Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Dólar abre em alta à espera de decisão do Federal Reserve

A poucas horas do desfecho da reunião de dois dias do Federal Reserve, cujo anúncio se dará às 17 horas, os investidores domésticos mostram extrema cautela, com variações bastante estreitas e liquidez abaixo do usual. A expectativa majoritária é de que o Fed deixe eventuais ajustes no seu programa de estímulos para o próximo ano. Mas há uma chance de que o presidente da instituição, Ben Bernanke, em sua última entrevista à frente do posto, dê pistas para os próximos passos da normalização monetária dos Estados Unidos.
O dólar abriu o dia em alta ante o real, seguindo o comportamento externo. Por volta das 9h39, entretanto, a divisa já era negociada a R$ 2,3200 (-0,04%), na mínima no balcão e em queda também no futuro. A moeda norte-americana agora está na contramão do exterior, sob pressão de bancos locais com interesse em uma Ptax menor para o fim de ano. Lá fora, o dólar ganha terreno em relação ao euro, o iene e a divisas ligadas a commodities.
No exterior, aliás, os mercados financeiros e acionários exibem comportamentos díspares, sem relação aparente entre eles. Ao mesmo tempo em que o dólar se fortalece, com consequente alta dos juros dos Treasuries, os índices futuros das bolsas de Nova York também sinalizam ganhos acionários. 

Soja: Oil World estima aumento de 24% nos estoques globais

A produção mundial das principais oleaginosas deverá exceder as estimativas para a temporada 2013/14 devido a um aumento na projeção para as safras da América do Sul, informou a Oil World. A colheita, incluindo canola e sementes de girassol, irá totalizar, de acordo com a consultoria alemã, 496,6 milhões de toneladas. O volume supera as estimativas iniciais em 2,2 milhões de toneladas. A produção mundial de soja está projetada em 287,59 milhões de toneladas, com previsões de aumento para as safras do Brasil e da Argentina. 
Ainda segundo a Oil World, a produção maior na América do Sul deverá aumentar os estoques globais de soja em 24% em relação ao ano anterior para 78,2 milhões de toneladas no final da temporada 2013/14. Porém, as perspectivas para os estoques dos Estados Unidos foram reduzidos para  4,25 milhões de toneladas, estimativa maior do que a do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de 4,08 milhões de toneladas. A Oil World acredita ainda que o ritmo muito acelerado das exportações norte-americanas este ano significam que o país deverá precisar importar soja da América do Sul no final desta temporada para poder cumprir seus compromissos. 
As exportações mundiais de soja, de setembro a novembro, foram recordes e atingiram as 28,1 milhões de toneladas, principalmente em função da forte demanda da China, maior importador mundial de soja.  
Mercado - "O mercado está dividido entre o apertado balanço entre a oferta e a demanda nos Estados Unidos e as perspectivas de amplos estoques de soja na América do Sul. Os estoques mundiais, portanto, deverão ser grandes", diz o relatório da Oil World. 
Apesar dessas boas perspectivas, os analistas afirmam que o mercado se mantém sustentando nessa demanda agressiva e na situação norte-americana, onde os estoques já se encontram em níveis críticos. Assim, afirmam que o mercado deverá se manter próximo do patamar dos US$ 13,50 por bushel no vencimento março/14 em Chicago. 
"Existem muitas situações de escassez no mundo, isso oferece mudanças, rupturas de sistemas, os ciclos já estão prestes a vencer, tudo tem uma maturidade e daqui pra frente é preciso ter muito cuidado. (...) As relações de preços entre os produtos estão muito desajustadas", explicou o consultor de mercado do SIM Consult, Liones Severo. 
Para o consultor, esse é um momento de o produtor observar o mercado, já que em dezembro os preços não devem avançar muito mais e janeiro será um mês de cotações mais fracas. Severo afirma que será preciso também ver como irá se comportar a escassez norte-americana de soja e ainda a relação entre os valores de soja, milho e trigo. 

Soja ainda tem mercado atuando com volatilidade em Chicago nesta 4ª feira


Nesta quarta-feira (18), o mercado da soja continua sendo marcado pela volatilidade. As cotações ainda são impactadas, de um lado, pela influência positiva dos fundamentos favoráveis à uma alta, com a demanda bastante aquecida e estoques em níveis críticos nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, as boas expectativas para a safra da América do Sul e o clima, em linhas gerais, adequado para o desenvolvimento das lavouras pressiona o mercado. 
Soja +2,2
Milho -0,2

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM17/12/2013
Dólar R$2,3198(-0,3690) 
Mínima R$2,3150
Máxima R$ 2,3279
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JAN14(+8,6)13,49
MAR14 (+9,4) 13,34
MAI14(+8,4) 13,19
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (-0,2) 4,23
MAR 14 (-0,2) 4,31
mAI 14 (0,0) 4,38

