Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 20 de março de 2014

Depois das altas de mais de 10 pontos no fechamento de ontem, o mercado parece operar de forma menos intensa na sessão de hoje.

SOJA :Depois das altas de mais de 10 pontos no fechamento de ontem, o mercado parece operar de forma menos intensa na sessão de hoje. Entretanto, os fundamentos ainda continuam positivos, principalmente com a oferta restrita dos Estados Unidos, e ainda são o principal foco dos investidores. 
Além disso, nesta quinta-feira será divulgado o novo relatório de exportações semanais do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e o mercado também aguarda por essas informações. Até a última semana, as vendas de soja do país já passavam de 44 milhões de toneladas frente à última estimativa do departamento de 41,6 milhões. 
MILHO: Segundo analistas, a tendência é que o mercado trabalhe com volatilidade no curto prazo, até a divulgação do relatório de intenção de plantio do USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no dia 31 de março. A expectativa é que depois dos números do órgão, os preços do milho busquem um direcionamento.
Os investidores também observam às incertezas em relação ao clima nos Estados Unidos. As previsões climáticas apontam para a manutenção do tempo frio em algumas regiões produtoras do Corn Belt, o que poderia prejudicar o plantio do milho no país.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 19/3/2014

Dólar R$2,3488(0,3630) 
Mínima R$2,3260
Máxima R$ 2,3511
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR14 (+12,6) 14,31
MAI14(+15,0) 14,10
JUL14 (+10,4)13,58
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR 14(+0,6) 4,87
mAI 14  (+1,o) 4,92
Jul 14  (+0,6) 4,89
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 60,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                         
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 60,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Abril R$ 59,50
Itiquira
Abril R$59,60
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$18,00
Rondonópolis: R$ 17,50
Alto Garça: R$ 18,00                                                         
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00  

Dólar vai em direção oposta ao exterior e recua

 Ao contrário do que se vê no exterior, o dólar cai ante o real nesta quarta-feira, 19, e, segundo operadores, isso se deve à entrada de recursos da Petrobras. Ante as principais rivais, porém, o dólar sobe moderadamente, mais perto da estabilidade, refletindo a expectativa com a reunião de política monetária do Federal Reserve, a primeira sob o comando de Janet Yellen, com direito a uma coletiva após o anúncio da decisão. Além disso, há também os temores com a desaceleração da economia chinesa e com a crise envolvendo Ucrânia, Rússia e países ocidentais, que se opõem à anexação da Crimeia pela Rússia. Esse conjunto de fatores pressiona os preços dos metais básicos, como o cobre.
Às 9h41, o dólar à vista no balcão renovou a máxima, a R$ 2,3380 (-0,13%). Na mínima, antes, marcou R$ 2,3330 (-0,34%). O dólar futuro para abril operava em alta, alinhado ao exterior, com +0,09%, a R$ 2,3450.
Pouco antes, o euro recuava a US$ 1,3926, de US$ 1,3934 no fim da tarde de ontem em Nova York. O dólar estava a 101,55 ienes, de 101,42 ienes no fim da tarde de terça-feira, 18. A moeda americana subia ante o dólar australiano (+0,137%), o dólar canadense (+0,40%), o dólar neozelandês (+0,05%) e o rand sul-africano (+0,04%).
Segundo a consultoria Brown Brothers Harriman, de Nova York, há quatro elementos na decisão de hoje do Fed. O primeiro é o comunicado, que deve reconhecer que a economia desacelerou por fatores pontuais, sinalizando que a confiança na expansão da economia continua. O segundo é que o Fed deve continuar com o desmonte gradual dos estímulos monetários, com US$ 10 bilhões a menos em compras de ativos, para US$ 55 milhões, podendo parar com as compras antes do final do ano.
O terceiro fator é que o BC americano deve revisar as projeções para Produto Interno Bruto (PIB), taxa de desemprego e núcleo da inflação, que mostra gastos com consumo. Até aí nada deve trazer muita surpresa para o mercado, segundo a consultoria, sendo que o ponto mais alto deve ser a coletiva de Yellen explicando a evolução das diretrizes da instituição.
Em relação à Crimeia, hoje o parlamento do país aprovou uma lei para assumir o controle de todos os portos da Ucrânia na região. O governo regional criou um órgão chamado Comitê Republicano de Transporte e Comunicação para gerenciar as atividades. E o ministro de Economia da Rússia estimou que os investimentos em infraestrutura na Crimeia totalizem US$ 5 bilhões. Perto das 9h30, o cobre para maio caía a 0,73%, a us$ 2,9300 por libra-peso na Comex.
Na China, o premiê do país prometeu hoje manter crescimento em "faixa razoável" e estabilidade de preços. O yuan fechou em baixa ante o dólar nesta quarta-feira, recuando pela terceira sessão consecutiva desde que o Banco do Povo da China (PBoC, o BC do país) decidiu ampliar a banda de flutuação da moeda de 1% para 2%, no último fim de semana. No mercado de balcão, o dólar chegou a atingir 6,2040 yuans, seu maior nível desde 8 de abril.
Em tempo: O ministro da Fazenda, Guido Mantega, alterou nesta manhã a agenda do dia e embarcaria para Brasília, onde tem reunião no Palácio do Planalto. 

Frente a oferta e demanda muito apertada nos EUA mercado segue em alta.

Nesta quarta-feira, a soja registra mais uma sessão de forte alta no mercado internacional. Segundo analistas, as cotações alcançaram os melhores preços em uma semana frente ao quadro de oferta e demanda muito apertada nos Estados Unidos. 
Os ganhos seguem refletindo a realidade norte-americana, onde os estoques se encontram em níveis preocupantes e a demanda pelo produto dos EUA se mantém bastante firme e não dá sinais de desaquecimento. 

Soja+15,6
Milho -1,2

terça-feira, 18 de março de 2014

Cotação

FECHAMENTO EM 18/3/2014

Dólar R$2,3400(0,3360) 
Mínima R$2,3354
Máxima R$ 2,3571
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR14 (+25,0) 14,16
MAI14(+19,0) 13,94
JUL14 (+9,6)13,45
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR 14(+2.4) 4,81
mAI 14  (+2.2) 4,86
Jul 14  (+2.2) 4,84
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 60,00
Alto Garça: R$ 59,00                                                         
Sorriso: R$ 57,00
Itiquira: R$ 60,00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Abril R$ 59,50
Itiquira
Abril R$59,60
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$18,00
Rondonópolis: R$ 17,50
Alto Garça: R$ 18,00                                                         
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00  

Dólar abre em baixa após perda da moeda no exterior

 As Bolsas de Nova York no mercado futuro e as europeias operavam nesta terça-feira, 18, no azul, abandonando o viés negativo visto mais cedo, enquanto o dólar oscilava mais perto da estabilidade ante o euro e moedas emergentes, inclusive o real. Os mercados melhoraram o humor com o discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, que disse que o país está "propondo cooperação com a Ucrânia" e que o Kremlin "respeita a integridade territorial da Ucrânia". "Não queremos dividir a Ucrânia, mas a Crimeia pertence à Rússia", afirmou. Ele pediu ainda apoio do Parlamento à anexação da Crimeia, aprovada no fim de semana em referendo nesta região.
Apesar de se mostrar mais tranquilo em relação às tensões envolvendo países ocidentais e a Rússia por causa da Crimeia, o investidor deve manter a cautela nesta terça-feira. Até porque há a expectativa com a reunião de política monetária do Federal Reserve, a primeira com Janet Yellen à frente da instituição.
O dólar abriu em baixa ante o real, influenciado pela perda de força da moeda norte-americana em relação às principais divisas ligadas a commodities no exterior após o pronunciamento do presidente da Rússia. Ao mesmo tempo, o dólar reduziu perdas frente ao iene e ao euro e se fortaleceu ante o franco suíço, movimento que também determinou a virada há pouco do dólar à vista para o lado positivo. O dólar à vista abriu a R$ 2,3470 (-0,09%), mas às 9h25 já tinha virado e subia 0,04%, a R$ 2,350, na máxima. O dólar para abril de 2014 começou a sessão a R$ 2,3570 (-0,08%) e já oscilou de R$ 2,3530 (-0,25%) a R$ 2,3595 (+0,02%).
Às 9h18, euro subia a US$ 1,3924, de US$ 1,3922, após atingir um pouco antes a máxima de US$ 1,3944. O dólar perdia 0,14% ante o dólar canadense; -0,10% em relação ao dólar australiano; +0,05% ante o rublo russo. Ante a lira turca, a alta era de 0,09%. O Banco Central turco decidiu hoje manter as taxas de juros inalteradas. 

Processamento de soja nos EUA segue aquecido

Dados divulgados nesta semana revelam que o processamento de soja nos Estados Unidos segue em ritmo aquecido. Foram esmagadas 141,6 milhões de bushels em fevereiro, segundo a Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa, na sigla em inglês).

O resultado ficou abaixo do registrado em janeiro (156,9 milhões de bushels). Apesar disso, o número foi considerado de viés altista pelo mercado, que esperava ainda menos – algo em torno de 141 milhões de bushels.

segunda-feira, 17 de março de 2014

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 17/3/2014

Dólar R$2,3499(0,o720) 
Mínima R$2,3450
Máxima R$ 2,34550
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR14 (+3,0) 13,91
MAI14(+3,0) 13,74
JUL14 (+2,6)13,36
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR 14(-7,6) 4,78
mAI 14  (-6,6) 4,83
Jul 14  (-7,0) 4,81
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 58,50
Alto Garça: R$ 59,00                                                         
Sorriso: R$ 56,00
Itiquira: R$ 59.00    
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Abril R$ 59,00
Itiquira
Abril R$59,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO SAFRINHA EM:
L. do Rio Verde: R$18,00
Rondonópolis: R$ 17,50
Alto Garça: R$ 18,00                                                         
Sorriso: R$ 14,00
Itiquira: R$ 18,00  

Soja inicia a semana operando com ligeira queda em Chicago

O mercado dá continuidade ao movimento de realização de lucros iniciado na semana passada e, segundo analistas, esperam novas informações para voltarem a subir, apesar dos fundamentos ainda positivos. A situação de oferta muito apertada nos Estados Unidos, combinada com uma demanda ainda muito forte pelo produto norte-americano segue como principal fator de suporte para as cotações.
USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga hoje seu novo número de embarques semanais e os dados poderiam incentivar novos ganhos para as cotações. 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Chuvas afetam qualidade da soja e causam prejuízos em Mato Grosso

Fortes chuvas que assolaram as lavouras de soja de Mato Grosso provocaram não apenas algumas reduções nas projeções do volume a ser colhido, mas principalmente problemas na qualidade dos grãos, o que reduz os valores recebidos pelos produtores.

"Está havendo muita perda na qualidade. É umidade, que tem desconto, e grãos ardidos, avariados, fermentados, e todos os 'ados' possíveis", disse o diretor técnico da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja), Nery Ribas.

Tecnicamente, a soja que está pronta para a colheita, mas fica no campo devido à impossibilidade da entrada das máquinas por conta das chuvas, é prejudicada com o aumento da umidade e pode apresentar "grãos ardidos" (escurecidos e fermentados) sem valor comercial.

Após um início de temporada com clima ideal, Mato Grosso --que responde por cerca de 30 por cento da produção brasileira de soja-- registrou chuvas excessivas nas últimas semanas.

No mês passado, por exemplo, a importante região agrícola do Médio-norte de Mato Grosso teve precipitações 30 por cento acima da média histórica, com grande concentração na segunda quinzena. E nos dez primeiros dias de março já choveu 60 por cento da média para o mês inteiro, segundo dados da Somar Meteorologia.

Os problemas com soja muito úmida são dispersos e variam dependendo da região e do estágio de cada lavoura, dizem especialistas.

Na avaliação do gerente de silo de uma grande empresa compradora de grãos em Nova Mutum (MT), que pediu para não ser identificado, 20 por cento da soja da região sofreu algum tipo de descontos. "Tivemos problemas", disse.

Segundo ele, houve casos de produtores entregando soja com 20 por cento de grãos ardidos, enquanto o nível máximo tolerado, sem descontos, é de 8 por cento.

No exemplo deste produtor, portanto, ele não recebeu nenhum real por 12 por cento da soja que colheu, já que as indústrias brasileiras não pagam por grãos avariados acima do limite regulamentar.

Outro problema comum da colheita em períodos chuvosos é a chegada de grãos com umidade acima do permitido, o que faz com que o peso extra (da água) seja descontado, sem falar nos custos operacionais de secagem.

O Sindicato Rural de Sorriso, um dos maiores municípios produtores de grãos do país, começou esta semana um levantamento para saber das perdas nas lavouras da região, onde as lavouras estão 95 por cento colhidas.

"Devemos ter perda de 10 a 12 por cento com grão ardido, na média do município. Mas tem propriedades onde houve maiores perdas", disse à Reuters o presidente do sindicato, Laércio Lenz.

ESTIMATIVAS DE SAFRA

Na avaliação dos produtores, muitas vezes órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Ministério da Agricultura, e algumas consultorias não captam a diferença entre o volume total de soja colhido e o volume que tem real valor comercial, com projeções de safra que não descontam problemas como grãos ardidos ou avariados.

"A quebra estimada pela Conab vai ser menor que a que o produtor está sentindo", disse Lenz.

A Conab divulgará novas projeções para a safra brasileira de grãos na manhã da quarta-feira, já computando os problemas climáticos recentes no país.

No relatório mais recente, do início de fevereiro, a Conab projetou a safra nacional ainda acima de 90 milhões de toneladas, com Mato Grosso sustentando um recorde de 26 milhões de toneladas.

Neste meio tempo, diversas consultorias brasileiras revisaram para baixo suas projeções para a colheita no Brasil nas últimas semanas, agora na casa de 85-88 milhões de toneladas, citando a seca que atingiu o Sul e o Sudeste do país e também as perdas com a chuva em Mato Grosso.

As reduções de produção para Mato Grosso, no entanto, não tem sido drástica. A consultoria Safras & Mercado, por exemplo, reduziu a projeção para o Estado em 3 por cento de janeiro para fevereiro, a 26,72 milhões de toneladas.

Os problemas devem se manter em Mato Grosso, neste final de colheita, pelo menos até o final da semana.

"Essa semana ainda é de mais chuvas", disse o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar.