Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 12 de novembro de 2013

Exportações brasileiras de milho batem novo recorde em 2013

O ano ainda não acabou, mas as exportações de milho do Brasil em 2013 já ultrapassaram o recorde registrado em todo o ano passado, de acordo com dados do governo, com o país ganhando espaço no mercado internacional ainda na esteira da escassez do produto dos Estados Unidos.
As exportações de janeiro até o dia 10 de novembro somam 20,8 milhões de toneladas, segundo dados do Ministério da Agricultura e da Secretaria de Comércio Exterior, contra o recorde de 19,77 milhões de toneladas embarcadas no ano calendário 2012, quando os EUA, maior exportador do cereal, sofreu a pior seca em mais de meio século.
No ano comercial do milho, de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014, contudo, esse recorde anual pode não ser alcançado, uma vez que os embarques programados para dezembro e janeiro não dão indicação da mesma força do mesmo período do ano passado, disse o analista da Safras & Mercado, Paulo Molinari.

Fonte: Reuters

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM 11/11/2013
Dólar R$2,3332 (0,6900 %) 
Mínima R$2,2025
Máxima R$ 2,3406
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
NOV 13(+1,2) 13,07
JAN14(+4,2)13,00
MAR14 (+4,2) 12,81
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (+9,0) 4,35
MAR 14 (+9,2) 4,47
mAI 14 (+9,4) 4,56

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 61,00
Rondonópolis: R$ 66,00
Alto Garça: R$ 65,00                                                         
Sorriso: R$ 62,00
Itiquira: R$ 65,50      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 21,50 / Março
Itiquira: U$ 22,60/ Março  U$ 22,00 /Fevereiro

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 15,00

Alto Garças: R$ 13,50
Sorriso: R$ 9,00

Itiquira: R$ 15,80

Soja: mercado registra movimento de realização de lucros na CBOT

O mercado internacional da soja realiza lucros nesta segunda-feira (11) e opera em baixa na Bolsa de Chicago. O mercado recua depois das fortes altas registradas na sessão da última sexta-feira (8), que se aproximaram dos 30 pontos nos vencimentos mais negociados. 
Porém, o mercado segue acompanhando os fundamentos. O aperto entre a oferta e a demanda continua bastante acentuada e, nem mesmo o aumento da produção estimado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) não será suficiente para amenizar o déficit de oferta dos EUA, o qual já deve ser visto na virada do ano. "Há uma correção técnica nos preços, mas o mercado em si segue dos fundamentos", diz Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting. 
Os investidores, ainda de acordo com o consultor, viram os números do USDA chegando dentro do esperado, ou, em alguns casos, até mesmo abaixo das expectativas, o que provou o avanço dos preços na última sessão da semana passada. Apesar de um aumento das estimativas para a safra americana, o departamento corrigiu também para cima seu volume de exportações para a soja. "O ritmo de exportações tanto de soja quanto de milho nos Estados Unidos estão muito acelerados esse ano e isso é um bom sinal no fator fundamental da demanda", explica. 
Dessa forma, Brandalizze acredita que as vendas norte-americanas possam ser ainda maiores dos que as 39,46 milhões de toneladas projetadas no último boletim, com um déficit de oferta no país podendo chegar na virada do ano, o que poderia fazer com que a demanda pela soja da América do Sul fosse ainda maior. "No começo do ano não haverá soja nos Estados Unidos para ser exportada, e teremos uma pressão de demanda muito maior na América do Sul", diz. 
Milho - No mercado do milho, as cotações das principais posições operam em campo positivo, porém, com volatilidade e oscilações ainda pouco expressivas. Os ganhos, segundo analistas, são justificados por uma tentativa de recuperação do mercado depois das últimas quedas. Além disso, como explicou Vlamir Brandalizze, a alta do cereal na última sexta-feira (8) não foi tão intensa como a da soja, permitindo que os investidores não exerçam um movimento de realização de lucros mais acentuado. 
Segundo analistas ouvidos pela agência internacional Bloomberg, as cotações avançam para os melhores preços em mais de uma semana, se recuperando das recentes quedas. Os analistas afirmam ainda que o aumento estimado pelo USDA para a safra de milho foi menor do que as expectativas do mercado, ou dentro do que vinha sendo esperado pelos traders. 

Feriado nos EUA reduz liquidez dos juros futuros.


Os juros futuros abriram a segunda-feira, 11, alinhados ao mercado de câmbio e com pouca liquidez, conforme esperado em função do feriado nos Estados Unidos que deixa fechado o mercado de Treasuries. O viés é de baixa, tal qual a moeda norte-americana, numa correção modesta das altas recentes.

Por volta das 9h30, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2015 tinha taxa de 10,93%, ante 10,96% no ajuste de sexta-feira. O DI com vencimento em janeiro de 2017 apontava 12,10%, ante 12,11% na última sessão.

Na sexta-feira, 8, as taxas futuras operaram em forte alta ao longo de todo o pregão, em função de dados robustos da economia norte-americana sinalizarem que o desmonte dos estímulos do Federal Reserve poderia ocorrer ainda neste ano. Os contratos de DI mais longos romperam a barreira dos 12,50%. 

A questão fiscal, que também pesou na semana passada, permanece como grande tema para os mercados domésticos. Mesmo passando o recado à economistas, em reunião na sexta-feira na sede do ministério da Fazenda, em São Paulo, de que cumprirá o superávit de R$ 73 bilhões, o governo tenta manobra para não compensar a necessidade de economia primária de Estados e municípios. 

Ao mesmo tempo, notícias dão conta que o Refis, esperança de engordar o resultado das contas públicas, pode não ser do tamanho esperado pelo governo caso os bancos não aceitem as condições oferecidas pela Receita Federal. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, sinalizou ainda neste fim de semana que não pretende aceitar uma fórmula de reajuste dos combustíveis que represente uma indexação da inflação.

Mesmo com a ligeira descompressão das taxas, a tendência de pressão para os juros continua, já que os dados da pesquisa Focus e do IPC-Fipe, divulgados na manhã de hoje, dão força à percepção de resistência da alta da preços domésticos. A projeção de inflação medida pelo IPCA para 2014 subiu de 5,92% para 5,93%. 

Mapa adota medidas emergenciais para controle da Helicoverpa.

Devido aos graves danos causados às lavouras pela lagarta Helicoverpa armigera, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, assinou texto que estabelece as diretrizes para o manejo integrado visando o controle da praga. A Portaria nº 1.109, vinculada ao decreto 8.133, foi publicada nesta quinta-feira, (07.11), no Diário Oficial da União.

A partir de agora, os estados que tiverem declarado oficialmente o estado de emergência fitossanitária em relação à lagarta Helicoverpa terão um plano de supressão elaborado pelo Órgão Estadual ou Distrital de Defesa Agropecuária do estado. O Plano deverá ser baseado nos conceitos e práticas do Manejo Integrado de Pragas, desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com a participação de representantes do setor acadêmico, produtivo e governamental.

Na opinião de pesquisadores da Embrapa, o crescimento da Helicoverpa se deve às práticas de cultivo inadequadas, que devem seguir algumas orientações como o vazio sanitário, a adoção de áreas de refúgio, a destruição de restos culturais aliados ao uso controlado de produtos químicos, entre outras práticas.

O texto assinado por Antônio Andrade autoriza, em caráter emergencial e temporário, a importação de produtos agrotóxicos, que tenham como ingrediente ativo a substância Benzoato de Emamectina. As propriedades que utilizarem a substância serão acompanhadas por fiscalização. “O plano, além de estabelecer as diretrizes de um programa de supressão, autoriza a importação do Benzoato para ser utilizado como coadjuvante dentro de um programa de Manejo Integrado da Praga que visa controlá-la”. Explicou o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal, Cósam Coutinho.

Histórico

No dia 28 de outubro deste ano, a Presidenta da República, Dilma Rousseff, assinou o Decreto 8.133, que autoriza o ministro da Agricultura estabelecer as ações de controle necessárias ao enfrentamento agropecuário de doenças ou pragas, quando declarado oficialmente estado de emergência fitossanitária ou zoosanitária, o que inclui a importação temporária de defensivos não autorizados, desde que obedeça a determinados critérios técnicos, entre os quais a comprovada eficiência e a não implicação em riscos ao meio ambiente e à saúde pública.

No último dia 4 de novembro, o oeste da Bahia foi declarado oficialmente em estado de emergência fitossanitária em relação à praga Helicoverpa armigera. Com o anúncio, o governo do estado já pode delimitar a área de atuação e adotar as medidas de manejo por meio do plano de supressão

Chicago: Soja inicia semana com ligeiro recuo, milho avança

Depois de encerrar a última semana com ganhos de quase 30 pontos nos principais vencimentos, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com ligeiras perdas em um movimento de realização de lucros. No pregão eletrônico desta segunda-feira (11), por volta das 7h40 (horário de Brasília), perdia entre 4 e 5 pontos nos contratos mais negociados. 
Na última sexta-feira (8), o USDA(Departamento de Agricultura do Estados Unidos) divulgou seu último relatório mensal de oferta e demanda aumentando suas estimativas para a produção norte-americana de soja nos EUA, bem como seus estoques. Em contrapartida, elevou também suas projeções para a demanda, aumentando seus volume de exportações neste ano comercial. As informações foram, portanto, bem interpretadas pelo mercado. 
Em contrapartida, os preços do milho trabalham com leve alta na manhã de hoje em Chicago. Segundo analistas ouvidos pela agência internacional Bloomberg, as cotações avançam para os melhores preços em mais de uma semana, se recuperando das recentes quedas. Os analistas afirmam ainda que o aumento estimado pelo USDA para a safra de milho foi menor do que as expectativas do mercado. 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM 08/11/2013
Dólar R$2,3170 (0,5120 %) 
Mínima R$2,2957
Máxima R$ 2,3396
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
NOV 13(+25,2) 13,04
JAN14(+27,6)12,94
MAR14 (+26,4) 12,74
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (+4,6) 4,25
MAR 14 (+4,6) 4,36
mAI 14 (+4,4) 4,44

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 61,00
Rondonópolis: R$ 66,00
Alto Garça: R$ 65,00                                                         
Sorriso: R$ 62,00
Itiquira: R$ 65,50      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 21,00 / Março
Itiquira: U$ 22,60/ Março  U$ 21,00 /Fevereiro

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 15,00

Alto Garças: R$ 13,50
Sorriso: R$ 9,00

Itiquira: R$ 15,80

USDA: Aumento de produção e exportação de soja e milho para os EUA

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou, nesta sexta-feira (8), seu novo relatório mensal de oferta e demanda trazendo números maiores para a soja, tanto para os Estados Unidos, quanto no cenário mundial. 
A estimativa para a produção norte-americana de soja subiu de 85,7 milhões para 88,67 milhões de toneladas. O número ficou dentro das expectativas do mercado, que variavam entre 85,46 milhões de 89,81 milhões de toneladas. A produtividade passou de 46,72 sacas para 48,75 sacas por hectares, enquanto as expectativas eram de 47,05 a 49,1 sacas por hectare. 
Os estoques finais da oleaginosa foram estimados em 4,63 milhões de toneladas, contra 4,08 milhões projetados há dois meses. Já as exportações foram revistas para cima passando de 37,29 milhões para 39,46 milhões de toneladas. O USDA reviu também os números para o esmagamento de soja no país, que passou de 45,05 milhões para 45,86 milhões de toneladas. 
A área plantada recuou de 31,24 milhões para 30,96 milhões de hectares, enquanto a colhida passou de 30,92 milhões para 30,64 milhões de toneladas. 
Soja América do Sul - Para o Brasil e para a Argentina, as estimativas do departamento foram mantidas em 88 milhões de 53,5 milhões de toneladas, respectivamente.
Soja China - Os números para a China também foram mantidos, ficando a safra estimada em 12,2 milhões de toneladas e as importações em 69 milhões de toneladas. 
Soja Mundo - No cenário mundial, as projeções do USDA foram revisadas para cima. A produção mundial foi projetada em 283,54 milhões de toneladas, contra as 281,66 milhões estimadas em setembro. Os estoques finais mundiais ficaram em 70,23 milhões de toneladas, contra 71,54 milhões do boletim anterior. 
USDA Soja - Novembro
Milho EUA - Para o milho também foram estimados números maiores, tanto para o Estados Unidos quanto para o quadro mundial. A produção norte-americana foi estimada em 355,34 milhões de toneladas, contra 351,64 milhões no reporte de setembro. A produtividade aumentou de 164,05 sacas para 169,77 sacas por hectare. 
Os estoques finais passaram de 47,11 milhões para 47,93 milhões de toneladas. Já o uso do cereal para etanol foi mantido em 124,47 milhões de toneladas, em linha com o boletim anterior. As exportações, por outro lado, foram estimadas pelo USDA em 35,56 milhões de toneladas, registrando um expressivo aumento em relação às 31,12 milhões de toneladas do relatório de setembro. 
A área plantada apresentou uma redução, passando de 39,42 milhões para 38,57 milhões de hectares. A área colhida também caiu e passou de 36,06 milhões para 35,29 milhões de hectares. 
Milho América do Sul - A estimativa para a produção de milho do Brasil recuou de 72 milhões para 70 milhões de toneladas, enquanto a da Argentina foi mantida em 26 milhões. 
Milho China - A produção de milho da China também foi mantida e ficou em 211 milhões de toneladas. 
Milho Mundo - Acompanhando os aumentos, a produção mundial de milho foi projetada pelo departamento norte-americano em 962,83 milhões de toneladas. O aumento foi bastante significativo, uma vez que, em setembro, a previsão era de 956,67 milhões de toneladas. Os estoques mundiais passaram de 151,42 milhões de toneladas para 164,33 milhões. 
Milho USDA - Novembro

O crescimento da economia americana provocou a alta do dólar em todos os mercados globais.


O dólar subiu na quinta-feira, 7, 1,05% em relação ao real, fechando cotado a R$ 2,306. Foi a primeira vez que a moeda americana ultrapassou a casa dos R$ 2,30 desde 6 de setembro, quando marcou R$ 2,307. O principal motivo para o movimento de ontem foram os dados positivos da economia dos Estados Unidos - o PIB americano teve expansão de 2,8% no terceiro trimestre, uma alta maior que os 2% previstos pelo mercado.

Esse avanço, apesar de posteriormente relativizado por alguns analistas, deu força ao dólar, em meio à percepção de que uma economia mais forte eleva a possibilidade de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) começar a reduzir seus estímulos dos EUA já em dezembro. Por essa lógica, se o BC americano diminuir suas compras mensais de bônus, haverá menos dólares no mundo, o que dá força à moeda americana.

O crescimento da economia americana provocou a alta do dólar em todos os mercados globais, mas, no Brasil, como vem ocorrendo nas sessões mais recentes, a pressão de alta foi superior à vista no exterior, em razão da desconfiança do mercado em relação à política fiscal do governo brasileiro. "O mercado está se antecipando à retirada de estímulos nos Estados Unidos. E o fluxo cambial que se esperava (para o Brasil) não se tornou realidade, porque o cenário ruim para o País é muito evidente", disse Sidney Nehme, sócio da NGO Corretora
No pregão de ontem, a moeda americana até chegou a oscilar em baixa pela manhã, após o Banco Central Europeu (BCE) reduzir sua taxa básica de juros de 0,5% para 0,25% ao ano, favorecendo a busca por moedas como o real, mas o PIB americano fez o dólar ultrapassar os R$ 2,30 no balcão. Na mínima do dia, o dólar atingiu R$ 2,2730 (-0,39%) e, na máxima, marcou R$ 2,3070 (+1,10%), ajudado ainda por um fluxo de saída de dólares do País na reta final dos negócios. Da mínima para a máxima, a moeda oscilou +1,5%.

Fiscal

Desde o dia 29 de outubro, quando encerrou a R$ 2,181 no balcão, até hoje, o dólar já subiu 5,73% ante o real - ou o equivalente a 13 centavos. O movimento vem sendo sustentado principalmente pelo Fed, que deixou aberta a possibilidade de reduzir seus estímulos em dezembro, e pelos dados fiscais brasileiros, que preocupam o mercado. "O investidor estrangeiro está com medo, porque a desconfiança com o Brasil é grande. Então, quem tem dinheiro por aqui aproveita e sai", disse Mário Battistel, gerente de câmbio da Fair Corretora.

Outro profissional, que preferiu não se identificar, disse que, durante a tarde, quando a moeda se aproximou dos R$ 2,30, ordens de venda foram disparadas no mercado futuro, ajudando no movimento. No fim do dia, o giro financeiro no mercado à vista, conforme a clearing de câmbio da BM&FBovespa, somava US$ 1,572 bilhão.

 As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mercado espera pelo USDA e opera sem direção na CBOT

Nesta sexta-feira (8), o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta seu novo boletim de oferta e demanda mensal e, esperando por esses números, o mercado de grãos em Chicago opera na defensiva. Por volta das 7h30 (horário de Brasília, trigo e milho operavam em campo positivo, próximos da estabilidade. Já a soja registrava ligeiras perdas, com o mercado recuando após as boas altas da sessão anterior. 
Durante toda a semana, os futuros dos grãos negociados na CBOT trabalharam sem direção definida e tentando se manter estáveis, sem apresentar movimentações muito expressivas. Os investidores aguardam por esses dados do departamento norte-americano para definir, com mais clareza, um caminho para os preços. O último relatório foi divulgado em setembro e, por isso, os números de novembro são esperados com tanta ansiedade. As informações de outubro não foram divulgadas em função da paralisação parcial do governo norte-americano no último mês, a qual durou três semanas.
Expectativas - Segundo projeções da Agrinvest Commodities, a produção de soja dos Estados Unidos, na temporada 2013/14, deverá ficar entre 85,46 milhões e 89,81 milhões de toneladas. Em setembro, a safra foi estimada em 85,7 milhões de toneladas. Sobre a produtividade da oleaginosa, a Agrinvest aposta em algo entre 47,05 e 49,1 sacas por hectare, contra 46,72 sacas do boletim anterior. Já a área colhida pode vir, segundo a corretora, entre 30,23 milhões e 31,16 milhões de hectares, contra os 30,92 milhões de setembro. 
Para o milho, a expectativa é de uma produção entre 340,89 milhões e 364,76 milhões de toneladas, com uma produtividade de 164,67 a 172,82 sacas por hectare. No relatório de setembro, esses números foram de 351,64 milhões de toneladas e 164,05 sacas por hectare. A área colhida é esperada para algo entre 35,17 milhões e 36,07 milhões de hectares e, em setembro, a estimativa era de 36,06 milhões de hectares.