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 65,00
Rondonópolis: R$ 67,00
Alto Garça: R$ 66,50                                                          
Sorriso: R$ 65,00
Itiquira: R$ 67,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Março U$ 22,40
Itiquira
 Fevereiro U$ 23,50
Março  U$ 23,00
Abril U$ 23,20
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 17,00

Alto Garças: R$ 17,50
Sorriso: R$ 10,00

Itiquira: R$ 18,50

Dólar abre em queda, cotado a R$ 2,3220


O dólar ante o real acompanha neste início de sessão a leve oscilação entre margens estreitas registrada pela moeda norte-americana em relação a seus principais pares no exterior. Os agentes de câmbio em âmbito global seguem na expectativa pela reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que começa nesta terça-feira, 17, e será concluída na quarta-feira, 18.



Um leve viés de baixa prevaleceu na abertura e a moeda norte-americana no mercado à vista começou cotada a R$ 2,3280 (-0,04%). O comportamento lateral é visto também no exterior, onde a moeda norte-americana opera ao redor da estabilidade ante o euro e em leve baixa em relação ao iene.



Por volta das 9h45, o dólar era cotado a R$ 2,3220 no balcão (-0,30%), na mínima até então. Queda também no futuro. Além da questão externa, os operadores locais avaliam ainda a adaptação feita pelo Banco Central na regulamentação cambial, que entra em vigor em fevereiro do próximo ano.

Tags: dólar Fed reunião

Soja recua na CBOT com previsão de chuva na América do Sul

mercado da soja volta a recuar na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (17) após o forte avanço das cotações dos principais vencimentos na sessão anterior. Por volta das 8h (horário de Brasília), as posições mais negociadas perdiam entre 4,25 e 4,75 pontos. 
Para alguns analistas, a volatilidade que segue presente nos negócios faz com que os preços exibam um ligeiro movimento de correção técnica e realização de lucros. No entanto, analistas ouvidos pela agência internacional Bloomberg, o recuo da soja se dá em com previsões de chuvas para o Brasil e para a Argentina, aliviando a situação de seca em algumas regiões produtoras. 
De acordo com informações do instituto MDA Information Systems LLC, as chuvas deverão voltar à Argetina no final da semana para áreas que vêm sofrendo com a estiagem, reestabelecendo os níveis de umidade do solo. No Brasil, as precipitações contribuem para a umidade nas regiões centro-norte e nordeste. 
"Se realmente houver chuva, as preocupações iniciais trazidas pelas previsões anteriores d condições de clima muito quente e seco deverão ser aliviadas, o que reforça as projeções de safras recorde na América do Sul, cenário que pesa sobre os preços", disse à Bloomberg uma analista internacional.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Cotaçao

FECHAMENTO EM16/12/2013
Dólar R$2,3275(-0,2570) 
Mínima R$2,3115
Máxima R$ 2,3310
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JAN14(+12,2)13,39
MAR14 (+12,6) 13,26
MAI14(+11,0) 13,08
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (-0,4) 4,25
MAR 14 (-0,2) 4,33
mAI 14 (-0,6) 4,40

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 65,00
Rondonópolis: R$ 67,00
Alto Garça: R$ 66,50                                                          
Sorriso: R$ 65,00
Itiquira: R$ 67,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Março U$ 22,40
Itiquira
 Fevereiro U$ 23,50
Março  U$ 23,00
Abril U$ 23,20
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 17,00

Alto Garças: R$ 17,50
Sorriso: R$ 10,00

Itiquira: R$ 18,00

Dólar abre em leve queda com cautela à espera do Fed

 A semana começa sob a expectativa em torno da reunião de dois dias do Federal Reserve, que tem início amanhã e pode marcar o início do desmonte dos estímulos monetários à economia norte-americana. Por mais que os investidores tenham se preparado para uma mudança, é esperada volatilidade após o anúncio, na tarde de quarta-feira, seja qual for a decisão. Até lá, há ainda importantes indicadores aqui e lá fora que devem garantir ainda mais instabilidade aos mercados.
O dólar à vista abriu o dia em leve queda, enquanto o contrato de moeda para janeiro estava perto da estabilidade, de olho na queda do índice dos gerentes de compras (PMI) do setor industrial em dezembro na China, para 50,5, de 50,8 em novembro. O euro, por sua vez, sobe com os PMIs acima do previsto na região da moeda comum, além do Bundesbank esperar "expansão considerável" para a economia alemã entre o fim de 2013 e início de 2014.
No câmbio, há ainda a apreensão com a estratégia que será adotada pelo Banco Central brasileiro para a continuidade do programa de hedge, que será anunciado até sexta-feira, com base justamente na decisão do Fed.
A primeira intervenção hoje aconteceu às 9h30, com a oferta de 10 mil contratos (US$ 500 milhões) em swap cambial tradicional distribuídos em 2 vencimentos: 5/3/2014 e 2/6/2014. À tarde, às 15 horas, o BC dá continuidade à rolagem de swap cambial com vencimento em 2/1/2014, que totaliza cerca de US$ 9,9 bilhões. Hoje será feita a sexta tranche dessa rolagem , com oferta de até 20 mil (US$ 1 bilhão) contratos com vencimentos em 02/05/2014 e 01/09/2014.
Além disso, às 15h o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior divulga os dados semanais da balança comercial. Às 9h50, o dólar à vista recuava 0,30% ante o real, cotado a R$ 2,3280. No mercado futuro, o dólar para janeiro perdia 0,06%, a R$ 2,3375. 

Ferrugem asiática: Fundação MT alerta produtores

Os primeiros casos da ferrugem asiática já foram detectados no início deste mês nas lavouras de soja na safra 2013/14 em Mato Grosso e estão se disseminando de forma rápida. As condições climáticas atuais e futuras são apontadas como grandes aliadas ao aumento da incidência da doença fúngica que pode reduzir a produtividade das plantas. Associado a estas, têm-se um cenário em que o patógeno, neste caso o fungo, já se encontra no ambiente distribuído ao longo das principais regiões produtoras de soja.

No Brasil já foram registrados, de acordo com o Consórcio Antiferrugem, 37 focos da ferrugem asiática, destes 18 em Goiás, 11 em São Paulo, dois no estado do Paraná, um em Minas Gerais e cinco em Mato Grosso. No Estado, o primeiro caso foi identificado no município de Alto Araguaia no dia 20 de novembro em soja guaxa (planta que germina na entressafra voluntariamente). Contudo, já foram detectados sintomas da ferrugem também em lavouras comerciais de diferentes regiões, resultado da rápida evolução da doença.

Para o pesquisador Ivan Pedro, do programa de Proteção de Plantas da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT), o fato de a doença ter sido identificada um pouco mais tarde não diminui a sua importância e, portanto toda classe produtora deve ficar em estado de alerta. Aplicações iniciais no momento correto e de forma preventiva são as principais ferramentas apontadas pelo especialista. “As medidas de controle mais indicadas no momento são o monitoramento e o controle químico por meio dos fungicidas. As aplicações dos produtos devem ser feitas respeitando as condições climáticas ideais e de forma preventiva. As mesmas devem ser iniciadas na fase de pré-florescimento ou florescimento da cultura (R1), mesmo em áreas em que a doença ainda não tenha sido identificada. Aplicações complementares devem ser feitas em intervalos planejados visando atingir maiores patamares de controle. Como opções de fungicidas, devem-se optar por misturas de triazóis com estrobilurinas ou estrobilurinas com carboxamidas para uma maior eficácia no controle”.

Para os locais onde a doença não foi identificada, o pesquisador recomenda o monitoramento efetivo e aplicações preventivas de fungicidas. Segundo ele, o produtor que faz o controle de forma planejada e criteriosa consegue minimizar os efeitos negativos da doença e com isso propicia incrementos na produtividade.

“Vale ressaltar a importância do controle também nas variedades de ciclo superprecoce e precoce, até porque contribui para uma menor pressão de inóculo para as cultivares de ciclo médio e tardio. Muitas vezes o controle não é feito adequadamente nas primeiras lavouras, o que pode evoluir para problemas e aumento do custo de controle sobre variedades mais tardia”.

Conforme Ivan Pedro, o produtor que quer colher bons resultados tem de monitorar todos os possíveis inimigos da lavoura. A atenção não pode estar voltada apenas à principal praga da lavoura no momento, a Helicoverpa armigera, mas também as outras ameaças que ocorrem simultaneamente nas lavouras como os nematoides, as plantas daninhas e as doenças, especialmente a ferrugem asiática.

Grãos iniciam mais uma semana com leve recuo em Chicago

O final do ano se aproxima e a necessidade da apresentação de resultados positivos por parte dos fundos para seus investidores incentiva os movimentos de vendas e as realizações de lucros. 
Além disso, o mercado está à espera de novidades para que possa definir melhor um caminho para os preços dos grãos. Acontece, nesta semana, a reuniao do Federal Reserve (Fed - o banco central norte-americano) que definirá os rumos do pacote de medidas de estímulo à economia e isso também traz volatilidade aos negócios. 
Apesar desses recentes recuos, analistas seguem afirmando que trata-se de um movimento pontual e que não deve se estender por muito tempo, já que o quadro fundamental permanece sem alterações, com escassez de oferta nos Estados Unidos, altas exportações e uma demanda mundial bastante aquecida. 
Soja - 6,4
Milho -4,0