Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 10 de junho de 2014

Chuvas freiam início da colheita de milho em Mato Grosso

 Produtores rurais de Mato Grosso começaram a colher na semana passada as primeiras lavouras de milho segunda safra, mas um clima úmido, com chuvas em várias regiões, deverá adiar os trabalhos mais intensos até a segunda quinzena de junho. 
"Vai ocorrer atraso de uma semana. A chuva não atrapalha, não causa estrago, apodrecimento. São chuvas esporádicas", disse Nery Ribas, o diretor técnico da Aprosoja, associação que reúne produtores de grãos de Mato Grosso. 
O Instituto de Nacional de Meteorologia prevê chuvas isoladas em diversas regiões de Mato Grosso pelo menos até o dia 10. 
Agricultores evitam a colheita em condições chuvosas por questões técnicas e para evitar uma alta umidade nos grãos armazenados. 
Em seu primeiro levantamento de colheita da chamada "safrinha" de 2014, o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) disse nesta sexta-feira que 1,5 por cento da área de cerca de 3 milhões de hectares já foi colhida. O número está em linha com o registrado na mesma época em 2013, de 0,7 por cento da área. 
Mato Grosso deverá colher 15,7 milhões de toneladas na segunda safra de milho, ou mais de um terço do volume produzido no Brasil na "safrinha", segundo dados do governo federal. 
O Estado deverá registrar uma queda de quase 20 por cento em volume na comparação com a segunda safra de 2013, devido a uma menor área plantada e uma redução de tecnologia (sementes avançadas, fertilizantes e defensivos). 
A safrinha foi plantada com um relativo atraso em Mato Grosso, fora da janela de ideal de clima, devido a dificuldades no fim da colheita da soja, cultura que dá espaço para o milho no Centro-Oeste, e a uma decisão tardia de investir no milho --as condições de preço melhoraram apenas nos últimos momentos da safra de verão.
"A reza do povo foi boa, e as chuvas (durante a fase de desenvolvimento das lavouras) se prolongaram. Isso salvou o milho tardio", disse Ribas, ressaltando que as produtividades obtidas nesta temporada estão acima das expectativas iniciais. 
PARANÁ 
No Paraná, segundo maior produtor de milho nesta segunda safra, a preocupação atualmente é com o clima. 
"Tem previsão de chuva mais forte até sábado em importantes regiões produtoras. Isso prejudica a qualidade da espiga, e a incidência de doenças é maior", disse a engenheira agrônoma Juliana Yagushi, do Departamento de Economia Rural (Deral), do governo do Estado. 
Segundo ela, há chuvas mais intensas, principalmente no oeste do Paraná, desde quinta-feira, com previsão de mais precipitações na próxima semana. 
"O milho gosta de luminosidade. Dias constantes de chuvas não favorecem essa fase da safra", ressaltou. 
Equipes da Secretaria de Agricultura na região de Toledo relatam que as condições climáticas estão inadequadas para as culturas de inverno. 
"O milho é o mais afetado, pois está em fase de frutificação e maturação, o que permite o desenvolvimento de doenças que podem atingir os grãos, além do risco de brotamento", disse a técnica Jean Marie Triches. "Mas nessa fase é difícil afirmar sobre possíveis perdas, deve-se aguardar o início da colheita." 
Segundo o Deral, cerca 1 por cento da área de milho safrinha do Paraná já foi colhida. 
Os agricultores paranaenses deverão colher 9,94 milhões de toneladas de milho na segunda safra deste ano, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). 
No início da semana, em meio a baixas temperaturas, houve algumas geadas fracas no Paraná, mas em áreas do centro-sul do Estado, com pouco plantio de milho, sem ameaça à produção, disse o Deral. 

EUA planta 10 milhões de hectares fora de janela

Com a janela ideal de plantio encerrada hoje, os Estados Unidos devem ter cerca de 10 milhões de hectares de milho cultivados fora do período recomendado. Em relatório divulgado ontem, o Usda mostrou que 73% da área planejada para o cereal foram semeados – índice em linha com a média dos últimos cinco anos (76%) e superior ao registrado nesta mesma época do ciclo passado (65%), quando 13,5 milhões de hectares foram plantados fora de janela. Naquele ano, quase 1,5 milhão de hectares de milho foram perdidos nos EUA, o que já leva muitos analistas a acreditar que o número de pedidos de sinistro do seguro de perdas, o “Prevent Planting”, pode ser novamente alto em 2014. Em documento divulgado na semana passada, a consultoria norte-americana Informa Economics projetou o plantio do cereal em 37,06 milhões de hectares.
Na conta, a empresa considera migração de parte da área de milho para a soja em Iowa e 200 mil hectares perdidos na Dakota do Norte. Com janela de plantio mais longa, a soja ainda tem até o início de junho para ser semeada na maior parte do país. Até lá, produtores norte-americanos têm cerca de 22 milhões de hectares para cultivar. 33% das lavouras foram plantadas até agora, índice próximo à média histórica (38%) e acima do apurado no ano passado (21%).
Concentração
16,3 milhões de hectares de milho foram semeados nos EUA na primeira quinzena de maio – 44% dos 37,11 milhões de hectares que, segundo o USDA, foram planejados para o cereal neste ano.

O mercado está a espera do relatório do USDA

O mercado está a espera do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o que pode dar uma direção mais concreta para o preço da soja. Enquanto isso, os contratos mais distantes registraram leves perdas, pois ainda há incertezas sobre o quadro real de oferta e demanda.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 09/06/2014

Dólar R$2,2295(0,0186%) 
Mínima R$2,2247
Máxima R$ 2,2407
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-0,2)14,56
AGO14 (-7,0) 13,94
SET14(+3,2)12,67
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-7,4) 4,51
SET14 (-8,2) 4,84
DEZ14(-8,6)4,49
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 60,00
Rondonópolis: R$61,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                        
Sorriso: R$ 58,50
Itiquira: R$ 61,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$15,00
Rondonópolis: R$ 16,00
Alto Garça: R$ 15,50                                                        
Sorriso: R$ 13,50
Itiquira: R$ 15,0o

Banco Central estende programa de intervenções no câmbio

O Banco Central brasileiro anunciou nesta sexta-feira (6) a extensão do programa de intervenção no mercado de câmbio a partir de 1º de julho. De acordo com a instituição, serão mantidos os leilões de swap cambial, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro. 
A intenção é aumentar a circulação da moeda, em uma semana em que o dólar voltou a se aproximar do nível de R$ 2,30.
Em comunicado divulgado após o fechamento do mercado, o BC não deu detalhes do programa, como prazo e montante das operações. 
"Considerando que a necessidade de proteção cambial (hedge) demandada pelos agentes econômicos vem sendo atendida pelo programa de leilões de swap e venda de dólares, e ainda com o objetivo de continuar provendo hedge cambial e liquidez ao mercado de câmbio, o BC estenderá, a partir de 1º de julho de 2014, o programa de leilões de swap cambial", disse o BC em comunicado.

Programa de intervenções

O BC faz leilões de venda de dólares em uma tentativa de segurar a tendência de alta da moeda norte-americana. Com mais dólares sendo ofertados, o preço da moeda tende a cair.
programa de intervenções foi anunciado em 22 de agosto de 2013, para tentar controlar a forte alta do dólar. Trata-se da maior intervenção deste tipo desde o estouro da crise econômica, em 2008.
Em dezembro do ano passado, quando o dólar estava mais controlado, o BCanunciou novas regras para a realização das intervenções, diminuindo a oferta de contratos ao longo da semana.
Na época, o BC informou que isso ocorreria "pelo menos até 30 de junho de 2014".
Nos últimos dois meses, o dólar oscilou dentro de uma faixa informal de R$ 2,20 a R$ 2,25, patamar que o mercado acredita agradar o BC por não ser inflacionário e não afetar as exportações do país.
Nesta semana, contudo, a moeda norte-americana acabou sendo pressionada e chegou a encostar em R$ 2,30, mas recuou a partir de quinta-feira. O Banco Central Europeu (BCE) anunciou medidas expansionistas, que indicam maior circulação de moeda no mercado internacional. O dólar encerrou a semana abaixo de R$ 2,25.

