
Alto Garça: R$ 14,00                                                        
Sorriso: R$ 10,00
Itiquira: R$ 14,00

O mercado devolve a parte das leves altas registradas na sessão anterior.

Na manhã desta quinta-feira o mercado devolve a parte das leves altas registradas na sessão anterior e essa, segundo analistas, deve ser a tendência para o mercado até que cheguem novas notícias que possam motivar uma movimentação mais forte das cotações. 

O destaque em Chicago são as chuvas que estão previstas para os próximos dias no Meio-Oeste norte-americano. Se confirmadas, essas precipitações poderiam atrasar o andamento da colheita nos Estados Unidos, que, em relação a média dos últimos cinco anos já mostra algum atraso. 

Para os produtores brasileiros, o destaque, entretanto, é a alta taxa de câmbio que tem permitido um bom avanço das cotações no mercado interno. A soja disponível no porto de Paranaguá, depois do fechamento do dólar em R$ 2,48 nesta quarta-feira (1), ficou em R$ 60,00 por saca. Já o preço para o produto com entrega para maio/15 ficou em R$ 56,50, enquanto no porto de Rio Grande fechou o dia a R$ 57,50/saca. 

SOJA  -2,2
MILHO -0,4
DOLAR 2,4728

China deve crescer ao menos 7%/ano nos próximos 5 anos, diz Banco Asiático

A China deve crescer pelo menos 7 por cento por ano ao longo dos próximos cinco anos enquanto reequilibra sua economia para elevar a demanda doméstica, afirmou nesta quinta-feira o novo chefe do Banco Asiático de Desenvolvimento, Shang-Jin Wei.
Wei, que assumiu o cargo em agosto, afirmou que o mercado de trabalho rígido da China é uma "fonte de preocupação" maior do que a desaceleração da taxa de crescimento da segunda maior economia do mundo.
As declarações, em entrevista à Reuters em Tóquio, vêm uma semana depois de o banco manter suas projeções de crescimento para a China em 2014 e 2015. A economia chinesa expandiu-se 7,7 por cento no ano passado.
O Banco Asiático de Desenvolvimento projeta que o crescimento chinês vai desacelerar para 7,5 por cento neste ano e para 7,4 por cento em 2015.
Pequim tem a meta de expandir a economia em 7,5 por cento neste ano, mas uma série de dados fracos até agora levou muitos analistas a projetar que o país pode ficar aquém desse objetivo.
"Na minha avaliação, no médio prazo, é bastante improvável que a taxa de crescimento chinês caia abaixo de 7 por cento", disse Wei, acrescentando que, por médio prazo, refere-se a um período de cinco anos ou mais.
O economista, que nasceu na China e é agora cidadão norte-americano, afirmou que a economia chinesa "está fazendo uma transição para um novo modelo de crescimento a uma taxa relativamente rápida". A China é muito menos dependente de exportações do que costumava ser, disse ele.
Fonte: Reuters

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 01/10/2014

Dólar R$2,4843(1,5030%) 

Mínima R$2,4511
Máxima R$ 2,4871
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês            Pontos        Bushel
Nov14     (+4,2)        9,17
Jan15      (+4,2)        9,25
Mar15     (+4,6)         9,34

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DEZ14         (+0,6)             3,21
MAR15  (+0,2)        3,33
Mai15    (+1,0)         3,43

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 53,00
Rondonópolis: R$56,00
Alto Garça: R$ 55,50                                                        
Sorriso: R$ 52,00
Itiquira: R$ 55,00    

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$11,00
Rondonópolis: R$ 14,50
Alto Garça: R$ 14,00                                                        
Sorriso: R$ 10,00
Itiquira: R$ 14,00

USDA reduz estoques trimestrais de soja em 35% para menos de 3 mi t

O USDA  divulgou seu novo relatório de estoques trimestrais de soja cortando o volume para a posição em 1º de setembro em 35%, movimento que chegou a ser refletido pelo mercado futuro norte-americano. Em seguida a divulgação, os futuros da soja reduziram as perdas e logo passaram para o campo positivo. No entanto, as altas não foram consistentes e os preços voltaram a operar no vermelho. 
No Brasil, as perdas foram sentidas pelos preços no mercado interno, inclusive em função de um dia de pequeno recuo para o dólar. Em Paranaguá, a soja para entrega em maio de 2015 permaneceu estável nos R$ 56,00 por saca. Por outro lado, em Rio Grande registrou um recuo de 1,57% e fechou o dia a R$ 56,60. Já a soja disponível no terminal gaúcho apresentou uma baixa considerável - de 4,10% - e terminou o dia valendo R$ 58,50. 
Fundamentos 
De acordo com os números do departamento,  os estoques trimestrais ficaram em 2,5 milhões de toneladas. Em 2013, nesse mesmo período, os estoques ficaram em 3,84 milhões de toneladas. Em junho, os estoques trimestrais foram reportados pelo departamento em 11,02 milhões de toneladas. 
O número ficou bem abaixo das projeções do mercado, que falavam em algo entre 2,72 milhões e 4,08 milhões de toneladas, com uma média de 3,43 milhões de toneladas. No link abaixo, leia a notícia completa sobre os estoques trimestrais reportados pelo USDA: