Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Plantio cobre 50% da área em Mato Grosso


As chuvas ditam o ritmo do plantio, especialmente em Mato Grosso, estado que até algumas semanas atrás ainda sofria com o forte período de estiagens. Na cadência das precipitações, cada vez mais regularizadas e constantes, a semeadura da safra de soja 2013/14 atingiu no final da última semana a marca de 50% de cobertura da área estimada e com esse avanço de mais 18 pontos percentuais (p.p.), o maior verificado desde o início dos trabalhos no Estado, a superfície atual empata com cultivada em igual momento do ano passado, mesmo que a atual projeção aponte para uma área de 8,30 milhões de hectares, 4,8% maior que a área anterior em 7,91 milhões. Nesse embalo, a expectativa de atingir extensão recorde deve se concretizar. 

Conforme o acompanhamento de semeadura divulgado na sexta-feira pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o plantio que estava atrasado em relação a igual período de 2012 agora está 0,30 p.p. adiantado, já que no ano passado a semeadura atingia 50,3% da área a agora vai a 50,6%. Com o percentual atual, a soja da nova safra está germinando em mais 4,15 milhões de hectares, volume que considerando a proporção de aproveitamento da safra 2012/13, assegura superfície suficiente para o plantio da segunda safra, especialmente do milho safrinha. 

A região oeste segue como a mais adiantada no Estado. Responsável por quase 13% da área destinada à cultura, o oeste - com previsão de cultivar 1,07 milhão de hectares - está com 63,6% da superfície coberta. Em segundo lugar está o médio norte com 62,3% da estimativa de 2,98 milhões de hectares semeados. A região concentra sozinha 35,95% da área cultivada no Estado com soja. 

Em produção, o Imea também projeta volume recorde ao Estado, 25,7 milhões de toneladas, 8,49% maior que o recorde anterior. 

NO CAMPO – Como destacam os técnicos da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT), “de todas as todas as circunstâncias que influenciam o cultivo do campo, o clima continua a ser aquela variável que o produtor não pode controlar”. Mesmo que com atrasos em relação ao ano passado, os produtores que ainda não retonaram os trabalhos no ritmo desejado, afirmam que não vão abrir mão dos investimentos previstos em tecnologia de produção. 

Com a regularização pouco mais tardia das chuvas em relação ao ano passado, por exemplo, a safra transcorre com lavouras ainda sem registros da ferrugem asiática. Mesmo com ausência da doença fúngica sobre as variedades mais precoces, o monitoramento tem sido peça-chave para a condução dos plantios, visto que a presença de lagartas está confirmada, inclusive da espécie mais agressiva, a helicoverpa armigera. “Existem inúmeras plantas guaxas de milho, milheto, soja e algodão que estão servindo de alimento às lagartas desde a entressafra”, pontua o coordenador da Comissão de Defesa Sanitária Vegetal (CDSV) do Ministério da Agricultura no Estado, Wanderlei Dias Guerra. 

Fonte: Diário de Cuiabá 

O mercado internacional de grãos parece ainda buscar mais informações para definir um direcionamento mais claro

O mercado internacional de grãos parece ainda buscar mais informações para definir um direcionamento mais claro para registrar movimentos mais expressivos. No próximo dia 8 de novembro, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seu novo relatório de oferta e demanda após o mês de outubro em que o boletim não foi reportado. 
Essa espera, segundo alguns analistas, faz com que os investidores fiquem na defensiva, optando por atuar após as informações mais concretas sobre a nova safra norte-americana, com números principalmente sobre os estoques e a área no país. 
Principalmente no caso da soja, segundo explicou o consultor Liones Severo, do SIM Consult, o mercado de Chicago tem pouca representação para o mercado interno, uma vez que não representa a realidade no campo, especialmente no Brasil. A disponibilidade de soja brasileira é praticamente nula e o pouco produto que ainda há no mercado faz com que os prêmios no interior do país já chega a US$ 2,60 por bushel sobre os valores praticados na CBOT. 
Soja -4,0
Milho 0,0

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM 25/10/2013
Dólar R$2,1879(0,5720%) 

Mínima R$2,1804
Máxima R$ 2,1904
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel

NOV 13(-9,6) 13,00
JAN14(-10,4)12,93
MAR14 (-10,4) 12,71
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (-0,2) 4,40
MAR 14 (-0,2) 4,52
mAI 14 (-0,4) 4,60


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 63,50
Rondonópolis: R$ 66,00
Alto Garça: R$ 65,50                                                          
Sorriso: R$ 62,00
Itiquira: R$ 65,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 21,00 / Março
Itiquira: U$ 22,60/ Março  U$ 21,00 /Fevereiro

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 14,00

Alto Garças: R$ 13,00
Sorriso: R$ 9,00

Itiquira: R$ 14,50

Grãos operam na estabilidade; soja registra leve recuo

O mercado tenta se manter próximo da estabilidade, com oscilações pouco expressivas. 
Para alguns analistas, as previsões de clima favorável para a colheita nos EUA, depois de os trabalhos de campo acontecerem sob a neve no Corn Belt, exercem uma leve pressão negativa sobre as cotações. Por outro lado, uma ligeira realização de lucros também provoca as pequenas perdas.
Entretanto, os fundamentos de um cenário de oferta e demanda muito ajustada, tanto na soja em grão quanto no farelo, ainda oferecem sustentação ao mercado e limita o recuo dos preços na CBOT. 
Os mercados do milho e do trigo também tentam se manter próximos da estabilidade, com pequenos ganhos em Chicago, por volta das 7h55 (Brasília). 
*As cotações apresentadas na homepage do site apresentam um pequeno problema e não estão atualizadas. O problema está sendo resolvido e logo os valores estarão atualizados. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Cotação

FECHAMENTO EM 24/10/2013
Dólar R$2,2006 (0,6540%) 
Mínima R$2,1955
Máxima R$ 2,2077
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
NOV 13(-0,2) 13,09
JAN14(-1,0)13,03
MAR14 (-1,2) 12,82
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (-2,2) 4,40
MAR 14 (-2,2) 4,53
mAI 14 (-2,4) 4,61

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 63,50
Rondonópolis: R$ 66,00
Alto Garça: R$ 65,50                                                          
Sorriso: R$ 62,00
Itiquira: R$ 65,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 21,00 / Março
Itiquira: U$ 22,60/ Março  U$ 21,00 /Fevereiro

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 14,00

Alto Garças: R$ 13,00
Sorriso: R$ 8,00

Itiquira: R$ 14,50

Exportações semanais de soja dos EUA somam quase 1 mi de t

As exportações de soja dos Estados Unidos, na semana que terminou no último dia 3, ficaram em 929,8 mil toneladas, contra 860,7 mil toneladas da semana anterior. Os números ficaram dentro das expectativas do mercado, que variavam de 850 mil a 1.050 milhão de toneladas. A China foi o destino principal do produto americano, comprando 242,3 mil toneladas. 
As vendas de farelo de soja surpreenderam o mercado e somaram 850,1 mil toneladas, enquanto as expectativas variavam somente entre 150 mil e 250 mil toneladas. "Há comentário de que essa é a maior venda semanal de farelo de soja desde 1991, quando o volume foi de 664 mil toneladas", disse o analista de mercado Mauricio Correa, do SIM Consult.  
Na mesma semana, as vendas de milho foram de 1,341,4 milhão de toneladas, enquanto na semana anterior foram exportadas 775,2 mil toneladas. Destinos desconhecidos foram os principais compradores, adquirindo 428,1 mil toneladas. O volume ficou bem acima do esperado pelo mercado, algo entre 650 mil e 850 mil toneladas. 
Já as exportações semanais de trigo foram de 653,6 mil toneladas, frente às expectativas que variavam de 650 mil a 850 mil toneladas. Na semana anterior, as vendas foram de  837 mil toneladas. O Brasil foi o principal destino ao comprar 192,5 mil toneladas do total. 

Demanda aquecida mantém soja acima de US$ 13 por bushel


Depois de uma queda expressiva, que derrubou as cotações da soja ao pior nível nas duas últimas semanas, o mercado volta a ficar aquecido na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Com uma demanda crescente pelo grão, os preços da oleaginosa voltaram ao patamar de US$13 por bushel.

Em relatório divulgado no começo da semana, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) informou que os embarques semanais de soja somaram mais de 1 milhão de toneladas na semana encerrada em 18 de outubro. Até agora a China tem liderado a participação nessas compras.

As vendas diárias também tem ritmo intenso, que pode ser comprovado pelos reportes dos exportadores privados norte-americanos. Toda transação envolvendo volume igual ou superior a 100 mil toneladas de grão, feita em um mesmo dia e para o mesmo destino, deve ser informada ao Usda. Na sessão desta quarta-feira (23) 120 mil toneladas de soja foram vendidas para a Rússia, com entrega em 2013/14. Desde a última sexta-feira (18), o mercado vem trabalhando em alta com informações de vendas diárias, que somam 700 mil toneladas em cinco dias.

Além do fôlego dos compradores, o mercado avalia que outros fatores também favorecem o bom nível de preços da oleaginosa. A previsão de tempo seco para o cinturão produtor norte-americano favorece o avanço da colheita. Outro ponto relevante é a desvalorização do dólar, que facilita a entrada do produto no mercado externo.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Coração

FECHAMENTO EM 23/10/2013
Dólar R$2,1860 (0,7090%) 
Mínima R$2,1885
Máxima R$ 2,1787
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
NOV 13(+6,0) 13,08
JAN14(+4,6)13,02
MAR14 (+4,2) 12,82
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (+4,4) 4,42
MAR 14 (+4,4) 4,55
mAI 14 (+4,2) 4,63

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 63,00
Rondonópolis: R$ 65,50
Alto Garça: R$ 65,00                                                         
Sorriso: R$ 61,50
Itiquira: R$ 64,50      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 21,00 / Março
Itiquira: U$ 22,60/ Março  U$ 21,00 /Fevereiro

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 14,00

Alto Garças: R$ 13,00
Sorriso: R$ 8,00

Itiquira: R$ 14,50

Chuvas irregulares podem atrapalhar plantio de soja no Centro-Oeste

Chuvas irregulares previstas para a última semana de outubro e no início de novembro no Centro-Oeste podem atrapalhar o plantio da soja na região e o desenvolvimento das lavouras recém-plantadas, afirmaram meteorologistas nesta terça-feira.
As chuvas, que foram esparsas na região no final de setembro, chegaram a normalizar-se nos últimos dias, favorecendo a implementação das plantações.
Em Mato Grosso --principal Estado produtor de soja do país-- 27,4 por cento da área já foi semeada, segundo o mais recente levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
"Sumiu dos modelos a chuva da semana que vem e de novembro, para toda região centro-norte do Brasil: de Belo Horizonte para cima, norte de Minas Gerais; Bahia e Mapito como um todo, centro-norte de Goiás e centro-norte de Mato Grosso", disse o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar, citando modelos atualizados nesta terça-feira.
O presidente do Sindicato Rural de Sorriso, importante município produtor do Médio-Norte de Mato Grosso, relatou que o plantio da soja está na fase final em sua região. Chuvas são importantes para o desenvolvimento das plantas e para evitar ataques da lagarta conhecida como broca-do-colo.
"Com falta de chuva, ela sobe para a superfície e ataca a raiz de soja", disse Laércio Lenz, que nesta safra está plantando 850 hectares de soja.
Segundo ele, após um atraso de dez dias no início da safra, por falta de chuvas, o plantio foi acelerado nos últimos dias. "Este ano, a hora que começou, a chuva firmou."
O problema, dizem os meteorologistas, é que o tempo deve ser bem mais seco no Centro-Oeste a partir da próxima semana.
"Os modelos estão apontando uma 'secada' em Mato Grosso. Quem contar com essas chuvas para plantar, não vai poder", disse a meteorologista Aline Tochio, da Climatempo.
Ela ressaltou, no entanto, que não haverá falta generalizada de chuvas, mas irregularidade nas precipitações.
Os indicativos são de chuvas irregulares também no chamado Mapitoba, região de fronteira agrícola formada por Maranhão, Piauí, Tocantins e oeste da Bahia, disse Santos, da Somar.
"Para a Bahia, vai complicar mais ainda. Porque já teve gente que começou a plantar, mesmo com o solo ainda seco", disse ele.
O plantio na Bahia está apenas na fase inicial, com 1 por cento da área coberta, segundo o levantamento mais recente da consultoria AgRural.
REGIÃO SUL
As chuvas que não avançam para o coração do Centro-Oeste devem ficar "presas" no Sul e no Sudeste do país.
"É uma gangorra. Nos próximos dez dias a chuva é toda aqui", disse a meteorologista Estael Sias, da MetSul, que monitora o clima no Rio Grande do Sul.
As precipitações podem atrasar a colheita gaúcha de trigo e eventualmente apertar a janela para o plantio da soja, lembra Estael.

No Paraná --segundo maior produtor de soja-- a área plantada chega a 34 por cento, segundo o Departamento de Economia Rural, e não há preocupação quanto ao volume de chuvas, disseram os meteorologistas.

Condições de colheita dos EUA.

Por: David B. Rahe
A colheita do milho e da soja estava em pleno andamento em todo o estado na semana passada, com a colheita do milho progredindo para 51% completo e colheita da soja progredindo para 68 % completo.  
As temperaturas estão em média 26.67 °C para a semana, 3.33 °C abaixo do normal.                     As precipitações em todo o estado então em média 0,43 ml, 0,29 ml  abaixo do normal. Houve 5 dias adequados para o trabalho de campo.
A umidade do solo foi avaliada em 21% muito ruim, 44% ruim, 34 % boas e 1 % excelente. A umidade do subsolo foi avaliada em 25 % muito ruim, 42% ruim e 33% adequada. 97% da safra de milho estava maduro em comparação com 100 % no ano passado e da média de 5 anos de 96 %.
A Colheita do milho atingiu 51 % em comparação com 91% do ano passado e da média de 61% em 5 anos.

A condição do milho foi avaliada em 2 % muito ruim, 6 %ruim, 24 %regular, 47 % boa e 21% excelente. Soja amarelados atingiu 99 %. A soja caindo folhas atingiu 97 %, um pouco abaixo da média de 5 anos de 98 %. 68% da safra de soja foi colhida em comparação com 78 por cento no ano passado e da média de 5 anos de 67 %.