Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Os futuros da soja continuam recuando na Bolsa de Chicago nessa última sessão da semana

Os futuros da soja continuam recuando na Bolsa de Chicago nessa última sessão da semana. A commodity estende as perdas, porém, de forma bem menos intensa e, às 7h40 (horário de Brasília), dessa sexta-feira (13), os vencimentos mais negociados perdiam entre 4 e 6 pontos. Milho e trigo também operavam em campo negativo. 
O mercado ainda sente a falta de direção do mercado, o bom momento do dólar e ainda o movimento de venda tanto comercial quanto por parte dos fundos, favorecendo a realização de lucros e provocando o recuo das cotações, segundo explicaram analistas. 
Além disso, os rumores de que a China poderia cancelar algumas compras de soja dos Estados Unidos também contribuem para o cenário negativo para os preços. No entanto, como explicou Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting, essa seria somente uma estratégia para limitar as altas da oleaginosa. Assim, os fundamentos permanecem positivos, com as exportações norte-americanas muito aquecidas e uma escassez de oferta

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM12/12/2013
Dólar R$2,3420(-0,1750) 
Mínima R$2,3265
Máxima R$ 2,3485
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JAN14(-19,4)13,24
MAR14 (-17,0) 13,11
MAI14(-15,2) 12,94
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (-3,4) 4,27
MAR 14 (-6,2) 4,33
mAI 14 (-6,4) 4,41

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 65,00
Rondonópolis: R$ 66,00
Alto Garça: R$ 65,00                                                         
Sorriso: R$ 64,00
Itiquira: R$ 66,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Março U$ 22,40
Itiquira
 Março  U$ 22,40 /
Fevereiro U$ 22,60
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 17,00

Alto Garças: R$ 17,50
Sorriso: R$ 10,00

Itiquira: R$ 18,00

Soja tem forte queda com rumores de cancelamentos de compras da China

mercado da soja voltou a recuar expressivamente na tarde desta quarta-feira (12) na Bolsa de Chicago. Por volta das 14h40 (horário de Brasília), os principais vencimentos perdiam entre 17,75 e 21 pontos. 
Segundo Stefan Tomkiw, analista de mercado da Jefferies Corretora, os rumores de que a China poderia cancelar compras de soja feitas nos Estados Unidos estão reforçados e pesam severamente sobre os preços. Além disso, dada a proximidade do final do ano, um resfriamento natural da demanda também atua como uma fator de pressão para os preços. Compondo o quadro negativo, as exportações baixas de farelo e óleo de soja e um dólar mais forte. 
Entretanto, Tomkiw acredita que esse movimento de baixa não deva se estender e nem deva ser muito expressivo em função do quadro de fundamentos que permanece positivo. Além disso, ainda há no mercado a necessidade de um racionamento de produto por meio de preços mais altos.
Os bons números das exportações semanais de soja dos Estados Unidos aliviaram o movimento de realização de lucros registrado pelo mercado mais cedo nesta quinta-feira (12) na Bolsa de Chicago. As vendas norte-americanas somaram 1.108,6 milhão de toneladas, ficaram acima do esperado - entre 500 mil e 1 milhão de toneladas - e exibiram um aumento de 38%, segundo o boletim de registro de exportações divulgado hoje pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Os números, segundo analistas, confirmam a manutenção do ritmo da demanda mundial muito aquecida pelo produto dos EUA, origem que é praticamente a única com soja disponível nesse momento. E essa demanda se mostra bastante agressiva com os estoques norte-americanos em níveis críticos. Ainda de acordo com números do USDA, os estoques finais do USDA deverão ser de 4,08 milhões de toneladas, enquanto em novembro eram projetados em 4,63 milhões. 
Com as vendas de hoje, o volume de soja dos Estados Unidos já comprometido passa a ser de 38,7 milhões de tonelada de um total de 40,14 milhões a ser exportado até o final da safra 2013/14, em agosto do ano que vem. Assim, restam apenas 2,07 milhões de toneladas para serem comercializados pelos produtores norte-americanos. Entretanto, analistas acreditam que importadores, como a China, por exemplo, poderiam cancelar algumas de suas compras para adquirir a oleaginosa a preços possivelmente mais baratos na América do Sul com a chegada nova safra principalmente do Brasil, Argentina e Paraguai. 
E são essas projeções que indicam uma colheita sulamericana recorde que, nesse momento, limitam o potencial de alta dos preços na Bolsa de Chicago. Apesar de ainda haver muita incerteza sobre os reais resultados da safra, as boas condições em que se desenvolvem as lavouras têm sido observadas pelos investidores, que já apostam em uma grande oferta mais adiante. 
Entretanto, analistas afirmam que para a formação dos preços na Bolsa de Chicago, a ajustada relação americana entre oferta x consumo deverá prevalecer e continuar oferecendo sustentação aos preços. Diante dessas duas frentes, o mercado, portanto, se mantém volátil e oscilando, quase que diariamente, entre os lados positivo e negativo da tabela. 

À espera de novas informações, soja volta a recuar em Chicago

A volatilidade continua permeando os negócios na CBOT, já que o mercado da soja ainda não conta com novas informações que possam definir uma direção melhor definida. Assim, o mercado recua hoje após um fechamento positivo na sessão anterior. 
O que os investidores observam com mais atenção nesse momento é a relação estoques x demanda que é muito apertada nos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, o bom andamento da nova safra da América do Sul, que já indicam para volumes recordes em alguns dos principais produtores como Brasil e Argentina. 
Soja -8,0
milho -1,2

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Dólar opera em alta após 4 dias de quedas

 O dólar ante o real abriu em alta nesta quarta-feira ,11, refletindo um ajuste técnico de preço após quatro dias de quedas acumuladas em 3,39%. A moeda americana cotada em reais no mercado à vista estava a R$ 2,327 (+0,82%) às 12h22.
Com o acordo, os investidores voltam a focar na decisão que o Federal Reserve tomará no dia 18. Segundo analistas, se for confirmada a aprovação desse acordo pela Câmara amanhã e pelo Senado na próxima semana, será mais um motivo a favor da retirada dos estímulos à economia nos Estados Unidos, já que a incerteza fiscal era um dos fatores que impedia esse movimento.Contribui para o movimento o acordo orçamentário no Congresso dos Estados Unidos que estabelece novos limites de endividamento para 2014 e 2015. A negociação, concluída ontem à noite entre republicanos e democratas, restitui alguns dos cortes automáticos de gastos do governo norte-americano e deve evitar outra paralisação do governo em janeiro de 2014, temor decorrente do imbróglio fiscal dos Estados Unidos que se estendia há meses.
No exterior, o dólar perde terreno para o euro e o iene, mas avança ante a libra, enquanto os investidores avaliam as implicações do acordo orçamentário anunciado ontem nos EUA.
Com a agenda de indicadores esvaziada aqui e lá fora - exceção feita ao fluxo cambial doméstico (12h30) - as atenções se voltam para eventos com a participação de autoridades. A presidente Dilma Rousseff participa de cerimônias às 10 horas e às 12h30. Já o ministro da Fazenda, Guido Mantega, estará presentes ao Encontro Nacional da Indústria, da CNI. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fará palestra à tarde no Global Macro Year Ahead Seminar 2013, organizado pelo Bank of America Merrill Lynch, em São Paulo, fechado à imprensa.
Leilões do dia. O Banco Central vendeu todos os 10 mil contratos de swap cambial ofertados hoje, no valor de US$ 497,4 milhões. A oferta foi dividida em dois vencimentos. Para 5 de março de 2014, foram vendidos 4,750 mil contratos (US$ 236,9 milhões). A taxa nominal foi de 1,1367% e a linear, de 1,135%. O PU mínimo dos contratos negociados para este vencimento ficou em 99,739000. Não houve taxa de corte.
Para o vencimento de 2 de junho de 2014, foram vendidos 5,250 mil contratos (US$ 260,5 milhões). A taxa nominal foi de 1,6221% e a linear de 1,603%. O PU mínimo dos contratos negociados para este vencimento ficou em 99,240000. A taxa de corte foi de 50%. Os contratos negociados pelo BC hoje terão como data de emissão e liquidação o dia 12/12/2013.
Esta operação faz parte do programa de leilões diários no mercado cambial anunciado no dia 22 de agosto e que conta com operações de swap de segunda a quinta-feira, no valor de US$ 500 milhões cada, além de leilão de linha às sextas-feiras, no total de US$ 1 bilhão. Até o fim do ano, o BC espera ofertar cerca de US$ 100 bilhões por meio desses leilões diários. O presidente do BC, Alexandre Tombini, reafirmou ontem que o programa continuará em 2014, mas que deve passar por alguns ajustes, que serão anunciados ao final da semana que vem.

Soja opera com leve alta se recuperando da realização de lucros

A soja opera em alta nesta quarta-feira (11) na Bolsa de Chicago. O mercado se recupera depois da realização de lucros registrada ontem, quando o mercado observou um relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sem novidades. Milho e trigo tambem operam com ligeira alta. 
Segundo analistas, o mercado segue sem rumo já que  o quadro de estoques apertados nos Estados Unidos e a demanda mundial bastante aquecida já é conhecido, bem como as condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras na América do Sul. 
Assim, o mercado ainda aguarda por novidades para definir uma direção e registrar movimentos mais expressivos. 

USDA: Expectativa é de redução nos estoques de soja e milho dos EUA.

Com a divulgação do relatório de oferta e demanda pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta terça-feira (10), o mercado internacional de grãos trabalha tentando manter sua estabilidade, sem exibir movimentos muito expressivos. Por volta das 8h (horário de Brasília), os futuros da soja, do milho e do trigo operavam em campo misto na Bolsa de Chicago, sem apresentar uma direção definida. 
Nesse boletim de dezembro, segundo analistas, as expectativas maiores são para os números referentes à demanda do que à oferta. Os dados para os estoques, tanto norte-americanos quanto mundiais, também deverão ser observados com atenção.  
Para a soja, as projeções do mercado são de que os estoques dos EUA fiquem entre 4,16 milhões de toneladas (153 milhões de bushels) e 4,19 milhões (154 milhões de bushels). Em novembro, esse número era de 4,63 milhões de toneladas (170 milhões de bushels). E na safra 2013/14, nessa mesma época, era de 141 mi bu. Já para os estoques globais de passagem há uma perspectiva de aumento de 70,2 milhões para algo entre 71,1 e 71,6 milhões de toneladas. No ano comercial anterior, o volume nessa época era de 60,1 milhões de toneladas. 
O mercado acredita ainda que a projeção para a safra brasileira 2013/14 deva subir para 88,7 milhões de toneladas, contra as 88 milhões estimadas em novembro pelo departamento. O aumento previsto para a produção da Argentina é ainda mais expressivo e deverá passar de 53,5 milhões para 55,3 milhões de toneladas. 
No caso do milho, o mercado também aposta em um recuo nos estoques finais de passagem dos Estados Unidos. O volume deverá cair de 47,93 milhões de toneladas (1,887 bilhão de bushels) para 47,27 milhões (1,861 bilhão de bushels). Ainda assim, os números são bem maiores do que os registrados no mesmo período do ano passado, quando os estoques somavam 20,93 milhões de toneladas (824 milhões de bushels) apenas, após uma das mais severas estiagens registradas no país. 
As expectativas do mercado para os estoques mundiais de milho também indicam uma diminuição. As reservas deverão passar de 164,33 milhões para 163,3 milhões de toneladas. 
Sobre a safra da América do Sul, ao contrário da soja, as expectativas são de que o haja uma redução na safra da Argentina de 26 milhões para 25,583 milhões de toneladas. Entretanto, a colheita brasileira poderia registrar um aumento, passando de 70 milhões para 70,392 milhões de toneladas. 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM 09/12/2013
Dólar R$2,3186(-0,3310) 
Mínima R$2,3295
Máxima R$ 2,3181
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
JAN14(+17,2)13,42
MAR14 (+15,4) 13,26
MAI14(+14,2) 13,10
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (+5,0) 4,29
MAR 14 (+3,6) 4,38
mAI 14 (+3,4) 4,46

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 65,00
Rondonópolis: R$ 67,00
Alto Garça: R$ 67,00                                                         
Sorriso: R$ 65,00
Itiquira: R$ 66,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis
Março U$ 23,10
Itiquira
 Março  U$ 22,80 /
Fevereiro U$ 23,20
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 16,00

Alto Garças: R$ 13,50
Sorriso: R$ 10,00

Itiquira: R$ 16,00

Ações asiáticas têm alta por comércio na China e queda do iene

 A maioria dos mercados asiáticos teve alta nesta segunda-feira, impulsionados por um conjunto favorável de dados do comércio da China, pelo enfraquecimento do iene e pelo firme fechamento em Wall Street.
Tanto o dólar quanto o euro ampliaram seus ganhos ante o iene, com a moeda única europeia atingindo máxima de cinco anos, no que pode ser um impulso para as exportações, lucros e ações japoneses.
Em Wall Street, o índice Dow Jones fechou o pregão de sexta-feira com ganho de 1,26 por cento, enquanto o S&P 500 encerrou em alta de 1,12 por cento.
Ajudando a confiança na Ásia estava um conjunto de fortes dados do comércio da potência regional, a China, o que encorajou o banco central a estabelecer o iuan em nova máxima recorde.
As exportações da China superaram com folga as previsões em novembro, crescendo 12,7 por cento ante o ano anterior, enquanto as importações aumentaram 5,3 por cento.

Soja volta a se focar nos fundamentos e opera em alta nessa 2ª feira

A semana começa positiva para o mercado internacional da soja. Nesta segunda-feira (9), por volta de 7h40 (horário de Brasília), a commodity registrava ganhos de 5,50 a 7,75 pontos nas posições mais negociadas, se recuperando após o fechamento negativo da última sexta (6). Ao mesmo tempo, milho e trigo também conseguiam sustentar ligeiras altas. 
O quadro fundamental, de oferta muito restrita frente à uma demanda significativamente aquecida volta ao foco dos investidores e, depois de uma semana bastante volátil, as cotações retomam as altas. 
No entanto, nesta terça-feira (10), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seu novo relatório de oferta e demanda e essa espera por parte dos traders tira parte da força dos negócios e da direção do mercado. Além disso, há ainda as expectativas sobre a nova safra da América do Sul que deverá ter seu plantio concluído nas próximas semanas, principalmente no Brasil.