Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 18 de julho de 2014

Após semana volátil, soja tenta manter leve alta na CBOT nesta 6ª feira

Os futuros da soja operam com uma movimentação calma a pouco expressiva na manhã desta sexta-feira (18) na Bolsa de Chicago após uma semana de intensa volatilidade para os preços da oleaginosa no mercado internacional. 
Se de um lado há o suporte da demanda, que segue aquecida pelo produto norte-americano, o bom andamento da safra e as condições de clima ainda favoráveis pressionam as cotações.

Ontem, o mercado foi pressionado por um movimento de venda de posições por parte dos fundos de investimentos, que optaram pela realização de lucros depois que um avião foi derrubado na Ucrânia, perto da fronteira com a Rússia, aumentando a tensão entre os dois países e incentivando os investidores a migrarem para ativos mais seguros. 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Subida do dolar

Subida do dólar se deve pela aversão  ao risco dos investidores, conflitos no Oriente Médio e crise entre Ucrânia e Russia.

Clima nos EUA (alguma previsão de clima seco já é esperado)‏

Centro de Previsão Climática do Serviço Meteorológico Nacional (CPC) diz chuvas generalizadas ter facilitado a seca sobre as planícies e as perspectivas de tempo é favorável para a remoção de mais seca em toda a região. Mas espera que a seca persistir em toda região central do Texas.Além disso, a seca é esperado que persistem em grande parte da costa oeste com base na secura climatológica, com o desenvolvimento adicional possível sobre partes do noroeste devido a previsões para tempos acima do normal.
season_droughtJuly2014.png
Quanto El Nino, o CPC diz que agora aparece o evento previsto pode pico de fraco para moderado força no final do outono para o inverno cedo, em comparação com as expectativas anteriores que favoreceram força moderada durante o mesmo período. Diz durante as últimas semanas, a temperatura da superfície positiva do mar (TSM) anomalias persistiram, embora enfraquecido ligeiramente, no leste do Pacífico equatorial.
Em agosto, o CPC espera tempos abaixo do normal  em Dakotas, Minnesota, Iowa, Wisconsin e Illinois do norte, enquanto tempos acima do normal são esperadas a partir de Texas para a Costa Leste e ao longo da Costa Oeste. Precipitações acima do normal ajudará a umidade do solo em toda a Região das Montanhas Rochosas, mas chances iguais de normal, abaixo e acima do normal Precipitações está prevista ao longo da costa oeste e ao longo das planícies e Centro-Oeste.
CPC Perspectivas para Agosto:
 30dayprecipJuly2014.gif 30daytempJuly2014.gif

Na sua perspectiva de agosto a outubro, o CPC espera tempos abaixo do normal para expandir em toda a maior parte do Centro-Oeste e Norte Plains, com tempos acima do normal esperado ao longo da Costa Oeste, Estados do Golfo e Região Sudeste. Precipitações acima do normal deverá expandir-se para o leste em relação à perspectiva de 30 dias através das Montanhas Rochosas, incluindo Nebraska, Kansas, Oklahoma, norte do Texas e Missouri. Em outros lugares em todo o Centro-Oeste, há chances iguais de normalidade, abaixo e acima do normal.
CPC Perspectivas para agosto-outubro:
 90dayprecipJuly2014.gif 90daytempJuly2014.gif

Conclusão: A previsão para tempos mais frios em toda a maior parte do Cinturão do Milho em outubro, se realizado, vai levantar preocupações sobre culturas no Upper Midwest maximizando o potencial produtivo antes da data primeira geada / congelamento normal. Mas a previsão para Precipitações acima do normal em toda a Planície Central e metade norte do Texas é favorável para as condições de pastagem, assim como a semeadura da safra de trigo de inverno.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Cotaçao

FECHAMENTO EM 16/07/2014
Dólar R$2,2195(0,0009%
Mínima R$2,2185
Máxima R$ 2,2260
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
AGO14 (+6,2)11,86
SET14(+17,0)11,21
Nov14(+15,6)11,02
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
SET14 (+4,0) 3,78
DEZ14(+4,4) 3,86
MAr15 (+5,0)3,98
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 55,00
Rondonópolis: R$58,00
Alto Garça: R$ 58,00                                                        
Sorriso: R$ 57,50
Itiquira: R$ 59,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$13,00
Rondonópolis: R$ 15,00
Alto Garça: R$ 14,00                                                        
Sorriso: R$ 10,50
Itiquira: R$ 15,0o

Condições de plantio

Milho em espigamento saltou para 62 % na semana passada, bem à frente da média de 48 % de 5 anos. As temperaturas permaneceram na década de 70 e precipitação foi ligeiramente acima da média para o estado de Illinois. As atividades incluíram a pulverização de fungicida e inseticida. Houve 4,9 dias adequados para o trabalho de campo para a semana que terminou em 13 de julho. Precipitação Estadual média 34,7 MM 16,2 MM acima do normal. As temperaturas médias foram de 23,2 °C,  16,3 °C abaixo do normal. Soja em floração estava em 50 % acima da média de 36 % de 5 anos. Condição de soja foi avaliada em 76 % boa a excelente

terça-feira, 15 de julho de 2014

O ritmo de comercialização de soja no Brasil cresceu nas últimas semana


O ritmo de comercialização de soja no Brasil cresceu nas últimas semanas, mas ainda está abaixo do patamar das últimas duas safras, disse nesta segunda-feira a consultoria Safras & Mercado.

Até o dia 11 de julho, o volume negociado chega a 82 por cento da safra brasileira 2013/14, ou cerca de 71,1 milhões de toneladas.

No mesmo estágio da temporada 2012/13, a comercialização atingia 84 por cento, e em 2011/12 o índice era de 95 por cento.

A média dos últimos cinco anos está em de 82 por cento.

O destaque fica com Goiás, que tem a comercialização mais avançada dentre os maiores Estados produtores, com índice de 93 por cento.

"Apesar do ritmo um pouco mais lento... em termos de quantidade, nunca se negociou tanta soja no mercado brasileiro como nesta temporada, tanto para uso doméstico quanto para exportação", disse o analista da Safras, Luiz Fernando Roque, em nota.

A safra atual é estimada em um recorde de 86,6 milhões de toneladas, com exportações, entre fevereiro e junho, de 31,77 milhões toneladas, destacou a consultoria

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Com alta da soja em Chicago, mercado sobe também no Brasil.


Em uma tentativa de se recuperar após dez sessões consecutivas de baixas na Bolsa de Chicago, os preços da soja voltaram a subir nesta segunda-feira .No mercado interno, os preços parecem esboçar uma recuperação. No porto de Rio Grande, o preço de venda era de R$ 68,00, contra os R$ 67,00 da última sexta e, no de Paranaguá, o valor é de R$ 67,00/saca, contra R$ 65,00. Paralelamente, os prêmios pagos em ambos os portos também registram boa desvalorização, com uma indicação de R$ 2,05 em Paranaguá acima do valor praticado para o vencimento setembro em Chicago. 
Como explicou Ênio Fernandes, consultor em agronegócio, esses prêmios continuam indicando a pouca oferta disponível de soja no Brasil e a demanda ainda bastante aquecida pelo produto brasileiro. Da safra 2013/14, já foram exportadas 31,77 milhões de toneladas, de um total estimado em pouco mais de 44 milhões de toneladas. 
Além das vendas externas, há ainda a demanda interna bastante aquecida. Dos 46% da soja produzida no Brasil e destinada ao consumo internom 87,9% são destinados à moagem para a fabricação de farelo e óleo de soja, e as vendas de ambos os produtos também registraram crescimento no último mês. 
"Nós temos exportado bem e isso deve continuar, o que deve continuar, portanto, favorecendo os prêmios no Brasil, que seguem bons e crescendo", explica Fernandes. "O mercado está se comportando como era esperado diante do quadro atual, as quedas já eram esperadas, porém, vieram um pouco mais cedo do que se projetava", completa. 
Até o último dia 11, o Brasil já havia comercializado 82% de sua safra, segundo o último levantamento da consultoria Safras & Mercado. Apesar de o mercado brasileiro ter registrado um leve aumento no ritmo de negociações - mas ainda segue lento com os produtores retráidos nas vendas - o número segue abaixo do que foi registrado nas duas safras anteriores - 2012/13 e 2011/12 - onde os índices foram de 84 e 95%, respectivamente. 
Nos Estados Unidos, números da demanda contribuem para o suporte aos preços. Nesta segunda, o USDA reportou seu novo boletim de embarques semanais e os números para a soja vieram acima de 100 mil toneladas. 
De acordo com o reporte, os EUA embarcaram, na semana que terminou no dia 10 de julho, 115,280 mil toneladas de soja e elevou o acumulado no ano para 42.810,027 milhões de toneladas. A última projeção do USDA para todo o ano comercial, que se encerra em 31 de agosto somente, é de que os EUA embarquem 44,05 milhões de toneladas da commodity. No mesmo período da safra anterior, o acumulado era de 35.190,268 milhões de toneladas. 
Números do USDA X Mercado Climático
Na última sexta, o USDA aumentou sua estimativa para anova safra dos EUA de 98,93 milhões para 103,42 milhões de toneladas, com uma produtividade de mais de 51 sacas por hectare. A área plantada com a oleaginosa indicada pelo departamento para a temporada 2014/15 é de mais de 34 milhões de hectares e, caso esses números se confirmem, os estoques finais norte-americanos serão de mais de 11 milhões de toneladas. 
Esses dados chegaram ao mercado causando um impacto bastante severo e levaram as cotações, segundo explicaram analistas, a um novo patamar de negociações, refletido, principalmente, no vencimento novembro que opera abaixo dos US$ 11 por bushel. Entretanto, daqui em diante, a importância do comportamento do clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos se intensifica a cada dia. 
Os próximos 40 dias, como explicou Ênio Fernandes, estarão no foco dos investidores internacionais, pois será nesse período que a safra americana deve se desenvolver, entrando em seu estágio mais importante, que é o de enchimento de grãos e onde a presença da água é fundamental e determinante.
No entanto, do final de julho até o meio de agosto, as chuvas no Corn Belt tendem a ser mais esparsas e as temperaturas poderiam ficar um pouco mais altas. Caso isso se confirme e as plantas passem por algum stress climático, o mercado deve registrar alguma reação. "O stress está previsto, só não se sabe ainda se irá se confirmar, qual o seu tamanho e a intesidade do impacto sobre os preços", diz o consultor. "Assim, o mercado usa esses meses para especular", explica. 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 11/07/2014
Dólar R$2,2195(0,0009%
Mínima R$2,2185
Máxima R$ 2,2260
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-34,5)12,95
AGO14 (-36,2) 11,96
SET14(-21,2)11,00
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-2,4) 3,98
SET14 (-9,2) 3,77
DEZ14(-9,2) 3,83
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 55,00
Rondonópolis: R$58,00
Alto Garça: R$ 58,00                                                        
Sorriso: R$ 57,50
Itiquira: R$ 59,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$13,00
Rondonópolis: R$ 15,00
Alto Garça: R$ 14,00                                                        
Sorriso: R$ 10,50
Itiquira: R$ 15,0o

China compra mais de um quarto de toda a produção de soja de MS

No acumulado de janeiro a junho de 2014, a China comprou 1,564 milhão de toneladas de soja em grãos de Mato Grosso do Sul, segundo dados do Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior (Aliceweb) do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Esse volume representa 25,43%, ou mais de um quarto, da produção total da oleaginosa do estado no ciclo 2013/2014, que foi de 6,148 milhões de toneladas, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
De acordo com o Aliceweb, a soja em grãos foi o principal produto em volume e em receita adquirido pelo país asiático em Mato Grosso do Sul no primeiro semestre deste ano. De um total de US$ 1,020 bilhão em produtos “Made in MS” vendidos para a China, US$ 787,301 milhões, o equivalente a 77,14% do total, foram da oleaginosa.
Além da soja em grãos, a China comprou outros 17 produtos de Mato Grosso do Sul, entre eles, celulose, couro bovino em diversos estágios de processamento, algodão debulhado, açúcar, farinhas e pelletes da extração de óleo de soja, carne desossada e congelada de bovino, meio de cultura para o desenvolvimento de microrganismos, glicerol, madeiras e pedras calcárias.
Conforme o Aliceweb, em razão dessas operações a China foi o principal parceiro comercial de Mato Grosso do Sul no primeiro semestre de 2014. Dos US$ 2,867 bilhões de receita que o estado teve com as exportações nestes seis meses, US$ 1,020 bilhão, o equivalente a 35,59% do total, foram obtidos nas operações com o país asiático.
Fonte: Famasul

USDA aumenta estoques de soja dos EUA; preços despencam

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou há pouco seu novo boletim mensal de oferta e demanda e os números já estão derrubando os preços dos grãos no mercado em Chicago. 
O departamento aumentou suas estimativas para os estoques finais de soja dos Estados Unidos de 8,85 milhões para 11,29 milhões de toneladas. A produção foi revisada para cima também e passou a 103,42 milhões de toneladas. No caso do milho, os estoques finais norte-americanos passaram de 43,85 milhões para 45,75 milhões de toneladas. 

SOJA -39,0
MILHO -1,2