Outras medidas

O governo também anunciou nesta semana o fim da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos empréstimos feitos por empresas no exterior de prazo entre 181 e 360 dias, outra medida com potencial de aumentar o ingresso de dólares no país. 
O IOF com alíquota de 6% passou a incidir apenas nas operações com prazo inferior a seis meses.
De modo geral, operadores e especialistas em mercado de câmbio já esperavam que o BC ampliasse seu programa de intervenções, até para evitar que uma interrupção abrupta gerasse instabilidade no mercado.

Mercado aguarda o relatórios do USDA

Os futuros dos grãos são misturados na manha desta segunda-feira. Milho e soja são menores com bom tempo para a produção agrícola em todo o Centro-Oeste. 

Os comerciantes vão se concentrar nos relatórios desta semana do USDA, ainda hoje o semanário de exportação às 10:00 horas e condições de colheita às 3:00 hs. Os comerciantes estarão observando  o relatório de expedições de embarques da safra velha de soja e analisando o provável restante.

Condições de colheita para o milho devem melhorar ao longo da semana as estimativas dos comerciantes e de 78 a 80% de bom / excelente. Condições de soja estão previstas para começar o ano acima de 70%

A previsão do tempo é de chuva seguida de sol em todo o Centro-Oeste ate  23 de Junho. As chuvas do fim de semana foram boas  para o cultivo dos grãos, 75% da área de produção obtendo precipitação mensurável.
Os comerciantes estarão ajustando posições indo para o junho USDA Oferta e Demanda relatório, que será lançado na quarta-feira às 11:00 horas.


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 06/06/2014

Dólar R$2,2487(0,4950%) 
Mínima R$2,2395
Máxima R$ 2,2547
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (-3,0)14,57
AGO14 (+1,2) 14,01
SET14(+6,0)12,65
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (+9,4) 4,58
SET14 (+12,0) 4,56
DEZ14(+9,6)4,57
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 62,00
Rondonópolis: R$62,50
Alto Garça: R$ 62,00                                                        
Sorriso: R$ 60,50
Itiquira: R$ 62,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 17,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 17,0o

Os futuros da soja operam, mais uma vez, buscando se manter estáveis na Bolsa de Chicago

O mercado se vê diante de muitas informações influenciando os negócios e, na próxima semana, o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga quatro novos relatórios: embarques semanais, acompanhamento de safras, oferta e demanda mensal e exportações semanais. 
Os números do departamento deverão trazer movimentação ao preços da oleaginosa em Chicago, uma vez que os fundamentos, apesar de ainda fortes e positivos, já são conhecidos pelos investidores. 
soja +4,6
Milho +1,0

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 04/06/2014

Dólar R$2,2836(0,0074%) 
Mínima R$2,2686
Máxima R$ 2,2880
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JUL14 (+2,6)14,84
AGO14 (+2,4) 14,17
SET14(-0,2)12,73
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
 Jul 14  (-2,6) 4,62
SET14 (-3,0) 4,56
DEZ14(-3,4)4,55
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 62,00
Rondonópolis: R$64,50
Alto Garça: R$ 63,50                                                        
Sorriso: R$ 62,00
Itiquira: R$ 64,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 18,00
Alto Garça: R$ 17,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 17,0o

Soja recupera parte das perdas em Chicago e opera em alta

O mercado, no curto prazoprincipalmente, ainda encontra espaço para se manter sustentado frente à situação de escassez nos Estados Unidos. No entanto, movimentos técnicos de rolagens de posições por parte dos fundos, nesta terça-feira (3), estimularam uma realização de lucros e acabou pesando sobre os preços. 
Além disso, o mercado também se mostra um pouco mais sensível à espera pelo novo boletim de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no início deste mês. 
No dia 11 de junho, o departamento atualiza seus números e há analistas que acreditam que o reporte pode trazer um reajuste na estimativa para as exportações da temporada 2013/14, uma vez que os embarques no acumulado do ano - de mais de 42 milhões de toneladas de soja - já se aproximam da última estimativa da instituição que é de 43,5 milhões. Além disso, o volume de soja vendido para exportação e já comprometido passa de 44,5 milhões de toneladas.