Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 11 de março de 2011

Soja realiza lucros com terremoto no Japão e possível ajuste na China

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em forte baixa nesta sexta-feira. A oleaginosa estende suas perdas do pregão noturno - onde o recuo chegou a superar os 50 pontos - e operam com uma expressiva queda na sessão diurna.

O mercado sente a pressão de uma intensa realização de lucros. O movimento ganha ainda um impulso do aumento da aversão ao risco, que se eleva frente aos dados sobre a inflação chinesa e ao terremoto que atingiu o norte do Japão.

A inflação na China superou as expectativas mantendo-se em 4,9%, o que pode sinalizar novos ajustes econômicos no país, podendo resultar em um desaquecimento da demanda.

Além das incertezas que rondam o mercado financeiro, a soja ainda sente a influência negativa dos mercado vizinhos - o milho e o trigo. Ambos continuam sentindo o efeito baixista dos números do USDA e operam com forte recuo desde ontem. O terremoto no Japão também pesa sobre os grãos.

Por volta de 13h32, o vencimento maio da soja era cotado a US$ 13,37 por bushel, recuando 18 pontos. No caso do milho, o mesmo vencimento valia US$ 6,68, caindo 14 pontos.

Principais desdobramentos do terremoto no Japão
Reuters

A seguir, os principais desdobramentos do terremoto de 8,9 graus de magnitude que abalou o nordeste do Japão nesta sexta-feira.

* Pelo menos 22 mortos no terremoto e no tsunami que ele desencadeou, segundo a agência de notícias japonesa Kyodo.

- O terremoto provocou ondas de até 10 metros de altura, que arrasaram terras agrícolas, casas e carros, além de provocar incêndios.

- Pior terremoto no país desde que se iniciaram os registros há 140 anos.

- Fortes abalos secundários atingem o norte do Japão depois do terremoto

- Alertas de tsunamis emitidos para a região do Pacífico, com exceção da parte continental dos Estados Unidos e Canadá.

- Alerta de tsunami para os seguintes países: Rússia, Taiwan, Filipinas, Indonésia, Papua Nova Guiné, Fiji, México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras, Chile, Equador, Colômbia e Peru.

- O Havaí ordenou a remoção da população da área costeira.

- Taiwan começa a retirar alguns moradores de sua costa leste.

- A Indonésia prevê que o tsunami comece a atingir algumas áreas de sua costa leste por volta de 8h30 (horário de Brasília).

- Cerca de quatro milhões de pessoas sem energia elétrica em Tóquio e arredores.

- Vários incêndios em Tóquio.

- Muitos trechos da via expressa de Tohoku, que corta o norte do Japão, estão danificados.

- Um grande incêndio na refinaria de Chiba.

- Interrompida a operação do trem-bala no norte do país.

- O aeroporto de Narita ficou várias horas fechado.

- O metrô e os trens de subúrbio de Tóquio deixaram de funcionar.

- Aeroporto de Sendai, no norte, ficou inundado.

- Todos os portos japoneses foram fechados, segundo companhias de navegação.

- Primeiro-ministro Naoto Kan determina que os militares façam o possível para agir no socorro. o governo alerta para o risco de mais tsunamis.

- As quatro usinas nucleares próximas da área do sismo foram fechadas com segurança.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 10 de março de 2011

Relatório do USDA veio "morno", afirmam analistas americanos

O relatório divulgado há pouco pelo USDA, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, não surpreendeu muito os operadores das Bolsa de Chicago. É o que afirma o jornalista Mike McGinnis, do site Agriculture.Com. Segundo ele o relatório veio um pouco baixista para soja, milho e trigo, mas tudo dentro do esperado pelos participantes do mercado. O milho deve abrir a sessão de hoje com queda de 3 a 5 cents, enquanto que soja e trigo devem abrir com queda de dois dígitos, 10 a 15 cents.

O analista de mercado da XFA, Scott Shellady, afirma que o relatório não apresentou muitas novidades e que os participantes do mercado devem se atentar para o relatório durante cinco minutos e depois já voltam toda a atenção para a disputa por novas áreas para plantio da próxima safra.

Já o analista do site PFGBest.com, Tim Hannagan, ficou surpreso com o relatório porque eles não alteraram as informações sobre estoques finais de soja e milho. Ele afirma que isso é impossível, já que nas últimas semanas o mercado registra um movimento de importação variado. Para o analista, o USDA preferiu não interferir no mercado até a divulgação do relatório que será divulgado no dia 31 de março. Esse relatório é o primeiro documento que traz a estimativa oficial de plantio da próxima safra norte-americana. Tim Hannagan finaliza sua análise dizendo que o relatório foi neutro para soja e milho e baixista parta o trigo.


Fonte: Notícias Agrícolas

quarta-feira, 9 de março de 2011

Realizando lucros, soja opera com queda de dois dígitos na CBOT

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam no vermelho nesta quarta-feira. Depois de encerrar o pregão noturno no campo misto, os preços já exibem um recuo de dois dígitos na sessão diurna de hoje.

Segundo analistas, o mercado realiza lucros frente a ausência de novidades entre os fundamentos. Além disso, os traders já adotam um tom mais cauteloso às vésperas da divulgação do relatório mensal de oferta e demanda de março do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que deve acontecer nesta quinta-feira (10).


As expectativas do mercado para os dados que serão informados amanhã referem-se a um possível aumento nas estimativas da produção brasileira e argentina.

Os analistas apostam ainda em um ligeiro aumento nos estoques finais de soja nos EUA por conta da migração da demanda pela oleaginosa do país para a América do Sul.

Além dos fatores relacionados à relação de oferta e demanda, as cotações também sentem a pressão negativa da instabilidade política no Oriente Médio e também do problema com as dívidas de países como Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda - o que aumente a aversão ao risco por parte dos investidores.

Por volta das 13h30, o vencimento maio - referência para a safra brasileira - já recuava 21,25 pontos, sendo cotado a US$ 13,60 por bushel.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 1 de março de 2011

Chuvas atrasam safra 2011

As chuvas tornaram a atrapalhar a safra 2010/2011 de grãos em Mato Grosso. O milho segunda safra segue como o mais prejudicado e terá seu plantio estendido para após o dia 8 de março. Mesmo estando com 45,8% de sua área semeada (1,81 milhão de hectares), até 24 de fevereiro, o atraso com relação a safra anterior é considerado de 39,3 pontos percentuais (p.p). Segundo levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea-MT), até o dia 25 de fevereiro de 2010 os produtores de milho haviam plantado 85,1% da área. Em comparação a semana do dia 17 de fevereiro a semeadura do milho safrinha avançou 11,2 p.p.

Conforme o Imea, nas regiões norte e oeste o atraso no plantio do milho, devido às chuvas e ao atraso da colheita da soja, é de 55,8 p.p e 54,5 p.p., respectivamente. Até o momento na região norte foram semeados apenas 39,9% dos 13,6 mil hectares, e na região oeste 33,3% dos 288,1 mil hectares. Já a região nordeste é que está mais avançada nesta safra. Dos seus 73 mil hectares, 61% já foram plantados e o atraso com relação a safra passada do milho é de apenas 15 p.p.

No Estado, o município mais prejudicado pelos atrasos de colheita da soja e plantio do milho, de acordo com diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Ricardo Arioli, é Campo Novo do Parecis. “Nos últimos dias choveu muito no município e isso tem prejudicado os produtores na localidade. Deveremos estender o plantio do milho safrinha para após o dia 8 de março em todo o Estado devido a tais atrasos ocasionados pelo clima”. Até o dia 24 de fevereiro, Campo Novo do Parecis havia semeado apenas 33% dos seus 100 mil hectares de milho.

Soja – A colheita da soja até o dia 24 de fevereiro encontrava-se, segundo o Imea, em 25,5%. Ao todo, foram plantados 6,41 milhões de hectares da oleoginosa no Estado. Apesar do avanço de 7,2% em relação a semana do dia 17 de fevereiro, a colheita do soja segue atrasada em 24,4 p.p, em comparação ao período na safra 2009/2010. Levantamento do Imea aponta que a região mais atrasada na colheita é a médio norte com 34,6 p.p em relação ao ciclo passado.

Na região oeste, onde já há relatos de perdas de produtividade devido às chuvas, o atraso é de 21,8 p.p. “Já estamos registrando perdas devido às chuvas, contudo ainda é difícil precisar de quanto é e será esta perda. Apesar disso, a produtividade da soja na safra 2010/2011 será mais que a do ciclo passado”, salienta Arioli. Mesmo com os problemas climáticos os municípios de Lucas do Rio Verde e Sorriso, na região médio-norte, foram os que mais avançaram na colheita, de uma semana para outra.


Fonte: Folha do Estado

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

USDA aumenta projeção para área de soja, milho e trigo na safra 11/12

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta quinta-feira (24), durante o Fórum Agrícola que acontece nos EUA um aumento para as áreas de soja, milho e algodão na safra 2011/12.

Para a oleaginosa, o aumento foi de 0,77% e uma estimativa de 31,57 milhões de hectares (78 milhões de acres). Já para o cereal, alta de 4,3%, e 37,23 milhões de hectares (92 milhões de acres). O acréscimo mais expressivo aconteceu para o algodão - 16,2%. A área prevista é de 5,16 milhões de hectares (12,75 milhões de acres).

O departamento também divulfou estimativas para os estoques finais. Para a soja, os números apontam 4,35 milhões de toneladas para a temporada 11/12, uma das menores estimativas da história do Fórum Agrícola. Para o milho, a expectativa é de 23,54 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Demanda pode diminuir e mercados operam próximos do limite de baixa

Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago operam no limite de baixa nesta no pregao diurno desta terça-feira. A queda é influenciada por uma possível redução da demanda causada pela instabilidade no Oriente Médio e no norte da África, o que aumenta a aversão ao risco por parte dos investidores e impulsiona a realização agressiva de lucros.

Analistas afirmam que os recorrentes protestos que vêm sendo registrados ao redor do mundo preocupam os investidores e atingem diretamente a economia mundial.

As últimas ações registradas na Líbia fizeram os preços do petróleo subirem expressivamente e despesas mais altas com energia podem provocar problemas para a recuperação econômica, o que significa um possível arrefecimento da demanda por comodities.

A demanda mais fraca também reflete nos preços da soja, com a China - principal importador mundial da oleaginosa - cancelando carregamentos. Já no caso do milho, segundo analistas, a posição técnica é precária e catalisa as perdas.

A significativa realização de lucros desta terça-feira também atinge o mercado do trigo em Chicago. As perdas sucedem um recuo de 5,2% na semana passada. O movimento é impulsionado pela instabilidade política no Oriente Médio e no norte africano.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Soja recua quase 40 pts diante de preocupação com a demanda

Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago continuam registrando significativa queda nesta sexta-feira em função de um movimento de realização de lucros após as fortes altas de ontem.

A soja sente a pressão dos cancelamentos de compra da oleaginosa norte-americana por parte da China. A notícia do aumento do compulsório bancário pela segunda vez na nação asiática também age como fator de pressão nos preços, já que pode ser algo que comprometa a demanda. Ainda referindo-se a demanda, um possível desvio da procura dos Estados Unidos para a América do Sul atua como catalisador para o recuo do mercado.

Além disso, os traders exibem uma cautela maior frente ao feriado prolongado nos Estados Unidos - na segunda-feira, comemora-se o Dia do Presidente no país.

Por volta das 15h45 (horário de Brasília), o vencimento maio era cotado a US$ 13,86 por bushel, perdendo 30,25 pontos.

Milho - Os futuros do milho também estão caindo. Segundo alguns analistas, o cereal também foi pressionado por pela notícia do aumento do compulsório na China.

Entretanto, as perdas são limitadas pela demanda aquecida e pelos ajustados estoques norte-americanos. Nesta sexta-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), informou a venda de 156 mil toneladas de milho para o México.

De acordo com alguns traders, as cotações precisam alcançar patamares ainda mais elevados para serem capazes de frear a demanda.

Trigo - Seguindo o mau momento da soja e do milho, o trigo também opera com forte baixa na sessão de hoje. O mercado realiza lucros depois da alta de ontem e fica mais atento prestes ao fim de semana prolongado nos Estados Unidos.

Alguns traders afirmam, no entanto, que a demanda para exportação se mantém bastante firme, o que, assim como para o milho, limita o recuo dos preços.

O USDA anunciou hoje a venda de 100 mil toneladas de trigo dos EUA para a Turquia.


Fonte: Notícias Agrícolas

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Oferta brasileira pressiona e preços recuam em Chicago

Os preços da soja estendem suas perdas de mais de 30 pontos registradas ontem e trabalham novamente no vermelho em Chicago. Por volta das 10h30, as cotações já recuavam mais de 10 pontos.

A cautela permanece no mercado frente às boas condições das lavouras sul-americanas, principalmente do Brasil e a redução do temor sobre o abastecimento global, fato que pesa negativamente sobre as cotações. Além disso, rumores de novos cancelamentos de compras de soja nos Estados Unidos também contribuem para a queda.

Às 10h54, o vencimento maio, referência para a safra brasileira, era cotado a US$ 13,73 por bushel, perdendo 7,75 pontos.

Bolsa de Dalian - Na China, a soja encerrou em queda, seguindo as perdas do pregão noturno na CBOT. O mercado realizou lucros e levou os preços a recuarem. A expectativa de alguns analistas, no entanto, é de que a demanda mundial mantenha as cotações em alta na Bolsa de Dalian no longo prazo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Importação chinesa de soja sofre pressão da alta dos preços

As importações chinesas de soja em março e abril deverão ser mais baixas que as registradas nos mesmos meses do ano anterior, após um ritmo mais lento de compras em fevereiro, quando as processadoras pararam de funcionar para o feriado do Ano Novo Lunar, num momento em que a alta global dos preços atinge a demanda.

A China importará um volume estimado em 3,13 milhões de t de grãos de soja em fevereiro, previu nesta quarta-feira o Ministério do Comércio, contra uma previsão anterior de 2,73 milhões de t. São previstas importações para março e abril em cerca de 3 milhões de t por mês, abaixo dos 4 e 4,2 milhões de t no mesmo período do ano anterior, disse em relatório o National Grain and Oils Information Centre.

As importações normalmente sobem após o Ano Novo Lunar, mas compradores chineses adiaram carregamentos de soja e alguns postergaram os negócios, preferindo o produto da América do Sul.

Outra razão chave para o declínio esperado, dizem traders, é que Pequim, preocupada com a resistente inflação dos alimentos domésticos, pediu aos principais esmagadores de grãos que não aumentem os preços dos óleos comestíveis no varejo até o fim de março. Também têm sido liberadas reservas estatais

para limitar o aumento dos preços no mercado doméstico.

O relatório do ministério, publicado duas vezes por mês, falha em abordar todos os embarques, mas dá referência da dimensão dos carregamentos aos compradores.


Fonte: Reuters

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Soja recua em Chicago com aumento das taxas de juros na China

As taxas de juros de depósito e empréstimo de referência serão elevadas em 0,25 ponto percentual pelo Banco do Povo da China (PBOC - o Banco Central do país). As medidas começam a valer na quarta-feira e fazem parte do ajuste econômico chinês para controlar a inflação e apertar a liquidez.

O banco informou em seu comunicado que a taxa de empréstimo de um ano em yuan de 5,81% para 6,06%. A taxa de depósito de um ano foi de 2,75 para 3%.

Esses aumentos por parte da China pressionam as commodities de um modo geral, principalmente as agrícolas hoje, que estendem suas perdas em relação à sessão de segunda-feira. A soja chegou a registrar 10 pontos de queda nos vencimentos maio e julho.

Contribuindo para a pressão de hoje, a expectativa para as informações que serão divulgadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) é de que o relatório seja morno, sem muitas novidades, confirmando o conservadorismo do departamento. A fraqueza nas commodities energéticas também pesam.

O analista de mercado Ricardo Lorenzet, da XP Investimentos, reitera a vulnerabilidade do mercado nesta terça-feira. Não há fatores de suporte fundamental no momento, com isso, qualquer movimento que possa ser negativo pesa mais expressivamente nos preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes