Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 25 de março de 2011

Bom momento do milho e do trigo dá suporte à soja

Se encaminhando para a segunda semana de altas, o trigo e o milho registram novas altas nesta sexta-feira em Chicago. O suporte para os preços vem da demanda aquecida e das especulações de que os estoques não serão capazes de atendê-la.

Na próxima temporada, o mercado mundial de grãos deverá continuar enfrentando um aperto nas reservas mesmo que a produção aumente, informou ontem o Conselho Internacional de Grãos.

O órgão afirma ainda que a produção global de cereais deve ter um incremento de 4,6%, alcançando 1.805 bilhão de toneladas até junho de 2012 enquanto o consumo crescerá 1,1% chegando a 1.808 bilhões de toneladas.

"Os estoques de passagem podem se manter ainda bastante ajustados, mesmo vendo a frente quase novos recordes nas áreas de plantio dos Estados Unidos", disse o analista Gary Mead, da VM Group, de Londres.

O analista diz ainda que a rápida recuperação dos preços após o temor gerado no mercado financeiro por conta do terremoto no Japão não o surpreende, uma vez que os fundamentos para a maior parte dos grãos é muito forte.

Mead diz ainda que, por conta das condições climáticas adversas nos EUa - que podem comprometer o desenvolvimento dos dois grãos.

Segundo o NOOA - National Oceanic and Atmospheric Administration - as planícies de estados como a Dakota do Norte, Dakota do Sul e Minnesota podem sofrer com sérias inundações nas próximas semanas.

"Isso irá atrasar o plantio, o que pode reduzir a produtividade e levar os produtores a danos por conta de geadas se a colheita tiver que ser adiada. E estes são os estágios mais recentes de fundamentos de alta para os mercados de milho e trigo", disse o analista.

Soja

Encontrando sustentação nesse bom momento do milho e do trigo, a soja também opera em alta. No pregão noturno de hoje, a oleaginosa fechou com leves altas.

Além disso, a soja encontrou suporte também no clima de otimismo registrado nos mercados acionários da Ásia e da Europa.

Relatório do USDA

Apesar dos grãos estarem trabalhando no azul em Chicago, os traders já operam com mais cautela e prudência estando às vésperas da divulgação do relatório do USDA na próxima quinta-feira.

O reporte do dia 31 de março traz os números oficiais das áreas de plantio nos Estados Unidos e também dos estoques físicos.

Segundo analistas, estes números devem mexer bastante com o mercado e guiar as cotações nas próximas sessões.

Exportações

Nesta sexta-feira, o USDA anunciou a venda de 1,25 milhão de toneladas de milho para destinos não revelados. 1 milhão de toneladas da safra 2010/11 e 250 mil toneladas safra 11/12. O provável destino é a China.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Inflação na China deve desacelerar no 2º semestre, revela jornal

SÃO PAULO - O índice de preços ao consumidor na China deve subir 4,9% no primeiro semestre deste ano e a inflação deve abrandar na segunda parte de 2011. A informação foi passada pelo centro de monitoramento de preços ligado à Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento do país e publicada no China Securities Journal nesta sexta-feira.

O organismo espera um aumento de 5% no indicador de preços em março, na comparação com um ano antes. 'No momento, a demanda agregada e a oferta da China estão quase equilibradas. Dessa forma, os preços não vão aumentar tanto quanto antes', apontou a reportagem.
A agência de notícias Xinhua notou que, para manter a inflação sob controle, entre outros fatores, o banco central chinês elevou o depósito compulsório bancário nove vezes e aumentou a taxa de juro três vezes desde o começo de 2010.

Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 24 de março de 2011

Grãos: Às vésperas do USDA, mercado opera sem direção

Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago operam com forte volatilidade esta semana. Em sessões poucas movimentadas, os traders já trabalham com mais cautela às vésperas do relatório sobre o plantio e os estoques físicos que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na próxima quinta-feira, dia 31.

Os preços da soja, do milho e do trigo encerraram o pregão noturno desta quarta-feira com leves altas depois de operarem boa parte da sessão no terreno misto. Depois do movimento de realização de lucros de ontem, o mercado fez uma pausa e voltou a registrar ganhos, mesmo que pequenos.

No início da sessão diurna, as cotações da soja já operam no vermelho e por volta de 11h49 (horário de Brasília), já recuavam cerca de 7,50 pontos. Segundo o analista de mercado da XP Investimentos, Ricardo Lorenzet, trata-se de um "mercado sem novidades, que segue realizando".

Além disso, Lorenzet diz ainda que a percepção é de demanda mais fraca nos Estados Unidos."Isto pesa um pouco mais sobre os vencimentos curtos. Os longos seguem com a incerteza quanto à area nos EUA", explica.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

China investirá R$ 7 bilhões na produção de soja em Goiás

A China pode financiar mais de R$ 7 bilhões para as ampliações das áreas de soja no Estado de Goiás, nos próximos sete anos. Com planos de importar diretamente 6 milhões de toneladas do grão por ano do estado, quatro empresas chinesas, estatais e de capital misto, irão enviar uma comitiva de técnicos e especialistas no começo do próximo mês, para avaliar o projeto que dobrará a produção goiana de soja até 2018. A ideia dos chineses é minimizar percalços no trajeto da soja até o país, excluindo as intermediárias multinacionais do setor.

Com um volume de importação superior a 54 milhões de toneladas de soja apenas em 2010, a China é hoje um dos maiores compradores do produto. A dependência em relação ao mercado externo é grande, já que o País precisa garantir a segurança alimentar de 1,3 bilhão de pessoas.

Diante deste cenário, o país realizou algumas investidas no Brasil desde 2009, a fim de encontrar uma parceria condizente com as atuais necessidades chinesas. "Em 2009, o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva visitou a China com alguns representantes do Brasil, para mostrar o potencial agrícola da região. Em 2010, recebemos visitas de quatro empresas chinesas no estado, e desde então as conversações seguiam intensas", afirmou com exclusividade ao DCI, Pedro Ferreira Arantes, analista de mercado da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), e representante da entidade no grupo de trabalho que elaborou a proposta goiana aos chineses.

O Estado de Goiás plantou nessa safra aproximadamente 2,55 milhões de hectares, com a previsão de colher 7,8 milhões de toneladas. Com os investimentos chineses, a expectativa do estado é dobrar tanto em produção, quanto em área de cultivo do grão nos próximos sete anos, para atender a exigência de exportação de 6 milhões de toneladas ao ano, oriunda da China. "Se este acordo for fechado, os chineses esperam que o estado exporte seis milhões de toneladas da oleaginosa para eles, por ano", comemorou.

Para essa expansão, o estado prevê renovar até 3 milhões de hectares, subutilizados em áreas de pastagens, que ao todo somam 8 milhões de hectares, com produção de um animal a cada dois hectares. "A nossa proposta é a renovação nas áreas de pastagens, que já existem há mais de 40 anos no norte de Goiás, com uma produtividade muito baixa. Hoje temos mais de oito milhões de hectares de pastagens subutilizadas, são áreas que possuem menos de um animal por hectare, chegando na grande maioria dois hectares para um animal", disse.

Arantes calculou que para cada mil hectares seriam necessários investimentos na ordem de R$ 2,5 milhões para a correção, limpeza e preparação do solo para receber a soja. Além da compra de maquinários. "Para o investimento total de área serão necessários mais de R$ 7 bilhões nos próximos sete anos, para adequar os 3 milhões de hectares que pretendemos utilizar. Não entram nesse cálculo os custos com infraestrutura, que terão que ser feitas, com novos armazéns", ressaltou o analista.

Para Arantes, com a vinda dos chineses deve-se fechar um projeto piloto para adequar e produzir soja em 100 mil hectares. Passada essa experiência o estado deve partir para a duplicação de sua produção. "Então, em um primeiro momento faremos um teste em 100 mil hectares, para alinhar a modelagem, após isso aceleremos o projeto", disse.

No início da década, a China foi responsável por 3% das aquisições de produtos do agronegócio brasileiro. Mas em 2010, o país asiático atingiu 14%, assumindo a liderança nas importações de produtos do Brasil. "Seremos a fazenda dos chineses", finalizou Pedro Arantes.

Fonte: DCI

quarta-feira, 23 de março de 2011

Soja encerra com recuo de dois dígitos focada na área de plantio dos EUA

Os futuros da soja encerraram o dia no vermelho nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago. As perdas superaram os 14 pontos.

O movimento de desvalorização foi intensificado e, diante da ausência de novidades que pudessem impulsionar os preços, o mercado fechou no vermelho. O dólar índex firme e as vendas técnicas também pressionaram.

Mostrando que o mercado está focado na briga por área nos Estados Unidos, os números da Farm Futures sobre uma possível expansão do plantio da soja e do milho na próxima safra dos Estados Unidos refletiram negativamente nos preços dos grãos na CBOT. Milho e trigo seguiram a mesma tendência e fecharam do lado negativo da tabela.

Segundo o analista de mercado Ricardo Lorenzet, da XP Investimentos, os traders já exibem um tom mais prudente e cauteloso frente ao relatório que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no próximo dia 31. "A voltalidade está apenas começando", enfatiza.

Fonte: Agência Leia

Soja se consolida entre vizinhos e ajuda Mercosul a crescer

As exportações de produtos agrícolas foram a base do crescimento do Mercosul em 2010. Brindados por uma das melhores safras de todos os tempos, os países do bloco, como já havia acontecido com o Brasil, viram se consolidar a estrela em vendas regionais: a soja. Usado em praticamente toda a cadeia alimentar atualmente, o grão fez o Paraguai despontasse como o grande líder no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado: +9,7%, segundo projeções da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe das Nações Unidas (Cepal).

A economia do país vizinho é altamente dependente da produção de soja, tanto que qualquer variação de safra é determinante para o crescimento do PIB. “A safra de 2008/2009 foi muito ruim", José Arroyo, economista da Cepal no Paraguai. "Houve uma seca muito grande, que levou a uma retração no PIB do país em 2009 de 3,8%.”

Já a safra 2009/2010 foi uma das melhores da história. Segundo Arroyo, a agricultura é responsável por mover 20% de toda a economia do país. A Câmara Paraguaia de Exportadores e Comercializadores de Cereais e Oleaginosas (Capeco) diz que as exportações alcançaram 12,7 milhões de toneladas de soja, milho, trigo, canola, gergelim, arroz e girassol até novembro do ano passado, crescimento de 71% sobre igual período de 2009. A produção de soja respondeu por quase 60% do total, ou 7,3 milhões de toneladas, e dobrou de tamanho.

Se no Paraguai, a soja é o rei dos produtos agrícolas, os brasileiros são donos do cetro dessa indústria. O maior produtor do país é o catarinense Tranquilo Favero, que comprou suas primeiras terras no Paraguai há 45 anos.

No Uruguai, a força da agricultura fez ressurgir alguns itens que andavam esquecidos. “Talvez o mais evidente seja a produção de celulose, mas existem outros fenômenos que são muito interessantes”, diz o economista Ramón Pampín, da PricewaterhouseCoopers (PwC) em Montevideo, capital do Uruguai. O país deu um salto na produção de celulose depois da instalação de uma fábrica da Botnia, às margens do Rio da Prata. Outra unidade, dessa vez em parceria com Arauco e Stora Enso, deve sair do papel em breve.

Entre os fenômenos citados por Pampin estão soja, trigo e madeira. “Há dez anos, o Uruguai praticamente não produzia soja, e em breve poderemos chegar aos milhões de hectares. Também há alguns anos não gerava saldos exportadores de trigo, e hoje o trigo é item importante de exportação. A potência florestal não vem somente da celulose, mas também da venda de madeira.”

Crescimento traz desafios logísticos

Aliado ao desenvolvimento das exportações dos vizinhos, esse crescimento traz um grande desafio para a logística e infraestrutura do país. Os portos, como o maior, em Montevidéu, estão investindo pesado para dar conta do aumento no transporte de carga. Em apenas cinco projetos estão sendo gastos o equivalente a R$ 330 milhões em dois anos.

Os ganhos agrícolas vieram acompanhados dos da pecuária. Dos três vizinhos do Mercosul, o que tem maior fatia de vendas pecuárias é o Uruguai. Das exportações uruguaias de 2010, que a Cepal calcula em R$ 17 bilhões, 12,7% ficam com a soja, produto principal. Em seguida vem a carne bovina, com 12,1%, arroz (5,8%), trigo (4,7%) e madeira em estado bruto (3,6%). Na carne e no arroz, empresas brasileiras estão fazendo a diferença no país vizinho: Marfrig e Camil são grandes produtores, afirma o especialista da PwC. Federico Muttoni, gerente da Advice Consultoria, diz que o Brasil responde por 30% da produção de carne uruguaia.

O Brasil também foi o principal destino das exportações do Uruguai entre janeiro e outubro de 2010, com 20% do total, diz o banco central daquele país. Nas importações, é o segundo colocado, com 21,1%, perdendo para a Argentina, com 23,6%.

Na Argentina, a Cepal classificou como notável a alta nas vendas agropecuárias, de 44% no primeiro semestre de 2010 (segundo últimos dados disponíveis), com relação ao mesmo período de 2009. A colheita de grãos, composta basicamente por cereais e oleaginosas, mostrou intensa recuperação e rondou as 93 milhões de toneladas, cifra que superou em mais de 50% a do período anterior para uma área semeada similar.

A produção de soja, que cresceu 70%, representou mais da metade da colheita total. Também aumentou bastante a colheita de milho, que registrou máxima histórica de 23 milhões de toneladas.

Ainda no primeiro semestre de 2010, o Brasil foi o principal parceiro comercial da Argentina, tanto em exportações, quanto em importações. Segundo o Ministério de Relações Exteriores e Comércio Internacional da Argentina, o Brasil respondeu por 21% das vendas externas do vizinho, e por 32% das importações. Em segundo lugar vem a China, com 9% e 12%, respectivamente.

Fonte: IG Economia

terça-feira, 22 de março de 2011

Mercado realiza lucros e soja tem baixa de dois dígitos

Os futuros da soja negociados em Chicago encerraram o pregão noturno com significativa queda.

Nesta segunda-feira, as baixas - que somaram quase 17 pontos - são consequência de um movimento de realização de lucros depois das altas dos últimos dias. Essa consolidação foi iniciada na sessão diurna de ontem. No entanto, a oleaginosa encontrou fôlego para reverter o cenário e encerrar com leves altas.

O mercado apresentou forte queda durante esta madrugada, acompanhandoa fraqueza das demais commodities agrícolas e um tom mais cauteloso dos participantes do mercado.

As vendas técnicas contribuem para a queda e o mercado corrige spreads da sessão anterior com vencimentos longos, liderando as perdas.

Fonte: Notícias Agrícolas

Safrinha da soja é arriscada

O preço estimulante da soja está levando agricultores de vários estados brasileiros a uma prática considerada arriscada. Eles estão abrindo mão da rotação de culturas, técnica, recomendada para reduzir a proliferação de doenças e melhorar o solo, e voltam a semear o grão logo após a colheita da própria soja.

A prática da segunda safra, ou safrinha com soja, já foi adotada com mais intensidade por produtores de Mato Grosso, mas também ocorre nos estados de São Paulo e Paraná. São utilizadas no cultivo variedades precoces para que a colheita seja feita antes de começar o vazio sanitário anual, período em que o grão não pode
ser cultivado para facilitar o controle da ferrugem asiática.

No Estado de Mato Grosso, o vazio sanitário de 90 dias começa em 15 de junho. Até lá, a soja da segunda safra plantada pelo produtor Leandro Gazola, na Fazenda Realeza, município de Sorriso, no médio-norte, já terá sido colhida. Ele fez a semeadura de 500 hectares no dia 14 de fevereiro, no mesmo local em que colheu a soja deverão. “Foi máquina atrás de máquina”.

PLANTIO DIRETO

No sistema de plantio direto, a plantadeira segue o rastro da colhedora para deixar no solo
a semente da segunda lavoura. Normalmente, o grão plantado na safrinha é o milho, uma gramínea que tem papel importante para quebrar o ciclo de pragas e doenças de planta e de solo da lavoura anterior, no caso, a soja, da família das leguminosas.

Nos dois anos anteriores, Gazola já testou o plantio da safrinha de soja, mas em área menor. Desta vez, plantou uma variedade superprecoce e espera colher até o dia 15 de maio. “Já recebemos críticas por plantar fora de época, mas a verdade é que tem dado bom resultado”, diz o produtor.

Ele sabe que terá de fazer mais pulverizações na lavoura para controlar lagartas e a ferrugem,
mas ainda assim espera ter um bom ganho. “No ano passado,fizemos quatro aplicações na safrinha, quando na safra normal são duas ou três. Se o preço continuar bom, esse custo adicional é absorvido.”

Opção pelo preço – Gazola não esconde que optou pela soja, em vez do milho, por causa do preço. No ano passado vendeu o milho, que tem custo de produção mais alto que o da soja, por R$ 7 a saca. Este ano, com o milho a R$ 13, ele ainda considera a oleaginosa uma cultura mais vantajosa.

Em 2010, colheu 33 sacas por hectare na safrinha e vendeu por R$ 35/saca. Este ano, na região, o preço está em R$ 37.“Somado o ganho da safra de verão com o da safrinha, o resultado é excelente.” Na região de Rondonópolis, no sul do Estado, alguns produtores também plantaram soja sobre soja.

A Sementes Santa Carolina fez um plantio experimental numa área de apenas 20 hectares. “Nesta região, quando acaba a chuva, passam-se meses sem cair uma gota. Estamos experimentando para ver até onde a lavoura vai quando a chuva parar”, diz o diretor comercial
Luiz Sérgio Oliveira. Ele conta que foi usada uma variedade própria para o verão, com recomendação de plantio até 30 de outubro. “Plantamos no fim de janeiro para ver no que dá. Se vingar, passará a ser uma opção.” No Paraná, houve plantios no sudoeste.



Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 21 de março de 2011

Soja: Se consolidando, mercado opera com leve queda

A volatilidade registrada pelo mercado da soja durante a madrugada desta segunda-feira em Chicago parece ter se estendido para a sessão diurna. Depois de encerrar no azul, os preços abriram a sessão perdendo quase 10 pontos e por volta das 14h, o mercado operava com leve recuo.

Segundo analistas, depois de três dias consecutivos de altas, o mercado inicia um movimento de consolidação, fazendo essa pausa nos ganhos. Além disso, não há novidades entre os fundamentos que podem promover uma nova e forte altas das cotações.

Além disso, os traders já adotam um tom mais cauteloso à espera do relatório de de área plantada e estoques físicos que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na próxima quinta-feira, dia 31.

No cenário, paralelamente, as tensões em nações do Oriente Médio e Norte da África ainda causam preocupação e também pesam sobre os preços.

Por volta das 14h25, o vencimento maio era cotado a US$ 13,59 por bushel, perdendo 3,50 pontos, e o julho a US$ 13,68, com queda de 3,25 pontos.

Fonte: Notícias Agrícolas

sexta-feira, 18 de março de 2011

Informa reduz estimativa para área de milho e soja nos EUA; preços avançam

A consultoria Informa Economics divulgou nesta sexta-feira suas projeções para o plantio da próxima safra nos Estados Unidos estimado 37,13 milhões de hectares para o milho (91,758 acres) e 30,46 milhões de hectares para a soja (75,269 milhões de acres).

Em fevereiro, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estimou em seu fórum anual, o plantio do milho em 37,23 milhões de hectares (92 milhões de acres) e o da soja em 31,57 milhões de hectares (78 milhões de acres)

Esse corte feito pela Informa contribui para a alta dos preços dos grãos nesta sexta-feira em Chicago. A soja tem significativa alta e se aproxima das máximas em duas semanas.

"O número da Informa foi um grande impulso para os futuros da soja, transformando-a em líder do complexo de grãos, e não mais no elo mais fraco", declarou Mike Zuzolo, analista da Global Commodity Analytics.

Algodão e trigo - Para o algodão, a consultoria projetou 5,31 milhões de hectares (13,13 milhões de acres) e para o trigo,, 23,33 milhões de hectares (57,651 milhões de acres).

 

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes